Notas iniciais
Oi gente!!! Que saudade de vocês!^^ Eu sei que prometi não parar de escrever, mas eu tive que ficar um tempo longe do meu pc então... Porém aqui estou de volta e postando cap. novo! Eeee!! > Espero que gostem e aproveitem!

– Amu acorda! — gritava Nagihiko em quanto mexia o corpo dela para que despertasse.
– O que aconteceu? — perguntou Amu ainda sonolenta e sem entender nada.
– A CIA... Ela nos achou!

~~~~~~//Algumas horas antes~~~~~~~~~

Os dois se olhavam como se pudessem possuir um ao outro ali mesmo, já fazia um mês que eles não se viam (ou se tocavam!), mas infelizmente a ética de estarem na frente de outras pessoas impedia que eles fizessem isso.

– Então Amu como tem passado nesse mês em que EU estive fora? — perguntou Utau.

– Ham? — Amu apenas olhava fixamente para Ikuto, e a única coisa que escutou foi: “estive fora?”
– Com essa atitude e pela atenção dela, acho que o mais apropriado para se dizer Utau seria: “Então Amu como tem passado todas essas noites na cama sozinha sem o Ikuto?”. O que você acha Ikuto? — brincou Kukai.
– Ah é?! Com certeza, talvez a gente possa ir semana que vem — comentou Ikuto sem nem prestar atenção alguma também.
– Acho melhor a gente desistir — disse Nagi — esses dois não vão prestar atenção em nenhuma palavra que a gente diga até irem lá para cima.
(risos)
– Amu que tal ajudar eu e a Utau na cozinha para distrair um pouco? — sugeriu Yaya.
– Ah, mas é que eu... — tentou protestar Amu, o que não adiantou muito já que Utau a puxou pelo braço logo dizendo:
“Acho melhor nós quatro darmos um tempinho para os garotos, que tal?!”
– E então Ikuto como foi a viajem? Conseguiu resolver tudo? — perguntou Kukai após as meninas saírem da sala.
– Quase tudo — respondeu Ikuto agora já prestando maior atenção.
– Como assim? — perguntou Nagi.
– Bem tudo seria mais fácil se a Amu não fosse da CIA.
– Ainda estão atrás dela? — perguntou Kairi, que só dirigira a palavra aos outros assim que as meninas saíram graças ao último assunto.
– Sim, e pelo o que me parece não vão desistir tão cedo dela.
– Sabe que não vai poder continuar aqui por muito mais tempo, não é? — mencionou Nagi.
– Sei muito melhor do que qualquer um, mas ainda quero aproveitar o tempo que me resta com ela.
– O que acha que vai acontecer? — perguntou Kairi.
– Não faço ideia, mas tudo o que eu menos quero é que ela se envolva nisso tudo.
“Apesar de ser o único a saber que ela faz parte do motivo disso tudo" — pensou Ikuto.

~Na cozinha...

– Não acredito que me tirou de lá — comentou Amu.
– Nossa pelo que me lembro há um mês atrás você ficaria vermelha só do Ikuto olhar para você — disse Utau em resposta ao comentário de Amu.
– É Utau, tempo para sentimento ela tem muito, mas tempo com o Ikuto nem tanto — disse Rima deixando escapar um riso.
– Não é isso, mas é que é chato ficar aqui sem fazer nada — disse Amu.
– Você chama o trabalho de cozinhar um almoço para oito pessoas de ficar sem fazer nada?! — disse Yaya colocando uma caixa cheia de temperos em cima da mesa da cozinha.
– Mas a gente faz isso todos os dias, sem contar que se você pensar bem, nós devemos cozinhar uns duzentos pratos de comida por dia graças ao nosso restaurante-pousada — explicou Amu.
– A gente vírgula — corrigiu Yaya — da última vez que você tentou cozinhar para nós, o Nagi teve que ficar de cama por uma semana por ter comido aquele seu ensopado.
– Aquilo mais parecia uma gosma ou geleia de laboratório — disse Rima fazendo uma careta em quanto se lembrava de quando tentou experimentar aquilo e quase ficou como o Nagihiko.
– Detalhes, detalhes... — brincou Amu.
– Pode até ser Amu, mas isso é diferente, pois dessa vez você vai cozinhar para o Ikuto — provocou Utau — ou seja, se ele gostar da sua comida vai ser um motivo a mais para ele não te abandonar.
– Como assim Utau? — disse Amu — nós duas sabemos que ele nunca me abandonaria.
– Você tem certeza disso!? — continuou Utau — sabia que o tempo que a gente passou lá na mansão, não houve um único dia que eu visse o Ikuto chegando em casa de noite?!
– Isso é besteira!? Tenho certeza que ele estava apenas trabalhando- protestou Amu.
– Se você diz... — completou Utau.
– Por que estava falando isso? — cochichou Rima — acha mesmo que o Ikuto a abandonaria Utau?
– È claro que não, mas se esse é o único jeito de fazê-la cozinhar então que seja — respondeu Utau.

~ Um tempo depois...

– Minha nossa Amu... — disse Utau ao ver a comida — o que é isso?
– A sobremesa?! — disse Amu incerta do que seria aquilo — bem... Era para ser bolinhos, mas acho que não deu muito certo.
– Você acha?! — disse Yaya.
– Acho que isso daí está mais é para carvão — disse Rima — estão completamente queimados...
– Tem certeza de quer que o Ikuto coma isso? — perguntou Utau — acho que ele não ia se importar tanto caso você não fosse uma cozinheira tão boa assim.
– Eu também acho Amu — concordou Rima — você pode fazer outro dia.
“Ou em outra encarnação..." — pensou Rima.

~No almoço...

Todos já estavam sentados na mesa, menos Utau, Rima e Yaya que estavam trazendo os pratos.
– Eu fiz os onigiris e a salada — começou Utau colocando as duas bandejas em cima da mesa e destapando-as revelando onigiris feitos perfeitamente a mão e uma salada simples — a Rima preparou sushi e Yaya fez sashimi.
– Mas e o de Amu? — perguntou Nagi.
– Ah bem é que... Hum... Vai ser a sobremesa, mas tenho certeza que ela não vai se importar se vocês ficarem satisfeitos apenas com o que a gente preparou — respondeu Utau — e se não quiserem não precisam comer.
– Ela fala sério, não comam... — cochichou Rima para que Amu não escutasse.
Depois de todos os elogios, comentários, piadas, entre outras coisas, todos já haviam terminado e esperavam pela sobremesa. Mas o fato de todos saberem como Amu cozinhava não ajudava muito em abrir o apetite de todos.
– E então é hora da sobremesa... — anunciou Utau, o que não adiantou muito em tirar a tensão entre todos — não se incomodem, eu pego.
Depois de alguns minutos ela voltou com a bandeja que trazia a sobremesa e logo que abriu revelou bolinhos mais do que queimados e duros que mais pareciam carvão.
– Bem... É isso — tentou Utau contornar a situação.
– Ham... Tã~dãã?! — disse Rima tentando fazer aquilo tudo ser melhor do que parecia.
– Você não disse que ia comer ao menos um pouco para não deixa-la magoada Kukai? — perguntou baixinho Nagi.
– Eu disse isso porque pensei que não poderia ser pior do que daquela vez que você comeu aquele ensopado, aquilo me ensinou a nunca ficar doente perto dela caso contrário eu poderia ficar pior — protestou Kukai — eu não iria comer isso nem morto ou se não iria acabar levantando do tumulo.
– E então... Quem vai querer? — perguntou Utau apesar de saber as respostas.
– Bem eu comi muito e... — É eu também... — essas foram as desculpas de todos em volta da mesa enquanto Amu apenas ficava de braços cruzados quase que deitada na cadeira corada e com uma cara emburrada.
– Eu vou querer Utau — pediu Ikuto.
–Okey então... — disse Utau passando um “bolinho" para ele, nesse instante Amu parou de olhar para o lado e começou a prestar atenção em Ikuto.
Logo que pegou deu uma olhada no "bolinho" e depois deu mordida fazendo um barulho estranho.
– E então? — perguntou Amu agora se inclinando na cadeira e descruzando os braços.
Ele mordeu mais um pedaço e depois soltou uma risada.
– O que foi? O que é tão engraçado? — perguntou Amu fazendo uma careta.
– Está horrível — respondeu ele.
Nesse momento Amu fez uma cara de raiva e levantou da cadeira dizendo em quanto contornava a mesa passando atrás de Ikuto:
– Huh, tanto faz — quando ela estava quase saindo sentiu alguém puxando seu braço: era ele.
– Baka, o que está fazendo? Já disse que não me importo! — perguntou Amu corada evitando olhar nos olhos safiras dele.
– Você não precisa se preocupar em me agradar no que você faz de melhor — disse Ikuto olhando fixamente para ela — porque você já faz uma coisa melhor do que qualquer outra pessoa...
– E o que é? — perguntou ela, mas quase se arrependendo de tê-lo feito.
– Ficar ao meu lado.
Agora ela olhou para ele que estava com um sorriso, um sorriso que ela sentia falta há um mês, mas que agora estava ali... Bem diante dela, e que era real e muito melhor do que ela esperava ou se lembrava.
– Ba-baka — disse ela corada virando o rosto outra vez.
Ele chegou perto do ouvido dela e cochichou:
– Sentiu minha falta?
– E muita! — disse ela abraçando-o.
– Não era bem isso o que eu estava esperando, mas...
– Baka — disse ela fazendo os dois rirem.

~Depois do jantar...

Todos estavam sentados nos sofás conversando cada um para um lado, menos Ikuto e Amu que estavam sentados juntos.
– E então a mulher perguntou para ele se trabalhava na loja — todos começaram a rir quando Utau terminou de contar a historia dela e do Ikuto — bem acho que é isso por hoje.
Completou Utau quebrando o silencio.
– Yaya me ajuda na cozinha? — pediu Rima saindo da sala seguida por Yaya e pelos outros deixando apenas Amu e Ikuto no cômodo.
Os dois ficaram em silêncio. Ikuto olhou para ela de canto de olho e depois sorriu se jogando no ombro de Amu como se tivesse pegado no sono.
– Achei que não fosse capaz de aguentar mais tempo longe de você — disse ele depois de um longo silêncio.
Ela apenas corou.
– Se está com sono devia ir para cama — disse ela por fim.
– Isso é um convite!? — provocou ele sorrindo.
– Baka!
Ela virou o rosto como se estivesse brava com seu último comentário. Ele abriu um olho e olhou para seu rosto e mais uma vez sorriu colocando um pouco mais de peso em seu corpo fazendo com que sua cabeça caísse no colo dela.
– Ah — ela o fitou em silêncio por um tempo deixando sua imagem reconforta-la de sua saudade.
– Dizem que quem olha as pessoas dormirem são pervertidos — disse ele ainda de olhos fechados.
– Não seja bobo! Eu estava olhando para aquela foto — explicou ela apontando para uma foto na mesa.
Ele abriu os olhos e olhou para foto só que ainda deitado no colo dela.
– A foto que a gente tirou quando chegou aqui?
– É-é essa mesmo — ela tentou disfarçar — quer saber... Eu vou ir ajudar as meninas na cozinha.
Ela levantou tirando a cabeça dele de seu colo, mas antes que pudesse se equilibrar e ficar de pé ele a puxou de volta e quando ela caiu para que não escapasse ele colocou seu peso sobre o corpo dela, tinha que fazer aquilo antes que alguém entrasse na sala e o impedisse, iria ficar louco se demorasse muito mais tempo para tomá-la em seus braços, e então a beijou, um beijo que os dois esperavam há muito tempo, e quando ele o fez o gosto de chocolate invadiu sua boca. O gosto que ela nunca enjoava e amava e que sentia falta.
–Achei que nunca mais fosse voltar — disse ela em quanto recuperavam o fôlego.
– Eu sempre vou voltar para você — respondeu ele fazendo os dois rirem felizes.
Os dois voltaram a se beijar a cada toque e desejo mais forte do que o outro.
– Eu te amo — disse ela.
– Achei que nunca fosse disser — brincou ele.
– Baka.
– Correção: eu sou o seu baka — ela sorriu pressionando seus lábios contra os dele indicando que queria mais. O corpo dos dois esquentava cada vez mais e se entrelaçavam, parecia que eram feitos um para o outro seus corpos se encaixavam perfeitamente. Sem esperar por muito mais tempo Ikuto envolveu-lhe uma das coxas com um toque provocador em quanto ela afundava suas mãos em seu cabelo puxando-o para si e deixando a mão com uma pegada forte passar livremente por dentro de sua blusa...
– Ikuto — Kukai chamou na porta, fazendo com que os dois parassem subitamente.
– O que foi? — perguntou Ikuto não muito interessado em saber e ainda em cima dela.
– Desculpe, mas eu não te chamaria se não fosse realmente importante — explicou Kukai — você tem que saber isso.
– Tá legal, já estou indo — disse Ikuto por fim.
–Te espero no escritório...
– Desculpe,tenho que ir — se desculpou Ikuto.
– Não tem problema — disse Amu — então... Acho melhor você ir.
– Tá legal — respondeu ele se levantando.
– Ikuto — chamou ela.
– O que? — perguntou ele se virando, já estava perto da porta e não queria deixa-la agora, por isso queria ir o mais rápido possível para poder voltar para ela o mais rápido possível.
Ela olhou sua expressão...
– Não é nada — disse ela virando o rosto.
Ele foi até ela e a levantou do sofá dando um beijo profundo e apaixonado, mas triste por ter que deixa-la naquele instante, mas não havia outro jeito.
– Eu também te amo — disse ele acariciando suas bochechas rosadas, mas teve que ir. Ela esperou que ele saísse até que se jogou no sofá cobrindo o rosto com a mão.
– Mas que droga!
Depois de um tempo ali pensando sobre tudo aquilo ela acabou dormindo.

~~~~~~//Atualmente ~~~~~~~~~



– Amu acorda! — gritava Nagihiko em quanto mexia o corpo dela para que despertasse.
– O que aconteceu? — perguntou Amu ainda sonolenta e sem entender nada.
– A CIA... Ela nos achou!
– O que? Mas como!?
– Isso não importa agora, primeiro temos que fugir e depois eu te explico tudo.
– Tá legal, mas como vamos fugir? Há agentes pela casa toda! — perguntou ela agora já de pé e completamente acordada.
– Por aqui — respondeu Nagi mostrando um caminho secreto na parede. Os dois correram pelo caminho e saíram em um tipo de festa,na verdade para a surpresa de Amu era uma balada.
– Está de brincadeira?! — disse Amu — o que estamos fazendo em uma balada?
– Ikuto criou esse túnel para que pudéssemos escapar em segurança caso alguém viesse atrás de nós — explicou Nagi — e caso essas pessoas nos alcançassem nós poderíamos nos esconder entre a multidão.
– Entendi, mas cada o resto do pessoal? Eles estão bem?
– A Utau e a Rima conseguiram escapar pela outra passagem e Yaya, Kukai e Kairi conseguiram fugir pela porta dos fundos. Nós combinamos de nos encontrar em hotel perto daqui.
– Mas e o Ikuto? — perguntou Amu enquanto tentava não se perder de Nagi no meio da multidão, como não obteve resposta ela parou e puxou o braço dele perguntando denovo — Nagi, cadê o Ikuto?
Ele não respondeu e tentou desviar o olhar e quando o fez viu os agentes da CIA vindo em sua direção.
– Agora não Amu! Temos que ir! — disse ele puxando o braço dela indicando que deviria correr.
– Não Nagihiko! Eu quero saber onde está o Ikuto agora! — exigiu ela denovo já que não viu os agentes fazendo com que quando eles atirassem em sua direção Nagi tivesse que se jogar em cima dela para que desviasse — Ai meu Deus!
– Agora você corre?! — zombou ele.
– Vamos logo! — disse ela se levantando e arrastando ele junto.
Os dois conseguiram sair da balada ilesos, mas ainda estavam sendo perseguidos, estavam perto do hotel onde era o ponto de encontro deles. Nagi puxou Amu e eles entraram em um beco que por sorte os agentes não viram dando a oportunidade dos dois entrarem no hotel sem serem vistos. Eles pegaram a chave do quarto e subiram, logo que entraram Amu foi recebida com um enorme abraço de Utau e Rima que disseram estar aliviadas por Amu estar a salvo.
– Que bom, achei que fossem te levar — disse Utau.
Todos estavam lá menos, menos o Ikuto!
– Cadê o Ikuto? — perguntou Amu aflita.
– Bem, Amu... — começou Kukai — ele acabou se envolvendo com você e bem...
– Vocês deixaram que ele fosse levado? Apenas cruzaram os braços e pensaram em si mesmo fugindo!? Como puderem fazer isso com ele?
– Amu nós não... — tentou explicar Utau que foi interrompida logo que arrombaram a porta e entraram vários agentes da CIA. Cada um fugiu como pode Utau, Rima e Yaya fugiram pela janela, os meninos derrubaram alguns agentes e fugiram pela porta mesmo, mas quando Nagi estava saindo um dos agentes caídos puxou seu pé e Amu acabou vendo e o acertou na cabeça com uma arma.
– Valeu — agradeceu Nagi se levantando.
– Não é hora para agradecer, vai logo! — disse Amu que também estava fugindo até que um dos agentes a atacou, ela revidou com um chute, mas logo que se virou para correr alguém a agarrou e ela não foi capaz de fugir, era um agente!

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Ela já estava com o rosto coberto por aquele saco fedorento há horas, não via a hora de poder tirar a cabeça dali. E quando o fizeram ela finalmente pode respirar direito.

– Até que enfim! Achei que fosse morrer — disse Amu.
– Se fosse você não ficaria feliz por estar viva — disse alguém que Amu não conhecia ver graças à escuridão do cômodo.

Ela estava em um tipo de deposito sentada em uma cadeira de madeira velha. O cômodo era escuro e ela não conseguia enxergar nada além da lâmpada acessa acima de sua cabeça.

– Quem é você e onde eu estou?
– Acho que isso não vai te interessar muito já que não vai conseguir sair daqui — a voz era de um homem, mas um homem que ela não reconhecia. A onde estaria Ikuto e os outros? E o que teriam feito com diretor da CIA?
– O que você quer? — perguntou ela com um tom arrogante.
– Informações apenas, mas caso você não me diga o que eu quero pode ter certeza que você vai aprender o significado da dor — disse ele agora se mostrando.
– Você não vai arrancar nada de mim!
– Isso é o que vamos ver!

"Ikuto... Onde você está?"

Notas finais
Descule qualquer erro de ortografia, espero que tenham gostado e blá blá blá... O de sempre, vocês sabem. Beijos cheios de saudades, Da sua Gabbie/Gaburi-chan
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.