Troublemaker

7 Um Babaca e Uma Proposta


Notas iniciais
Hey hey amiguinhos ♥ Acho que vocês não esperavam por mim hoje, não é?! Lembra que eu disse que eu iria viajar? Pois então, errei a data SAHUASHUSAHUs' Antes de vocês lerem o capítulo de hoje, gostaria de agradecer a todo o apoio que vocês tem me dado! Eu sei que digo isso toda vez, mas seria um pecado não agradecê-los por me deixar tão feliz! Não quero tagarelar muito (vou deixar isso pras notas finais), então, boa leitura ♥

Depois da conversa com Igneel, nós fomos jantar. Meu pai nos levou em um restaurante que não íamos há anos, talvez desde que minha mãe falecera, e fomos muito bem recebidos por alguns garçons que nos conheciam. O clima estava propício para termos uma “reunião” naquele lugar, então não foi estranho ou ruim, só nostálgico, de uma forma boa. Além de querer por os pingos nos i’s, Igneel também estava querendo compensar a noite que eu furei, e juntou meus irmãos para irmos juntos, apenas nós. Nos divertimos como nunca, e eu definitivamente estava precisando de algo como aquilo.

Quando voltamos para casa, já um tanto tarde, decidi ir logo dormir para que conseguisse me levantar pela manhã para ir na casa do Gray. Happy resolveu vir dormir comigo, e ele deitou em cima do meu travesseiro, praticamente em cima de minha cabeça. Típico de gatos preguiçosos. Fiquei fazendo carinho em seu pelo e escutando seu ronrono até que adormecesse. Porém, antes que eu dormisse definitivamente, algo me chamou a atenção.

Um pequeno barulho perturbava o silêncio do meu quarto. Assemelhava-se a alguma coisa se chocando em outra. Ascendi a luz do abajur, olhando incomodado para todos os lados, mas não foi simples decifrar o que era. Infelizmente, o barulho foi ficando constante, e já estava me irritando. Odiei a ideia de ter que me levantar para descobrir o que era, mas era isso ou eu ficava sem dormir.

Ao me levantar, percebi que o barulho vinha da janela, algo estava se chocando ali. E quando abro, algo pequeno me acertou o ombro, que eu logo constatei ser uma pedrinha. Olhei para baixo e me deparo com um idiota no gramado dos jardins dos fundos.

– O que, em sã consciência, você acha que está fazendo jogando pedrinhas em minha janela, em plena madrugada? – Usei o tom mais ameaçador que consegui.

– N-natsu? Sua janela? Eu achei que fosse a da Er… – E então ele se calou abruptamente, tapando a boca com a mão antes que dissesse algo denunciador.

Mas era tarde demais.

– Erza? Achou que fosse o quarto da Erza? O que diabos você quer com a minha irmã?

Só podia ser brincadeira. Definitivamente.

– N-nada. Nada, eu só… Eu… Ela disse que ia me ensinar química e eu… Vim aqui. É. É isso. – Ele começou a coçar a cabeça, como quando ficava nervoso.

– Por que minha irmã te ensinaria algo a essa hora da madrugada? Além do mais, Erza é péssima em química. – Revirei os olhos. – Eu poderia te ensinar melhor que ela.

Ele ficou embaraçado, gaguejando e olhando para os lados, provavelmente pensando em fugir.

– Então ela mentiu pra mim! – Ele tentou soar o mais surpreso possível.

– Você é um péssimo mentiroso, Jellal. E eu vou arrebentar a sua cara se estiver tentando dar em cima da minha irmã.

Jellal sorriu amarelo e sem pensar mais, decidiu correr. Eu já imaginava que ele faria algo assim, então não hesitei em correr atrás. Nunca desci as escadas de casa tão rápido quanto naquele momento. A adrenalina que tomou conta do meu corpo naqueles poucos segundos foi impressionante. Abri a porta sem hesitar e dei sorte em me deparar logo de frente com ele, que ficou estático.

– Como conseguiu ser tão rápido assim?

– Por que acha que sou o capitão do time, babaca?! – Segurei firme em seu braço e o puxei para dentro, jogando-o no sofá mais próximo. – Agora senta aí e me explica direito. Espero que eu esteja enganado com o que ouvi. O que diabos você veio fazer aqui?

Jellal começou a titubear, ora abrindo a boca pra dizer algo, ora fechando e fazendo uma careta.

– Quer um soco pra facilitar que fale alguma coisa mais rápido? – O ameacei, e logo ouvi alguém se aproximando.

– Natsu? Jellal? O que está acontecendo?

Nós dois nos viramos para ver quem era, e nos deparamos com uma Erza de camisola na escada. Um tanto inapropriado para receber visitas, ainda mais o tarado do Fernandes.

– Erza, volte a dormir, deixa que eu cuido disso.

– Há algo de errado? – Ela insistiu, ficando ao meu lado e olhando seriamente para Jellal, que só faltava escapar a baba pelo canto da boca, pelo modo que olhava para ela.

– Vá se cobrir, Erza. Esse idiota está te comendo com os olhos.

– O quê? Está fazendo o quê? – Ela se fez de sonsa, fazendo-me revirar os olhos e ficar ainda mais irritado.

– Olha, Natsu, me desculpe, mas eu estou apaixonado por ela, tá legal?! E eu pretendia fazer uma declaração, mas você estragou tudo. – Ele se levantou para ficar cara a cara comigo.

– Qual é, ela é minha irmã! MINHA IRMÃ! – Falei de modo completamente descrente. Aquilo era inadmissível. – E eu estraguei tudo? Você estava jogando pedras na minha janela, seu idiota. – Lhe dei um tapa na cabeça.

– Espera… Você veio se declarar pra mim? – Erza perguntara, olhando para Jellal e depois para mim, e repetindo o ato algumas vezes. Então ela riu, de um modo um tanto frenético, andando de um lado para o outro. Como se estivesse louca. – Quem você pensa que é? – Ela se voltou para Jellal, segurando-o pelo colarinho, até mesmo o levantando do chão.

Definitivamente Erza era louca.

– Pra você eu posso ser qualquer um, minha Erza. – Jellal lhe mandou uma piscadela, que se não fosse as circunstâncias, eu teria dado vários socos em seu olho até vê-lo saltando da órbita.

Erza riu novamente, de modo zombeteiro, soltando-o com um empurrão.

– Cresce primeiro, depois nós conversamos. – E ela subiu para o seu quarto, deixando-o com um sorriso bobo no rosto.

– O que diabos você tem na cabeça? – Me prontifiquei a falar, assim que Erza se fora e o silêncio perdurara por alguns longos segundos. O empurrei em direção a porta com nenhuma educação. – Cai fora da minha casa, some daqui Jellal. Vá embora logo antes que eu decida piorar essa sua cara de merda.

Não me levem a mal, Jellal era meu amigo, mas dar em cima da minha irmã? Não. Absolutamente não. Era quase uma ofensa. Entre tantas garotas na escola, ele vinha dar em cima da Erza? Que ainda por cima era mais velha. Jellal só podia estar maluco.

Fui dormir com vontade de socá-lo, e acabei sonhando que o afogava em um aquário gigante lotado de tubarões.

~*~*~*~*~

Na manhã seguinte eu já estava na porta do Fullbuster. Não havia avisado ao Gray, por isso quem me atendera fora Ultear, sua meia-irmã. E bem, era como ter me deparado com Erza em outra casa.

Ultear e Gray não se davam bem por inúmeras razões, mas ela era a melhor amiga do Jellal. Aliás, aquele cara era realmente estranho, qual era a dificuldade em manter amizades e paixões com garotas de nossa idade? Será que era algum fetiche estar sempre com mulheres mais velhas?

– Ultear. – A cumprimentei com uma careta.

Ok, confesso, eu também não me dava bem com ela.

– Demônio. – Ela me cumprimentou de volta, escancarando a porta para que eu entrasse. – O que faz acordado tão cedo em um sábado?

– Vim resolver umas coisinhas com o idiota do seu irmão, sobre o babaca do seu melhor amigo. – Apenas respondi, subindo as escadas rapidamente.

Escutei ela dizendo algo como “sinceramente, vocês três…”, mas não era como se eu me importasse com o que saísse de sua boca.

Entrei no quarto de Gray, do qual eu já sabia o caminho de olhos fechados, e o idiota estava jogado em sua cama da forma mais desajeitada possível, com o cobertor no chão e me dando uma péssima visão de sua nudez.

– Pelo amor de Kami, Fullbuster. Se você for dormir nu, pelo menos certifique-se de não deixar o cobertor cair. – E o joguei da cama sem sutileza alguma.

Nessas horas eu deveria carregar uma câmera comigo, porque a cara que ele fez ao acordar foi impagável!

– Qual é o seu problema, Dragneel? – Ele levantou irritado, pronto para me bater.

– Meu problema é ter sido acordado por um idiota de cabelos azuis querendo se confessar para a minha irmã. O que tem para me dizer sobre isso?

Gray paralisou por um momento, me olhando de forma culpada.

– Não me olhe desse jeito, vá se vestir logo. – Reclamei, me jogando na sua cadeira giratória. Ele pouco se importou em se apressar para esconder a nudez. – Por que diabos você estava o ajudando com isso?

– Você faria o mesmo se escutasse Jellal falando todo santo dia sobre a Erza. Eu já não aguentava mais, então apenas disse pra que ele fosse falar com ela logo. – Ele deu de ombros. – E não é como se você e Erza fossem os melhores irmãos do mundo, por que se importa tanto?

– Você já disse tudo, Erza é minha irmã. Não importa se temos a melhor ou pior relação do universo. E de qualquer forma, ela já deu um fora nele.

Gray estava no banheiro, mas ouvi seu riso alto de lá, e apareceu na porta momentos depois só para me olhar como se eu fosse idiota.

– Cara, você realmente não conhece o Jellal.

Já com roupa, Gray pegou seu vídeo game no guarda roupa e colocou em cima da mesa de estudo, para conectar na televisão. Entregou-me um dos controles e ficou com o outro, que era o player dois. Esse era um dos pontos positivos de jogar vídeo game com ele, Gray nunca curtia o player um, então sempre deixava comigo.

– Como assim?

– Qual é, é do Jellal que estamos falando. Ele não vai desistir fácil da Erza, não importa o quão grosseira ela possa ser. É capaz até de isso deixá-lo excitado com a ideia de conquistá-la. Ele já sabe lidar muito bem com a Ultear, a Erza é fichinha.

Cogitei aquela frase por alguns segundos, fazendo diversas caretas, e só uma conclusão me veio a cabeça.

– Jellal é louco.

Gray riu, sabendo que aquilo era totalmente óbvio.

– Bem, foda-se Jellal, o que aconteceu ontem depois que fui embora? Igneel disse alguma coisa?

Fiquei em silêncio por um tempo, e iniciamos nossa partida. Estávamos jogando black ops três, da franquia call of duty. Gray era péssimo naquele jogo, e até hoje era difícil entender o porquê ele insistia em jogar. Apesar de ser muito legal matá-lo diversas vezes, sempre caíamos no mesmo time, então eu o ajudava. Ou tentava.

– Igneel me chamou para conversar no escritório depois que Layla foi embora. – Finalmente o respondi, enquanto me esforçava para salvá-lo de dois adversários que apareceram para matá-lo pelas costas.

– Se eu conheço bem seu pai, do jeito que ele aparentava estar calmo ao falar com Erza, a conversa foi tensa.

Dei uma risada fraca, lembrando-me da noite passada.

– De qualquer forma, foi bom ter falado com ele. Eu disse o que me incomodava e ele me esclareceu tudo. – Dei de ombros, mesmo que Gray não estivesse me olhando para ver aquele ato.

– Então está tudo certo? Digo, vai aceitar o casamento?

– Não é como se eu estivesse super feliz em fazer isso ou tivesse alguma escolha. É como você e todos disseram, Igneel está feliz. Que tipo de filho eu seria se o privasse disso? – Perguntei, mais para mim mesmo do que para o Fullbuster. Eu precisava me convencer daquilo rapidamente. – Aliás, Igneel perguntou se eu podia sair com Layla um dia desses, para nós nos conhecermos.

Gray riu alto, quase caindo de sua cama, da qual estava sentado.

– Você e Layla? – E riu de novo. – Eu realmente preciso ver isso!

– Obrigado pelo apoio. – Disse ironicamente.

– Lucy já sabe disso?

– Está brincando? Ela não deve nem sonhar. Se souber que vou sair com sua mãe é capaz dela ir junto e arrebentar a minha cara se eu ousar mudar o tom de voz.

Gray ficou em silêncio por alguns instantes, e seu personagem sequer se mexia, tomando tiros e morrendo a todo instante. O observei e vi que ele me olhava sério.

– O que é?

– Você está cogitando sair com Layla. – Falou surpreso. – Que orgulho, meu amigo está crescendo tão rápido! – E me deu tapinhas nas costas.

– Deixa de ser bicha, Fullbuster. – Revirei os olhos. – Que outra escolha eu tenho? Igneel disse que ele só se casaria depois que eu saísse com ela e dissesse o que acho.

– Então, além de sair com Layla, você vai fazer isso para que aconteça o casamento. Eu não poderia estar mais orgulhoso!

~*~*~*~*~

Ficamos praticamente o dia inteiro enfurnados no quarto do Gray jogando vídeo game, e só saíamos para comer. Não fui com a intenção de dormir por lá, mas acabamos virando a madrugada, e Ur, sua mãe adotiva, não quis deixar que eu saísse para voltar para casa tão tarde, então passei a noite lá. Acordamos no domingo quase às três da tarde.

Ur ofereceu carona para me levar até em casa, depois de me fazer comer tudo o que ela cozinhou, e eu apenas aceitei porque iríamos de moto. Fala sério, quão genial era a mãe do seu melhor amigo andar de moto? Melhor que isso só se ela fosse a minha nova madrasta.

Ao entrar em casa, deparei-me com uma catástrofe. Ou melhor, uma catástrofe era muito pouco para descrever o que eu estava vendo.

– O que houve aqui? – Perguntei perplexo para o nada, mas mesmo assim obtive uma resposta.

Lucy estava sentada ao chão junto com Michelle, e um cachorro enorme lambia elas. Lisanna estava no sofá, com Happy no colo e Erza ao seu lado.

– Papai fez um almoço especial. Eu te liguei para você vir, mas você não atendeu. – Fora Zeref quem dissera, aparecendo ao meu lado.

A catástrofe que eu dizia não era nem por estarem as Heartfilia ali junto com Lisanna e Erza, – bem, talvez um pouco – mas a sala estava completamente mudada.

Os sofás estavam em lugares diferentes do que costumavam ficar, e o tapete felpudo que eu adorava sumira. Havia uma poltrona extra ali que eu não fazia ideia de onde tivera saído, e minha televisão de tela plana simplesmente desaparecera. Sem contar a bagunça que o cachorro estava fazendo ao correr em volta das meninas e de uma mesa de centro que eu nunca vi na vida. E pra completar, a lareira estava enfeitada com diversos vasinhos cheio de flores, que eu queria jogar na parede e assisti-los se espatifar.

– O que são essas coisas? – Eu apontava para os objetos novos. – De onde saíram? Cadê a nossa sala?

– Papai quis fazer algumas mudanças com Layla, as coisas novas são delas. Em breve as Heartfilia se mudarão permanentemente, então já estamos ajeitando algumas coisas.

– Como é? Se mudar? Elas vão se mudar? – Eu definitivamente deveria ter ficado na casa do Gray. Quem sabe ter pedido pra Ur me adotar. Eu tenho certeza que me adaptaria com a satã chamada Ultear. Aliás, ter ela como nova irmã com certeza era uma ideia mais aceitável e agradável, sem sombra de dúvidas.

– Layla e Igneel vão se casar, você esperava o quê? Que cada um ficasse em uma casa diferente? – Fora Lucy quem dissera, como se estivesse se vangloriando por eu não ter arruinado o casamento.

– Ia ser maravilhoso se isso acontecesse. – Lhe respondi seco, recebendo uma careta de volta. – Onde Igneel está? – Me dirigi para Zeref.

– No jardim. Layla está com ele. – Aquilo soou como um aviso, do tipo “tome cuidado ao ir até lá, eu não me responsabilizarei se você ver coisas traumatizantes para o seu psicológico”.

Lucy logo se levantou abruptamente e estava pronta para me impedir, provavelmente achando que eu ia fazer alguma merda, mas de alguma forma, Zeref a parou com o olhar.

Apenas a ignorei e dirigi-me até o jardim. E novamente, vi uma cena que me deixou com vontade de vomitar em um vaso aleatório. Igneel estava sentado em uma das espreguiçadeiras dispostas em um canto, escondidas por um grande guarda-sol, e Layla estava sentada de lado em seu colo. Eles se beijavam como dois adolescentes, com um copo de vinho na mão, cada um.

Pigarreei para lhes chamar a atenção e Layla praticamente pulou do colo do meu pai para o chão com o susto que levou. Seu rosto ficou corado quase instantaneamente e isso me fez lembrar de quando fiquei nu na frente de Lucy, fazendo-me sorrir brevemente.

– Natsu, filho! – Meu pai me cumprimentou, com um sorriso enorme. – Senti sua falta no almoço hoje. Está com fome? Sobrou bastante coisa.

– Não se preocupe, Ur me empanturrou de comida. Só queria avisar que cheguei. – E dei as costas, pronto para subir para o meu quarto.

Aquilo não era somente o que eu iria dizer, claro que não. Eu queria reclamar dessa mudança brusca, desses móveis novos e de como aquilo estava correndo mais rápido do que deveria. Mas era como se a coragem tivesse esvaído ao ver Layla daquela forma.

Não beijando meu pai, não, credo! Foi quando ela corou e me olhou como Lucy. Aquilo definitivamente foi um golpe baixo.

Droga, por que as duas tinham que ser tão parecidas?!

– Espera, Natsu! Layla quer falar com você. – Meu pai me chamou, esperando que eu virasse de volta. O olhei e vi ele a incentivando a se aproximar.

Ela parecia ter medo de mim, e eu confesso que isso era um pouco divertido. Qual é, o que eu iria fazer? Xingá-la era o máximo que ocorreria, e nem isso eu teria coragem de fazer na frente do Igneel, principalmente depois de prometer dar uma chance à sua noiva.

– Natsu, eu… Ahn… Será que poderíamos sair hoje a noite? – Layla perguntou baixinho, bastante acanhada. – Eu adoraria conversar com você. Eu prometo que pago o jantar no seu restaurante preferido.

Olhei bem para Layla e ela praticamente se encolheu, como se eu tivesse olhos afiados e estivesse prestes a lhe machucar. Talvez essa fosse sua impressão por eu ser consideravelmente mais alto e não ter agido muito amigavelmente nas últimas vezes que estivemos juntos, ou talvez fosse simplesmente pela expressão que fiz, que eu não fazia ideia de como estava.

Era necessário mesmo responder agora? Dei uma breve espiada em Igneel, que esperava ansioso pela minha resposta, talvez mais do que ela, e fechei os olhos por um momento, meditando continuamente que eu estava fazendo aquilo pela felicidade do meu pai.

– Rodízio de pizza. Às oito. – Apenas respondi e me retirei.

Notas finais
Hoje não vai ter spoilers do próximo capítulo, porque vai acontecer muita coisa e vai ter muita informação, e qualquer coisa que eu ponha aqui vai meio que quebrar a mágica de ler na hora. Então perdoem-me. Semana que vem eu vou viajar (agora é certeza, juro), e volto dia 22, que é uma sexta. Então, o capítulo vai sair beeeem de noitinha, talvez só no sábado mesmo. Outra coisa, eu vi que algumas pessoas reclamaram sobre o desenvolvimento do casal, de estar demorando ou de nem parecer que é NaLu e tudo o mais (aqui e no social spirit). Bem, eu queria falar algo com vocês sobre isso. NaLu vai acontecer gente, fiquem calmos! A questão é que eu não quero apressar o enredo. Digo, eu inclui personagens na trama, e não é pra deixá-los na moita ou fazer meus protagonistas esquecerem que os pais existem, e que os amigos são só pra pedir conselho amoroso, como acontece em diversas fanfics por aí. Eu quero que meus protagonistas vivam e tenham relacionamento com todo mundo. E mesmo que a história seja inteira narrada pelo Natsu, eu quero que isso fique um pouquinho claro pra vocês do ponto de vista dele. Ele não vai ser só o protagonista que vai se apaixonar pela mocinha e pronto, vamos casar! Eeeh! Não... Eu quero que ele tenha um relacionamento com sua família, que ele tenha problemas, que ache formas de resolvê-lo, que saiba ser amigo, enfim, tudo isso que acontece na vida real. Até porque Lucy e Natsu se conhecem a pouco tempo, eles ainda precisam se conhecer mais a fundo, não acham?! Isso não é uma bronca gente, por favor, não pensem assim. Só estou explicando mesmo... ^^ Enfim, vou calar a boca porque falei demais :P Obrigada por acompanharem Troublemaker até aqui, me digam o que acharam, se vocês acham que precisa melhorar em algo, o que vocês acham que eu poderia incluir, o que vocês acharam do novo capítulo do mangá, do episódio do anime, quais animes vocês me indicam, qual música, enfim, qualquer coisa, manda aí, vamos conversar o/ Até semana que vem ♥ *3*