True Love

28 Discussão


Notas iniciais
Oi meus amores! Mais um capítulo com muita cena Stelena para vocês! Boa leitura!

Depois de uma longa semana de stress, finalmente estou de férias. Estou indo até o carro que está parado em frente minha faculdade me esperando. Entro na porta de trás e Stefan se vira para mim, nos cumprimentamos com um selinho. Ele começa a dirigir.

–Estou oficialmente livre – digo aliviada.

–Nossa, você gosta mesmo da faculdade – diz em um tom irônico.

–Não é isso, eu amo estudar o que eu gosto, porém não aguento mais a pressão e o cansaço de tudo isso.

–Eu que o diga.

–Como é?

–Essa semana você só sabia gritar comigo, digamos que você precisava de um hospício.

–Que horror! – rio – eu sei que eu estava bem estressada essa semana, não considere nada disso.

–Mal começamos a namorar e recebi gritos e sua falta.

–Calma, que agora temos um bom tempo para ficarmos juntos.

–Vou me lembrar disso, ouviu?

Rio.

Ficamos alguns minutos em silencio, até que Stefan parece irritado.

–O que foi? – pergunto.

–É que falta quase uma semana para o aniversário do Damon, e eu havia me esquecido totalmente.

–Mas falta uma semana ainda.

–É que eu planejava comprar algo para ele, só que eu precisava juntar dinheiro e acabei esquecendo.

Penso.

–Que tal darmos uma festa?

–Festa? Não tenho dinheiro para isso.

Encaro-o pelo retrovisor interno do carro.

–Desde quando é você que vai organizar e bancar tudo?

–Não vou deixar fazer isso.

–Não me importo – dou um sorriso.

Ele revira os olhos.

–Sei que não vai adiantar eu questionar sobre isso.

–Que ótimo que sabe e pare de fazer essa cara, precisamos fazer essa festa, afinal ele está crescendo e daqui a pouco estará na adolescência e não vai querer saber de festa de aniversário, e sim de garotas. E espero que não seja igual ao irmão – ele me olha pelo retrovisor encabulado.

–Como assim?

–Nós podemos estar juntos agora, mas quando éramos amigos você me contou de suas ficantes.

–Ah eu era feliz – diz com um sorriso.

–Então quer dizer que você sente falta? – cruzo meus braços – que não é feliz agora?

–Claro que não.

–Não foi o que pareceu! – encaro-o com uma expressão de brava.

Ele encosta o carro.

–O que está fazendo? – pergunto.

–Vou mostrar como eu sou feliz – ele se vira para mim, tira o cinto de segurança e vem até o banco de trás. Fico rindo de sua dificuldade de conseguir vir até aqui.

Ele se senta ao meu lado e fico olhando-o. Ele põe sua mão em meu rosto e rapidamente pressiona seus lábios contra os meus, então dou permissão para me beijar. A cada vez mais o beijo vai ficando mais quente e ele vai me inclinando, até eu ficar totalmente deitada no banco de trás e ele sem cima de mim. Uma mão sua fica em meu rosto e a outra apertando a minha coxa, já as minhas ficam deslizando pelo seu cabelo. E quando perdíamos o folego ele levava sua boca até meu pescoço e dava leves beijos, que me deixa totalmente excitada.

Então ele tira seus lábios dos meus e me olha, e dá um sorriso por perceber que eu queria mais daqueles beijos. Ele acaricia meu rosto.

–Está vendo como eu sou feliz? – pergunta.

–Ainda não – ponho minha mão em sua nuca e puxo seu rosto até o meu, para nossos lábios se cruzarem novamente.

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Estou sentada a mesa da sala de jantar, preparando tudo para o aniversário de Damon, quero que tudo saia perfeito, Porém tem tantas coisas que estou quase enlouquecendo. Escuto passos atrás de mim, então sinto um beijo na bochecha. Já sei quem é. Olho para trás e vejo Stefan. Sabia.

–O que está fazendo? – pergunta ele.

Olho para os papéis em minha frente.

–Organizando a festa do Damon.

Ele senta na cadeira ao meu lado.

–Como posso ajudar? – pergunta.

Pego uma folha de papel e caneta, entrego a ele.

–Quero que faça a lista de convidados.

–Lista?

–Sim, é uma festa.

–Vai ser algo tão grande assim?

–Depende da quantidade de pessoas, quero a sua família e amigos dele aqui.

Ele suspira.

–Tá.

Sorrio e dou um selinho nele. Volto a ver a decoração, enquanto ele vai escrevendo o nome dos convidados.

–Vai querer que entregue convites? – pergunto.

–Não é muita frescura? – ele faz uma careta.

Rio.

–É melhor para todos saberem o horário e o local.

–Eu confio em você, faça tudo o que quiser.

Dou um sorriso enorme e volto a fazer as preparações.

–Preciso ligar para minha tia – diz.

–Por que?

–Eu não sei quem são os amigos do Damon, nem todos.

–Tá, pode ligar.

–Com qual telefone? O meu você jogou no chão lembra? – pergunta me encarando.

Seguro a risada.

–Você não queria olhar para mim!

–Porque você disse que não me amava.

Ficamos nos encarando.

–Tá, pega o meu – entrego a ele – eu compro outro para você.

–Não precisa...

–Xiu! Só me obedeça.

Ele revira os olhos e disca o número. Depois de conversarem e ele contar tudo de que precisava, a ligação é terminada.

–Ela disse o nome de alguns, mas vai tentar descobrir de outros. E me deu os telefones também – ele me dá o papel.

–Ótimo, vou pedir para Katie ligar e pedir os endereços para enviar os convites.

–Precisa de telefones? – pergunta ele.

Concordo com a cabeça.

–Ah não ser que você saiba o endereço de todos.

–Tá, acho que sei – ele volta a escrever.

Depois de algum tempo, Stefan acaba a lista e vai levar meu carro ao mecânico, enquanto eu continuo fazendo muitas coisas.

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O telefone toca, atendo.

–Alô?

–Oi, procuro a senhorita Elena Gilbert.

–Sou eu.

–Aqui é do buffet, quero confirmar seu pedido.

A moça fala tudo o que eu pedi, confere meu endereço e o horário de trazer tudo, então desliga.

–Droga, tenho que ver meu vestido! – reclamo comigo mesma.

Já anoiteceu, estou sozinha na sala. Meu pai e o Jeremy então na empresa, minha mãe está lá em cima em seu quarto e Stefan ainda não chegou do mecânico.

–Senhorita Gilbert, liguei para todos – diz Katie entrando na sala – faltou alguns que não atenderam, mas peguei o telefone e amanhã tentarei de novo.

–Obrigada, Katie, se não fosse você... – digo massageando minha cabeça.

–Não precisa agradecer. A senhorita quer um chá? Café?

–Um café faria bem, por favor.

Ela concorda com a cabeça e vai para cozinha. Estou completamente exausta, com dor de cabeça e dor nas costas. Escuto meu celular receber uma mensagem, o pego e leio.

“Oi, sei que essa deve ser a milésima mensagem que eu te envio, mas não me importo, posso fazer isso até meus dedos caírem. Eu só quero saber se você está bem e pelo menos conversar com você, sinto muito sua falta, sei que cometi muitos erros com você, mas não podemos esquecer tudo o que vivemos. Eu te amo e sempre te amarei. Vou aguardar sua resposta até eu morrer.”

Matt. Essa vai ser mais uma mensagem que eu recuso. Bloqueio o celular e o ponho em cima da mesa. Apoio meus cotovelos a mesa e coloco minha cabeça sobre as minhas mãos, respiro fundo. Não aguento mais tanto stress e sofrimento. Eu só quero que essa história seja apagada da minha mente, mas não dá, não consigo. E o que me perturba mais é não conseguir olhar mais na cara do Matt.

–Senhorita? – escuto a voz de Katie e sinto sua mão pousar nas minhas costas.

Levanto a cabeça e olho para ela.

–Está tudo bem? – pergunta.

–Não, mas vai ficar – dou um sorriso fraco.

Ela dá um sorriso acolhedor e me entrega a xicara com café.

–Obrigada – dou um gole e coloco a xicara sobre a mesa.

Depois de mais algumas horas, escuto a porta principal abrir, olho para porta da sala e vejo Stefan entrar.

–Deu tudo certo com o carro? – pergunto.

–Sim – ele responde.

Volto a focar nos papéis em minha frente. Ele se aproxima de mim e olha os papeis.

–Ainda está organizando isso? Você está desde manhã.

–Eu sei, mas tenho várias coisas para fazer – digo mexendo no notebook.

–Ei – ele segura meu rosto e vira em direção do seu – você precisa descansar.

–Stefan, tenho muito tempo para descansar – e volto a olhar o notebook.

–Lena, deixa para resolver isso amanhã e...

Viro-me para ele.

–Se você não for me ajudar, saia, está me atrapalhando! – então olho para o papel e começo a escrever os nomes das lojas de roupas que irei amanhã para ver meu vestido.

Ele vai atrás de mim e começa a fazer uma massagem em meus ombros, enquanto isso leva sua boca ao meu pescoço. Nessa hora meu corpo se contrai.

–Stefan... – digo, mas saiu meio que um gemido.

Ele continua a dar pequenos beijos em meu pescoço. Fecho os olhos e me permito a sentir aqueles pequenos toques. Mordo meu lábio inferior e meus pelos do corpo se arrepiam. Ele tira sua boca do meu pescoço e a leva ao meu ouvido.

–Chega de trabalhar por hoje – sussurra em meu ouvido e se afasta.

Levanto-me e viro-me para ele, me jogo em seus braços e o beijo.

–Por que faz isso? Sabe que não resisto – digo quando paramos de nos beijar, por falta de oxigênio.

–Por eu saber que você não resiste – ele dá um sorriso.

–Babaca – volto a beija-lo.

–Ah não – escuto a voz da minha mãe ecoar pela sala. Tiro meus lábios dos de Stefan, olho para trás e a vejo de braços cruzados, completamente brava.

–Vou para o meu quarto – Stefan fala no meu ouvido.

–Tá – digo.

Ele sai da sala. Me aproximo dela.

–Vai, grita e diz que isso tudo não é para acontecer – digo.

Ela respira fundo.

–Sabia... Eu já desconfiava – diz negando com a cabeça.

–Sabia do que?

–Que você tinha terminado com o Matt por causa desse marginal! – diz em um tom de indignação.

–O que? Não!

–Ah não? Então foi por que? – ela diz me desafiando.

Não posso contar o real motivo, eu prometi para mim e para o Stefan que isso seria o nosso segredo.

–Tá – digo finalmente – é verdade.

–Elena você é burra?! Idiota?! Você tinha um futuro maravilhoso pela frente com ele, ia ter um casam...

Como ela pode dizer isso? Qual é a diferença do Stefan para o Matt? Dinheiro? Deus, quem é essa mulher logo em minha frente?

–Ah então quer dizer que agora não vou ter? Por que estou com um cara mais pobre? É isso?

–É!

Não posso acreditar que ela está falando todas essas insanidades! Como pode ser tão preconceituosa?

–Você é ridícula! Tenho nojo de você, você me dá ânsia de vomito! – grito cuspindo as palavras.

Ela dá um tapa no meu rosto.

–Você nunca fale assim comigo! – ela grita.

Olho para ela com toda a raiva. Estou bem assustada, mas não posso demonstrar, nunca pensei que minha mãe fosse capaz de ser tão preconceituosa e ter a coragem de bater no meu rosto. Parece ser outra pessoa, parece que eu não a conheço! Por que todos em minha volta estão se tornando pessoas totalmente diferentes? Quer dizer, por que estão se tornando em monstros?

–Ou o que? Vai me espancar? Esse seu preconceito nojento eu não vou aceitar!

–Quero que termine com ele, agora!

–Não! O problema é seu se você não gosta, eu amo o Stefan, amo ele!

–Não fale isso! – ela levanta o braço para me dar outro tapa, mas na hora meu pai e Jeremy chega.

–O que está acontecendo aqui?! – grita meu pai.

Minha mãe abaixa o braço e olha para ele.

–Você ia bater nela? – pergunta Jeremy indignado.

–Ela merece! Está ficando louca! – grita minha mãe.

–Acho que a única louca aqui é você – digo – não aguento ficar olhando para sua cara mais um minuto se quer – desvio dela e vou até a porta.

–O que aconteceu? – pergunta meu pai em minha frente.

–Pergunta para ela – desvio dele e vou até o quarto de Stefan.

Abro a porta e o vejo deitado sem camisa na cama, ele olha para mim e vejo que está preocupado. Entro e tranco a porta. Deixo todas as minhas lágrimas que segurei caírem, ele se levanta e me abraça.

–Eu escutei os gritos, o que aconteceu? – pergunta ele.

–Minha mãe... Ela... – digo gaguejando em meio o choro – ela me bateu – quando eu escuto essa frase sair da minha boca, minhas pernas tremem e desabo, mas Stefan me segura mais ainda.

–Calma – ele diz acariciando minha cabeça – uma hora ela vai ter que aceitar.

Afasto minha cabeça de seu peito e olho em seus olhos.

–Não... Eu estou muito magoada por minha mãe ter esse preconceito ridículo, e por ter a coragem de bater na minha cara, nunca pensei que ela pudesse... – minha voz estremece e caio no choro de novo.

Ele me aperta mais ainda em seus braços, me fazendo sentir segura e protegida.

Respiro fundo e me afasto de seu abraço. Seco minhas lágrimas.

–Não vou chorar ou sofrer por causa dela – digo.

Ele sorri.

–Está totalmente certa – ele põe suas mãos no meu rosto e me dá o beijo mais carinhoso e lento.

–Se ela não aceitar, que ela se foda, porque eu vou ficar com você, não importa o que aconteça – digo.

–Essa é a minha namorada – ele me dá um abraço que tira meus pés do chão, e me aperta o máximo que pode.

–Você está me apertando – digo – vou morrer.

Ele ri e me solta. Ele vai até a cama e senta, vou até ela e sento no seu colo, deixando uma perna de cada lado de seu corpo.

–Deixei? – pergunta ele irônico.

–Não estou nem ai – ponho minhas mãos em sua nuca e puxo sua cabeça até a minha, fazendo nossos lábios se cruzarem. Quando o ar se perde, afastamos nossas bocas.

–Tenho que te perguntar uma coisa – diz ele – provavelmente, esse não é o melhor momento, mas preciso.

–Tá, pode perguntar.

–Você ainda ama o Matt? – pergunta.

–É, eu não esperava essa pergunta... Mas não, eu não o amo como namorado, amo ele como amigo, mesmo que eu queira sentir raiva dele não consigo. Porém não quero que pense que estou com você só porque ele falou todas aquelas coisas, eu já planejava terminar com ele, não o amava mais, porque alguma pessoa por ai tinha roubado meu coração por completo – dou um sorriso e ele dá um maior.

Ele aproxima meu corpo mais próximo do seu e me beija.

–Já que você fez uma pergunta, acho que eu devo também.

–Tá bom.

–Você e a Rebekah, o que foi que vocês tiveram?

–Hoje vamos ter grandes revelações – diz ele.

Rio.

–A gente se conheceu naquele hotel, passamos algumas noites juntos e depois eu e você voltamos a Mystic Falls, ai eu tinha o número dela, então quando você falou do seu aniversário, eu pensei nela, porque ela era uma amiga...

–Amiga? – pergunto zombando.

–Tá, “amiga”.

–Isso.

Ele ri.

–Então eu a chamei por ser uma “amiga”, sem contar que eu poderia tirar uma casquinha né? Afinal ela é muito bonita, e gostosa – ele diz com um olhar de que está pensando nela — muito gostosa...

–Ei! – dou um tapa no ombro dele.

–Porém não é mais que você – ele complementa.

–Isso mesmo – dou um selinho nele – e no dia do aniversário, ela não ficou com raiva de você ter deixado ela sozinha?

–Um pouco, mas enrolei ela com um papo de que você era a aniversariante e blá, blá... Ela acreditou, então quando você jogou na minha cara, quebrando meu coração, que não me amava...

–Nossa, para de ser dramático! – faço uma careta.

–Dramático? Eu falei que te amava e você nem ligou!

–Então chamou a loira falsa para transar? – ponho minhas mãos em minha cintura.

–Exatamente – ele dá um sorriso – precisava me divertir e esquecer você – ele solta um suspiro – não funcionou.

–Porque eu sou especial e ninguém rouba meu lugar – digo acariciando seu rosto.

–Você é muito convencida.

–Aprendi com você.

Ele revira os olhos.

–E Katherine? – pergunto.

Ele me olha.

–O que?

–O que rolou entre vocês, porque eu acabei descobrindo que vocês transaram... Duas vezes.

Ele respira fundo.

–Eu estava magoado por você ter me largado com o playboyzinho...

–É assim que você chama ele? – pergunto rindo.

–Não, chamo de coisas piores.

Franzo a testa.

–O que? Eu odeio ele – dá de ombros.

Sorrio.

–Continue sua história.

–Então eu fui abandonado por você e fui atrás dos meus amigos, ai ela apareceu na casa do Klaus, me seduzindo e pedindo para entrar, como eu não tinha nada a perder, eu deixei.

–E?

–E eu fiquei meio mexido, mas depois percebi que não foi nada, afinal eu desejei aquele momento há muitos e muitos anos atrás.

–Ah é? Então você ainda desejava?

–Não. Ou sim. Sei lá.

Encaro-o. Ele ri e segura meu rosto com suas mãos.

–Adoro te ver com ciúmes.

–Não estou – digo emburrada.

–Olha, eu não quero ficar falando de ex ou de ficantes, quero falar sobre a gente – ele pensa – na verdade não quero falar – ele aproxima seus lábios dos meus e nos beijamos.

De um beijo calmo e romântico, vai para um beijo rápido e quente. Afastamos nossas bocas pela falta de ar, ponho minhas mãos em sua camiseta e a puxo para cima, ele levanta os braços e a deixa sair de seu corpo, e logo é jogada para algum lugar do quarto. Olho seu peitoral e abdômen, esse homem é maravilhoso, mordo meu lábio inferior de desejo, ele me puxa contra si e me dá um beijo mais selvagem e quente possível. Ele rola na cama, me deixando em baixo dele. Sinto sua mão quente percorrer embaixo da minha blusa, meu corpo todo se contrai com o toque dele. Minhas mãos estão em seu cabelo, puxando e apertando. A falta de oxigênio nos faz afastar nossas bocas, ele me olha diretamente em meus olhos.

–Tem certeza que quer fazer isso? – pergunta.

Fico calada, pensando nessa pergunta.

–Eu... Eu quero muito, muito mesmo, mas acho que é muito cedo, faz um pouco mais de uma semana que estamos juntos – digo acariciando sua cabeça.

Ele concorda com a cabeça.

–Concordo plenamente – diz.

Sorrio e damos um último beijo, mas esse foi mais calmo e sem euforia. Eu realmente quero ter esse momento com o Stefan, mas faz muito pouco tempo que estamos namorando e eu não quero fazer nada com pressa, porque não quero estragar nada ou ir rápido demais, acredito que devemos ter mais tempo juntos para chegar a essa parte.

Notas finais
E ai?! Cenas hot Stelena, É DISSO QUE O BRASIL GOSTA! Eu amo escrever cenas deles, acho eles um amor e shippo demais! E essa reação da mãe da Elena? Gente pra que tudo isso? Miga, para que tá feio. Enfim, comentem meus amorecos, beijos!