Três Sentidos
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Mais um cap! *palmas* Eu sei, muito obrigado! Vocês é que são demais! ( não estou normal hoje)Agora chega de brincadeira! Mias um capítulo para vossas senhorias... Boa leitura!
– Claro — Renato anda mais um pouco e para em frente a uma porta — agora começa a mudança na vida de vocês — e olha para Matheus — como alguém pediu.
– Como assim? — Léo olha para Matheus — o que você pediu?
– Eu? — Matheus se assusta e levanta as mãos em sinal de inocência — eu sou inocente!
– Cara — Léo põe a mão no ombro de Matheus — eu te conheço, há um ano nós nos conhecemos, o que foi que você pediu?
– Nada! — Matheus se vê prensado na parede — juro!
– Matheus — Léo põe a outra mão no outro ombro de Matheus — fala o que você pediu!
– Eu pedi nada! — Matheus começa a se sentir menor – cara; não pedi nada, juro, você sabe que eu não mentiria para você.
– Tem certeza? — Léo olha para Renato.
– Tenho — Matheus fala quase chorando.
– Por que você olhou para ele? — Léo se aproxima de Renato.
– Ué, só olhei para ele — Renato cruza os braços — por que não posso olhar para ele? Fica com ciúmes?
Leonardo quase voa em cima de Renato.
– Olha aqui! — Léo fala baixo e com um olhar assassino — ele é só meu amigo, e se você começar a palhaçada eu não me responsabilizo por sua saúde...
Renato olha com desdém, põe a mão na porta.
– Quem vai primeiro? — Renato olha para Léo e Débora e depois olha para Matheus e sorri — Vai?
Todos se entre olharam, mas ninguém se moveu.
– Ora, vamos logo — Renato abre a porta e dentro está completamente escuro — nenhum corajoso?
Léo e Débora se afastaram com a ideia de caírem novamente e Matheus deu um passo frente.
– Eu vou — Matheus olha para a porta — só quero o quero saber o que tem aí dentro.
– Bem, só você sabe — Renato cruza os braços e encosta na parede.
– Como assim? — Matheus olha assustado para Renato.
– Vai ou não? — Renato olha com tédio e impaciência.
– ok — Matheus entra vagarosamente porta adentro.
Léo e Débora ficam assustados e a porta se fecha bruscamente.
– Bem é só esperar o amigo de vocês, depois é com vocês — Renato sorri e abaixa a cabeça.
Matheus vê a completa escuridão, esticava os braços na tentativa de impedir alguma trombada.
– Aqui você não vai enxergar a meio palmo de seus olhos — a voz de Renato soou, Matheus se assusta e vê o estranho a sua direita.
– Como entrou aqui? — Matheus estranha e Renato se assusta — não ouvi ninguém abrir a porta.
– Como você me enxerga? Não era para você me ver — Renato se assusta e chega mais perto de Matheus que se afasta.
– Você acha que eu sei! — Matheus retruca e volta a andar.
– Bem ache uma escada que suba só isso e vai ter todas as explicações que quiser — Renato desaparece.
– Legal — Matheus olha para os lados e vê pouca coisa — onde eu me meti? — e vai à procura da tal escada.
Do lado de fora, Renato levanta o rosto.
– Já se decidiram qual de vocês vai primeiro? — Renato fala um pouco cansado.
– Ela/Ele — Léo e Débora falam respectivamente e simultaneamente.
Renato sorri.
– O que eles viram em vocês? — Renato coça a cabeça.
– Quem? -Débora pergunta interessada.
– Depois da porta — Renato olha para a mesma — espero que não demore...
Lá dentro Matheus já estava impaciente de tanto andar e achar só escadas que descessem.
– Que droga! — Matheus parou e cruzou os braços — cadê essa porcaria?
Matheus estica o braço e esbarra em um murro e ele segue até que acha um vão, ele pensando que fosse uma quina vira, mas não era, e ele quase vai ao chão. Ele achou.
– Já era tempo — Matheus segue feliz escada a cima, mas depois de três degraus ela desce.
Matheus se irritou e seguiu em frente e do nada a luz volta e ele se vê perto do grupo, só que numa escada.
– Como? — Matheus olha perplexo e vai em direção do grupo — oi.
Léo e Débora se assumam e Renato suspira.
– Bom próximo — Renato abre a porta.
– Primeiro as damas — Léo sorri.
– Só é cavalheiro quando lhe convém — Débora entra na porta que se fecha sozinha.
– Como foi? — Léo pergunta e Renato abaixa a cabeça.
– Foi — Matheus tenta encontrar palavras — escuro e irritante.
– Hã? — Léo vira a cabeça e fica confuso.
– Não conseguiu, Matheus – Renato, levanta a cabeça, irritado — era tão fácil! Como você não conseguiu?
– Não sou você — Matheus falou calmamente — se você acha que era fácil bom. Mas eu não achei!
– Olha — Renato desencosta da parede e parece que ia falar algo, mas se conteve — nada...
– Fala — Léo interviu — vamos, ou não tem coragem?
Renato quase explodiu, mas novamente se conteve.
A porta se abre e Débora sai completamente encharcada.
– Nunca mais eu entro na água — Débora saí da porta, que fecha se sozinha, e se joga no chão — vai logo Léo.
Léo abre a porta e entra.
– Como foi o seu? — Débora pergunta.
– Péssimo — Matheus olha para Renato que o fuzila com o olhar.
– Não como o meu — Débora encosta a cabeça para recuperar um pouco o fôlego.
– Verdade — Matheus admitiu — foi bem pior.
Léo saiu da porta com um machucado enorme no braço, como se fosse uma mordida.
– Quietos — Léo quase rosnou — sem comentários.
Léo sentou e Matheus olhou para Renato, que ainda o fuzilava com o olhar.
– Anda logo — Renato abriu a porta e Matheus entrou, quando estava dentro das sombras novamente Renato falou — você só poderá passar por aqui só mais uma vez.
– Ou seja — Matheus começou a andar pelas sombras que ficaram mais escuras — só mais uma chance...
– Basicamente — Região terminou de falar.
Matheus andou, pelas sombras, por vários minutos. Nada via ou sentia, tudo era mórbido. Sem alma. Sem sentimentos.
Matheus vagou, e se sentiu em casa, no escuro da vida. Ele andou, na verdade vagou até que encontrou duas portas. No escuro conseguia sentir, uma emanava paz e outro conhecimento.
– Uma escolha difícil — Matheus escolheu a paz.
Da porta começava uma escada que subia para uma luz. Matheus soube o que tinha que acontecer aconteceu. E subiu as escadas calmamente e chegou à luz.
– Finalmente — Renato disse impaciente — demorou.
– Como disse — Matheus disse de cabeça baixa — não sou você, meu tempo é diferente, sou completamente diferente...
– Ainda bem — Renato solta as palavras baixo.
Matheus olha para Léo, que conseguiu estancar o sangue.
– Não tem um médico aqui não? — Matheus estica a mão para a Débora, que aceita, e ajuda Léo — vamos, tem ou não?
– Só um momento — Renato olha para os lados e acena para uma mulher — pronto ai está sua médica.
– Oba — Léo sorri e recebe um tapa de Débora — calma.
– Calma? – Débora abaixa o rosto – como ter calma com um tarado?
– Com o tarado com você ama é fácil, né? – Léo sorri e leva um soco de Débora – por que você só me maltrata? Bate no Matheus também!
– Ele fez algum comentário idiota? – Débora virá o rosto, irritada – acho que não.
A mulher chega, com seu jaleco branco e com roupas curtas e coladas.
– Isso é roupa de uma enfermeira? – Débora aponta o dedo e grita – isso é uma vergonha!
– Calma querida – a moça sorri prepotente – sou muito mais do que você pode ver!
Notas finais
E que portas são essas? (eu pergunto para quem não sabe e eu sabendo... Muito legal) Bem meus anjinhos ( eu, realmente, não estou legal!) agora me despeço... Eu sei! Também amo vocês! Até a próxima!
Fale com o autor