True Love

46 Ultrassom


Notas iniciais
Oi meus amores! MAIS UMA RECOMENDAÇÃO, GENTE VOCÊS SÃO UNS AMORZINHOS, MEU DEUS! Quero agradecer a Little Vampire pelas lindas palavras ♥ Você não sabe o quão eu fico feliz em saber que você chora com a fanfic hahaha meio louca? Talvez! É que saber que vocês se emocionam, eu sei que estou escrevendo direito e que ainda sim posso melhorar mais e mais. E estou lisonjeada pela minha fic ser a melhor de todas que já leu, mulher assim ficarei me sentindo! Obrigada mesmoooo, amei ler a sua recomendação e esse capítulo é desejado a você, provavelmente um dos mais fofos, então aproveite!

POV Stefan

Eu deveria estar afastando a Elena de mim como fazia antes, mas não posso, ela está grávida de um filho meu, como vou simplesmente faze-la me odiar e passar por isso sozinha? Não posso! Mesmo que eu esteja colocando-a em risco, eu nunca conseguiria fazer isso, não conseguiria ficar longe da gestação dela, não poderia. Preciso contar a verdade a ela, sei que está sendo difícil para ela ficar ao meu lado, sei que ainda me odeia, não posso mais fazer isso, talvez eu contando a verdade o nosso relacionamento pode voltar ao que era, ela precisa de todo amor e carinho possível, mesmo que eu a coloque em perigo, não posso negar isso a ela, e vou protegê-la, darei minha vida por ela, não deixarei que ninguém a machuque, nunca!

Entro na casa e ando procurando-a, até acha-la na sala, sentada no sofá, lendo um livro.

—Elena? – digo, ela tira os olhos do livro e me olha.

—Ah você voltou – diz se levantando – preciso falar com você.

—Eu também – me aproximo dela – pode falar primeiro.

—Essa semana eu vou fazer o meu primeiro ultrassom, e como eu sei que você quer participar de tudo, e eu queria alguém para ir comigo, acho que não teria melhor pessoa do que o próprio pai.

Sorrio.

—Eu quero, claro que sim. – digo animado.

Ela sorri.

—Ah que ótimo, fico muito feliz por ter aceitado.

—É lógico que eu aceitaria.

Seus olhos brilham como nunca e seu sorriso parece ficar mais lindo a cada dia.

—Então o que você queria falar comigo?

Acho que não é o momento apropriado, talvez ela fique feliz com o que eu fale, que tudo foi uma mentira para protegê-la, mas ela pode ficar com raiva de mim, e posso estragar um dos melhores dias da minha vida, que vai ser ver meu filho pela primeira vez, posso contar depois.

—Nada, nada de importante – digo.

—Tudo bem, vou subir.

Concordo com a cabeça e ela sai da sala.

Meu celular toca.

—Alô?

—Stefan? E o plano? Está quase acabando o prazo!— escuto a voz de Tyler.

—Eu sei, eu preciso de mais tempo.

—Não tem mais tempo!

—Tenta arranjar! Estou tendo uns problemas pessoais.

—E quem se importa? Só quero que faça o que eu pedi.

—Arranja mais tempo, só peço isso.

Ele bufa.

—Tá, vou ver, mas vê se agiliza.

—Tudo bem, vou tentar — ele desliga.

Que droga, eu ia conseguir uma boa grana, mas não posso ser um assassino. Eu não sei o que fazer, eu quero cancelar esse plano todo, porém não consigo, sei como eu resolveria todos os meus problemas. Minha cabeça vai explodir desse jeito!

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POV Elena

Sei que fiz o certo em chamar o Stefan para ir ver o ultrassom, mas estou confusa com os meus sentimentos, eu ainda o amo e vê-lo tão carinhoso e animado com esse bebê me faz lembrar o antigo Stefan, o Stefan por quem me apaixonei, e isso só ferra mais as coisas, não sei se ele está fingindo, ou dizendo a verdade, a única coisa que sei é que tenho que inclui-lo nisso, preciso dele, mesmo que ele esteja fingindo.

Bato na porta de seu quarto.

—Está aberta! – escuto sua voz.

Entro e o vejo sentado na ponta da cama, colocando o sapato.

—Vamos? – pergunto.

—Sim – ele acaba de amarrar o sapato e se levanta.

Saímos de casa e ele dirige até a clínica. Chegamos, sentamos e esperamos. Minha mão está tremendo e suando de nervosismo, estou tão ansiosa com isso, meu coração está acelerado.

—Ei, você tá tremendo – diz Stefan ao meu lado, olho para ele.

—Eu estou nervosa e ansiosa – digo.

Ele sorri.

—Eu também.

—É que ainda é algo novo, não planejava um filho agora e de repente eu descubro que estou grávida, não estava preparada.

—Muito menos eu, também estou com medo de tudo isso, mas a minha felicidade acaba sendo maior.

Sorrio.

—Fico feliz por saber que não estou nessa sozinha.

—Pode ter certeza que não está.

—Elena Gilbert – escuto uma voz feminina, olho ao redor e vejo a médica em frente a sua sala.

Nos levantamos e seguimos até a sala.

—Boa tarde – diz ela fechando a porta.

—Boa tarde – falamos em coro.

Ela senta atrás da mesa.

—Podem sentar aqui – diz ela apontando para as duas cadeiras em sua frente.

Eu e Stefan sentamos.

—Então, Elena, quanto tempo você está grávida?

—Vai fazer um mês – digo.

—Ok – ela escreve em um papel e depois faz mais algumas perguntas – bom, vamos ao que interessa – diz sorrindo e se levanta, ela caminha até a grande cadeira branca – pode deitar aqui.

Levanto-me e Stefan faz o mesmo, deito-me. Ela dá as costas e vai até um pequeno armário. Estou respirando ofegantemente e estou suando frio.

—Ei – escuto a voz de Stefan, olho para ele – eu estou aqui – ele entrelaça sua mão na minha – vai dar tudo certo, não precisa ficar nervosa, estou com você – sorrio e concordo com a cabeça.

A médica volta.

—Licença – diz levantando minha blusa – é um pouco gelado – ela passa o gel na minha barriga, sinto meus pelos arrepiarem.

Olho para Stefan e vejo que ele está com o sorriso mais lindo do mundo, e com um brilho no olhar impressionante, parece que isso foi o que ele mais sonhou. Ela liga a máquina e passa o aparelho em minha barriga, tento respirar calmamente, olho para Stefan novamente e ele está me olhando.

—Aqui está – diz a médica, que me faz desviar o olhar de Stefan e olhar para a máquina, ela aponta onde está o bebê, consigo ver.

Meus olhos se enchem de lágrimas, aperto mais ainda a mão de Stefan, olho para ele e ele já está me olhando, com os olhos cheios de lágrimas e com um sorriso impressionante.

—É o nosso filho – digo e as lágrimas descem rapidamente pelo meu rosto.

—Sim – ele se aproxima de mim e o abraço, choro de felicidade em seu ombro.

—Não estou acreditando – digo.

—Esse com certeza é o melhor dia da minha vida – ele me aperta mais em seus braços.

Uma felicidade muito grande invade meu corpo, isso era tudo que eu sonhava para o meu futuro e estou tendo agora, não sei explicar a alegria que estou sentindo.

Afasto-me de seu abraço e voltamos a olhar para a tela do aparelho, ele segura minha mão novamente.

—Parabéns – diz a médica.

Olho para ela e a vejo sorrindo.

—Obrigada – digo.

Passamos mais alguns minutos observando o bebê, e então marco várias consultas com ela, e vamos embora.

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Ouço a campainha tocar, desço correndo as escadas, vejo Katie se aproximando da porta.

—Não! Eu atendo! – grito.

Ela olha assustada e logo percebe que sou eu, ela concorda com a cabeça e se retira. Abro a porta.

—Oi meu amor! – digo sorrindo.

—Lena! – Damon corre para os meus braços, o aperto o máximo possível – você está me matando.

—Eu estava com tanta saudade de você.

—Eu também – me afasto e dou um beijo em sua bochecha – senti sua falta, por que não apareceu mais? Ou me chamou para vir aqui?

Fico calada. Não sei como dizer: “seu irmão me traiu com uma vagabunda, e se eu ficasse perto de você, iria me fazer lembrar-me daquela maldita cara dele”.

—Eu explico depois – digo e olho para fora – cadê a Hanna?

—Ela não pôde vir, tem que trabalhar.

—Ah, tudo bem – ele entra e eu tranco a porta.

—Cadê o meu irmão?

—Ele foi buscar o Jeremy do aeroporto, daqui a pouco ele aparece.

Ele concorda com a cabeça.

—Vamos lá para o jardim? Sei que gosta de ver os cachorros.

—Sim! – diz animado.

Caminhamos até o jardim, a toalha já está estendida na grama, sentamos em cima dela e os cachorros se aproximam, Damon começa a coçar a barriga de um deles.

—E ai? Como você tá? – pergunto.

—Eu fui nomeado o melhor aluno da sala.

—Nossa, estou muito orgulhosa de você – digo sorrindo.

—Meu pai dizia que eu tinha que ser um aluno exemplar, já que meu irmão não foi – rimos juntos.

—Seu irmão sempre foi uma peste né?

—Nem me fale – rio do seu tom de voz – não é fácil conviver com ele.

—Eu que o diga.

—Por que vocês dois não vão lá em casa para almoçar?

—Ah... Damon, querido, eu acho que você ainda não sabe da nossa relação não é?

—Como assim?

—Bom, eu tenho uma noticia muito boa, mas também tenho uma ruim – ele para de coçar a barriga do cachorro e me olha atento – eu e seu irmão terminamos nosso namoro.

—O que? Por quê? – vejo que ele ficou muito triste com a noticia.

—É que... Coisas de adulto.

Ele revira os olhos.

—Eu já sou um homem, pode me falar!

Rio da cara brava que ele faz.

Não posso contar a verdade a ele, vai saber se ele fica com raiva do Stefan.

—Brigávamos muito por coisas bobas, e nos cansamos do relacionamento, então acabou.

—Isso não é justo! Vocês são feitos um para o outro!

Sorrio e acaricio seu rosto.

—Meu amor, nem todo relacionamento é para a vida toda.

—Mas vocês são diferentes...

—Não somos, sei que deve ser difícil para você, mas isso não quer dizer que eu vá me afastar de você, ok?

Ele concorda com a cabeça, com um olhar tristonho. Ver esses pequenos olhos azuis tristes, é de partir o coração.

—Mas vamos falar da noticia boa, eu estou grávida – ele abre um sorriso – do seu irmão.

—O que?! – ele grita animado – vocês vão ter um bebê?

—Sim.

—Eu vou ser tio?

Concordo com a cabeça.

—Eu vou ser tio! – ele me abraça.

—Vai poder cuidar de um bebê.

Ele se afasta.

—Eu prometo que vou cuidar dele direitinho... É menino ou menina?

—Ainda não dá para saber.

—Ah... Dá para sentir na sua barriga?

—Não, é muito cedo ainda.

Ele fica desapontado.

—Calma, vai ter longos nove meses, você vai poder sentir seu sobrinho.

Ele sorri.

Brincamos por um bom tempo com os cachorros. Não sei como, mas estar perto dessa criança me traz uma paz e alegria, eu amo ele demais, é uma criança incrivelmente especial, não tem outro como ele.

—O que acha da gente fazer um lanche? – pergunto.

—Sim, estou morrendo de fome.

Nos levantamos e entramos em casa, caminhamos pelo corredor e consigo ver na porta de entrada, Jeremy e Stefan. Saio correndo pelo corredor e percebo que Damon está fazendo o mesmo, me jogo nos braços de Jeremy.

—Que saudade – digo apertando-o.

—Foi só uma semana, para de me amar – diz ele me envolvendo carinhosamente.

—Só não te bato porque estou com saudades.

Ele ri.

Afasto-me dele e vejo Damon abraçando o irmão.

—Então como foi a viagem?

—Foi ótima, cansativa, mas consegui resolver tudo que eu precisava.

—Ah que bom – digo.

Olho para Damon, ele está animado por ver o irmão.

—Ah aqui está o grande Damon – diz Jeremy, Damon olha para ele e eles se cumprimentam com um toque deles.

—Obrigado por parar de me chamar de pirralho – diz Damon.

—Você ainda é – diz Jeremy.

Ele faz uma careta, que faz todos rir.

—O que você está fazendo aqui? – pergunta Stefan.

—Elena me chamou para passar à tarde com ela – Stefan me olha e dou um sorriso.

—Não deu trabalho né? – pergunta Stefan olhado para o irmão.

—Não, eu sou anjo.

Todos riem.

—Bom, vou tomar um banho, estou exausto – concordo com a cabeça e Jeremy sobe com sua mala.

—Elena me contou que vocês vão ter um bebê! – diz Damon animado.

—Então está animado por que vai ter um sobrinho?

—Muito!

Stefan sorri.

—Vai emprestar seus brinquedos?

Damon concorda com a cabeça.

—Vou cuidar do bebê, você não vai saber fazer isso.

Rio.

—Ei! Como assim? – protesta Stefan – eu cuidei de você quando era bebê.

—Ah nem vem com mentiras! Não devia nem saber por uma fralda!

—Olha, é uma coisa bem difícil de fazer.

Estou rindo tanto dessa conversa, que minha barriga dói.

—Tá bom meninos, sem mais brigas – digo me aproximando deles.

—Por que não jogamos alguma coisa? Como fazíamos antes? – pergunta Damon.

Eu e Stefan nos olhamos.

—Se não tiver problema para você – diz Stefan.

—Hã... Não, sem problemas – digo e ele sorri.

Damon se anima e corre para a sala de estar, eu e Stefan o seguimos, Stefan tira a mesa de centro, que estava em cima do tapete, para nós sentarmos, pego um jogo de tabuleiro que está dentro do rack. E começamos a jogar.

—Estou ganhando – diz Stefan se achando – como sempre.

—Eu vou te passar, pode ter certeza – diz Damon.

—Eu que estou por último vou virar o jogo! – digo ainda com esperanças.

Stefan ri.

—Você nunca ganha – diz para mim.

—O que? Claro que ganho!

—Já jogamos várias vezes, e você deve ter ganhado umas duas vezes, no máximo.

Cerro meus olhos e encaro-o.

—Não faz essa cara, me assusta.

—Você está ferrado, bem ferrado!

—Elena sua vez – diz Damon.

Jogamos por mais ou menos meia hora, até que chegamos ao fim.

—Ganhei! – grito levantando os braços em vitória.

—Droga – reclama Damon.

—Eu disse que ia ganhar, na sua cara! – digo apontando para Stefan, que está me encarando – quem é que ia perder? Quem sempre perdia? Hum?

Ele começa a rir, levanto-me e me aproximo dele.

—Quem ganhou? Vai diz? – pergunto dando socos em seu ombro.

—Você – diz bem baixo.

—Quem ganhou? Não ouvi direito – digo sorrindo.

—Você! – diz emburrado.

—E quem foi o perdedor?

—Isso eu não vou falar, sem chances!

—Ah você vai sim! Pelo menos uma vez na vida, diga que você perdeu!

—Nunca! Você teria que me torturar, e mesmo assim eu não assumiria.

—Então eu vou te torturar – ataco minhas mãos em seu pescoço e começo a fazer cócegas, esse é o ponto fraco dele.

Ele cai no chão se contorcendo e rindo, subo em cima dele e continuo.

—Assume! – grito.

—Nunca! – ele continua a rir sem parar e se debater no chão – para, pelo amor de Deus, eu vou morrer!

—Assume então!

—Já disse que não! – ele segura meus pulsos e me encara – sinto muito, mas não vou – ele rola e me deixa sob ele, ainda sim segurando meus pulsos – vingança – diz com um sorriso diabólico.

—Droga – digo antes de ele começar a fazer cócegas em minha barriga, rio sem parar e me debato contra ele, mas ele não sai de cima de mim – você vai me matar assim!

—Não vou, isso é só vingança.

Ele continua por um bom tempo, até eu sem querer chutar seu membro, ele se joga ao meu lado e geme de dor.

—Desculpa! – digo me sentando e olhando para ele – desculpa, foi sem querer.

—Como isso dói! – diz gemendo.

Ele para de gemer e me olha, então começamos a rir da situação.

—Isso foi engraçado – digo morrendo de rir.

—Para você.

—Então por que está rindo?

Ele para de rir e me encara, então voltamos a rir feito idiotas.

—Para de rir, minha barriga dói! – reclamo.

—Para você!

Depois de longos minutos, conseguimos recuperar o fôlego. Olho ao redor da sala e não vejo o Damon.

—Cadê o Damon? – pergunto.

Stefan senta no chão e olha.

—Não sei – diz ele.

—Ah aquele pestinha – digo.

Ele me olha confuso.

—Eu contei que terminamos, então ele inventou essa história de jogo...

—Para nós nos reaproximarmos – diz ele – esse garoto é meu irmão mesmo, sempre tramando.

—É, com isso eu concordo.

Começamos a guardar as peças do jogo.

—Oi – escuto a voz de Damon, eu e Stefan olhamos para porta e lá está ele – então vocês se acertaram? – pergunta com um sorriso.

—Muito bonito hein, tramar um plano! – digo.

—Mas ajudou, não é?

—Não tem em que ajudar, Damon, não vamos voltar – diz Stefan, percebo que aquilo doeu para ele falar e doeu em mim também.

—Ah que droga, pensei que iria funcionar!

Terminamos de guardar.

—Agora eu vou para o meu quarto, tenho matéria para estudar – digo – queria ficar mais tempo aqui, só que a medicina não deixa.

Damon fica tristonho com o que eu digo.

—Seu irmão vai te levar, ok? – ele concorda com a cabeça – vem cá – nos abraçamos – vou te chamar mais vezes, prometo – me afasto e ele dá um beijo em minha bochecha.

—Tchau – diz e sai com o irmão.

Notas finais
E ai?! E ele quase contou... Pois é, gente foi quase! Hummm, será que Stefan vai desistir desse assassinato? Afinal, ele não disse nada ao Tyler. A CENA DO ULTRASSOM, ALGUÉM ME LEVA, MORTA ESTOU! Damon eu te amo, quero você pra mim, VOCÊ É SÓ MEU! Damon representando a todos quando soube do termino dos dois, sem contar o plano pra juntar os dois, gente que cena Stelena mais amorzinho! Enfimmm, comentem ai galerê! Beijos!