Um Amor Complicado!
3 Reencontrando velhos amigos
Notas iniciais
Phineas e Ferb estavam no quintal sem nenhuma ideia do que fazer, as ferias haviam chegado e eles não tinham nada para fazer, não ainda. De repente Baljeet e Buford entram no quintal. Baljeet continuava nerd, agora um pouco mais alto, mas continuava magro, com cabelos ainda curtos pretos, usava uma camisa branca e um suéter azul, uma calça social preta. Buford continuava grande e forte, sua pele branca com alguns arranhões arrancavam a coragem de qualquer um que viesse lhe desafiar, usava uma camisa preta de mangas curtas com uma banda de rock estampada, uma calça cinza e um sapato preto.
– E ai! — falou Buford entrando no quintal.
– Ah, oi Buford cadê o Baljeet? — perguntou Phineas virando-se para o amigo.
– Aqui, olá amigos. — disse o moreno chegando atrás de Buford
– Oi Baljeet, que bom que chegaram, estávamos pensando em fazer algo hoje. Alguém tem alguma ideia? — falou o ruivo e todos arregalaram os olhos, Phineas Flynn não ter ideias era algo raro. — o que foi?
– Nada, só não estamos acostumados de ver você sem ideias. — disse Baljeet e ele deu de ombros.
– Que tal irmos ao shopping, soube que vai estrear um novo filme de terror. — falou Buford com os olhos brilhando.
– Pode ser. — falaram em coro.
Os quatro — sim o Ferb também estava- caminharam até o shopping que não ficava longe. Depois de quinze minutos brincando e conversando no caminho eles chegaram, o ar condicionado do lugar foi pouco a pouco diminuindo o calor do dia, pagaram sorvetes, Phineas e Ferb com baunilha, Buford de limão e Baljeet um de chocolate. Depois continuaram o percurso até o cinema, onde, ao chegar lá, viram uma fila grande, deram um suspiro pesado e encararam.
Depois de comprar as entradas para assistir Carrie a estranha. Pagaram por pipocas, refrigerantes e alguns doces, e entraram na sala. Os gritos de pavor e medo das pessoas fazia Buford dar risadas histéricas, Baljeet praticamente teve um infarte, Phineas e Ferb se assustavam a cada cena, mas não tanto. O filme acabou e todos saíram conversando quando uma voz doce os chama.
– Hey! Meninos! — Isabella ia acompanhada de seu namorado e das outras garotas companheiras.
– Oi Isabella, oi Jason, oi meninas companheiras. — falaram todos menos Phineas.
– Phineas tudo bem?
– Ah claro tudo incrível! — ironizou.
– Então tá, vocês assistiram que filme? — perguntou tentando quebrar o clima tenso que havia se formado.
– Carrie, a estranha. — falou Buford com o mesmo brilho nos olhos.
– Você nunca muda não é Buford.
– Não! — ele disse e todos riram.
Conversaram muito, saíram do shopping as cinco da tarde, andavam distraidamente quando uma voz fina grita atrás deles:
– Phineas! Hey! Phineas! Me espere por favor. — gritava uma garota baixinha, com cabelos loiros que batiam nas coxas, olhos verdes mar, um rosto angelical, corpo perfeito, usava um vestido lilás com algumas flores em vermelho, e uma bota branca.
– Seline?! — falou incrédulo.
– Sim, eu voltei Phineas. — disse o abraçando forte.
– Nossa Sel eu to muito feliz. Quer conversar em casa um pouco?
– Oh eu adoraria senti tanto a sua falta Phin. — falou exibindo um sorriso perfeito e o ruivo sorriu de volta.
– Quem é ela? — perguntou a morena para Ferb.
– Seline? — ela assentiu. — é a ex-namorada do Phineas, ela teve que viajar ano passado, teve uns problemas e a família dela resolveu se mudar. Mas parece que já voltou, e como voltou. — falou apontando para os dois que riam felizes.
– Ex- namorada?! — falou assustada. Sentiu uma pontada no peito.
– Ei Isabella eu quero te apresentar a Sel. — falou ele vindo na direção dela.
– Oi Isabella, muito prazer Seline, mas pode me chamar de Sel. — disse com um sorriso perfeito.
– Ata, prazer Sel. — falou com desgosto.
– Phineas eu quero ver o Perry, senti a maior falta dele.
– Claro, vamos ver se ele está em casa. — assentiu sorrindo.
– Ele realmente ficava feliz com aquele projeto perfeito de ser humano?– pensou Isabella com cara de nojo.
– Phin quer apostar uma corrida até a sua casa? — sugeriu com sorriso maléfico.
– Mas é claro e dessa vez não vou perder. — disse e começaram a correr até desaparecer.
– Isabella cherrie, tudo bem? — perguntou o loiro vindo em sua direção.
– Sim cherrie, que tal irmos para casa também, minha mãe disse que não era para chegarmos tarde.
– Tudo bem. — segurou sua mão e acompanhou até em casa.
– E nós? — perguntou Baljeet olhando para os lados.
– Hey Baljeet que tal sairmos um pouco? — falou Ginger que estava com cabelos curtos alinhados e sua franja tradicional, usava um short preto e uma camiseta amarela e uma sapatilha preta.
– E-eu...Tudo bem. — concordou e os dois saíram.
– Eu vou para casa. — disse o jovem de cabelos esverdeados.
– Eu também. — afirmou Buford.
Os dois corriam pela calçada como duas crianças, até que alguém com um skate atinge Seline em cheio e a garota voa uns dois metros, o ruivo sai em disparada para ampara-la.
– Hey Sel você ta bem? Se machucou? — disparou de uma vez.
– Aiii, eu to bem sim aiiiii. — reclamou segurando a perna que estava com um machucado bem grande em sua pele de seda, segurando-se para não chorar, mas lágrimas teimaram em cair.
– Vai ficar tudo bem ok. Eu vou estar sempre com você. — fitou seus olhos.
Eles começaram a se aproximar mais e mais, seus lábios se chocaram e um beijo calmo se iniciou, a dor que a loira sentia foi embora, o ruivo agora estava ajoelhado de frente a garota a beijando sem parar. Isabella estava entrando em casa quando viu os dois se beijando, seu estômago revirou-se e um nó na garganta quase a fez derramar lágrimas na frente de seu namorado.
Os dois se distanciaram e olharam um nos olhos dos outros e começaram a rir, como se fosse muito comum. Aquilo parecia uma faca afiada rasgando o coração de Isabella que entrou na sua casa e jogou-se em sua cama e desabou em lágrimas.
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