Um Amor Complicado!
4 Sorvetes & Namorados!
Notas iniciais
O dia estava lindo, o sol brilhava intensamente, Phineas e Isabella acidentalmente se encontram numa sorveteria próxima.
– Oi Phineas! — fala sorridente.
– Oi Isabella. — fala também feliz.
– Vamos conversar um pouco? — pergunta a morena.
– Claro!
Os dois pegaram seus pedidos e foram para uma mesa perto da janela. Se sentaram e começaram a falar sobre assuntos aleatórios.
– Não me diga que ainda gosta de sorvete de laranja?! — perguntou Isabella rindo um pouco.
– E você de framboesa, não fale do meu! — riu o ruivo também.
A conversa continuou bem divertida, ambos riam até que Isabella pensa alto:
– Phineas você e a Seline estão namorando?
O sorriso dele diminuiu.
– Bem...Não porque?
– É que ontem eu vi vocês se...Beijando. — falou com certo nojo, mas tentou não mostrar.
– Isso? É que as vezes acontece. Quando a gente namorava era bem divertido, sabe, é bom relembrar os bons momentos. — riu, o que fez o estômago da morena embrulhar.
– Ok.
– E você e o seu namorado? Como estão? — perguntou sem animo.
– Bem.- ficaram num silencio que incomodava ambos, mas a morena rapidamente o corta. – Phineas você e a Seline, eu sei lá, voltariam a namorar? — perguntou tentando parecer desinteressada.
– Eu não sei. Talvez. Quem sabe? — falou dando de ombros.
– Legal.
Depois de um tempo voltaram a conversar, mas o que Phineas disse sobre o namoro deles e talvez voltarem atormentou Isabella a conversa inteira. Por mais que tentasse, ainda nutria sentimentos pelo ruivo, que talvez nunca fossem correspondidos.
No predio do Dr. Doofensmirtz...
– VOU TE ESMAGAR PATY!!! — gritava Ranny dando golpes rápido em Paty que desviava.
Paty soltou seu rangido como se dissesse: tente!
– AGORA EU TE MATO SUA ABERRAÇÃO DA NATUREZA!!! — socos e mais socos;
A luta estava ficando bem mais seria, quando a porta abre.
– Ei Ranny, papai está ai? — perguntou Vanessa num sussurro.
– Não! Saiu para comprar as porcarias de peças daquelas geringonças! — falou sem olhar a morena que esbanjou um sorriso pequeno.
– A barra tá limpa fofo. — sussurrou para o namorado.
– Que bom, não to querendo encontrar seu pai nem tão cedo! — sorriu de volta.
– Oi Monty! — cumprimentou o moreno alto e forte que usava uma camisa cinza, uma jaqueta preta e uma calça um pouca surrada.
– Oi Ranny, oi Paty! — falou ignorando os golpes quase mortais que elas davam, ele tinha ordens para não se meter e também estava prestando em outra coisa.
– Ranny, se o papai estiver vindo me avise ok? — pediu a gótica andando até o seu quarto (N/A: não pensem malícia hein!)
– Tá que seja!
Ela soltou uma risada e continuou seu caminho. Os golpes ficaram mais e mais violentos até que...
– AAAAAAAAHHH! SUA ABERRAÇÃO RASGOU MINHA ROUPA!! — falou mostrando o estrago feito por Paty, um corte na blusa que a deixava mostrando toda a sua barriga.
Ela rangeu em resposta e saltou do prédio abrindo um paraquedas rosa depois. Batendo os pés e murmurando coisas inaudíveis ela praticamente quebra a porta do quarto de Vanessa, e se depara com o casal se beijando.
– R-Ranny?! — falaram um pouco vermelhos.
– Vanessa eu quero uma roupa sua, aquela coisa rasgou minha blusa. — falou ignorando o fato do casal lá no quarto.
– Ok espera ai.
Ela saiu por alguns minutos e Monty olhava mesmo sem querer a barriga descoberta da loira.
– Se continuar me olhando assim arranco seus olhos com uma faca! — ameaçou e ele engoliu em seco, quando Vanessa volta.
– Aqui e meu pai?
– Nem sinal.
– Que bom. — deu um selinho demorado em Monty.
– Poupem-me. — falou e saiu em direção ao banheiro.
– Isso é falta de amor.
– Isso é nojento! — retrucou.
Minutos depois ela volta com a roupa da morena e, novamente os dois estavam se beijando.
– Vanessa seu pai está dobrando a rua. Sete minutos. — avisou dando de ombros.
– Eu preciso ir Vanessa. — falou um pouco triste.
– Depois eu te ligo.
– Vou estar esperando. — deu uma piscada e saiu janela a fora com sua mochila a jato.
Vanessa jogou-se no sofá quando seu pai chega.
– Cheguei! — avisou animado.
– E nós estamos indo! — falou a loira fria como sempre.
– Mas já?
– Sim! — assentiram juntas e saíram.
E o Dr. voltou aos projetos.
As duas foram para uma cafeteria onde conversaram sobre coisas aleatórias.
E lá se foi outro dia...
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