Notas iniciais
Slah, acho que ficou um pouco bugado :v pq eu tava sem criatividade, mas é que minha editora Nelisa, aquela bruaca ficou me enchendo o saco pra postar, então tá ai, espero que gostem seus divosss

Rogue

Como sempre, o relógio me despertara às seis. Ah, como acordar cedo é um saco! Com muito esforço, levantei de minha cama e fui direto pra o banheiro tomar um banho. Hoje eu passaria na casa da Erza, busca-la para ir para escola, então eu fiz questão de ficar cheiroso e bem arrumado. Mesmo tendo-a conhecido faz pouco tempo, eu já considerava minha amiga. Terminei meu banho e nem pensei em tomar café, já fui direto para casa dela. Toquei a campainha da república, mas ela não atendeu. Estava dormindo ainda? Não, eu podia escutar barulho vindo do lado de dentro da casa. Não aguentei, e entrei. A porta estava aberta, achei que teria acontecido algo.

Erza

Eu e minha enrolação para me arrumar. Já havia acordado atrasada e ainda tive que tomar um banho às pressas e decidir qual uniforme eu iria vestir! Dirigi-me até o guarda-roupa para realizar essa última tarefa, que por incrível que pareça, era a mais difícil. Na minha escola era obrigatório usar uniforme, então para compensar os alunos, o colégio dera várias opções de vestimenta. Azul e branco, vermelho e amarelo... Qual eu escolheria? Queria estar bonita. Eu geralmente não me preocupava muito com qual uniforme escolher, mas hoje era diferente. Rogue viria me buscar pra irmos juntos a escola e por alguma estranha razão, que até eu desconhecia, eu queria parecer bonita, estar bem arrumada. Enquanto me decidia qual uniforme eu iria escolher, eu ouvi um barulho. Virei e me deparei com a porta se abrindo aos poucos. Quase entrei em desespero, minha casa poderia estar sendo invadida por algum assaltante, mas quando vi quem passara pela porta, isso foi o que aconteceu. Entrei em desespero. Roque estava ali parado, me encarando só de toalha, o que me fez corar na mesma hora. Eu deveria estar parecendo um tomate de tão vermelha. Aquilo era simplesmente tudo tão embaraçoso. Sem ter muito que fazer, eu caminhei até ele, ainda corada como um pimentão, para cumprimentá-lo e dar satisfação pelo qual eu estava tão atrasada. Mas eu esqueci o quão bagunçado era meu apartamento, e me esqueci também de que na minha vida, quase nada da certo.Simplesmente tropecei em uma blusa que estava jogada no chão do aposento. Tropeçar, esse era meu problema. Eu vivia caindo quase a todo o momento, principalmente em horas erradas. Porém antes que eu me chocasse com o chão, Rogue me segurou pelos braços. Abri meus olhos e lá estava ele, me encarando. Ele olhava no fundo dos meus olhos, porém por um instante ele desceu o olhar até meus lábios e tomou uma expressão perversa. Corei. Ele pareceu notar, porque rapidamente saiu de seu transe e começou a rir.

–Essa cena me parece um pouco familiar? – Ele disse rindo e me levantando de seus braços.

–Ah... Desculpa... É que eu... – Eu disse totalmente envergonhada pelo que acabara de acontecer, sem conseguir terminar a frase.

–Eu sei – Disse ainda rindo – Ta desculpada. Você ta bem?

–Sim...

–Ei, posso te falar uma coisa? – Ele continuava com aquele sorriso encantador, que vazia qualquer garota se derreter, esboçado nos lábios.

–Pode...

–Você fica uma graça corada desse jeito... – e foi aí que eu corei mais ainda, o fazendo dar um sorriso de lado.

Depois disso, eu disse a Rogue para esperar na sala, pois eu ainda tinha que trocar de roupa. Feito isso, nós deixamos a república e rumamos em direção à escola. Seguimos sem dizer uma palavra. Eu olhava para Rogue e imaginava o que ele estaria pensando, pois este agora esboçava uma expressão séria em seu rosto. O silêncio se tornava cada vez mais incomodo a cada passo, até que eu decidi cortá-lo.

–Er... Rogue, você vai lá em casa hoje, né? – Disse um pouco sem graça

–Fazer o que?

–O trabalho. – O lembrei.

–Ah sim! Vou sim, pode ser às duas? – Ele disse se lembrando do trabalho que a professora de geografia nos passara e logo sorriu.

–Pode.

E assim o silêncio voltou e permaneceu. Estávamos quase chegando em frente aos grandes portões da escola, até que vi Mirajane acenando dos mesmos. Dei um sorriso para ela e acenei de volta.

–Quem é aquela, Erza? – Disse Rogue, obviamente curioso em saber quem era aquela garota de cabelos prateados acenando pra mim.

–Uma amiga minha. Vamos lá, eu te apresento ela! – Disse apressando meus passos em direção à albina e Rogue rapidamente fez o mesmo.

–Oi, Mira, porque faltou ontem? Aconteceu alguma coisa? – Perguntei.

–É que houve um imprevisto e eu não pude vir à escola, desculpa se te preocupei. – Dizendo isso ela olha para Rogue, esperando que eu o apresentasse à ela.

–Mira, este é Rogue, o aluno novo que entrou na nossa sala. Rogue esta é Mira, minha melhor amiga. – Os dois deram as mãos para se cumprimentarem.

Fomos caminhando até a classe e Rogue e Mirajane não pararam de conversar durante o trajeto todo, o que me deixou levemente com raiva, por uma razão que eu ainda desconhecia. O primeiro horário era de educação física, uma das aulas que eu mais odiava naquela escola, ainda mais que o professor era o Sugar Boy. Durante o horário inteiro, Rogue e Mirajane conversavam como se fossem amigos desde pequenos. Decidi me afastar um pouco deles, porque eu não queria atrapalhar, o que quer que fosse que estivesse rolando ali. O segundo horário fora de Minerva, que eu considerava uma boa pessoa, porém a matéria era muito chata. Eu realmente não queria prestar atenção nela nem em seu Mapa-Múndi, no qual indicava certos países com a régua, então eu peguei meu caderno e comecei a traçar rabiscos aleatórios no mesmo, até que ouço batidas na porta da sala. Olhei só por curiosidade, e vi que era o diretor Makarov e o coordenador Happy trazendo um aviso de um evento escolar que aconteceria nesse final de semana. Ele entregou um bilhete no qual dizia que nós iríamos à um sítio acampar e que quem quisesse ir, teria de devolver o bilhete assinado na secretária. Aparentemente nós não seriamos a única turma a ir, o segundo e o terceiro colegial também iriam. Olhei em volta e percebi que todos assinavam o papel, exceto Mirajane que já havia me dito que iria a um aniversário de um parente no final de semana. Fiquei um pouco chateada, mas realmente não havia nada que eu poderia fazer quanto a isso. Makarov se dirigiu à lousa e começou a listar tudo que teríamos que levar para o sítio, as atividades que teríamos lá, esse tipo de coisa. Quando eu li no quadro “bolo de morango” eu confirmei na hora! Aparentemente nós sairíamos daqui as seis, para podermos chegar cedo as nove e aproveitar mais. Eu não estava muito animada, só estava indo porque não havia nada para fazer no final de semana e também por conta do bolo de morango.

O último sinal finalmente soara, e eu já não estava mais aguentando ficar dentro de sala, assistindo aulas e mais aulas. Seguimos, eu, Rogue e Mirajane para casa, já que Mirajane morava na mesma república que eu e Rogue era nosso vizinho. O caminho todo eu fui ignorada, até parecia que eu não existia. Os dois conversavam sem parar me deixando completamente de lado. Já não suportando aquela situação, resolvi puxar um assunto com eles.

–Vocês querem ir à sorveteria comigo hoje á tarde?

–Como assim, a gente não vai fazer o trabalho de geografia? – Disse Rogue.

–Sim, mas depois que nós terminarmos, lá pras cinco horas, pode ser?

–Por mim tudo bem, e você Rog-Kun? – Disse Mirajane sorrindo. Agora vamos analisar a fala. Ela disse Rog-Kun, certo? O apelido que eu fiz pro Rogue?! Ela só pode estar de brincadeira... Senti uma raiva sem explicação quanto a ouvi pronunciando “Rog-Kun”.

–Por mim pode ser também. – Disse com seu famoso sorriso encantador.

–Então está combinado? – Perguntei pra confirmar.

–Ok – Responderam em perfeita sintonia.

Depois de trilhar, um caminho que parecia não acabar mais, finalmente chegamos à república. Despedi-me em um tom fraco, até porque eu estava um pouco desanimada, pelo dia cansativo e também por aquele lance todo da Mira e do Rogue. À tarde passara rápido, eu e Rogue fizemos o trabalho caprichadamente e fomos à sorveteria com a Mira assim como combinado, até que a noite eu recebo uma mensagem do Rogue.

“Boa noite Er-Chan . Aconteceu alguma coisa? Você parecia chateada hoje...”
Logo respondi, lhe enviando outra como resposta.

“Não é nada, deve ser impressão sua. Ah, e avisa o diretor de que amanhã eu não vou à escola, eu to muito cansada. Beijos, Boa noite.”
Enviei e logo depois dormi, sem ao menos checar a nova mensagem que Rogue me enviara.

Rogue

Eu percebi que havia alguma coisa de errado com Erza hoje, porém não sabia o que era. Alguma coisa estava deixando-a daquele jeito e eu iria descobrir o que era. Eu passei o dia todo conversando com Mirajane sobre Erza, queria conhecê-la melhor, e foi isso que aconteceu. Eu descobri coisas sobre a Erza que realmente me chocaram. Ela era órfã, havia perdido seus pais quando criança, isso deve tela traumatizado, porque depois do ocorrido, ela começou a se afastar das pessoas a sua volta, se tornando quase isolada, e que para aliviar a dor interior que sentia, costumava se cortar ou até mesmo usar drogas, ficando até uma semana sem dar as caras na escola. Embora tudo isso pareça loucura e insano da minha parte, eu queria ajudar ela com tudo isso que ela estava passando, queria me aproximar dela. Talvez ela possa ser quem eu sempre procurei...

Notas finais
Seila, Seila x-x deixem sua opnião! Vlw Nelisa sua gauta! Até o terceiro cap, meu povo! Kissuss na bundaa :3