Notas iniciais
Heeeeey, demorei mais to aqui! Eu ainda estou em provas (Infelizmente). Gente queria dizer que faltam apenas uns 3 ou 4 capítulos para encerrar essa temporada da fic, eu decidi fazer a segunda temporada como foi pedido, e queria dizer que fiquei muito contente :D Pessoal eu só recebi 2 reviews no capítulo anterior, só 2. Deixem reviews dizendo a opinião de vocês, ainda mais que a fic está no final é importante saber se estão gostando. Mesmo não tendo recebido muitos reviews eu queria agradecer por quem comentou :D O Cap está grande, porém eu estou em duvida se está bom ou não, mesmo assim espero que gostem :D LEIAM AS NOTAS POR FAVOR...

Pov’s Violetta

Senti minhas pernas bambearem, isso não poderia estar acontecendo, o Fede? Meu irmão Federico havia sofrido um acidente? Me desliguei do mundo imaginado se Fede estaria bem, apesar das inúmeras brigas que tivemos, ele era meu irmão.

–Vilu. –Leon me chamou cautelosamente, ele me olhava com uma expressão preocupada, e eu estava completamente imóvel olhando para um ponto fixo na parede, ele continuou me olhando esperando de alguma forma que eu respondesse.

–Vilu. –Leon novamente me chamou, eu queria falar, porém eu não conseguia, meu corpo não respondia aos meus comandos. Meus lábios trêmulos deram sinal de vida ao se mexerem, Leon me olhou ansioso esperando algum tipo de reação da minha parte.

–C..como aconteceu? –Eu perguntei com dificuldade, meus lábios pareciam não querer emitir nenhum som. Antes de me responder Leon me guiou para fora do banheiro e me levou até a cama, ele se sentou ao meu lado e me encarou como se estivesse pensando em uma maneira de me responder.

–Ele perdeu o controle do carro.... Ele estava.. estava. –Leon não parecia querer continuar, pela primeira vez naquele momento eu movi minha cabeça, e olhei nos olhos dele, tentando transmitir alguma confiança que eu mesma não tinha. Leon coçou a nuca e soltou um suspiro pesado.

–Ele estava bêbado. –Por fim concluiu, eu sabia que Fede bebia, mas ele jamais havia chegado ao ponto de ficar bêbado. Leon parecia querer falar algo, mas assim que olhou ele travou completamente.

–Fala. –Eu praticamente ordenei, infelizmente minha voz saiu o mais fria possível. Leon pareceu não ligar e fez esforço para continuar.

–Ele não estava sozinho, Maxi, Naty e Ludmila estavam com ele. –Leon disse. Eu fechei os olhos em uma tentativa de conter as lágrimas, porém isso não funcionou, eu já estava chorando descontroladamente.

–Como eles estão? –Eu perguntei aflita

–Bem eu não sei, sua mãe me ligou desesperada, era evidente que estava chorando. –Leon disse e eu fiquei pior do que já estava, recostei minha cabeça no peito de Leon e chorei baixinho, ele me apertou contra si, o peito dele era o lugar mais confortável que eu tinha, Leon me consolava, ou pelo menos tentava.

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–Voltaremos para Buenos Aires... –Leon disse, e eu não quis contradizer, ele sabia que eu não queria ficar, e se nós ficássemos não iriamos aproveitar nada, pois eu passaria o dia inteiro pendurada no telefone querendo informações sobre o Fede e meus amigos, incluindo Ludmila, que mesmo não sendo minha amiga, eu estava preocupada com ela.

–Eu vou à recepção do hotel pedir ajuda para comprar uma passagem de avião, quando voltar eu arrumo as malas. –Leon disse, ele estava se esforçando para me ajudar, dei-lhe um sorrisinho fraco tentando mostrar o meu agradecimento por ele.

–Não se preocupe eu arrumo as malas. –Eu disse me levantando, Leon me olhou com reprovação, porém não disse nada, ele sabia que eu não queria discutir.

Comecei a arrumas as minhas coisas primeiro, afinal de contas eu tinha muito mais coisa que ele, juntei tudo apressadamente, sem me importar se iria amassar ou se algo poderia quebrar. Assim que arrumei minhas coisas, direcionei-me para à mala de Leon, peguei sua camiseta e a apertei contra mim, fazendo assim seu cheiro se espalhar pelo meu corpo. Depois desse momento de “devaneio” eu coloquei a camiseta dentro da mala e acabei de arrumas as coisas dele. Sentei-me novamente na cama aguardando Leon, depois de mais ou menos 30 minutos ele apareceu e estava evidentemente estressado.

–Está tudo bem?

–Sim, foi só aquela recepção do hotel, desorganização é apelido para eles. –Leon disse e bufou em seguida. –Pelo menos consegui a passagem, mas nós temos que ir agora, se não perderemos nosso voo. –Ele disse e eu assenti, saímos as pressas do hotel, já que Leon já havia acertado as contas, pegamos um táxi e fomos em direção ao aeroporto.

Rapidamente chegamos e Leon parecia ficar cada vez mais impaciente, eu decidi não perguntar nada. Logo nosso voo chamou eu pedi as passagens a Leon e ele me deu prontamente, estávamos a caminho de embarcar, mas eu parei após ler o que estava escrito na passagem.

–Primeira classe? –Eu perguntei não muito contente, tudo bem era a primeira classe, mas isso custava muito caro, apesar de Leon ser rico, não havia necessidade.

–Foi o que deu para comprar. –Leon disse frio.

–Mas Leon isso é muito caro e...-Ele me interrompeu.

–Violetta! Foi o que deu para comprar. –Ele disse novamente.

–Precisa ser tão grosso? –Eu perguntei ficando brava.

–Precisa! Eu estou fazendo o maior esforço para tentar te ajudar e você só sabe reclamar. –Leon disse.

–Desculpa se eu estou preocupada, mas se você não percebeu o meu irmão sofreu um acidente, eu tenho total direito de ficar aborrecida. –Eu disse para ele.

–Mas a culpa não é minha! –Ele disse. –Quer saber, vamos logo não estou afim de perder o voo. –Ele disse e pegou minha bagagem de mão, mesmo bravo comigo ele não parava de ser cavalheiro, eu soltei um pequeno riso com isso.

Nos sentamos na cadeiras extremamente confortáveis, e eu fiquei encarando Leon, o mesmo evitava ter qualquer tipo de contato comigo, nem sequer me olhava.

–Leon- Eu o chamei, mas ele me ignorou.

–Meu amor. –Eu disse e acariciei seu rosto levemente, Leon queria me evitar, porém não conseguiu, e finalmente ele olhou para mim. –Obrigada. –Eu disse.

–Pelo o quê? –Ele perguntou, obviamente ele sabia do que eu falava.

–Por tudo, você só estava tentando me ajudar e eu não entendi isso. –Eu disse timidamente.

–Isso é um pedido de desculpas? –Ele perguntou risonho.

–Basicamente. –Eu disse.

–Me desculpa também. –Ele disse.

–Pelo o quê? –Eu perguntei fazendo a mesma coisa que ele, Leon me encarou, mas prosseguiu.

–Por ter sido tão grosso com você, culpa do meu stress. –Ele disse e eu ri.

–Não se preocupe. –Eu disse e logo em seguida recostei minha cabeça na poltrona do avião. Não tive nem um segundo de sossego, Leon fez questão de se aproximar e roçar seus lábios em minha bochecha, depois passou a distribuir beijos em meu pescoço.

–Golpe baixo. –Eu resmunguei ainda de olhos fechado, pude ouvir as gargalhadas de Leon depois de minha fala. Invés de Leon parou com as suas provocações ele continuou, com um de seus braços ele puxou minha cintura fazendo eu me virar para ele.

–Você não vai me deixar quieta, não é? –Eu disse suspirando, Leon apenas negou.

–É que eu estou meio carente sabe. –Leon disse rindo e eu o olhei com reprovação. Eu dei um rápido beijo nele, que apesar de não ter sido O BEIJO, fez Leon ficar com um sorriso de orelha a orelha.

Depois de um tempo nós pousamos e fomos imediatamente para o hospital, com a bagagem e tudo. Chegando lá encontramos meu pai aflito e minha mão aos prantos, também estava lá Fran, Cami, Broduey, Marco, e os pais de Naty, Maxi e Ludmila . Eu saí correndo em direção aos meus pais, os mesmos assim que me viram ficaram extremamente aliviados.

–Como eles estão? –Eu perguntei.

–Apenas de que a Naty teve uma recuperação melhor que os outros. –Minha mãe disse, ela estava com intensas marcas de choro.

–Aquele garoto, deveria tomar mais cuidado, ele é um tremendo desgosto para mim. –Meu pai disse frio como sempre.

–Francamente, será que dá para parar de falar mal do seu próprio filho, você não percebe? Você só sabe critica-lo! O Fede bebe para poder esquecer os problemas que ele tem em casa com você. –Eu disse, meu pai merecia escutar muito mais, mas não nesse momento. Meu pai iria falar quando fomos interrompidos.

–Parentes de Federico Castillo? –Disse o doutor se aproximando

–Aqui. –Nossa família disse em um uníssono.

–Bom sinto lhes informar mas o estado dele é grave, parece que deu um problema no sistema do carro, e o airbag não funcionou, o que acabou piorando a situação de Federico. Após ele dizer isso eu e minha mãe desabamos no choro, meu pai foi colar a minha mãe e Leon veio até mim.

–Meu amor, tenha calma. –Ele disse e nessa hora uma junção de sentimentos tomou conta de mim.

–CALMA? EU NÃO VOU TER CALMA, O MEU IRMÃO PODE MORRER, E VOCÊ ME PEDE CALMA? SAÍ DAQUI, EU NÃO PRECISO DE VOCÊ NESSE MOMENTO. –Eu gritei e Leon me olhou assustado, não deu tempo de me desculpar, pois minhas pernas amoleceram e eu caí sobre Leon, depois senti minhas pálpebras se fecharem e em seguida tudo escureceu.

Pov’s Leon

Já fazia uma hora que Violetta tinha desmaiado em meus braços, o médico alegou que era nervosismo e que logo ela iria acordar, eu estava aguardando impacientemente no corredor, esperando a Angie sair do quarto para eu poder entrar e ver minha pequena.

–Leon! –Uma voz rígida me chamou, e só uma pessoa tinha essa voz.

–Sr. Germán. –Eu disse meio desconfortável.

–Precisamos conversar. –Ele disse e eu assenti. -Você não percebe o mal que faz a minha filha?

–Sr. Germán, me desculpe, mas eu não concordo.

–Não concorda? Então pense em tudo que você já a fez passar em tão pouco tempo de namoro, todas as brigas que ocorreu, o sequestro dela, o fato dela estar se distanciando da família e agora isso, se ela não tivesse gritado com você, certamente ela não teria desmaiado.

Infelizmente aquilo fazia sentido, eu realmente a fiz sofrer coisas ruins, apesar de termos passados bons momentos, talvez eu não estivesse fazendo tão bem a ela.

–Mas e o senhor? O senhor não contribui muito com ela. –Eu disse calmamente, a ultima coisa que eu queria era arrumar mais encrenca com ele.

–Eu sou o pai, e você o namorado, Leon eu estou fazendo isso pelo bem da minha filha, se separe dela, ela não merece o sofrimento que você trás a ela. –Ele disse, a minha cabeça rodava, e nada mais fazia sentido.

“Calma? Eu não vou ter calma, o meu irmão pode morrer, e você me pede calma? Saí daqui, eu não preciso de você nesse momento.”

As palavras de Violetta realmente me fizeram mal, e talvez o Germán tivesse razão, talvez eu não estivesse fazendo a ela tão bem quanto eu pensava.

Algumas horas se passaram e Vilu saiu do hospital, infelizmente o Fede e os outros continuavam internados sem poder receber visitas. Como já era praticamente de madrugada Germán e Angie decidiram ir para casa para pegar algumas coisas e logo depois voltarem para o hospital, Vilu decidiu ir com eles e obvio que eu a acompanhei, precisava conversar com ela. Chegamos na “residência dos Castillo” pelo menos era isso que estava escrito na caixa de correio. Angie e Germán arrumaram as coisas e saíram apressadamente, porém antes de sair:

–Pense no que eu te disse Leon! –Germán alertou-me e em seguida saiu. Com a fala do pai, Violetta me olhou confusa.

–O que ele te disse? –Violetta perguntou curiosa.

–Violetta eu estava pensando e...-Ela me interrompeu.

–Você não respondeu minha pergunta! O que ele te disse? –Ela perguntou novamente, eu suspirei pesadamente e tomei coragem para dizer algo que eu particularmente não queria, mas seria para o bem dela.

–Violetta, precisamos terminar.......

Notas finais
Então? Gente eu sei que você não queriam que o casal Leonetta acabasse, mas eu fiz isso para a fic ter mais graça. Peço que deixem seus reviews, dizendo se gostaram ou de detestaram haha Eu pretendo postar assim que acabar minhas provas, pq aí farei um cap melhor, até logo....