Two Faces
3 Caso H
Notas iniciais
Mentira, esse vai ser o 1º caso oficial!!!
tomara q gostem.
3 semana depois............
O assalto no grande banco foi, por ordem de momento, arquivado. Sasuke se encontrava mau humorado todos os dias por não ter conseguido descobrir o paradeiro do chip. O governo EUA anda pressionando muitas centrais de policia, além de contratar vários detetives, mas até agora nada.
O caso, depois do acidente ocorrido com Gil e Sasuke, foi designado para Shikamaru e Nick. O não fez a felicidade de todos.
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Em um bosque no interior de um casal de namorados já adormecidos se encontravam dentro de uma barraca, com um lampião aceso e seus corpos embrulhados em sacos de dormir.
Uma noite incrivelmente bela sem nenhuma estrela no céu, sendo ele, apenas banhado pela luz egoísta e espaçosa da lua cheia.
- Apenas um amante do personagem percebe o quão solitário era. – uma voz rouca ecoava do lado de fora da tenda. – Pra que tanta sabedoria...se seus próprios aprendizes não entendiam o que era ensinado?
...
Com brusquidão uma moça de cabelos negros abre os olhos com susto no espírito. Se desvencilha dos braços de seu namorado e lentamente se levanta e liberta-se do saco de dormir que a impedia de se levantar, em fim sai cautelosa de dentro da barraca.
Estava muito escuro, praguejou a si mesma por ter esquecido de pegar o lampião, mas agora já estava ali. Caminhou lentamente pelo contorno da barraca procurando o dono da voz, mas não via nada.
- Thomas, Acorde! – Chamou o namorado para ajudá-la ou pelo menos consolá-la . Afinal, de onde tirou coragem para ter a audácia de sair de dentro da barraca sozinha para ver o que acontecia?
- Hm, o que houve Mary? – perguntou uma voz masculina abafada de dentro da barraca.
- Thomas...eu ouvi alguma coisa. – sua voz saiu tremula.
- Não é nada! Vem deitar...deve ser sua imaginação.
Foi rendida pela insistência do namorado, entrou dentro da pequena moradia e se alinhou aos braços de Thomas.
Acordou com a luz do sol batendo em seu rosto, abriu os olhos lentamente e em seguida sentando-se. Olhou para o amado à seu lado e o viu virado ao oposto dela, não deu importância, sentia sede. Mary saiu de dentro da barraca e se dirigiu ao riacho mais a frente, se agachou fez uma concha com as mãos e a mergulhou na água para logo em seguida levar ao rosto, repetiu o gesto, mas dessa vez levou a água a boca saciando sua sede.
A água estava fresca, a fazendo ter uma imensa vontade de entrar dentro d’agua, e assim fez, tirou a camiseta e a bermuda, entrando apenas de top e calcinha. Deu um mergulho profundo o suficiente para ter impulso para submergir do outro lado da margem, já que o riacho não era tão grande de largura.
Se apoiou na terra da margem e uma pequena luz por entre as arvores lhe chamou atenção, fixou o olhar por entre as arvores, mas uma estranha sensação percorreu seu corpo, mas ignorando totalmente este aviso natural continuou a fitar por entre as arvores. De repente teve a impressão de aquela pequena luz se tornar um olho que agora a fitava da mesma intensidade.
Mary deu um sobressalto, mas depois não se mexeu mais, parecia que seu corpo não respondia e seus olhos não saiam de posição.
O sol da manhã pareceu ter sido coberto por uma nuvem, e nesse intervalo de tempo aquele simples olho a qual Mary fitava, tomou forma e saiu de trás das arvores, fazendo o pânico tomar conta do corpo da garota.
Um lobo...um lobo negro de porte agressivamente grande, não era um lobo comum, não daquele porte.
Ele rosnava para si com a boca ensangüentada e ameaçou ir em sua direção.
Finalmente o transe acabou e teve força para mergulhar novamente e chegar ao outro lado da margem, mas ao chegar deparou se com um homem cabelos negros com os seus e um corpo forte e esguio, o homem desconhecido era portador de olhos frios e inexpressíveis.
— Neste bosque não é permitido estranhos. – ele disse fitando-a.
- Por favor... tem um...um lobo enorme. – ela dizia olhando temerosa à ele.
O homem direcionou s olhos para o outro lado do rio e lançou um sorriso para a enorme criatura.
- Venha aqui. – o homem chamou o lobo e, este deu um salto assustado aterrissando do outro lado da margem ao lado do homem.
Mary não sabia o que estava acontecendo, havia terror em seus olhos.
- Saia da água. – ele ordenou.
Ela continuava aturdida, novamente se viu petrificada. O homem por sua vez, não teve paciência, se agachou e com uma mão agarrou os cabelos negros de Mary e a levantou de corpo inteiro. A dor que a morena sentia era insuportável além do fato de ter sido suspensa pelos cabelos por um homem que não conhecia e por ser portador de uma força tão igualada ao lobo ao seu lado.
— Quando eu falar com você, quero que me obedeça! – ele disse trincado os dentes e logo em seguida a soltando com brusquidão fazendo-a despencar no chão.
- Thomas!! Thomas!! – ela gritava estridente sem obter sucesso.
- não adianta! Ele não vai te ouvir...não mais.
- O que você fez? – perguntou juntando forças para se levantar.
- Veja por si mesma.
Ela sem pestanejar nem discutir correu para a barraca e encontrou Thomas na mesma posição.
- Thomas acorda!! Por você não...- perdeu a fala ao sentir o corpo frio de seu namorado por entre seus dedos. Seus olhos arregalaram e com receio do pior virou o corpo do namorado e se deparar com uma enorme ferida no pescoço do mesmo, seus olhos se encontravam abertos e opacos.
- Não!! Socorro, por favor!! Socorro!! – gritava na esperança de alguém ouvi-la.
- Cale-se!! – gritou o homem agora atrás de si segurando os braços de Mary para trás das costas e com a outra mão tampando-lhe a boca. – Você gosta de ler Mary?
Ela meneou a cabeça de forma negativa.
- Que pena...sou o que sou graças a leitura sabia?
Mary chorava prevendo que logo seria morta...se tivesse ido embora daquele no momento em que escutou aquela voz.
- Eu moro no fim deste bosque, em minha casa há uma biblioteca enorme...meu honroso lobo foi criado por mim depois de ter lido um livro muito chamativo a mim. – ele disse a jogando no chão novamente.
- Apenas um amante do personagem percebe o quão solitário era.
“Aquela voz!”
- Pra que tanta sabedoria...se seus próprios aprendizes não entendiam o que era ensinado?
“ Não resta duvida”
- Você...era você do lado de fora da barraca! – ela concluiu, mas o homem não lhe deu atenção.
- Vamos fazer um acordo. Deixo você ir se conseguir alcançar a estrada. – Mary sentiu uma pontada de esperança. – Mas...lobo estará atrás de você, se ele lhe aucansar....acho que não precisarei alimenta-lo de manhã.
Um pavor correu por todo seu corpo.
- Você tem 30 segundos para chegar lá .
Mary não pensou duas vezes, saiu correndo na direção que sabia que era a estrada. Os segundos foram passando.
- ...24...- o homem contava em alto e bom som para seu animal também ouvir.
Ao longe Mary podia ver o asfalto, e não pode evitar um sorriso.
- ...26...
Tropeçou em uma raiz de arvore caindo em seguida, sua perna fraquejou, mas rapidamente se levantou e continuou correndo mancando.
- ...28...
Estava perto...muito perto de sua salvação.
-...29...
Conseguiu subir um pequeno morrinho cambaleante, em fim era só sair de trás das arvores...finalmente estava a salvo.
- ...30!
Antes de colocar o pé direito no asfalto algo muito forte a puxou com força.
- Não!! Socorro!! Soco...- não conseguiu completar, sua garganta foi abocanhada justamente quando um carro de passeio passava em frente da cena a qual não foi percebida.
Mary foi calada para sempre, sendo comida por uma criatura aterrorizante e faminta.
Continua...............
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