Tudo Por Você

24 Capítulo 24


Notas iniciais
Desculpem-me a demora...
Mas aí está:
DIVIRTAM-SE!

Correndo mais do que podia, Grissom já conseguia sentir seu diafragma pressionando seu baço, causando uma dor desconfortável (e existe dor confortável?) em suas costelas.

James já estava a, ameaçadores, 2 metros de distância quando o corpo de Grissom pediu arrego fazendo com que Grissom parasse, contra sua própria vontade. E então James, que vinha quase colado a ele, o alcançou.

Não sei dizer a razão exata. Se por ódio ou diversão. Se por maldade ou apenas para que Grissom não tentasse mais fugir. Mas James não o perdoou, fosse qual fosse o motivo. E o motivo era a tentativa de fuga, sem sombras de duvidas.

Com um golpe rápido e habilidoso como o de um lenhador, James cortou o tendão de uma das pernas de Grissom, fazendo com que o machado, com a força que fora empunhado partisse sua fíbula, um osso significantemente fino e trincasse sua tíbia, fazendo, assim, que o perito caísse e urrasse de dor estirado ao chão.

James, de costas para Grissom, com o machado ensangüentado na mão diz:

JM: Nunca mais... Eu disse, NUNCA MAIS... – reforçou a idéia. – tente fugir assim de mim.

Grissom arrastava-se pelos braços como um aleijado pelo asfalto deixando um rastro de sangue por onde sua perna passava, afastando-se de seu perseguidor e conseqüentemente do prédio de Sara, que há essas horas, em seu apartamento deitava em sua cama para descansar.

James então parte para cima de Grissom e com a parte não afiada do machado ele acerta a cabeça de Grissom, que no pequeno espaço de tempo, nem tempo para gritar um mero “socorro!” ele teve.

James o arrastou com certa dificuldade até o utilitário. O jogou de qualquer jeito no espaço traseiro do carro, amarrou-lhe as mãos e nem se preocupou com as pernas, afinal, ele não andaria tão cedo.

E momentos depois ele arranca o carro dali com um sorriso vitorioso nos lábios. Sem perceber que aquele homem que o observava enquanto saia da casa de machados em mão rumo ao apartamento de Sara o observava. Oculto pela escuridão.

Esse homem? Náder Jonas. O nome soa estranho aos ouvidos por ser de origem árabe, mas é extremamente curioso por significar, o primeiro nome, ‘aquele que vigia’ e o que Náder mais fez até o momento foi vigiar, observar...

Mas ele deixaria de ser tão passivo.

FIM DO CAPÍTULO 24