Tudo Por Você

19 Capítulo 19


Notas iniciais
Peço que me perdoem pela demora..
Não foi proposital.
Enfim, sem mais demora.
Capitulo 19 para vocês...
Boa leitura!!

Já era noite, início de turno, para ser mais exata.

Grissom estava correndo pelos corredores do laboratório atrás de Brass. “Onde está ele?”

Suas pernas doíam e sua respiração estava ofegante. Correr não era, definitivamente, uma de suas especialidades.

Ele por fim o encontrou no Lock, tomando um café e conversando com Eckley.

GG: Brass, diga que você viu a Sara por aí! – ele disse para o amigo.

JB: A Sara? – ele perguntou confuso. – Eu não a vi. – Eckley concordou, mutuamente, com a cabeça. “Eu disse para não dizer.” Pensou Grissom. – Ela não veio hoje?

GG: Não! O turno já começou e nada dela... Você a conheçe Brass, ela nunca falta. – ele apelou.

CE: Mande uma viatura a casa dela... – Eckley deu a idéia.

GG: Nós podemos? – ficou apreensivo.

CE: Sim! – sorriu educadamente.

GG: Vamos, Jim? – ele chamou.

JB: Claro.

Saíram correndo pelos corredores até o estacionamento. No caminho encontraram Catherine e Nick, que decidiram ir junto.

Sirenes ligadas. 100 km/h. Era assim que se deslocavam pela Strip.

Sara, agora, era a prioridade. Poderia estar em perigo já que James não havia sido pego.

Brass mal havia desligado o carro e os peritos saltaram correndo dele.

Subindo de dois em dois degraus ele alcançaram o andar do apartamento de Sara.

Nick chegou antes dos outros, afinal era o mais ativo fisicamente ali. Bateu na porta. O silêncio dominava o apartamento de Sara. Isso não era bom.

NS: Sara?! – e esperou. – SARA? – gritou.

Brass os alcançou.

JB: Dêem-me espaço. – pediu momentos antes de se atirar contra a porta, arrombando-a.

CW: Sara?! – ela chamou pela amiga assim que todos entraram. O silêncio respondeu.

Nick correu para o banheiro com arma em punho. Nada achou. Grissom olhou na cozinha e nada. Catherine e Brass correram para o quarto.

Encontraram-na.

JB: Nick, Grissom, AQUI! – gritou.

Jogada, de qualquer jeito, em cima da cama. Sem as roupas intímas. De bruços. Lá estava Sara.

A loira correu até ela e sem se dar o trabalho de colocar luvas pôs os dedos no pescoço da amiga.

CW: Tem pulso! – as esperanças da loira se reavivaram. – CHAMEM A AMBULÂNCIA! – foi o que Brass fez.

Catherine tentava acordá-la com pequenos chacoalhões, após puxar o lençol jogado aos pés da cama e cobriu a morena. Com sucesso. Sara abriu lentamente os olhos.

SS: Cath? – sussurrou.

CW: Está bem, Sara? – perguntou preocupada.

Sara se ergueu nos cotovelos e olhou assustada ao redor.

SS: Onde ele está? – movimentava a cabeça de um lado para o outro. – Cadê ele? – Avistou Brass.

CW: Ele? Ele quem?

Grissom e Nick chegaram à porta e estacaram ao lado do detetive. A visão lhes era aterradora.

Sara ali, deitada na cama, enrolada num lençol, com marcas de mãos no pescoço (ainda mais evidentes que antes.) e horrivelmente abalada.

NS: Sara, está bem? – perguntou com calma se aproximando da morena a passos leves. – ela simplesmente balançou a cabeça em sinal de afirmação.

Catherine estava ajoelhada a frente de Sara e a perguntou algo, baixinho, que os demais, nem mesmo Nick que estava próximo, não conseguiram ouvir.

Sara teve uma reação não muito convencional à pergunta e tremeu descontrolavelmente enquanto chorava. Foi um ‘sim’ para Catherine.

Logo os paramédicos chegaram e prepararam Sara para uma pequena viagem de ambulância.

Assim que saíram com ela, Grissom correu até Catherine e perguntou que pergunta havia feito à amiga.

CW: Eu... Eu perguntei... – ela tomou folêgo. Doía nela o mesmo que em Sara. Tomou as dores pela amiga. – Perguntei se havia ocorrido estupro. – terminou. – A resposta você mesmo viu. – citando o choro descontrolado da outra.

JB: Pobre Sara! – exclamou baixinho da porta. – Pobre Sara!

“Pobre Sara!” Grissom emendou em pensamento.

FIM DO CAPÍTULO 19