Tudo Por Você

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Aqui vai mais um capitulo bem tenso para vocês.
Espero que estejam gostando...
Relevem possíveis erros gramaticais e BOA LEITURA! :D

O corpo de Sara ficou rígido. Ela parou de respirar. A escuridão à sua volta de repente pareceu adquirir vida própria.

[...]

No mesmo instante Sara percebeu que a única luz em todo aquele lugar vinha do seu celular que iluminava a lateral de seu rosto.

SS: Mande ajuda – sussurrou ela para o vigia. – E vá até o galpão molhado para socorrer Sophia. – e então fechou o aparelho com cuidado, fazendo a luz se apagar.

Uma escuridão absoluta a cercou.

Ela permaneceu imóvel, respirando o mais silenciosamente possível. De repente um forte cheiro de etanol emanou da escuridão à sua frente.

O cheiro ficou mais intenso. Ela pôde sentir uma presença poucos metros adiante. Naquele silêncio, o som das batidas do coração de Sara parecia alto o suficiente para denunciá-la. Sem fazer barulho, ela tirou os sapatos e se deslocou lentamente para a esquerda,pisando fora do carpete. O cimento estava frio. Ela deu mais um passo para sair de vez do caminho acarpetado.

Um de seus dedos do pé estalou.

Aquilo soou como um tiro no silêncio. A poucos metros dela um farfalhar de roupas avançou de repente em sua direção no meio do breu. Sara demorou um segundo a mais do que devia para se esquivar, e um braço forte se estendeu para agarrá-la, tateando no escuro, a mão tentando segurá-la com violência. Ela girou o corpo enquanto dedos fortes feitos um alicate prendiam seu colete e a puxavam para perto.

Sara jogou os braços para trás, desvencilhando-se do colete e se soltando. De repente, sem saber mais para que lado ficava a saída, ela se viu correndo em disparada, totalmente as cegas, no meio de um abismo negro sem fim.

Depois de sair da segurança do carpete, ela agora avançava às cegas, com as mãos estendidas tocando apenas espaço vazio enquanto cambaleava para dentro do vácuo deserto. Sob seus pés cobertos pela meia, a extensão sem fim de cimento frio parecia um lago congelado, um ambiente hostil do qual ela agora precisava escapar.

Quando deixou de sentir o cheiro de etanol, ela estacou e ficou parada no escuro, aguardando.

Completamente imóvel, aguçou os ouvidos, pedindo o próprio coração a parar de bater tão alto. Os passos pesados atrás dela pareciam ter cessado. “Será que eu o despistei?” Sara fechou os olhos e tentou imaginar onde estava. Em que direção eu corri? Para que lado está a porta? Não adiantava. Ela dera tantas voltas que a saída poderia estar em qualquer lugar.

Ela já ouvira dizer que o medo tinha uma ação estimulante, aguçando nossa capacidade de raciocinar. Naquele instante, porém, o medo havia transformado sua mente em um turbilhão de pânico e confusão. “Mesmo que eu encontre a porta, não tenho como sair daqui.” – pensou.

Seu cartão de acesso tinha ficado para trás quando ela despira o colete. Sua única esperança era que ela havia se tornado uma agulha no palheiro — um pontinho no meio de um espaço de 2.800 metros quadrados. Apesar da ânsia incontrolável de fugir, ela resolveu fazer o que sua mente analítica lhe dizia, tomando a única atitude lógica naquela situação — não se mexer. Fique parada. Não faça nenhum ruído. O vigia estava a caminho e, por algum motivo obscuro, seu agressor exalava um forte cheiro de etanol. Se ele chegar muito perto, eu vou saber.

Enquanto Sara estava parada em silêncio, sua mente repassava tudo o que Grissom tinha dito. Ela sentiu gotas de suor frio brotarem da sua pele e escorrerem pelo braço em direção ao telefone que continuava agarrando com a mão direita. Aquele era um perigo que ela se esquecera de levar em conta. Se o telefone tocasse, iria revelar sua localização — e ela não podia desligar o aparelho sem abri-lo e fazer a tela se iluminar.

“Ponha o telefone no chão... E afaste-se dele.” Mas era tarde demais. O cheiro de etanol se aproximou dela pela direita. E então foi ficando mais forte. Sara se esforçou para manter a calma, forçando-se a superar o impulso de sair correndo. Com cuidado, devagar, deu um passo para a esquerda. No entanto, o leve farfalhar de suas roupas pareceu bastar para seu agressor. Ela o ouviu se lançar para frente, o cheiro de etanol envolvendo-a enquanto a mão poderosa do homem agarrava seu ombro.

Ela se desvencilhou tomada pelo mais puro terror. A probabilidade matemática foi para o espaço, e ela pôs-se a correr às cegas. Fez uma curva fechada para a esquerda mudando de curso, precipitando-se em direção ao vazio.

A parede se materializou do nada. Ela trombou nela com força, o choque expulsando o ar de seus pulmões. A dor se espalhou por seu braço e seu ombro, mas ela conseguiu continuar de pé. O barulho tinha ecoado por toda parte. “Ele sabe onde eu estou.” Curvada de dor, ela virou a cabeça para encarar a escuridão do galpão e sentiu que ele a encarava de volta.

“Mude de lugar. Agora!” – ela repassava mentalmente.

FIM DO CAPÍTULO 11

u x o<�O& � >SS: Mande ajuda – sussurrou ela para o vigia. – E vá até o galpão molhado para socorrer Sophia. – e então fechou o aparelho com cuidado, fazendo a luz se apagar.

Uma escuridão absoluta a cercou.

Ela permaneceu imóvel, respirando o mais silenciosamente possível. De repente um forte cheiro de etanol emanou da escuridão à sua frente.

O cheiro ficou mais intenso. Ela pôde sentir uma presença poucos metros adiante. Naquele silêncio, o som das batidas do coração de Sara parecia alto o suficiente para denunciá-la. Sem fazer barulho, ela tirou os sapatos e se deslocou lentamente para a esquerda,pisando fora do carpete. O cimento estava frio. Ela deu mais um passo para sair de vez do caminho acarpetado.

Um de seus dedos do pé estalou.

Aquilo soou como um tiro no silêncio. A poucos metros dela um farfalhar de roupas avançou de repente em sua direção no meio do breu. Sara demorou um segundo a mais do que devia para se esquivar, e um braço forte se estendeu para agarrá-la, tateando no escuro, a mão tentando segurá-la com violência. Ela girou o corpo enquanto dedos fortes feitos um alicate prendiam seu colete e a puxavam para perto.

Sara jogou os braços para trás, desvencilhando-se do colete e se soltando. De repente, sem saber mais para que lado ficava a saída, ela se viu correndo em disparada, totalmente as cegas, no meio de um abismo negro sem fim.

Depois de sair da segurança do carpete, ela agora avançava às cegas, com as mãos estendidas tocando apenas espaço vazio enquanto cambaleava para dentro do vácuo deserto. Sob seus pés cobertos pela meia, a extensão sem fim de cimento frio parecia um lago congelado, um ambiente hostil do qual ela agora precisava escapar.

Quando deixou de sentir o cheiro de etanol, ela estacou e ficou parada no escuro, aguardando.

Completamente imóvel, aguçou os ouvidos, pedindo o próprio coração a parar de bater tão alto. Os passos pesados atrás dela pareciam ter cessado. “Será que eu o despistei?” Sara fechou os olhos e tentou imaginar onde estava. Em que direção eu corri? Para que lado está a porta? Não adiantava. Ela dera tantas voltas que a saída poderia estar em qualquer lugar.

Ela já ouvira dizer que o medo tinha uma ação estimulante, aguçando nossa capacidade de raciocinar. Naquele instante, porém, o medo havia transformado sua mente em um turbilhão de pânico e confusão. “Mesmo que eu encontre a porta, não tenho como sair daqui.” – pensou.

Seu cartão de acesso tinha ficado para trás quando ela despira o colete. Sua única esperança era que ela havia se tornado uma agulha no palheiro — um pontinho no meio de um espaço de 2.800 metros quadrados. Apesar da ânsia incontrolável de fugir, ela resolveu fazer o que sua mente analítica lhe dizia, tomando a única atitude lógica naquela situação — não se mexer. Fique parada. Não faça nenhum ruído. O vigia estava a caminho e, por algum motivo obscuro, seu agressor exalava um forte cheiro de etanol. Se ele chegar muito perto, eu vou saber.

Enquanto Sara estava parada em silêncio, sua mente repassava tudo o que Grissom tinha dito. Ela sentiu gotas de suor frio brotarem da sua pele e escorrerem pelo braço em direção ao telefone que continuava agarrando com a mão direita. Aquele era um perigo que ela se esquecera de levar em conta. Se o telefone tocasse, iria revelar sua localização — e ela não podia desligar o aparelho sem abri-lo e fazer a tela se iluminar.

“Ponha o telefone no chão... E afaste-se dele.” Mas era tarde demais. O cheiro de etanol se aproximou dela pela direita. E então foi ficando mais forte. Sara se esforçou para manter a calma, forçando-se a superar o impulso de sair correndo. Com cuidado, devagar, deu um passo para a esquerda. No entanto, o leve farfalhar de suas roupas pareceu bastar para seu agressor. Ela o ouviu se lançar para frente, o cheiro de etanol envolvendo-a enquanto a mão poderosa do homem agarrava seu ombro.

Ela se desvencilhou tomada pelo mais puro terror. A probabilidade matemática foi para o espaço, e ela pôs-se a correr às cegas. Fez uma curva fechada para a esquerda mudando de curso, precipitando-se em direção ao vazio.

A parede se materializou do nada. Ela trombou nela com força, o choque expulsando o ar de seus pulmões. A dor se espalhou por seu braço e seu ombro, mas ela conseguiu continuar de pé. O barulho tinha ecoado por toda parte. “Ele sabe onde eu estou.” Curvada de dor, ela virou a cabeça para encarar a escuridão do galpão e sentiu que ele a encarava de volta.

“Mude de lugar. Agora!” – ela repassava mentalmente.

FIM DO CAPÍTULO 11

u x o<�O& � >SS: Mande ajuda – sussurrou ela para o vigia. – E vá até o galpão molhado para socorrer Sophia. – e então fechou o aparelho com cuidado, fazendo a luz se apagar.

Uma escuridão absoluta a cercou.

Ela permaneceu imóvel, respirando o mais silenciosamente possível. De repente um forte cheiro de etanol emanou da escuridão à sua frente.

O cheiro ficou mais intenso. Ela pôde sentir uma presença poucos metros adiante. Naquele silêncio, o som das batidas do coração de Sara parecia alto o suficiente para denunciá-la. Sem fazer barulho, ela tirou os sapatos e se deslocou lentamente para a esquerda,pisando fora do carpete. O cimento estava frio. Ela deu mais um passo para sair de vez do caminho acarpetado.

Um de seus dedos do pé estalou.

Aquilo soou como um tiro no silêncio. A poucos metros dela um farfalhar de roupas avançou de repente em sua direção no meio do breu. Sara demorou um segundo a mais do que devia para se esquivar, e um braço forte se estendeu para agarrá-la, tateando no escuro, a mão tentando segurá-la com violência. Ela girou o corpo enquanto dedos fortes feitos um alicate prendiam seu colete e a puxavam para perto.

Sara jogou os braços para trás, desvencilhando-se do colete e se soltando. De repente, sem saber mais para que lado ficava a saída, ela se viu correndo em disparada, totalmente as cegas, no meio de um abismo negro sem fim.

Depois de sair da segurança do carpete, ela agora avançava às cegas, com as mãos estendidas tocando apenas espaço vazio enquanto cambaleava para dentro do vácuo deserto. Sob seus pés cobertos pela meia, a extensão sem fim de cimento frio parecia um lago congelado, um ambiente hostil do qual ela agora precisava escapar.

Quando deixou de sentir o cheiro de etanol, ela estacou e ficou parada no escuro, aguardando.

Completamente imóvel, aguçou os ouvidos, pedindo o próprio coração a parar de bater tão alto. Os passos pesados atrás dela pareciam ter cessado. “Será que eu o despistei?” Sara fechou os olhos e tentou imaginar onde estava. Em que direção eu corri? Para que lado está a porta? Não adiantava. Ela dera tantas voltas que a saída poderia estar em qualquer lugar.

Ela já ouvira dizer que o medo tinha uma ação estimulante, aguçando nossa capacidade de raciocinar. Naquele instante, porém, o medo havia transformado sua mente em um turbilhão de pânico e confusão. “Mesmo que eu encontre a porta, não tenho como sair daqui.” – pensou.

Seu cartão de acesso tinha ficado para trás quando ela despira o colete. Sua única esperança era que ela havia se tornado uma agulha no palheiro — um pontinho no meio de um espaço de 2.800 metros quadrados. Apesar da ânsia incontrolável de fugir, ela resolveu fazer o que sua mente analítica lhe dizia, tomando a única atitude lógica naquela situação — não se mexer. Fique parada. Não faça nenhum ruído. O vigia estava a caminho e, por algum motivo obscuro, seu agressor exalava um forte cheiro de etanol. Se ele chegar muito perto, eu vou saber.

Enquanto Sara estava parada em silêncio, sua mente repassava tudo o que Grissom tinha dito. Ela sentiu gotas de suor frio brotarem da sua pele e escorrerem pelo braço em direção ao telefone que continuava agarrando com a mão direita. Aquele era um perigo que ela se esquecera de levar em conta. Se o telefone tocasse, iria revelar sua localização — e ela não podia desligar o aparelho sem abri-lo e fazer a tela se iluminar.

“Ponha o telefone no chão... E afaste-se dele.” Mas era tarde demais. O cheiro de etanol se aproximou dela pela direita. E então foi ficando mais forte. Sara se esforçou para manter a calma, forçando-se a superar o impulso de sair correndo. Com cuidado, devagar, deu um passo para a esquerda. No entanto, o leve farfalhar de suas roupas pareceu bastar para seu agressor. Ela o ouviu se lançar para frente, o cheiro de etanol envolvendo-a enquanto a mão poderosa do homem agarrava seu ombro.

Ela se desvencilhou tomada pelo mais puro terror. A probabilidade matemática foi para o espaço, e ela pôs-se a correr às cegas. Fez uma curva fechada para a esquerda mudando de curso, precipitando-se em direção ao vazio.

A parede se materializou do nada. Ela trombou nela com força, o choque expulsando o ar de seus pulmões. A dor se espalhou por seu braço e seu ombro, mas ela conseguiu continuar de pé. O barulho tinha ecoado por toda parte. “Ele sabe onde eu estou.” Curvada de dor, ela virou a cabeça para encarar a escuridão do galpão e sentiu que ele a encarava de volta.

“Mude de lugar. Agora!” – ela repassava mentalmente.

FIM DO CAPÍTULO 11

u x o<�O& � >SS: Mande ajuda – sussurrou ela para o vigia. – E vá até o galpão molhado para socorrer Sophia. – e então fechou o aparelho com cuidado, fazendo a luz se apagar.

Uma escuridão absoluta a cercou.

Ela permaneceu imóvel, respirando o mais silenciosamente possível. De repente um forte cheiro de etanol emanou da escuridão à sua frente.

O cheiro ficou mais intenso. Ela pôde sentir uma presença poucos metros adiante. Naquele silêncio, o som das batidas do coração de Sara parecia alto o suficiente para denunciá-la. Sem fazer barulho, ela tirou os sapatos e se deslocou lentamente para a esquerda,pisando fora do carpete. O cimento estava frio. Ela deu mais um passo para sair de vez do caminho acarpetado.

Um de seus dedos do pé estalou.

Aquilo soou como um tiro no silêncio. A poucos metros dela um farfalhar de roupas avançou de repente em sua direção no meio do breu. Sara demorou um segundo a mais do que devia para se esquivar, e um braço forte se estendeu para agarrá-la, tateando no escuro, a mão tentando segurá-la com violência. Ela girou o corpo enquanto dedos fortes feitos um alicate prendiam seu colete e a puxavam para perto.

Sara jogou os braços para trás, desvencilhando-se do colete e se soltando. De repente, sem saber mais para que lado ficava a saída, ela se viu correndo em disparada, totalmente as cegas, no meio de um abismo negro sem fim.

Depois de sair da segurança do carpete, ela agora avançava às cegas, com as mãos estendidas tocando apenas espaço vazio enquanto cambaleava para dentro do vácuo deserto. Sob seus pés cobertos pela meia, a extensão sem fim de cimento frio parecia um lago congelado, um ambiente hostil do qual ela agora precisava escapar.

Quando deixou de sentir o cheiro de etanol, ela estacou e ficou parada no escuro, aguardando.

Completamente imóvel, aguçou os ouvidos, pedindo o próprio coração a parar de bater tão alto. Os passos pesados atrás dela pareciam ter cessado. “Será que eu o despistei?” Sara fechou os olhos e tentou imaginar onde estava. Em que direção eu corri? Para que lado está a porta? Não adiantava. Ela dera tantas voltas que a saída poderia estar em qualquer lugar.

Ela já ouvira dizer que o medo tinha uma ação estimulante, aguçando nossa capacidade de raciocinar. Naquele instante, porém, o medo havia transformado sua mente em um turbilhão de pânico e confusão. “Mesmo que eu encontre a porta, não tenho como sair daqui.” – pensou.

Seu cartão de acesso tinha ficado para trás quando ela despira o colete. Sua única esperança era que ela havia se tornado uma agulha no palheiro — um pontinho no meio de um espaço de 2.800 metros quadrados. Apesar da ânsia incontrolável de fugir, ela resolveu fazer o que sua mente analítica lhe dizia, tomando a única atitude lógica naquela situação — não se mexer. Fique parada. Não faça nenhum ruído. O vigia estava a caminho e, por algum motivo obscuro, seu agressor exalava um forte cheiro de etanol. Se ele chegar muito perto, eu vou saber.

Enquanto Sara estava parada em silêncio, sua mente repassava tudo o que Grissom tinha dito. Ela sentiu gotas de suor frio brotarem da sua pele e escorrerem pelo braço em direção ao telefone que continuava agarrando com a mão direita. Aquele era um perigo que ela se esquecera de levar em conta. Se o telefone tocasse, iria revelar sua localização — e ela não podia desligar o aparelho sem abri-lo e fazer a tela se iluminar.

“Ponha o telefone no chão... E afaste-se dele.” Mas era tarde demais. O cheiro de etanol se aproximou dela pela direita. E então foi ficando mais forte. Sara se esforçou para manter a calma, forçando-se a superar o impulso de sair correndo. Com cuidado, devagar, deu um passo para a esquerda. No entanto, o leve farfalhar de suas roupas pareceu bastar para seu agressor. Ela o ouviu se lançar para frente, o cheiro de etanol envolvendo-a enquanto a mão poderosa do homem agarrava seu ombro.

Ela se desvencilhou tomada pelo mais puro terror. A probabilidade matemática foi para o espaço, e ela pôs-se a correr às cegas. Fez uma curva fechada para a esquerda mudando de curso, precipitando-se em direção ao vazio.

A parede se materializou do nada. Ela trombou nela com força, o choque expulsando o ar de seus pulmões. A dor se espalhou por seu braço e seu ombro, mas ela conseguiu continuar de pé. O barulho tinha ecoado por toda parte. “Ele sabe onde eu estou.” Curvada de dor, ela virou a cabeça para encarar a escuridão do galpão e sentiu que ele a encarava de volta.

“Mude de lugar. Agora!” – ela repassava mentalmente.

FIM DO CAPÍTULO 11

Notas finais
E aí galera?
Suspense, suspense e mais suspense!!!
O que é a vida sem um suspensezinho de vez em quando?!
Gostaram?! :D