True Love

3 He's back?!


Notas iniciais
Oi xenti, meu povo lindo *0* Mais ou menos, mais ou menos. Óia, quero esclarecer que esse cap. é a introdução pra trama da fic -' Finalmente, só agr essa bagaça começa. Vai começar a história de vdd agr, e eu vou fazer o possível para melhorar a escrita pra vcs daqui para frente. Bjs, Boa leitura!

***Erza

Amanhã aconteceria o tão esperado evento, anunciado por Makarov. O acampamento no sítio. De primeira, eu não havia ficado animada para ir, mas o tédio me fez mudar de ideia, e eu fiquei extremamente empolgada, e só de pensar no bolo de morango... Resolvi comprar alguma coisa para o almoço, porque não havia nada na geladeira, já que tudo que eu fazia na minha vida era comer. Porém antes de sair eu coloquei uma música e fui tomar banho. Música. Uma das melhores coisas que o ser humano inventara. Era uma das coisas que eu mais amava, pelo fato de me fazer esquecer e fugir um pouco da realidade por um momento.

Eu não iria à escola hoje, eu realmente não estava muito afim, então tudo que eu veria na escola hoje, eu tratei de estudar ontem, para não ficar para trás. Enquanto eu tomava banho, o único pensamento que passara na minha mente foi Rogue e Mirajane sozinho na escola conversando o dia todo. Aquilo realmente me irritou. Mirajane era minha única amiga e se ela e Rogue começarem com papinho, ela ia me deixar de lado pra ficar com o novo namoradinho. Isso me dava raiva, porém não havia absolutamente nada que eu poderia fazer, então simplesmente descartei a ideia de me preocupar tanto com isso. E também, quem nunca teve ciúmes da melhor amiga?

***Rogue

Como sempre, acordei sem nenhuma vontade de levantar. Por mais que eu tenha dormido a noite toda, eu não havia dormido bem. Algo me incomodou a noite toda em meus sonhos, e de fato era Erza. Ela estava muito estranha no dia anterior e isso estava me intrigando. Eu definitivamente não era do tipo de ter muitos amigos, então quando eu conseguia algum, eu tentava fazer o máximo para agradar. Erza, por tão pouco tempo que a conheço ela já demonstrou ser uma boa pessoa, e boas pessoas são difíceis de se encontrar hoje em dia. Eu ainda achava que a razão de ela estar estranha ontem, fora por que ela estava cansada. Ela se esforçava muito nos estudos, por mais que não gostasse das aulas. Se não fosse isso, eu simplesmente não teria ideia do que era.

Depois de levantar e me arrumar, eu fui para a república, porque como combinado, eu passaria lá todos os dias para buscar as meninas. Era no prédio ao lado, então logo após que sai pelo portão, já me deparo com Mirajane, toda arrumada, segurando sua pasta.

–Bom dia Rog-kun! – Disse a albina sorrindo, caminhando até mim.

–Oi Mira, cadê a Erza? – Eu disse dando uma pequena olhada em volta, procurando pela ruiva.

–Ela disse que não vai hoje, disse que estava cansada e precisava de um tempo.

–Ah, sim. – Abaixei a cabeça – Ela me avisou ontem à noite, eu tinha me esquecido.

–O que foi Rogue? – Disse Mirajane com um certo olhar de preocupação, ao ver que eu havia dirigido meu olhar para o chão, com um ar de desânimo.

–É que... Você não achou que a Erza estava um pouco estranha ontem? – Eu disse, voltando meu olhar para Mira.

–Como assim?

–Não sei, ela ficou um pouco de lado e depois do que você me contou sobre ela, eu estou preocupado.

–Ai, eu não deveria ter te contado nada sobre aquilo, era muito cedo. – Disse Mirajane, colocando a mão na cabeça com uma expressão de arrependimento. – Olha, apenas esquece, tá? Deixa que da Erza eu cuido. E não se preocupe, às vezes ela é assim mesmo. – Disse por fim, com um leve sorriso calmante no rosto.

Continuamos conversando o caminho todo, até chegar na escola.

***Erza

Depois de voltar do mercado, cheguei em casa e deixei as compras na geladeira e dei uma olhada ao redor. Imundo, seria a palavra perfeita para descrever o estado em que meu apartamento se encontrava. Eu não era a senhorita organizada, pelo contrário, bagunça era comigo mesmo, porém, querendo ou não, uma hora eu teria que arrumar tudo que já bagunçara. Comecei a limpar o apê, catar restos de comida espalhados pela casa e roupas jogadas pelo chão. Aproveitei também para arrumar meu guarda- roupa, e talvez separar algumas roupas para doar ou vender para um pequeno bazar. Eu estava esvaziando as gavetas, e quando cheguei na penúltima delas, eu vi uma caixinha toda enfeitada. Eu nem me lembrava da existência dela no meu armário, então resolvi abrir e acabar com essa pequena curiosidade que me veio, de saber o que tinha dentro. Comecei a chorar lágrimas de nostalgia no mesmo instante em que abri. Eram fotos, fotos que eu nem me lembrava mais, de quando eu era pequena.

Minha infância passou-se em um orfanato, já que eu havia perdido meus pais, ainda muito jovem. Havia pessoas comigo nas fotos, pessoas que eu pude chamar de amigos um dia. Tinha uma garota que aparecia em todas as fotos, sempre sorrindo ao meu lado. Qual era o nome dela mesmo? Ah, sim, Milliana. Ela fora minha melhor amiga de infância. Me deu força e me apoiou nos momentos mais difíceis, porém eu perdi contato com ela, logo depois que ela foi adotada. Queria saber se ela estaria bem de vida nesses dias. Suspirei. Eu ainda tinha esperanças de encontrar meus amigos um dia.

***Rogue

Eu estava bebendo água na hora do recreio e enquanto eu caminhava para o lugar onde eu costumava lanchar, um lugar afastado, eu ouvi uma discussão. Havia uma voz familiar no meio daquela falação, e essa voz era da Mira. Aproximei-me um pouco para ver do que aquilo tudo se tratava, porém fui obrigado a entrar no meio, quando vi que a discussão se tornara algo mais. Duas meninas estavam batendo na Mirajane. Uma delas, que usava um laço azul, para por um momento e começa a dizer algumas coisas.

–Sua vadia... – Diz a garota de laço azul, e logo após da um chute em Mirajane.

–Se você não consegue um namorado, não venha para cima dos nossos. – Disse a outra, empurrando Mira no chão.

Assim que aquelas duas vadias perceberam minha presença no local, elas simplesmente foram embora.

–Mira! Que porra foi essa?! O que aconteceu aqui?! Você ‘ta bem? –Eu perguntei, correndo em direção a Mirajane, e ajudando-a a levantar.

–E-eu, não sei... Elas chegaram me batendo... – Disse a albina, totalmente assustada com o que acabara de acontecer. – Me leva pra enfermaria Rogue, por favor. – Eu podia perceber a dificuldade dela pra falar. Obviamente ela estava sem ar, pelo chute que havia tomado no estômago.

Ela estava muito machucada, devia ter apanhado muito antes de eu aparecer. Por que aquilo? Quem eram aquelas garotas? O que elas queriam? Por que fizeram aquilo? Resolvi ignorar todas essas perguntas por um instante e fazer como Mirajane havia me pedido. Eu a peguei no colo e fui às pressas até a enfermaria. Deitei-a na maca e deixei o resto por conta da enfermeira. Essa logo que me disse que seria melhor levar a Mira para um hospital, para ela repousar corretamente.

***Erza

Já havia terminado de limpar o apartamento e resolvi mandar uma mensagem para o Rogue e para Mirajane perguntando se eles gostariam de jantar comigo hoje à noite. Eu sabia que ele estava na escola, porém estava no horário da recreação, então não achei problema em enviar a mensagem.

"Oi Rog-kun, Você pode vir hoje aqui em casa jantar? Comer sozinha é uma bosta... Avisa a Mirajane ai na escola, fala pra ela vir também. Beijos Er-chan."

Depois de uns cinco minutos, mais ou menos, recebo a mensagem resposta do Rogue, que dizia que Mirajane estava o hospital e não poderia ir. No mesmo instante, paralisei. Hospital? O que havia acontecido para Mira ir parar em um hospital?! Resolvi ligar pra Rogue, pedir para que ele esclarecesse isso direito pra mim. Ele explicou tudo e por incrível que pareça a explicação só me preocupou mais ainda. Peguei minhas coisas e fui para o hospital, chegando lá eu vi que não era nada sério, porém decidi passar mais um tempo com a Mira, antes de ir embora.

No caminho de volta para casa, eu estava andando distraída, até que eu me trombo com alguém e acabo derrubando minhas coisas. Era um rapaz alto.

–Oh, me desculpe – Ele disse, catando minhas coisas do chão e me devolvendo.

–Desculpa eu, eu é que estava distraída. – Me desculpei e agradeci pelas minhas coisas.

Antes que eu me virasse para seguir o meu caminho, o rapaz me lançou um olhar perturbador que me fez paralisar. Um olhar estranho e com uma certa fúria. Por incrível que pareça, era um olhar familiar que eu logo reconheci.

“N-não pode ser... Ele voltou...” Pensei e logo me desesperei momentaneamente.

Notas finais
Baum, tá ai. Desculpa o tanto de Pov's, vo melhorar isso. É minha primeira fic, com o tempo eu vou melhorando e tals. Próximo cap. é o acampamentooo AEE POURRA!! Desculpa, crianças, não falem isso U.u Tchau bjsss!!