True Love

37 Recuperação


Notas iniciais
Oi meus amores! MAIS UMA RECOMENDAÇÃO EEEEEEEEE! TO MUITO FELIZ GENTE, VOCÊS SÃO UNS AMORES ♥ Quero agradecer a Maria Stylinson pela recomendação, primeiro obrigada falar tudo isso da fanfic (fico com um sorriso bobo e dá vontade de sair pulando), obrigada aos elogios a mim (sempre tento melhorar a escrita) e sim amo responder comentários, porque me sinto próxima de vocês, então respondo todos com o MAIOR carinho do mundo ♥ NUNCA vou parar de escrever a fic, juro! Só se eu ficar louca, porque eu amo ela tanto quanto vocês amam, e não importa se tiver criticas, não vou desistir, porque eu tendo essas recomendações e os comentários mais fofos do mundo, não tem critica que me faça parar. OBRIGADA SUA LINDA, você tá no meu core ♥ Enfimmm, sem mais delongas, mais um capítulo para vocês. Boa leitura!

Abro meus olhos, e olho ao redor do quarto, estou sozinho. Aquela enfermeira me dopou e sabe lá quantas horas fiquei apagado... Mas agora não é hora de pensar nisso, preciso ver a Elena. Sento-me na cama e tiro todas as agulhas que tem em meu braço, levanto-me da cama e saio do quarto. Vejo um longo corredor, com várias portas fechadas, não tem ninguém nele. Caminho por ele e vejo escrito “Primeiro andar”, e logo ao lado da placa tem uma escada, desço-a e quando chego ao andar de baixo, vejo a direita uma mulher, atrás de um grande balcão branco, com alguns computadores. Aproximo-me dela.

–Com licença, você poderia me informar em qual quarto está Elena Gilbert? – pergunto.

Ela olha para mim.

–Você quem seria?

–Stefan Salvatore, eu estava com ela no carro.

–Então você é um paciente?

–Sim.

–Não deveria estar no seu quarto? – ela arqueia uma sobrancelha.

Suspiro.

–Por favor, me diga onde ela está, eu estou muito bem, mas não sei ela, os médicos não me contam, preciso vê-la, por favor – digo implorando.

Ela fica me olhando e depois solta um suspiro.

–Tudo bem, só não me traga problemas – diz mexendo no computador, depois de algumas digitadas, ela encontra – está no terceiro andar, no quarto 147.

–Obrigado, muito obrigado – digo sorrindo e logo saio correndo pelas escadas.

Chego ao terceiro andar e corro pelo corredor, cada vez mais os números vão se aproximando do 147, até eu ver o pai de Elena sentado em uma cadeira logo em frente ao seu quarto, ele está dormindo. Tudo bem Stefan, seja cauteloso. Aproximo-me da porta, abro-a e fecho-a. Solto um suspiro de alívio. Viro-me em direção da maca, e a vejo, com os olhos fechados, a perna engessada, um tubo em sua boca e nariz, tem alguns arranhões em sua pele e alguns pontos e curativos no rosto. Aproximo-me lentamente da maca e vejo que mesmo ela nessas condições consegue estar linda. Meus olhos se enchem de lágrimas. Ela está nessas condições por minha causa, ela está entre a vida e a morte por MINHA causa. Seguro sua mão e a acaricio.

–Desculpa, eu não deveria ter discutido com você, deveria ter ficado quieto e prestado atenção na estrada, mas... – abaixo a cabeça e desce uma lágrima pelo meu rosto – mas eu falhei com você – olho para ela.

Aproximo meu rosto do seu e dou um beijo em sua testa, e logo após acaricio sua cabeça. Escuto a porta se abrir, olho para ela e vejo Jeremy, Miranda e Grayson parados me olhando.

–Seu desgraçado! – diz Grayson vindo em minha direção. Fico parado, esperando ele fazer algo, e sinto seu punho em meu rosto – olha o que fez com a minha filha! – grita ele – isso tudo é culpa sua!

Olho para ele, e vejo que está com olheiras e os olhos vermelhos de tanto chorar. Ele levanta o braço para dar outro soco, porém Miranda impede.

–Grayson, chega! – ela grita.

–Não! Ele tem que sofrer pelo que fez! Isso é sua culpa, ela está ali por sua causa...

–Eu sei! – grito interrompendo-o e fazendo-o ficar confuso – não adianta jogar na minha cara, eu sei! Você não sabe o quanto está doendo, eu não ter tido uma droga de arranhão, e ela estar entre a vida e a morte! Você não sabe o que é querer trocar de corpo, eu queria estar no lugar dela! Eu não queria sair ileso e ela com tantas fraturas! Não sabe o quanto está doendo vê-la desse jeito e só pensar que isso é minha culpa, e não posso fazer merda nenhuma! – estão rolando tantas lágrimas pelo meu rosto, que estão encharcando minha camiseta – não sabe o que é pensar a cada minuto, que se ela morrer, será por minha causa, e se isso acontecer, eu desejarei a minha, porque não conseguirei seguir! Então pode bater em mim, ou me xingar, isso não vai piorar ou amenizar essa dor que estou sentindo!

Abaixo a cabeça e fecho os olhos. Está doendo tanto, que mal consigo chorar direito. Sinto os braços do Grayson me envolver, e quando percebo, ele está me abraçando, e então faço o mesmo.

–Me desculpe, eu me... – interrompo-o.

–Eu que devo me desculpar, por estar causando toda essa dor a vocês – digo.

Ele se afasta e põe sua mão em meu ombro.

–Tenho certeza que ela ficará bem – diz ele.

Concordo com a cabeça.

–Preciso voltar para o meu quarto, com licença – digo e saio do quarto.

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Depois de longos dias, com cirurgias e medicamentos, que passei 24 horas acordado observando-a, finalmente tivemos uma boa noticia.

–Stefan? – escuto sua voz fraca.

Estava olhando para a janela do quarto, quase caindo no sono, quando escuto sua voz, viro-me minha cabeça rapidamente em sua direção e a vejo com os olhos abertos, me olhando, abro um sorriso instantaneamente. Levanto-me da poltrona e sento na cama.

–Você acordou – digo acariciando sua cabeça.

Ela dá um leve sorriso.

–Quanto tempo fiquei desacordada?

–Alguns dias... Mas isso não importa, o que importa é que você acordou – meus olhos estão brilhando em vê-la acordada.

–Onde estão meus pais e meu irmão?

–Estão na empresa, toda noite eles voltam para cá – fico calado observando-a, até que retomo minha consciência — vou chamar o médico.

Ela concorda com a cabeça.

Saio do quarto, procuro o médico e o levo até o quarto. Ele a examina e diz que está tudo bem, e depois de alguns exames, ela poderá ir embora, mas terá alguns cuidados. Ele sai do quarto e sento na cama, fico observando-a, enquanto brinco com algumas mechas e seu cabelo.

–Por que está me olhando assim? – pergunta sorrindo.

–Porque estou muito feliz por estar viva.

–Pensei que me odiasse.

–Por quê?

–Por pensar que eu te trai.

Solto um longo suspiro.

–Não quero conversar sobre isso agora.

–Mas eu quero, eu estou nessa maldita cama por causa disso! Por você não ter acreditado em mim!

Fecho os olhos. Não sei se acredito ou não nela, grande parte minha quer acreditar, mas ainda tem aquela pequena parte para não.

–O que eu posso fazer para acreditar em mim? – pergunta.

Abro os olhos e fito seus olhos, o olhar mais lindo e perfeito desse mundo.

–Eu não sei.

–Stefan, eu não quero que acredite em algo que é mentira, você precisa me dar uma opção.

–Elena, só quero que descanse e se recupere tá? – dou um beijo em sua testa – vou pegar um café para mim.

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–Lembre-se nada de faculdade, vai ficar deitada por alguns dias, então não resolva desobedecer, você fraturou a coluna! – digo ajudando-a deitar em sua cama.

–Sim, senhor – diz rindo.

–Não tem graça, estou preocupado, porque sei que é teimosa.

–Calma – ela acaricia minha mão – juro que vou me comportar.

Dou um pequeno sorriso, não posso me render a ela, só posso ser uma pessoa que a ama e quer que ela se recupere, mas não o seu namorado. Meu celular começa a tocar, solto minha mão da dela e tiro o celular do bolso da minha calça, fico de costas para Elena.

–Oi Lexi – digo.

–Oi – diz com voz de choro.

–O que foi?

–Eu preciso de um amigo.

–Está chorando por causa do Kai?

–Sim – ela respira fundo – não é fácil superar algo do tipo, eu o amava muito.

–Acredite, eu sei muito bem.

–Principalmente, quando a pessoa te trai com alguém que mal conheceu, eu... Eu só não consigo... – ela cai no choro.

–Ei, calma, você precisa se acalmar e parar de pensar nisso.

Ela não fala nada, só escuto seus choros.

–Eu falei com ele, e ele me contou tudo detalhadamente, e ele percebeu que em nenhum momento a Elena tentou, ou o beijou, afinal ela tentou se afastar, mas ele segurou o rosto dela... Ele queria se desculpar com você e com ela, ele se sentiu culpado por ter acabado com o relacionamento de vocês, sendo que ela não tentou nada.

Um sorriso instantaneamente abre em minha boca, ela estava dizendo a verdade, ela não me traiu! Estou com uma cara de bobo, estou tão feliz por tudo isso ter sido um maldito engano.

–Isso é ótimo, foi tudo um engano!

–Pelo menos você saiu bem.

Suspiro.

–Quer que eu vá ai?

–Não, Elena precisa de você, ela sofreu um acidente de carro, eu só estou com o coração partido.

–Isso não é algo pequeno ou pouco doloroso.

–Estou bem juro, agora vá ficar com ela – é como se eu pudesse a ver sorrindo depois de dizer essa frase.

–Obrigado, e amanhã vou ai para te perturbar.

–Tudo bem – dando uma pequena risada.

–Tchau, se cuida – desligo, guardo o celular no bolso da minha calça.

Viro-me na direção de Elena, ela me olha meio confusa.

–Por que está com esse sorriso? – pergunta.

–Porque a Lexi acabou de contar que o Kai disse que você não retribuiu o beijo.

–E você acredita?

–Sim.

–Eu disse que estava dizendo a verdade – diz cerrando os olhos.

Sorrio, caminho até a cama, deito em cima dela e aproximo minha boca da sua.

–Ai, ai – ela começa a gemer.

–Desculpa – digo saindo de cima dela e deitando ao seu lado – esqueci que você ainda não está recuperada – ponho minha mão em seu rosto e acaricio – não sabe o quão feliz estou por saber que tudo foi um engano.

–Mas eu disse que foi.

–Uma parte minha acreditava, mas eu sabia o que eu vi, desculpa por não acreditar em você.

–Tudo bem, se eu estivesse no seu lugar eu faria o mesmo, ou pior – ela dá um sorriso e beijo seus lábios doces e macios, por um momento eu tinha pensado que eu nunca mais beijaria sua boca, e aquilo me matava aos poucos.

Notas finais
E ai?! O que acharam? Sei que o capítulo foi fraco, mas o próximo vai derrubar os forninhos, aguardem (hehehe). Comentem amores, por favor, que que custa? Ajuda aqui! Espero vocês nos comentários, beijos!