Tudo Por Você

23 Capítulo 23


Notas iniciais
Esses vestibulares estão me deixando louca.
Não consigo postar daí.
Bom, mas aqui está. Capítulo 23 pra vocês!!!
Que tal um pouco de ação para animar as coisas?! :D

Estava, até o momento, tudo muito perfeito. Mas James ainda estava vivo e foragido e do lado de fora da janela de Sidle. O que não era nada bom.

James observava pela janela do quarto de Sara, escondido. No mesmo lugar por onde antes entrara. Via Sara e Grissom se beijar e sorria maliciosamente.

Se pegar Sara não o havia feito sofrer muito. Então o pegaria. E terminaria com isso de uma vez por todas e sua vingança estaria, enfim, concretizada.

Após matarem a saudade, Sara e Grissom se despediram melosamente, na opinião de Mattews.

Então o perito pegou as chaves de seu carro e desceu, metaforicamente, saltitando de alegria, escadas abaixo. Estava tão alegre com o que acabara de fazer, com a coragem que tivera momentos antes, que nem percebeu que era observado pelo assassino que ajudara a prender anos antes. James se escondia atrás do prédio de Sara, que, por ser afastado das rotas principais de Vegas, era um tanto quanto deserto.

Eram becos sinistros, daqueles com lixeiras, gatos negros, paredes sujas cheias de liquens, calçadas fétidas e visivelmente, mesmo na escuridão, sujas em que sombras sinistras são projetas por luzes de postes, dando ao lugar uma sensação aterradora.

James se escondia atrás de algumas árvores próximas com aquele objeto sinistro, em mãos, observado por aquele homem misterioso pouco antes quando ele saía da casa, outrora, abandonada.

Grissom atravessou o hall de entrada do prédio, ainda feliz, com um grande sorriso nos lábios, desejando boa noite ao porteiro ao sair.

Caminhou até seu carro. Desligou o alarme. Entrou. Acomodou-se no banco, ainda sob suspiros ele colocou o cinto de segurança. A chave já na ignição, ele dá a partida. O motor torna-se silencioso ao som do rádio que ligara assim que dera partida. Sua mão direita movimenta o câmbio para dar partida, a outra mão no volante. Seus olhos direcionados mais a frente, verificando se não havia nenhum obstáculo em seu caminho.

Apertando o pedal do acelerador devagar ele começa a movimentar o carro. Poucos metros andados e o carro tomba de lado.

Dentro do carro Grissom arqueia o cenho. Desliga, sem demora, o motor e desce do carro para ver o acontecido.

“Minha nossa!” – ele exclama em pensamento. Levando as mãos a cabeça em sinal de desespero.

GG: O que diabo aconteceu com a roda do meu carro? – ele perguntou para si mesmo em voz alta.

O pneu de seu carro, acompanhado de sua roda esquerda traseira haviam, magicamente, desaparecido.

Grissom, sozinho, no meio da rua, logo abaixo de um poste cuja lâmpada estava queimada, no escuro. E com James logo atrás dele, com um machado em mãos. Sinistro, não acham?

Mas sem mais delongas...

Grissom, ainda com as mãos na cabeça, já pensava em voltar para o apartamento de Sara para pedir ajuda quando ele é abordado por James.

Agarrado por trás, pressionado um machado contra seu pescoço, Grissom teve uma breve sincope.

JM: Ora, ora, ora. Olá Gilbert. – ele riu-se da situação do perito que estava em estado de pânico.

GG: James! – exclamou.

JM: Quem mais seria, seu nerd desgraçado? – vociferou e emendou assim que Grissom murmurou um ‘Calma!’: — Calma nada! – retorquiu. – Eu tive que ter muita calma mesmo. Foram longos anos de calma naquela prisão imunda... Foram longos minutos de calma vendo aquela cena ridícula agora a pouco. – ele jogou as palavras ao vento apertando o machado de mão ao pescoço do homem.

GG: O que você quer, James? Diga-me! O que quer? – perguntou, temendo por sua vida.

JM: Quero você morto! – disse como se lesse os pensamentos dele.

GG: Você tem que entender... – começou, mas foi interrompido.

JM Eu não vou entender nada! – disse quase gritando. – Você vai vir comigo. Agora! – enfatizou o ‘agora’.

Puxando Grissom pela rua, eles começaram a andar rumando para um utilitário (carro de porte grande) preto estacionado no começo da rua.

Grissom, aproveitando-se da movimentação, tomando uma golfada de coragem, acerta seu cotovelo nas costelas de James e sai correndo em direção ao apartamento de Sara.

Quase colado em seus calcanhares, já recuperado da cotovelada, James vinha atrás de Grissom erguendo o machado. O que fazia o coração de Grissom quase saltar pela boca enquanto ofegava.

Nesse momento ele pensou que se saísse dessa, ele começaria a correr no parque nos fins de semana, pois mal correra alguns metros e seu corpo já dava sinais de cansaço.

Agora ele daria tudo para estar em forma.

Grissom até tomara uma boa dianteira, mas James vinha logo atrás, vencendo rapidamente a distância.

“Corra, Grissom. Corra!” – ele repassava em mente, enquanto James chegava cada vez mais perto.

FIM DO CAPÍTULO 23

Notas finais
Como me saí?! :D