Três Mestres para uma escrava
19 A terceira sessão na Sala Precisa – Parte I
Notas iniciais
O vestido que usava fora escolhido para aquele exato momento. Os botões todos na frente, facilitando que ela se despisse diante dele. Simples, mas elegante, de cores suaves, detalhes geométricos, com bordas em azul claro. Por baixo dele havia apenas uma minúscula calcinha, logo descartada também. Estava nua diante dele agora, deixando o orgulho de lado, do jeito que fez com seu vestido, deslizando com ele até ao chão, caído a seus pés, entregue a ele, junto com o comando de seu corpo e de suas vontades. Ela sabia o porquê de estar ali, o tempo das dúvidas tendo ficado para trás, seu corpo tremendo apenas de excitação agora. As mãos repousavam tranqüilas junto aos quadris, nem a mais leve tentativa de esconder sua nudez. Entregou a ele o controle que tinha nos outros momentos de sua vida, despiu-se do orgulho que sempre fora sua armadura. Era imensa a sua felicidade, ao constatar quão segura, feliz e tranqüila, ela se sentia ao fazer isso agora.
Hermione o viu sentado na cadeira, os modos aristocráticos tão evidentes, praticamente uma segunda natureza nele, fruto de séculos de herança familiar. Ela sabia o quanto ele odiava essa herança, o quanto tentou rejeitá-la; sabia também que isso lhe custara muito. Rejeitar uma parte de si próprio, mesmo uma parte que lhe era odiosa, nunca é algo fácil para qualquer um. A mente, sempre lógica, analítica e curiosa, de Hermione, não tinha dúvida em concluir que a motivação dele para se tornar um Mestre na arte do BDSM estava claramente ligada a necessidade de dar vazão a esse lado aristocrático. Um lado que ele, por tanto tempo tentou negar, até se dar conta de que era uma luta vã. É claro que todos os praticantes do BDSM, Mestres ou escravos, tinham seus motivos para se envolverem nesse estilo de vida. Não era o caso de terem baixa auto-estima, inclinações sádicas, algum trauma infantil, ou algo semelhante. No entanto, estava claro que todos, inclusive ela, viam no BDSM a chance de satisfazer uma necessidade pessoal, que só esse estilo de vida tornava possível suprir.
Durante mais de cinco minutos ela ficou parada ali, em pé, nua e exposta. Sirius olhando para ela, apreciando sua nudez, a evidente excitação no meio de suas pernas, mas isso não a incomodou nenhum pouco. Hermione já sentia em si os efeitos das sessões anteriores, todo o aprendizado obtido nelas. Não havia mais qualquer sinal de desconforto com a exibição de seu corpo nu. Muito ao contrário, ela sentia-se à vontade, vestida apenas em sua pele, exposta diante do homem à sua frente, exibindo com graça, tudo o que era oferecido a ele; para o seu prazer. Sirius fez um gesto discreto com uma das mãos, que ela não teve dificuldade em interpretar como um sinal para se ajoelhar. Hermione o fez sem demora ou hesitação, graciosamente, com humildade e alegria, tudo isso expresso num rosto sereno e sorridente. Ela manteve o corpo bem ereto, as pernas bem espaçadas; sentindo-se tão feliz em expor os bicos dos seios duríssimos, a boceta tão úmida e inchada, orgulhosa por mostrar a ele quão excitada estava. A cabeça estava levemente inclinada para baixo, mas não muito. Ele se levantou da cadeira, os modos aristocráticos muito evidentes em cada movimento que fazia.
– A sessão de hoje será dedicada a treinar sua capacidade de assumir qualquer papel que o seu Mestre quiser que você desempenhe – Sirus tinha sua mão segurando o queixo de Hermione enquanto falava. A cabeça dela voltada para ele, os olhos de ambos voltados um para o outro.- você acredita ser capaz de desempenhar esses papéis, Hermione?
– Sim Senhor, eu sei que sou – foi a resposta dela.
– Veremos se você é mesmo – ele olhou para ela, um breve momento de silêncio antes de voltar a falar – o que você acha de ser a minha cadela, Hermione?
– Se esse é o seu desejo, eu gostaria sim, de ser sua cadela, Senhor – a firmeza e a segurança de sua resposta a deixou feliz. Ele não perdeu tempo, dirigindo-se rapidamente à mesa no fundo da sala, voltando com uma coleira.
– Esse não é um colar de submissão, do tipo que você oferecerá ao seu futuro Mestre um dia. É apenas uma coleira comum. Você aceita que eu a coloque no seu pescoço, Hermione? – a resposta dela foi inclinar bem a cabeça, oferecendo-lhe o pescoço, afastando os cabelos com as mãos, garantindo-lhe fácil acesso. Sirius não perdeu tempo em colocar a coleira nela – agora você é minha cadela. Coloque-se na posição apropriada para uma cadela.
Ela se colocou imediatamente de quatro diante dele. O olhar voltado para baixo, com a típica humildade que se espera de uma cadela perante seu dono. Ele foi outra vez até a mesa e voltou com algo novo. “Fala sério”, Hermione pensou, se permitindo um momento breve, de leve rebeldia, ao ver o objeto. Era um plug anal, um pouco maior do que aquele que Snape enfiara em seu ânus na sessão anterior. Esse ainda tinha outra característica, uma imitação de rabo de cachorro em sua extremidade. Sirius se posicionou atrás dela. Hermione sentiu os dedos dele trabalhando em seu ânus, espalhando uma loção lubrificante. O plug foi enfiado logo depois. O desconforto dela durou algum tempo, pois Sirius não pareceu disposto a muitos cuidados na hora de enfiar o plug. Hermione foi superando o desconforto aos poucos, até que o plug estava todo enfiado nela, só ficando de fora a parte da imitação de cachorro. Ele se dirigiu até a mesa mais uma vez e voltou com uma corrente, tratando de prendê-la na coleira.
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Mais de quinze minutos se passaram desde que ele começou a tratá-la como a sua cadela, apreciando demais vê-la de quatro, andando em volta da Sala Precisa. A coleira em suas mãos mantendo-a sob controle, guiando seus movimentos, como se faz com uma boa cadelinha. Foram várias voltas inteiras pelo local. Ele apreciou o modo como ela aceitou docilmente a situação. Sirius constatou o quanto as sessões anteriores já tinham domesticado muito dos modos dela, principalmente a sua necessidade de se afirmar em alguns momentos. Ainda havia alguns limites a serem forçados, mas ele estava confiante de que ela confirmaria tudo o que Tonks havia dito para eles, na primeira vez que os procurou para informar que Hermione Granger queria se envolver no estilo de vida BDSM. Ele mexeu com a corrente, indicando para ela parar, sendo obedecido imediatamente. Sirius retirou o colar com a corrente, e depois fez o mesmo com o plug em seu ânus. Ela continuou de quatro para ele, até que Sirius, pegando em seu queixo, a fez se colocar de joelhos. Ele sorriu para ela, aquele sorriso cafajeste que sempre a afetava.
– Meus parabéns, Hermione. Você foi uma ótima cadela – ele disse.
– Obrigada, Senhor – Hermione sorriu para ele ao responder.
– Vamos continuar testando a sua capacidade para a obediência – disse Sirius – na sua primeira sessão, o Remus amarrou você numa cama, não foi?
– Sim Senhor.
– Mas uma verdadeira escrava não precisa de amarras para ficar a mercê do seu Mestre. Tudo o que ela precisa é ser absolutamente obediente a ele. Aceitar o fato de que a simples ordem do seu Mestre já é suficiente para ela estar sob total controle dele. Você crê ser capaz desse nível de entrega absoluta, Hermione?
– Eu sou Senhor, por favor, deixe-me provar que eu sou capaz disso – havia urgência na voz dela ao fazer tal afirmação.
– Boa menina – Sirius acariciou o seu rosto ao dizer isso, provocando um sorriso de pura felicidade nela – deite-se no chão. Barriga para cima. Mantenha seus braços esticados, acima da cabeça. Quero suas pernas bem espaçadas também.
Ela fez como lhe foi indicado. Deitada no chão, vendo-o acima dela, sentiu-se animada em provar sua total capacidade para a obediência. Ele agachou-se, ficando bem próximo a ela. Sirius utilizou seus dedos, acariciando-lhe o rosto, tocando-a suavemente. Hermione respirava de maneira acelerada, esperando uma ordem dele, ansiosa por isso. Os dedos dele passaram por seus lábios e desceram lentamente, do queixo ate o colo, passando pelo vale entre os seios. Sirius podia sentir o coração dela batendo acelerado, quase se perdendo em seus olhos, fixados nele, admirando o sorriso em seu rosto. Ela era maravilhosa.
– Remus colocou uma venda em seus olhos na sessão que teve com ele, mas eu não vou fazer isso – Sirius continuava descendo com seus dedos, agora girando em torno do ventre dela, enquanto falava – eu quero ver se você é capaz de se manter com os olhos fechados, e de só abri-los depois da minha ordem, não importa o que aconteça. Você é capaz disso, Hermione?
– Sim Senhor, eu sou capaz Senhor, deixe-me provar que sou capaz, por favor – ela queria muito ter a chance de provar isso ao homem acima dela.
– Você terá essa chance – ele disse sorrindo – feche os olhos. Você só poderá abri-los quando eu lhe der autorização para isso.
Ela fechou os olhos, sentindo a escuridão surgir diante de si. Nada a impedia de acabar com essa escuridão, nada além das ordens dele. Ela podia se mexer se quisesse, mas não o faria sem a autorização dele. Hermione tratou de relaxar o corpo, esvaziar a mente, controlar sua respiração. Queria que todo o seu foco ficasse concentrado em obedecer ao homem que a conduzia naquele momento, o homem a quem entregara o controle do seu corpo, de suas vontades. Os minutos se passaram sem que nada acontecesse. A espera começava a tornar-se torturante. A expectativa do que viria acontecer a deixava aflita. A vontade de abrir os olhos, de se levantar, tudo isso soava de maneira tentadora para ela, mas Hermione Granger resistiu. Ela respirou calmamente, tratou de conter sua ansiedade, decidiu que esperaria o tempo que fosse necessário, mas não ia ceder ao medo e a curiosidade.
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Quase meia hora tinha se passado desde que ela se colocara naquela posição. Sirius Black sentia que poderia ficar nesta situação a noite toda, apenas observando o pequeno e delicioso corpo nu, ali, deitado placidamente diante dele. Ele via os movimentos suaves de sua respiração, subindo e descendo. O rosto ganhou uma delicada serenidade, parecia que ela estava adormecida, mas ele sabia o quanto ela estava consciente, percebendo tudo à sua volta. Sirius se aproximou dela, as pontas dos dedos da mão direita tocando levemente a abertura entre as pernas de Hermione. A boca dela abriu-se para um suave gemido, reagindo ao toque dele. Os dedos percorrendo a pequena abertura, abrindo os lábios, expondo o clitóris, este tocado levemente por um deles. Sirius sente o corpo dela tremer, os gemidos ficando mais altos agora. O toque permaneceu suave durante mais de um minuto, até ele dar o primeiro tapa em sua boceta.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! – ela sentiu o tapa caindo forte entre suas pernas, o som da batida reverberando por seus ouvidos.
– Mantenha os seus braços e as suas pernas esticados. Não se atreva a abrir os olhos – um segundo tapa seguiu a sua fala. Hermione gritou novamente, mas fez o que ele mandou.
Os dedos dele voltando a passar suavemente sobre sua boceta, estimulando-a. Ela sentiu dois dedos a ponto de penetrá-la; desejou muito isso. Os gemidos de Hermione cada vez mais altos, até que um terceiro tapa a atingiu. Ela gritou de novo, mas sabia que estava excitada com a situação, sua umidade entre as pernas cada vez mais evidente. A jovem submissa esperou um novo tapa, mas este não veio. Mais um minuto se passou e ela ficou ali, sem ser tocada. Uma nova espera angustiante até sentir a mordida no seu seio direito. A dor do grampo se fechando no mamilo atingindo-a em cheio, duplicada quando ele fez o mesmo com o seio esquerdo.
– Respire fundo, Hermione – Sirius tocava levemente em sua testa ao falar – aceite a dor, faça dela uma amiga – ele enfatizou essas palavra enquanto puxava a corrente que prendia os grampos.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Oh Merlin! Aaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! – a dor era imensa e ela não teve como evitar arquear o corpo, a cabeça virando de um lado a outro, mas manteve os braços e as pernas imóveis, seus olhos ainda fechados.
Ele puxou a corrente mais duas vezes, os gritos dela soando fortes em seus ouvidos. Em ambas as vezes, manteve a corrente bem esticada. O que para ele foram apenas alguns segundos em cada vez, para ela pareceu uma eternidade, seus gritos lhe indicando isso muito claramente. Sirius apreciou a coragem dela, sua força e dedicação. As lágrimas desciam de seus olhos fechados, deslizavam pelo rosto, sendo aparadas pelo dedo dele. Sirius apenas observava as reações dela agora. O modo como ela procurava controlar a respiração, aceitando a dor que lhe era infligida. Foram vários minutos assim até que ele se levantou e pegou uma vela.
Vários pingos de cera caíram sobre o corpo de Hermione. Ela sentia as pequenas pontadas de dor, uma leve queimação, na verdade, nas várias partes do corpo que eram atingidas pelas gotas de cera. As gotas caiam no seu colo, nos seios, no ventre, em volta da boceta, nada que se comparasse ao que estava sentindo em seus mamilos, com a mordida dos grampos. Sirius apreciava a visão da jovem deitada, via a gotas de cera secando no corpo dela, sorrindo orgulhoso. Ainda havia muito para fazer, muitos limites a serem forçados. Ele sabia disso enquanto se dirigia até a mesa. Escolheu, entre uma fileira de chicotes, aquele que lhe pareceu mais indicado, que por uma feliz coincidência, também era o que ele sempre gostou mais de usar. Passando a mão em todas as nove tiras de couro que o formavam, Sirius sorria, enquanto pensava no quanto de força deveria usar, na hora de bater nela com o aquele chicote.
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A dor que sentiu com os tapas que levou em sua boceta, nem de longe se comparava ao que ela sentiu com os grampos em seus mamilos. Ainda assim, ela foi aceitando-a, fazendo dela parte do seu prazer. Podia sentir a umidade no meio de suas pernas enquanto as gotas de cera pingavam em diversas partes do seu corpo. Após tudo isso, seguiu-se o silêncio. Nada aconteceu por vários minutos e ela imaginou o quanto ele estaria próximo dela, apreciando-a em sua nudez e desamparo. A tentação de abrir os olhos era cada vez mais forte, mas o desejo de obedecer prevaleceu. Os olhos fechados convidavam os outros sentidos a ficarem apurados. Ela tentou senti-lo por perto através do cheiro, tentando ouvir sua respiração. Um som bem leve indicava que ele estava se movendo para longe, certamente para pegar algo na mesa que estava no canto da sala, retornando após algum tempo.
– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
O primeiro golpe do chicote a atingiu por toda a extensão entre suas pernas. Sua boceta latejou ao ser atingida por várias tiras, felizmente nenhuma ponta delas. Foi mais o susto do que dor que a fez gritar, pois o golpe foi relativamente leve. O segundo golpe já foi dado com mais força, dessa vez a dor se fez mais presente, somando àquela dos mamilos. O terceiro golpe foi no ventre, as pontas do chicote atingindo-a bem abaixo dos seios. O quarto e quinto golpe foram direto em cada um dos seios, dados com muita força, fazendo-a gritar alto e forte. Medo, dor e excitação se misturavam dentro dela, mas em nenhum momento Hermione cogitou dizer a palavra de segurança. Seus braços e suas pernas também permaneceram firmes onde estavam. Seus olhos se mantiveram fechados. A dor era muito grande, as lagrimas continuavam deslizando pelo seu rosto, mas ela sorria, muito contente consigo mesma. Arqueou seu corpo orgulhosamente, oferecendo-o a ele, para o seu uso e dispor.
Não ocorreram mais golpes. Por um instante reinou o silêncio. Ela sentiu-o próximo de si, as mãos dele no seu seio direito. A retirada do grampo, em vez de alívio, causou-lhe mais dor, mas logo ela sentiu a boca dele no mamilo, chupando-o delicadamente, a língua deslizando pelo seio. O mesmo processo se deu no seio esquerdo. Hermione gostou da sensação da boca dele em seus seios, aliviando a dor. Ela não ficou frustrada quando o contato foi quebrado, pois percebeu que ele continuava bem próximo a ela; sentiu-o se deslocando para baixo dela, mesmo sem tocá-la. Sabia o que ele ia fazer e ficou muito feliz. O toque da língua dele em sua boceta a fez gemer alto, o corpo voltou a arquear, a cabeça virando de um lado a outro novamente. A vontade de abrir os olhos e vê-lo entre suas pernas era crescente, mas ela manteve-se firme em sua posição, pois suas vontades pertenciam a ele agora, junto com o seu corpo
Sirius ficou um bom tempo dando-lhe prazer com sua boca e dedos, até quebrar o contato, deixando-a bem frustrada dessa vez. Hermione o sentiu se afastar, mas não disse nada, pois sabia que ele voltaria, o que realmente aconteceu. Sirius virou o corpo dela, deixando-a de bruços. A mão dele deslizando suavemente pelo seu traseiro, até dar o primeiro tapa, em sua nádega esquerda. Ela sentiu a dor, ouviu o som estalado, gritou, e depois sorriu. O segundo tapa foi na outra nádega. Foram apenas esses dois tapas, logo ela sentiu a loção lubrificante em seu ânus, seguido por um plug anal, o maior que já havia sido enfiado nela até agora. A dor foi imensa, mas Hermione se manteve firme, até se acostumar com o objeto dentro dela. Ele a virou de novo, e outro objeto foi enfiado, agora na sua boceta.
– Abra os olhos – ela obedeceu a ordem imediatamente e o viu de pé, com a varinha na mão. Sirius fez um movimento silencioso com ela, e o vibrador em sua boceta girou velozmente.
– Ooooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Oh Merlin! Oooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh! – os minutos se passaram, os gritos e gemidos dela se tornaram cada vez mais fortes, a cada vez que ele usava o feitiço que movia o vibrador em sua boceta, até decidir pará-lo.
– Coloque-se de joelhos, Hermione – ela teve alguma dificuldade em obedecer, mas o fez, sabendo o que viria a seguir – sua boceta e seu ânus estão bem cheios, hora de fazer o mesmo com sua boca.
Ela logo compreendeu o que deveria fazer. Ele continuava parado diante dela e Hermione lentamente começou a desabotoar suas calças. Uma expressão que misturava surpresa, susto e excitação surge em seu rosto, ao ver o tamanho do pênis dele. Não que fosse algo anormal ou descomunal, mas era o maior que ela já tinha visto. Não que ela tivesse visto tantos, na verdade era o quinto pênis que ela tinha diante de si em sua vida. Sirius Black não era propriamente acavalado, mas chegava bem perto disso. Ele ia endurecendo à medida que suas mãos o tocavam, ficando ainda maior. Hermione lutava contra a tentação de medi-lo com uma das mãos, imaginando o que ele diria se ela o fizesse.
– Você pode medi-lo se quiser – Sirius tinha um olhar divertido ao falar com ela – não será a primeira com essa curiosidade. A questão é saber se você será a primeira que conseguirá engolir inteiro o que tem diante de si. Até hoje nenhuma escrava ou submissa em treinamento que esteve comigo foi capaz de conseguir, mas eu acredito que você é mais gulosa do que qualquer uma delas.
Ela vislumbrou o membro já inteiramente duro diante de si, imaginando se conseguiria. O desafio e a curiosidade estimulando sua vontade de atingir esse feito. Hermione começou pela cabeça, a língua passando sobre ela com lentidão, sentindo o gosto salgado, deixando-a bem úmida. A boca logo engolfando, os dentes cravando numa leve mordida. Ela ouviu o gemido dele, um leve toque de dor, ao sentir os dentes dela em seu membro, logo aliviada com a ação de sua língua. Depois da cabeça, ela começou a trabalhar desde a raiz, deslizando sua língua por toda a extensão, repetindo o processo até cada centímetro do membro dele ter sido tocado por ela. O desafio, no entanto, continuava diante dela. “Será que eu consigo?”, Hermione pensou, seu lado racional ponderando o absurdo que seria tentar algo assim; mas ela era tão curiosa. Respirou fundo e engoliu o membro. Vê-lo arquear o corpo, inclinar a cabeça, fechar os olhos e gemer, só estimulou o seu desejo de levá-lo todo na sua boca, mas só chegou a pouco além da metade, quando a necessidade de respirar se fez presente.
– Está tudo bem, está tudo bem – Sirius acariciava seu rosto e cabelos ao falar com ela, percebendo a sua dificuldade em recuperar o fôlego – você pode fazer mais do que isso, eu sei.
A confiança dele a estimulou ainda mais. Ela lambeu toda a extensão do pênis dele outra vez, antes de fazer uma nova tentativa. Respirou fundo, ganhou novo fôlego e o engoliu novamente. Dessa vez foi bem além da metade, resistindo a sensação de vômito, forçando a respiração através do nariz, levando-o até o fundo da garganta. Faltava bem pouco agora. Ela não olhava para ele, pois sentia que precisava de todo o seu foco em ter aquele pênis inteirinho dentro da sua boca. Não percebeu, portanto, o olhar admirado que Sirius fazia, ao ver seu membro desaparecer quase todo dentro da boca dela.
– Merlin, Hermione, não acredito que você vai realmente conseguir – Sirius tinha dificuldade em falar – uma das garotas que eu adestrei desistiu do BDSM assim que viu o tamanho do meu pênis – mal terminou de falar e ele ouviu um estranho barulho vindo da boca dela, como se estivesse engasgando. Hermione retirou sua boca rapidamente, deixando o pênis dele livre. O que ele ouviu a seguir foi um misto de aceso de tosse, risada e a tentativa de retomar a normalidade da respiração.
– Eu estava quase conseguindo – ela disse frustrada, ainda tossindo um pouco.
– Está tudo bem, Hermione, você foi mais longe do que qualquer uma com quem eu já estive antes – ele disse, para logo depois deitá-la no chão. Ele a virou de bruços e tirou o plug do seu ânus. Em seguida a virou de novo e tirou o vibrador da sua boceta – sua boca quase conseguiu levá-lo inteiro, vamos ver se sua boceta terá melhor sorte.
Ele começou a penetrá-la sem demora. Hermione percebeu como estava úmida ao sentir que ele não teve muita dificuldade para entrar nela, mesmo com o tamanho do membro. Ela o sentiu abrindo caminho dentro dela, seus músculos tratando de acomodá-lo. A sensação de dor numa crescente à medida que o membro entrava mais. Suas pernas abraçaram a cintura dele, suas unhas cravaram em suas costas, ela mordeu-lhe o ombro. Tudo isso só estimulou Sirius a ir mais fundo dentro dela, estocando-a com toda a força que conseguia reunir. Eram gritos de dor, gemidos de prazer; tanto Sirius como Hermione os vocalizavam com vontade, reverberando por toda a sala. Assim ficaram por um bom tempo até o orgasmo colher a ambos de forma intensa. Ficaram juntos durante alguns minutos, ambos sem forças para se desvencilhar um do outro. Hermione mal sentia o peso dele sobre ela, pois parecia fora de si própria, completamente mergulhada em seu completo estado de total liberdade na submissão. Foi Sirius, a custa de muito esforço, que tomou a iniciativa da separação.
Ele levou mais alguns minutos para recuperar o fôlego, enquanto admirava a mulher deitada diante dele, num estado de completa alienação, algo que o deixava orgulhoso de si mesmo. Ela permanecia deitada, os olhos ainda perdidos, mas ele decidiu que era hora de forçar um novo limite. Sirius levantou-se, dirigiu-se até a mesa e pegou de volta a coleira, ainda presa na corrente. Ele pôs Hermione de quatro, colocando a coleira nela, sua docilidade em aceitar tudo isso não passando despercebida por ele. Sirius pegou sua varinha e fez um feitiço do patrono, a criatura passando por um quadro e seguindo adiante. Mesmo em seu estado alterado, Hermione não ficou alheia às ações dele, sentindo que algo muito importante estava para acontecer.
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Hermione reconheceu o quadro por onde o patrono convocado por Sirius passou. Ela e seus amigos, Harry Potter e Ronald Weasley passaram por ele, alguns anos atrás, quando precisaram invadir Hogwarts, nos momentos finais da guerra contra Voldemort. Aquela era uma ligação entre Hogwarts e uma taverna em Hogsmead, que era administrada pelo irmão de Dumbledore. Ela e Sirius se mantinham posicionados de frente para o quadro agora; ele de pé, bem imponente, enquanto ela se mantinha na sua posição de quatro, como a cadela dele. Hermione começou a distinguir as duas formas vindo através do quadro, de longe parecia alguém guiando o seu animal doméstico. À medida que se aproximavam, no entanto, ficou evidente que era um homem e uma mulher, ela na mesma posição em que Hermione se encontrava naquele momento. Era evidente que se tratava de um outro Mestre, junto com sua escrava. Hermione sentiu-se tensa, além de ligeiramente corada, ao reconhecer quem era a mulher que seguia de quatro, como a cadela de seu Mestre. As duas figuras saíram do quadro e entraram na Sala Precisa. Foi Sirius quem quebrou o silêncio, se dirigindo ao outro Mestre.
– Que bom que você pôde vir Blaise, mais ainda por trazer sua escrava – Sirius o cumprimentou formalmente.
– É um prazer estar aqui Sirius – Blaise respondeu – espero que eu e minha escrava sejamos muito úteis na sessão de adestramento que você está conduzindo.
– Com certeza serão – Sirius olhou para Hermione antes de concluir – ela precisa aprender uma lição importante sobre ser uma escrava – ele olha de maneira firme para escrava de Blaise – você e Luna serão fundamentais nisso.
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