Tudo em Um Sábado

4 Capítulo 4 - Uma noite longa


Na sala, Ed estava lendo um livro e Al estava sentado no sofá, ao lado de Ed. Ed, depois de ler uns 5 capítulos, suspirou entediado. Alphonse olhou pra ele.

— Você não aguenta ficar parado em um lugar só, né, nii-san? — Disse Al e olhou pra ele.

— Eu não tenho culpa de nada. Ficar sentado sem fazer nada me deixa entediado... — Disse Ed, suspirando. Alphonse se levantou.

— Vamos dar uma volta por aí? — Perguntou Al. Ed olhou pra ele animado.

— Claro! Graças a Deus alguma coisa pra fazer! — Ed sorriu e se levantou, e Al sorriu de volta.

Eles saíram. Estava uma noite deliciosa para se fazer uma caminhada, com o vento soprando calmo gelado e o cheiro das árvores e da grama era delicioso. O céu estava limpo, sem uma única nuvem, mostrando perfeitamente todas as estrelas que na cidade a visualização era difícil. Nem parecia ser o mesmo céu que eles viam na cidade central. A lua estava cheia e branca, iluminando a escuridão da noite, como uma lanterna no fim de um túnel. Era realmente uma sensação fantástica de paz e harmonia entre os elementos da natureza. Em suas casas, as mãe contavam histórias para os filhos e filhas irem dormir, e os pais aconchegavam suas filhas e filhos na cama, os cobriam, davam um beijo e desejavam boa noite, e ainda haviam alguns sortudos, que colocavam uma cadeira no jardim e ficavam contemplando as estrelas sem hora para sair. Resembool era mesmo um lugar maravilhoso. Ed e Al se sentaram embaixo de uma árvore, e ficaram olhando as luzes das casas que eram como vagalumes vistas de longe, enquanto os verdadeiros vagalumes voavam por todo o jardim, como notas musicais em uma pauta. A paisagem era linda, a noite era linda, a lua era linda, a vida era linda. Alphonse ficou olhando o céu, com uma expressão distante. Estava se lembrando dos momentos que eles haviam passado ali durante a infância. Cada lembrança dava vontade de voltar no tempo. Aquelas deliciosas lembranças invadiram a sua mente. Cada brincadeira, cada risada, cada momento divertido e engraçado que eles haviam passado, tudo veio à sua mente em um minuto, como se fosse ontem. Era delicioso imaginar. Então Al se lembrou de uma coisa que aconteceu quando eles eram crianças, enquanto brincavam. Ele riu, e Edward olhou pra ele.

— Do que é que você ta rindo, Al? — Ed perguntou, curioso. Al riu mais um pouco.

— Estou me lembrando da vez que a gente estava brincando de esconde-esconde de noite e você se escondeu naquele formigueiro, e saiu pulando feito um louco porque as formigas tinham entrado no seu short. — Al começou a rir, e rindo continuou. — Aí a mamãe teve que colocar aquela pomada em você, e eu e a Winry rimos de você porque você estava andando rebolando, muito engraçado, por causa das mordidas de formiga no bumbum! — Al não conseguiu se segurar e começou a rir muito forte. Ed olhou pra ele desafiador.

— Ah, você tá rindo, é? Doeu pra caramba! E que mané rebolar o quê! Eu estava andando com as pernas mais abertas, só isso. — Disse Ed. Al riu e bagunçou o cabelo dele.

— Que nada! Você tava rebolando sim! E muito engraçado. — Al começou a rir novamente. Ed, agora ajeitando o cabelo que Al tinha desarrumado, falou:

— Ei! No meu cabelo ninguém toca! Só eu! — Al riu.

— Ui, ui! Ele não gosta que peguem no cabelinho! — E bagunçou o cabelo dele de novo, provocando. Dessa vez, deixou ele todo emaranhado, e estava engraçado. Ed ficou louco, e começou a arrumar o cabelo de novo.

— Você vai se arrepender por isso, Al! — Disse Ed, ainda ajeitando o cabelo. Al riu e se levantou e tremeu a mão um pouquinho, provocando.

— Ai, que meda! To me tremendo todinho, ui, ui, ui! — Disse Al, rindo. Ed se levantou.

— Essa foi a gota d’água! Vem cá, Al! Você vai ver! — Ed correu atrás de Al e Al correu dele, e agora um perseguia o outro pelo quintal, rindo. Ed estava correndo engraçado, porque a prótese reserva era maior que a antiga, e era difícil andar com uma perna maior do que a outra. Al não parava de rir.

— Até que você corre bem pra alguém com uma perna maior do que a outra! — Disse Al, provocando.

— Vai continuar me provocando, é? — Ed correu com muito esforço, e conseguiu pegar a mecha de cabelo que Al tinha no elmo, e arrancou o elmo dele. — Há, há! Peguei pra mim! — Disse Ed vitorioso ao arrancar a cabeça de Al, que agora era só uma armadura sem cabeça correndo. Al se espantou, já que agora não tinha mais cabeça.

— Minha cabeça! Devolve ela, nii-san! — Disse Al, e agora a situação se inverteu, e agora era Alphonse que corria atrás de Edward, que segurava a cabeça dele vitorioso. Não foi tão difícil alcançar Ed, já que ele não estava conseguindo correr direito, e quando Al estava quase alcançando ele, Ed tropeçou em uma raiz da árvore e caiu rolando pelo chão. Al foi até ele, e preocupado perguntou:

— Nii-san, você está bem? — Assim que chegou perto, viu Ed se virar de barriga pra cima rindo, com a cabeça de Al ainda em sua posse. Al riu quando viu a situação dele, todo sujo de terra.

— Ai aaai, minha colunaa... — Ele dizia enquanto ria. Al riu.

— Será que dá pra devolver a minha cabeça, agora? — Disse Al. Ed se sentou, com a cabeça de Al na mão.

— Vamos fazer uma troca equivalente. Você não mexe mais no meu cabelo que eu devolvo a sua cabeça. Fechado? — Disse Ed, ainda no chão, com o elmo embaixo do braço.

— Fechado. — Disse Al, pegando a sua cabeça e colocando no lugar, e depois estendeu a mão pra Edward, para ele se levantar. Ed segurou a mão dele e se levantou, todo sujo de terra, principalmente no bumbum. Ele sacudiu o short para tirar a terra, mas ainda ficou um pouco de terra. Al riu.

— Vamos dar uma caminhada para tirar a poeira das juntas? — Disse Al. Ed olhou pra ele.

— Claro, porque não? Está uma noite bem fresquinha e uma caminhada parece ótima! — Disse Ed, e eles foram pela estradinha modesta de terra de Resembool, andando sem rumo, só pra passar o tempo.

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— Winryy, onde estão o Ed e o Al? — Disse vovó Pinako, da cozinha.

— Não sei vovó, acho que saíram para caminhar. Isso é raro, da parte deles. — Disse Winry da oficina. Ela sentiu um cheiro delicioso vindo de lá de baixo.

— Huuuum, que cheiro é esse, que vem daí? — Winry começou a salivar.

— Estou fazendo ensopado para o jantar. Tem como você chamar eles? Porque eu já estou terminando aqui. — Disse Pinako. Winry pensou um pouco, e uma ideia veio à sua cabeça.

— Tem sim, vovó! Eu já vou chamá-los. — Disse Winry. Ela se levantou e pegou um holofote bem grande, que estava cheio de poeira. Ela sacudiu a poeira dele e o colocou na cerca da varanda do seu quarto, apagou todas as outras luzes do quarto e começou a piscar a luz do holofote. A luz era muito forte, e brilhava com intensidade no escuro da noite. Ed e Al estavam na estradinha de terra, voltando pra casa de Winry, quando viram aquela luz brilhando no segundo andar. A mãe deles, sempre que eles estavam brincando e demoravam pra voltar, acendia uma luz no segundo andar. Era uma luz muito brilhante, e assim que eles viam essa luz, sabiam que era hora de retornar pra casa. Quando eles viram a luz, Al sorriu e disse para Ed:

— Nii-san, olha! — Al apontou para a luz. Ed olhou e sorriu surpreso. Al correu de volta pra casa, e Ed seguiu-o. Assim que eles entraram em casa, Ed falou bem alto pra todo mundo ouvir:

— Chegamos! — Winry sorriu. Agora já podia guardar o holofote para outra situação como essa. Pinako sorriu ao vê-los entrar em casa, e saiu da cozinha trazendo para a mesa uma deliciosa panela com um cheiroso ensopado.

— O jantar está na mesa! Vem comer, Winry! — Disse Pinako, chamando Winry. Ed olhou a panela e começou a salivar.

— Vem logo, Winry! O cheiro está uma delícia! — Disse Ed, com água na boca.

— Já estou descendo! Só vou lavar as mãos! — Disse Winry, lá de cima. Ed também achou uma boa ideia ir lavar as mãos, afinal, estava com a roupa suja de terra.

Winry colocou o seu lindo vestido cor-de-rosa com estampa floral e desceu para a cozinha, e olhou para a panela com água na boca. Sua avó realmente fazia um ensopado maravilhoso. Quando Ed desceu e viu Winry, sorriu. Agora finalmente iriam comer. Vovó Pinako colocou uma concha de ensopado bem cheia em cada prato, com arroz e também tinham outros acompanhamentos como farinha, que eles colocariam a gosto. Eles começaram a comer. Nossa! Esse ensopado estava mesmo delicioso! Não, delicioso é pouco, parecia o melhor ensopado do mundo! Tinha legumes, frango, carne e verduras e Pinako dessa vez tinha se superado. Ed comeu com gosto cada garfada de ensopado, e ao terminar pediu para repetir. Pinako sorriu. Ela estava feliz por eles terem gostado tanto. Winry também não ficava atrás, e comeu tudo e também pediu outra rodada, mas só um pouco dessa vez. Ela não era de comer muito. Pinako novamente sorriu. Gostava de ver que as pessoas apreciavam a sua comida.

— Dá gosto cozinhar quando tem mais bocas pra alimentar! Que bom que vocês gostaram. — Ed e Winry sorriram, e Al também, apesar de não estar comendo. Ele queria muito poder provar desse ensopado.

Eles terminaram de comer e Ed resolveu ir dormir, porque estava ficando tarde, e Al foi pro quarto, enquanto Winry voltou para a oficina para continuar o seu trabalho. Edward se deitou e adormeceu. Poderia dormir tranquilo durante a sua estadia lá.

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Edward acorda ouvindo um barulho alto que veio do lado da oficina. Sonolento, ele abre suas pálpebras com esforço e procura por seu irmão. Ele não está lá. Deve ter saído para dar uma volta, já que para ele a noite é tão longa quanto o dia. Ele se senta na cama e esfrega os olhos, e começa a se levantar lentamente. Está curioso sobre o que fez esse barulho estranho e metálico, como se algo tivesse caído no chão. E algo de tamanho suficiente para fazer aquele som tão alto devia ser algo de tamanho no mínimo razoavelmente grande ou médio. Ele decide investigar o que estava acontecendo antes de voltar para a cama. Anda com esforço até a porta, com as pálpebras ainda pesando, e olha ao redor. Não vê nada suspeito. “Algo grande e barulhento com som metálico deve ter saído da oficina.” Ele pensa no meio de um bocejo, e vai até a oficina. Ele vê a luz ligada e a porta semiaberta, e tenta bater. Nenhuma resposta. Ele abre com cautela a porta, e vê uma bandeja com ferramentas no chão, e deitada na sua mesa de trabalho, estava Winry, que dormia sentada tranquilamente. Ela ainda estava com suas luvas e roupas de trabalho meio sujas de óleo. Ela não tinha aguentado virar a noite acordada e acabou dormindo. Ele sorriu ao ver o seu auto-mail quase terminado, ao lado da pobre mecânica que dormia profundamente. Parecia estar mesmo exausta. Ele se ajoelhou e começou a catar as ferramentas que tinham caído no chão e colocou novamente na bandeja onde estava originalmente, e depois tentou equilibrá-la em seu único braço e colocou-a de novo sobre a mesa de trabalho de Winry, e ela se mexeu um pouco. Ed carinhosamente colocou a mão no ombro dela e a sacudiu delicadamente.

— Eeei, dorminhoca, você não pode dormir aqui. Vamos, coloque o seu pijama e vá logo pra cama. — Ele disse carinhosamente, mas Winry não abriu os olhos. Ela parecia ter mesmo um sono muito pesado. Ed fez uma nova tentativa, sacudindo ela um pouco mais forte.

— Vamoos! Levante e vá pra cama. Não posso deixar você dormir aqui. Está frio hoje e você pode ficar resfriada. — Ele disse, agora passou a mão pelo rosto dela. Ela resmungou baixinho e abriu os lindos olhos azuis com esforço, e olhou para Edward. Ele sorriu ao ver que ela tinha acordado finalmente. Ela se sentou rapidamente ao recobrar a consciência, e pegou o auto-mail dele.

— Ai, droga! Eu não devia ter dormido! Tenho que terminar o seu auto-mail e... — Um bocejo dela interrompeu a fala. — Não posso dormir... ainda não... você... precisa de mim... — Winry dizia enquanto que, com esforço tentava manter as pálpebras abertas. No momento em que ela ia pegar o auto-mail para continuar a trabalhar morrendo de sono, ele segurou a mão dela, impedindo-a de continuar. Ela olhou pra ele.

— Me solta, Ed! Eu tenho que... continuar... a trabalhar... — Ela disse no meio de um bocejo. Ele olhou pra ela e balançou a cabeça negativamente sorrindo.

— Pare com isso. Não precisa virar a noite acordada. Vamos pro seu quarto. Você precisa parar pra descansar. Vem comigo. — Ed segurou a mão dela e ela relutou por um minuto, mas estava fraca de sono e resolveu ir sem discutir. Ela foi cambaleando com Edward, e ele a levou ao quarto dela. Ele tirou as luvas de trabalho dela e o lenço vermelho que estava amarrado à sua cabeça, e soltou o cabelo dela. Ela ainda estava cansada. Ele tirou o avental de trabalho dela e os sapatos, descobriu a cama e deitou-a sobre o colchão, e depois a cobriu e ligou o ventilador de teto. Ela estava muito cansada, e fechou os olhos lentamente. Ele sorriu.

— Boa noite, Winry. Durma com os anjos. — Disse Ed carinhosamente, e beijou o rosto dela, e quando estava na porta do quarto dela, ele ouviu ela murmurar:

— Obrigada. — Ele ficou imóvel um minuto. Olhou para ela, agora cochilando e sorriu. Depois apagou a luz e fechou a porta do quarto.

Ele bocejou e olhou o relógio. Já eram 4:00h da manhã?! Ele foi até o quarto de hóspedes onde estava dormindo e deitou novamente. O sono demorou um pouco pra chegar, afinal ele já estava de pé a algum tempo. Quando estava deitado, ele ouviu a porta bater lá no andar de baixo. Depois ouviu passos subindo pelas escadas e entrando no quarto. Ele se virou para olhar, e viu que era Alphonse, que entrou no quarto. Ele se virou de novo e decidiu fingir que estava dormindo. Estava curioso para saber o que o Al fazia enquanto ele dormia. Ed estava fingindo dormir de barriga pra cima e de fora, como costumava fazer, e Al foi até ele e deu um risinho. Ed estava cada vez mais curioso para saber o que o irmão fazia enquanto ele dormia. Al então foi até a mesa onde tinha um porta-caneta e pegou uma das canetas de pena que eram da coleção de vovó Pinako e ficou de joelhos na beira da cama. A cama batia na cintura dele com ele de joelhos. Ed espiou com os olhos semifechados o que Al estava fazendo, e estava cada vez mais ansioso. Al deu outro risinho e suspendeu a camisa de Edward delicadamente. Ed se surpreendeu. O que ele pretendia fazer? Então Al pegou a caneta de pena, e com a parte de pena, começou a delicadamente traçar pequenos círculos sobre a barriga de Edward. Ed deu um risinho. Aquilo fazia cócegas delicadas, e ao ouvir o riso de Edward, Al continuou. Ed estava com os braços atrás da cabeça, exibindo as suas axilas, e Al aproveitou essa oportunidade para passar a pena pelo lado de Edward, chegando à axila. Ed deu outro risinho e se mexeu um pouco e fechou os braços, virando de lado. Ele não podia esquecer que estava fingindo dormir. Mas Al começou a passar a pena pelo pescoço dele e ele se arrepiou todo, dando risinhos. Ele tinha que ser forte e aguentar. Mas ele não conseguiu continuar fingindo quando Al passou a pena pela orelha dele. Ele riu alto, se encolheu e se virou escondendo as orelhas sensíveis. Malditas orelhas sensíveis! Al tinha descoberto que ele não estava dormindo! Al olhou pra ele, meio assustado. Ed abriu os olhos, rindo um pouquinho.

— Nii-san, eu te acordei? Me desculpe, eu não tive a intenção! É que fica tão chato aqui de noite, sozinho... Me desculpe. — Disse Al. Ele estava envergonhado por ter feito aquilo, mesmo que fosse só uma brincadeirinha inocente. Ed olhou pra ele e sorriu.

— Então é isso que você fica fazendo durante a noite enquanto eu durmo, né seu danadinho? Só porque eu tenho pontos fracos sensíveis isso não quer dizer que eles precisem ser explorados. — Edward olhou pra Alphonse, e ele novamente ficou envergonhado e sem ter o que dizer. Ed riu.

— Al, deixa de bobagem! Eu sei que você estava brincando! E eu nem estava dormindo! — Al olhou pra ele confuso.

— Não estava? — Al perguntou. Agora não tinha entendido mais nada. Ed riu de novo.

— Não, não estava. Eu queria ver o que você fazia enquanto eu dormia, pra passar a noite, e acabei te pegando com a mão na massa! — Ed riu. Al olhou pra ele indignado.

— Nii-san, isso é jogo sujo! — Disse Al, cruzando os braços. Ed riu de novo. Mas depois de rir ele bocejou. Al olhou pra ele.

— Já está tarde, vai dormir, nii-san. — Disse Al. Ed olhou pra Al com os olhos pesando e concordou. Estava mesmo bem tarde e era hora de ir dormir. Quando ele olhou pela janela, viu que o sol já estava nascendo. Ed deitou a cabeça no travesseiro macio e foi logo dormir para não perder o seu tempo de sono precioso. Então ele fechou os olhos e voltou a dormir.

Notas finais
E aí? Gostaram?
No próximo capítulo: "Winry quer fazer alguma coisa para Edward em troca dele ter sido tão gentil com ela, colocando-a para dormir. O que será que ela vai fazer?" Descubra no próximo capítulo!
Deixem reviews dizendo o que acham!
*a publicação dos capítulos está saindo rápida porque eu já tinha escrito essa história e ainda estou escrevendo*