Trouble Maker

39 Capítulo 38 - A fúria


Notas iniciais
Vamos ao ultimo capítulo do ano de 2015?

Capítulo 38 – A fúria

“Quando eu fico louco, fico assustador

Vou protegê-la, ninguém poderá facilmente

Tira você de mim”

Hero – Monstar X

A equipe de resgate andava apressada nos corredores do hospital, tudo era uma questão de tempo. Orihime estava desacordada e o Ichigo ao revelar que a mesma estava gravida, fez a equipe mudar complemente o procedimento. O ruivo acompanhou todo o trajeto ao lado da Orihime. Ao chegar na porta Centro Intensivo, foi impedido acompanhar.

Ele estava nervoso, faltava arrancar toda a sua cabeleira ruiva. Andava de um lado para outro do corredor. Rangiku ao encontrar o ruivo, o abraça sem dizer nada. Ela estava acompanhada de Gin, foram direto para hospital assim que receberam a ligação de Ichigo.

_ A onde ela está? – perguntou o Gin

_ Estão fazendo alguns exames no CTI – respondeu Ichigo – Falei da gravidez dela.

_ Fez bem. – Rangiku falou com a voz chorosa – Isso torna um pouco complicado no caso, tem os cuidados dela e do bebê.

Ichigo assentiu para loira. Somente agora que reparou os dois. Era estranho ver a Rangiku tão simples: cabelos loiros amarrados em um rabo, calça jeans, camiseta de manga ¾ e sem maquiagem.

_ E motorista, que estava com ela? – Gin, continuou com as perguntas.

_ Ele está bem, apenas deve algumas escoriações. – respondeu o ruivo – Vai passar a noite em observação.

_ Que bom.- a loira falou aliviada – Por acaso, já avisou a sua tia? A Orihime estava indo para lá, não é?

_ Estava. Não avisei ainda. – falou o ruivo que encostava na parede ao lado da porta – Vou avisar quando tiver notícias concretas da Orihime.

_ Não esquece. – alertou Gin

Nesse meio tempo, um médico sai da ala e olha para Ichigo.

_ Preciso falar com obstetra dela. – percebeu a preocupação do ruivo – Preciso saber o andamento do pré natal. Trarei notícias concretas daqui a pouco.

_ Sou a obstetra dela – Rangiku se apresentou

_ Que sorte. – forçou um sorriso – Por favor, me acompanha.

Os dois foram para dentro, deixando os dois homens do lado de fora. Ichigo deslizou para chão, colocou a cabeça apoiada no joelho. Gin aproximou e abaixou ao lado do ruivo.

_ Você está nervoso – segurou o ombro do rapaz -. Não vou falar para ficar calmo, que não vai adiantar. Tem que ser forte e ter fé. Ela vai sair bem nessa e o bebê também.

_ Não quero perdê-la. – suas lágrimas escorriam na face – Não vou perdoar se algo acontecer com ela. – sussurrou a ultima parte.

Gin estranhou a última parte que escutou. Não quis perguntar, talvez seja uma má intepretação. Não demorou muito Rangiku saiu da ala com o médico. Olhou para os dois.

_ Ichigo. – o chamou – O doutor que falar com você.

O rapaz levantou prontamente do chão, Gin também fez o mesmo.

_ Ela está bem. – pronunciou o médico — O descordar dela é devido alguma batida na cabeça que deve devido à queda.

_ E o bebê? – perguntou Ichigo

_ Também está aparentemente bem. Mas somente saber ao certo quando ela acordar e fazer os exames. Nesta noite, a paciente irá passar a noite no CTI para observação.

_ Certo, certo. – Ichigo ficara um pouco aliviado.

_ Recomendo vocês irem para casa. Principalmente você – apontou para Ichigo – Amanhã teremos noticias melhores.

_ Obrigado – agradeço o ruivo.

_ Vamos, levamos você para casa – Gin o chama – Melhor descansar, ela vai precisar de você daqui pra frente.

Rangiku deu um sorriso de conforto para os rapazes e foram para suas casas.

***

_ Por favor, nós perdoam mestre. – suplicava um rapaz – Isso foi por causa da chuva.

Grimmjow olhava com olhos semicerrados para o subordinado que suplicava pela sua vida. Os dois que eram responsáveis para executar o sequestrar a Orihime, estavam ajoelhados em frente do rapaz de cabelos azuis no galpão velho e abandonado.

_ Acredita em segunda chance? – perguntou com voz autoritária

_ Claro! – respondeu um animado.

Grimmjow alargou o seu sorriso. Quando o rapaz percebeu a reposta que dera, era tarde demais: tinha levado um tiro na cabeça disparado por Grimmjow. O outro rapaz levantou correndo no objetivo de escapar, também levou um tiro nas costas.

_ Então, tiveram a sua segunda chance. – riu debochado – A segunda chance de nascer de novo.

Moe estava em pé vendo tudo, sentiu um pouco enjoado com a cena. Olhou rapidamente para Grimmjow, que tinha uma expressão que causava frio na espinha.

_ EI MOE! – o azulado gritou, o rapaz logo respondeu e aproximou – Preciso saber notícias da ruivinha. Se vira para conseguir isso e me liga mediamente.

_ Sim, senhor. – o garoto saia correndo do local

_ EI MOE! – gritou novamente – SEJA RÁPIDO!

O garoto confirmou com cabeça e saiu correndo mais rápido. Não seria louco desobedecer alguma ordem de Grimmjow. Principalmente quando está contrariado, Grimmjow nunca fora medir consequência.

_ Que nojo! – olhou para os dois cardáveis – Nem vou perder tempo esconder esses vermes. – falou com desprezo. – Eu falei que não podia machucá-la, que vocês fizeram? Faz a ruivinha se acidentar. – colocou as mãos no bolso – Vai ser menos uma beleza nesse mundo! Oh ruivinha! – andava até no carro que estava estacionado próximo – Agora estou tendo um monologo com mortos!- riu sem graça – Sei que em breve, estarei na mesma situação. – suspirou olhando para céu estrelado.

****

Ichigo tinha acabado de chegar ao apartamento. Percebeu algum movimento estranho, girou a chave com cuidado, abrindo a porta. A luz do abaju logo foi acessa, Yourichi estava a sua espera, sentada no sofá.

_ Que você está fazendo aqui? – perguntou o ruivo integrado

_ Impedir que você faça alguma besteira. – falou olhando firme para o rapaz

_ Besteira? – bufou passou mão na cabeleira rebelde – No máximo vou estraçalhar aquele filho da puta do Grimmjow.

_ Por isso mesmo. – sorriu – Uma besteira. – fez um sinal para que ele sentasse no sofá. – Eu e meus jovens rebeldes. – envolveu o braço em volta do ombro do rapaz e puxou para um abraço. – Eu sinto muito pelo que aconteceu. Sério, ok? – falou carinhosamente — Eu sei como ela é importante para você, mas agora não é momento. Irá colocar tudo a perder. – seu carinho era materno – Você não deseja ficar ao lado dela? – o garoto assentiu – Então, vamos ficar de cabeça fria e pensar melhor forma para sair dessa limpo. Você já está sendo meio imprudente.

_ Ok, ok. – desfez o abraço – Que você quer que eu faço?

_ Fica quieto, até a Orihime se recuperar. – falou olhando para o rapaz – Se você sair do lado dela, todas as suspeitas cairão em você. Já está sendo difícil encobrir os rastros.

_ Como? – o jovem franziu as sobrancelhas

_ Hoje tive que afastar o Ulquiorra do serviço, a sorte que ele tinha férias vencidas. Peguei ele olhando para sua ficha.

_ Aquele detive? – cuspiu as palavras. – Ele vive dando em cima da Orihime. – demonstrou ciúmes, Yourichi riu em resposta – Não fica rindo! – irritou-se

_ É hilário – riu mais ainda – Você sabe que os dois estudaram juntos no colegial?

_ A Orihime me contou. – cruzou os braços e aconchegou no sofá – Só que o tempo dele passou, será que ele é cego?

_ Estou pedindo que tenha cuidado. – colocou mão no ombro do rapaz – Não faça nada, sem me comunicar.

_ Certo, Yourichi.

_ Ótimo. Estou indo! – levantou do sofá – Me liga. – estava abrir a porta

_ Yourichi... – a mulher parou – Obrigado.

A morena sorriu para rapaz.

_ Por nada. – saiu e fechou a porta.

O rapaz ficou estático no sofá, fechou os olhos por breve momento. Não sabia distinguir o que estava sentindo.

_ Orihime...

****

A recepção do hospital estava vazia naquela madrugada. A recepcionista estava checando algumas papeladas.

_ Bonne nuit. – cumprimentou a mulher que debruçava no balcão

_ Boa noite, no que posso ajudar? – perguntou a recepcionista

_ Bien, estou à procura de nouvelles. – seu sotaque em francês era bem “carregado”. – De Orihime Inoue.

_ Sinto muito, só estou autorizado passar informações para família.

_ Oui! – a mulher abriu a bolsa, retirou dois documentos. – Sou a mère da moça. – a atendente ficou sem entender – Oh! Como se diz na sua língua... mãe. Sou Manon Inoue. – entregou os documentos.

_ Está internada no CTI, no momento a sua situação é estável. – explicou a recepcionista.

_ Será que posso vê-la. – perguntou a mulher – Vim assim que fiquei sabendo.

_ Vou olhar com meus superiores. Por favor, aguarde.

_ Clair. – esperou a recepcionista fazer o telefonema.

_ Eles permitiram, mas através do vidro. Ela está no isolado.

A mulher aceitou a proposta. A recepcionista indicou o caminho, a mulher seguiu as instruções. Como lhe tinha dito, pode vê-la através do vidro. Como a jovem estava debilitada, sua cor era branca, somente a cor dos seus cabelos eram vivos.

_ Oh! Minha menina! – sussurrou a mulher.

****

Era mais uma manhã fria, Ulquiorra estava caminhando próximo à sua casa. Tinha saído com objetivo de comprar o seu café da manhã. Entrou na padaria, aguardou ser atendido no balcão. Na sua espera, começou prestar no noticiário da manhã.

_. Ontem à noite aconteceu um acidente na rodovia, devido à chuva ...

Seria uma noticia qualquer, até juntar os detalhes.

_ Orihime... – sibilou.

_ Bom dia! Qual é o seu pedi...

Ignorou a atendente e saiu correndo do local. Foi até a garagem do apartamento, a sua sorte que a chave do carro estava no bolso. Foi direto na delegacia, estacionou o carro em frente. Entrou indo a direção à sala da capitã e abriu sem cerimônias.

_ Por que não avisou do acidente? – perguntou direto

_ Veio me convidar para ser a sua acompanhante na viagem? Você é um amor! – respondeu irônica.

_ Sem brincadeiras, Capitã Yourichi! – irritou-se – Sabe que isto pode haver com meu caso!

_ Você está de férias! – levantou da cadeira – Foi essa a minha ordem! – parou em frente dele, mesmo com a diferença de altura, mostrou superior. – E se desobedecer as minhas ordens, seria expulso da cooperação. Não foi isso? – questionou

_ O que você esconde? – perguntou – Por que quer eu afastado daqui?

_ Eu que pergunto: o por que esse interesse na Orihime? – rebateu – Creio na academia ensinou a não descartar uma ordem superior.

O rapaz ficara mudo, com as perguntas. Não podia falar que era uma questão pessoal.

_ Eu sei do seu passado com ela. – ele olhou com espanto – Esqueceu que eu era detetive? – riu – Sei cada passo de todos aqui. Não adianta esconder nada de mim – sorriu diabólica – Agora você vai voltar as suas merecidas férias. E se o acidente tiver uma ligação ao caso, lhe chamo.

Ulquiorra não respondeu nada, a sua opção era apenas cumprir as ordens da superior. Saiu da delegacia contrariado.

***

Havia passado uma semana, Orihime estava sendo encaminhado para quarto. Era a melhor a noticia que Ichigo tinha recebido. Estava a caminho do hospital, quando recebera uma mensagem:

Preciso falar com você! Urgente.

É do seu interesse.

Unohana R.

_ Que será tanto ela quer? – questionou, antes de encaminhar a mensagem. – Coisa boa, vindo dela que não é. — depois iria ao encontro de Unohana. Precisa acalmar o seu coração primeiro.

Orihime estava sentada na cama, estava pálida ainda. Estava respondendo ao tratamento e em breve teria alta. A enfermeira cuidava nos primeiros tratamentos do dia. A expressão da ruiva era de pensamentos distantes. Leves batidas na porta, tirava os seus desaveio. Era Ichigo que tinha chegado com um sorriso, ao vê-la.

_ Oi! – aproximou dela e deu um beijo na testa.

_ Oi. – falou quase sem expressão.

A enfermeira logo sai do quarto deixando o casal sozinhos. Ichigo segurou a mão da ruiva, apertando levemente.

_ Orihime. – chamou suavemente. – Eu estou feliz. – deu um sorriso confortante – Ei! Que foi? – a expressão impressiva da ruiva deixava intrigado. – Que aconteceu? Está sentindo algo?

_ Ichi... – as lágrimas da ruiva escorriam – Eu perdi o bebê... – falou um sussurro, passou a mão na barriga.

_ Orihime, não se culpe. – mesmo com a notícia triste, ele a reconfortava – O importante que você está bem. E não se preocupe...

_ Ichi... – não olhava para rapaz – Eu quero... – olhava para suas mãos que apertava o lençol – terminar com você. – falou em um tom baixo

O rapaz foi pego de surpreso, isso poderia ser um pesadelo.

_ Orihime, não é necessário terminar por causa do bebê. Eu te amo. – apertou a mão dela.

_ Não é só por isso. – tirou a mão dele – Não quero correr mais riscos. – olhou para um canto qualquer do quarto – Não temos mais que ficar juntos, não temos mais vínculos.

_ Orihime, você não está falando sério – a sua expressão incrédula.

_ Vai embora, Ichigo.

_ Olha para mim, Orihime. Diga isso, olhando para meus olhos!- pediu

_ Apenas vai embora. – nenhum momento olhou para ele – Não me procura mais. – virou as costas para ele.

Não tinha mais palavras para falar, Ichigo retirou do quarto. A carranca tinha formado no seu rosto. Ao ouvir o bater da porta, a Orihime virou- se para porta.

_ Espero que um dia você me perdoa! – passou a mão no seu ventre – Eu te amo, Ichigo.

Desabou a chorar, sozinha naquele quarto.

***

Ichigo saiu do hospital, em fúria e nem ouviu a Rangiku chamá-lo. Aquilo tinha sido um balde de agua fria. Nunca pensou que teria um fim no relacionamento com Orihime e muito menos terminara naquele modo. Lembrou da mensagem mais cedo.

Pegara o celular para marcar o encontro com Unohana. Outro problema que enfrentaria agora:

“ Me encontra no cais em 20 minutos”

“ Estarei lá” — Unohana

Resolver ir no encontro de moto. Chegou no cais no tempo estimado, a mulher estava à sua espera. Ela deu um sorriso ao vê-lo, que mantinha a mesma carranca. A morena foi ao seu encontro, andando elegante com saltos finos.

_ Pensei que não viria. – sorriu – Vejo que enganei.

_ Diga o que você quer? – falou sem rodeios

_ Não me diga que aconteceu alguma coisa com Orihime? – mostrou preocupada.

_ Não ela está bem. – respondeu imediato

_ Então por que essa cara? – deu um sorriso curioso

_ Não lhe diz a respeito – fechou mais ainda

_ Oh! Ela finalmente tomou juízo – riu – Terminou com você? – o rapaz não respondeu – O silencio confirma.

_ Fala que você quer. Não tenho tempo para você!

_ Nossa! – debochou – Tenho negócios para tratar com você. – falou séria – Tenho a localização do Grimmjow.

_ Como posso acreditar nessa informação? – semicerrou os olhos

_ Pode acreditar. – entregou uma pasta de arquivo – Não pensa que estou lhe levando em uma armadilha. Considere uma trégua entre nós.

_ Uma trégua?- não acreditou nas palavras da mulher. – Quanto a esmola é muita, o santo desconfia.

_ Como velhos tempos, me lembro de repassar algumas missões. – falou cruzando os braços

_ Me diga qual é a sua objeção com a Orihime? – perguntou sem rodeios – Você sabe Orihime não é ela.

A ultima frase fez a mulher estática, como tivesse perdido a respiração.

_ Não sei o que está falando – desviou a conversa.

_ Como ela chamava, Yuuki, não é isso?

_ Você não deve revirar o passado das pessoas. – falou em tom mais alto.

_ Por que não? Você é especialista nisso: revirar o passado, tocar nas feridas...

_ Ela seria um pouco mais velha que a Orihime... – sua voz estava começando embarcar – As duas tem a personalidade parecidas... eu apenas que... – sua voz sumiu.

Ichigo manteve em silencio por respeito. Era a primeira vez que via a Unohana frágil. Poderia culpá-la por vários motivos pela sua vida está na pior. Pelo menos, uma vez, Unohana estava sendo sincero.

_ Tudo bem. – folheou a pasta – Desta vez, vou acreditar em você. – olhou para mulher – Não vou virar amiguinho seu por causa disso.

_ Eu entendo o seu sacrifício que em prol da Orihime.

O rapaz não trocou mais nenhuma palavra, subiu na garupa da moto e colocou capacete. Unohana ficou a observar a mudança de postura do rapaz. Sim, o monstro estava despertando e não haveria nada que pudesse parar. Viu ele partindo e virou-se para o carro que estava de porta aberta e motorista à sua espera.

_ Vamos embora. – ordenou ao motorista — Para Soul Society.

_ Sim, senhora.

Ficara pensativa como Ichigo conseguira aquela informação. Tudo do seu passado ela tinha ocultado. O pior de tudo é a dor do peito que sentira: a dor da saudade e da lembrança, no qual deixava fragilizada. A dor de perder alguém quem ama.

_ Yuuki...

***

Rangiku entra no quarto de Orihime e a encontra chorando.

_ Orihime! O que aconteceu? – seus olhos estavam preocupados. – Alguma dor?

_ Ran... – sussurrou – A dor que eu sinto não pode ser curada por remédio.

_ Ichigo, fez alguma coisa? – segurou os ombros da amiga – Eu vi saindo daqui com uma fúria.

_ Não. – olhou com lágrimas no rosto. – Na verdade fui que eu fiz.

_ Não estou entendendo. Fez o que?

_ Eu terminei o noivado – chorava mais. – Eu menti sobre o bebê, falei que tinha o perdido.

_ Mas não está tudo bem com vocês? Pelo qual o motivo?

_ Não posso falar, Ran...

_ Ei, tudo bem. – abraçou a ruiva – Quando puder me conta, ok? – a Orihime balançou a cabeça – Agora tenta acalmar, senão prejudica o bebê.

Ficaram abraçada até a ruiva se acalmar. Orihime tinha metido para Ichigo? Quais serão as consequências?

****

Ichigo voltou para seu antigo apartamento. Não queria ficar da Orihime devido as lembranças que viveu lá. Estava sério e concentrado, sentado em frente da bancada que tinha vista ao quadro de reportagens. Estava limpando e preparando as armas, a máscara de Shinigami estava à vista.

Checou todos os equipamentos, que iria usar naquela noite. Vestiu a jaqueta preta que tinha alguns traços no capuz. Estava pronto. Aproximou do quadro, olhou para cada reportagem que estava ali. Pegou uma que estava solta no balcão, fixou essa ao lado de tantas outras.

“ ACIDENTE NA RODOVIA. SUSPEITA DE PERSEGUIÇÃO”

Seu olhar era frio e sua aura era pesada. Pegou a máscara que estava no balcão e saiu do refúgio. O monstro havia despertado.

Continua...

Notas finais
~Reviews♥