Notas iniciais
Uma tarde como qualquer outra, com uma única diferença sua perfeição, tudo é tão belo, quem sabe seja culpa do amor que paira sobre o ar.

Quarta feira dia 11 de Maio de 2011 esta é a data em que tudo se passa, talvez a pergunta que se façam é porque datar? Porque por data? Porque deixar como foco principal a data? Eu digo uma coisa James sabe, talvez ele ainda não saiba, mas no fim do seu dia ele saberá, e isso trará muitas mudanças em sua vida, ele ainda não sabe, mas vai passar por muita coisa, muitas revelações, nas quais cada mínimo detalhe tem grande importância.

Ao acordar a primeira coisa que ele se lembrou foi de Quão adorável sua amada Suzan estava no dia anterior , ele recordava quão doce e amável ela estava, quão delicada, quão espetacular, doce, harmoniosa, como seus beijos o deixavam fora de si, como cada caricia arrepiava-o, erá tão bom lembrar de tudo isso, no decorrer do dia James resolveu ir fazer uma caminhada nesta tarde de verão, era inusitado ele ir praticar caminhada pleno meio dia, mas para ele tanto fazia afinal estava de férias mesmo e o resto era resto, exceto pelo fato de que acordará tarde a não havia tomado café da manhã, sequer almoçado ele sabia que iria ouvir muito de sua mãe quando chegasse em casa, mas como antes, ainda não fazia diferença, pois ele encontrava seu ponto de apoio em suas lembranças do dia anterior e achava que a maçã que ele carregava nas mãos o daria energia para uma caminhada inteira de reflexões ao retornar veria se comeria algo se ainda estivesse com fome, foi quando percebeu e se perguntou o que era aquilo, o que era aquela queimação estranha no seu estomago, e em seu peito, era quente era forte e muito intensa, em segundos ele notou que acontecia a medida que ele pensava "nela", só havia uma explicação era Amor.

No fim de aproximadamente quase meia hora de caminhada com este ardor e lembranças dela , ele resolveu apreciar sua vista e ainda mais aquele lugar maravilhoso em que ele se encontrava, era um bosque lindo ao qual ele percorria e frequentemente pessoas passavam praticando corrida ao seu lado sempre as mesmas pessoas de cá para lá e de lá para cá, do outro lado ele via pessoas praticando aikido com um tipo de blusa branca colada com um saiote preto uma combinação harmoniosa que mais lembrava yin e yang, enquanto eles golpeavam as arvores com seus bastões, havia em torno de 3 pessoas ele acreditava que seria o mestre ensinando seus alunos, passáros cantavam suas cantigas de amor lírico, uma brisa suave corria a sua volta, estava tudo em completa sintônia, era seu segundo dia em um mundo 'perfeito" era tudo muito estranho de tão impecável, lindo e harmônico de tal forma que ele se imaginava dentro de uma de suas leituras nas quais ele apreciava a riqueza de detalhes e se sentia o personagem principal, ele prosseguiu com sua caminhava e agora cantarolava sua musica preferida "Amazing" uma musica que o Seal cantando no desfile Victoria secrets uma vez, ele sorriu quando recordou-se que começou a ver a apresentação praticamente obrigado por sua namorada e que agora era algo que ele sentia simpatia em ver ainda mais quando grandes nomes animavam o desfile, ele cantarolava com entusiasmo ao notar uma menina a beira de um lago lindo, água cristalina, com uma fonte ao meio que jorrava água com fervor, era impossível não se maravilhar com tudo aquilo, havia detalhes ao seu redor tudo muito lindo, e em meio a tanta beleza ele percebeu lamurias e se virou para ver de onde vinha quando observou uma menininha de em torno de cinco anos baixinha de mais para sua idade, mas com feições doces e amenas, sua maçã do rosto tinha um contorno que fazia sua face ser tão apreciada quanto seu choro de tristeza que por mais doloroso que fosse ainda soava lindo, ele ajoelhou-se em meio ao chão, mesmo sabendo que sujaria sua bermuda de caminhar então a perguntou mesmo com receio.

–Porque choras?

O choro abaixou seu timbre e em meio a soluços ele quase pode ouvir palavras quando novamente perguntou.

–O que te aflige bela menina, conta-me e quem sabe eu a dê uma solução, mas antes de tudo eu me chamo James agora diga me teu nome.

–Marisa, tio, meu nome é Marisa. Era falho sua voz em meio ao seu choro, mas já era um começo.

– És muito bela, mesmo aos prantos, mas me machuca o coração ver um anjinho tão belo choramingando, lhe prometo fazer o possível para lhe ajudar, então diga–me o que a está incomodando.

–Tio minha bola caiu no lado eu não consigo pegar. novamente o choro estava a irromper o local.

–Não chore, lhe garanto que pegarei de volta seu brinquedo. Após terminar a afirmação ele já pensava em como foi dizer algo assim, ele pensava caramba porque falei tão rápido e de repente eu deveria ter pensado. E agora como vou pegar está bola? Sem contar que eu vou me molhar todo, Mas que merda porque eu tinha que prometer isso e porque ela tinha que ser tão meiga, aaaa merda vou pegar logo e terminar de uma vez com isso. Ele olhou para o relógio no canto do bosque e viu exatamente a hora para que não se atrasasse para retornar para casa, acariciou os cabelos da menina beijou sua testa mesmo sem a conhecer afastou-s retirou a camisa, deixando a mostra seu físico, todo modelado, algo que tinha orgulho, retirou seus sapados e novamente gravou o horário em sua mente, meio dia e cinquenta, ele se repetia este horário sem saber o motivo enquanto pensava em como o lago era grande, e como a bola dela havia ido parar tão longe.