Notas iniciais
QUERIDAS PESSOINHAS! Voltei com mais um cap! Não consegui esperar a semana que vem!
Espero que gostem!

Após Leonardo ser cuidado pela enfermeira, o grupo começa a andar pelos corredores brancos com azulejos verdes. Havia algumas pessoas, umas só olhavam, outras sorriam, mas outras hes olhavam com soberba.

- Pelo visto — Débora falou — panelas aqui são bem frequentes.

- Sim — Renato entrou em um corredor — isso é uma escola, queria o quê?

- Escola? — Léo e Débora gritaram — ninguém falou nada!

- Era obvio — Renato virou o rosto e sobre os ombros sorriu — não era?

- Isto é propaganda enganosa! — Léo apontou o dedo — Matheus me ajuda!

Matheus que até agora estava absorvido em seus pensamentos, olhou confuso e soltou um belo "hã?.

- Anda me ajuda, ou você não prestou a atenção na conversa — Léo se virou para Matheus e cruzou os braços.

- Me desculpe — Matheus olhou para baixo, sua cabeça estava uma confusão, a confusão que ele estava habituado — não escutei.

- Isso aqui é uma escola! — Léo falou irritado.

- Meio óbvio, não? — Matheus falou de cabeça baixa — e provavelmente já estados matriculados...

- Certo — Renato falou um tanto seco.

- E o nível? — Débora perguntou com medo.

- Faz o PH parecer coisa de maternal — uma voz conhecida soou — e aqui sou uma das piores alunas!

- O quê? — Débora ficou boquiaberta — Nathália, você pior aluna! Estamos ferrados.

- Parem com isso! — Nathália sorriu — eles conseguiram?

- Sim, alguém com dificuldade, mas conseguiram — Renato falou olhando para Matheus — vou levá-los para o quarto.

- Não me lembro de ter aceitado nada sobre ficar aqui — Matheus falou baixo e grave.

- Quando entraram naquela porta — Renato sorriu — aceitaram.

Com a situação, praticamente, perdida o grupo seguiu quieto para os quartos. A área para outra quartos era bem dividida, com quartos espaçosos e mistos.

- Como assim? — Débora parou — todos juntos e misturados?

- É; qual o problema? — Renato olhou para Débora — todos aqui sabem as regras e respeitam, e sabem como os infratores são tratados...

Débora, engolindo seco, olhou para frente.

- Mas os quartos — Renato voltou a andar — obviamente, são de indivíduos do mesmo sexo.

Débora soltou um suspiro.

- Foi isso que eu tinha perguntado — Débora falou baixo.

- Eu sei — Renato também falou baixo.

Débora cruzou os braços, irritada, e assim eles continuaram a andar por vários corredores até que.

- Chegamos! — Renato parou em um corredor — esse aqui é o corredor de vocês, estamos no grupo três na parte sete no ponto nove.

- Para serve essas informações? — Léo olhou confuso para Renato.

- Para vocês chegarem mais rápido — Renato apontou para uma espécie de buraco na parede, dentro dele, era revestido por um metal escuro e tinha um painel com vários números — ali é o sistema de "transporte" da escola, é só apertar a relação dos números e pronto, está em todos os alojamentos, mas para chegar às salas é só passar pelo portão principal — Renato se virou e apontou um grande portal — nele vocês chegaram ao refeitório e dele as salas.

- Legal Débora e Léo falaram uníssono.

- Gostou Matheus? -Renato perguntou para Matheus, que estava olhando para o nada.

- Sim — Matheus levantou o rosto e sorriu — é bem interessante.

- Nossos magos são bons — Renato sorriu — afinal uma escola como essa tem que ter.

- Magos? — Débora quase babou — adorei essa escola.

- É... — Renato olhou para frente — bem garotos, o quarto de vocês é aquele.

Renato mostrou uma porta de madeira simples. Léo e Matheus andaram e quando abriram a porta viram um simples corredor de cor amarelo bem fraco e avançaram quando o pequeno corredor acabou eles viram o quarto enorme, duas camas casais, três poltronas, um banheiro, dois computadores, e duas estantes e dois guarda-roupas.

- Aquela é minha! — Léo voou na cama que era longe de uma janela — é tão boa!

Matheus olhou cada detalhe surpreso, após sentou na cama.

- Nossa... Matheus deitou e olhou para o teto laranja — isso é impossível...

Léo estava pulando na cama e levantou e ligou o computador.

- Esse é o melhor do mercado — Renato falou do corredor — nenhum pode superar os nossos computadores, e claro, a internet, aqui, é a melhor...

- Essa é a melhor escola de todas! — Léo sentou na cama — vou ligar o meu!

Léo correu para a outra escrivaninha e ligou o computador.

- As aulas começam amanhã às 9h — Renato saiu do corredor do quarto — agora é você.

- Vou dormir sozinha? — Débora perguntou.

- Não — Renato parou ao lado da porta da frente do quarto dos garotos — com uma amiga sua.

- Amiga? — Renato abriu a porta e um corredor verde bem claro apareceu, Débora andou por ele quando acabou viu o quarto dos seus sonhos: duas camas casais, dois guarda-roupas enormes, dois computadores, um sofá e um boneco do Inuynasha em tamanho real. Débora saiu correndo e gritando, como se fosse uma adolescente louca e pirada que viu o seu cantor momentaneamente favorito, e agarrou o boneco.

- Perfeito — Débora não acreditava — perfeito.

- Adolescentes — Renato saiu do quarto — a sua cama é que está mais longe da janela, seu guarda-roupa e seu computador também.

Renato saiu e voltou ao quarto dos garotos; Léo estava no PC, Matheus vendo a estante.

- Quantos livros — Matheus, falou, se virando para Renato — é... Nossa.

- Eu sei — Renato sorriu ao ver que pelo menos um não era alienado — e a outra só tem mangá.

Os dois voaram para a estante e babaram como se fosse um tesouro inestimável.

- Muitos — os dois falaram juntos — e tão perto.

- É tem a coleção completa de todos os mais famosos, até o que não lançaram e outros que vocês vão gostar — Matheus tocou em um, Renato continuou falando — parem de ser viciados; amanhã começa as aulas, suas roupas já estão aqui, seus materiais já estão nos seus armários que estão um perto do outro, e acho que vou deixar vocês em paz; amanhã começa o inferno de vocês!

- Como? Léo berrou e desgrudou a cara do monitor não, isso não é assim!

- Claro que é! Como não poderia ser? Renato sorriu vou falar com a Débora, tenho que apresenta-la a companheira de quarto dela, mas elas já se conhecessem, e ainda tenho que falar outra coisa...

- O que se esqueceu de avisar o que? Matheus riu.

- Bem, se sentirem algo como: fome enorme, sede inacabável, ou outra coisa estranha Renato pôs a mão no queixo não se preocupe... É normal!

- Como? Matheus e Leonardo berraram.

- Ora, vamos Renato abaixou o rosto e falou de forma sombria isso aqui é uma escola, mas não uma escola normal, vocês aqui vão aprender que a realidade é uma mera fantasia, que o mundo é mais sanguinário do que vocês pensam! E vocês é o sangue!

Notas finais
Que final foi esse? Espera foi eu que fiz, eu deveria saber!
Bem esse cap também me marca algo! PERDI MINHA BETTA! Aquela coisinha! Espero que pelo menos continue lendo meu trabalho humilde e sincero! E que vá pela sombra!
BEM gente quero reviews! FUI!