Notas iniciais
Boa tarde meninas (os). Boa leitura e um ótimo fim de semana a todas. Ainda estou me recuperando da virose....

Cap. 16

Bella.

Assim que Alice abriu a porta percebi que algo estava errado. A carinha dela não estava das melhores e parecia que tinha chorado. Abracei-a perguntando baixinho:

-Tudo bem?

Ela assentiu com a cabeça, mas nada disse, apenas retribuiu o abraço apertado. Suspirei chateada. Eu torcia muito pára que eles se entendessem, mas já tinha feito a minha parte. Agora teria que ser com eles dois, afinal, em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher.

-Podemos ir para a cozinha, O Jasper foi tomar um banho e deve aparecer logo. Entrei seguindo-a de perto. O cheiro que vinha da cozinha era delicioso.

-A Heidi hoje caprichou, comentei entrando na cozinha e sentando-me à mesa. Até aquele momento eu não havia me dado conta de como estava com fome. O cheiro espalhava-se pelo ambiente, dando água na boca.

-Fui eu quem cozinhou Bella. A H não veio hoje. Ia a uma consulta médica.

-Nossa, Além, o cheiro está delicioso, falei entusiasmada.

-Deixe para elogiar depois de comer. E o Edward não vem?

-Talvez. Ele tem uma reunião com o prefeito agora à noite e está enrolado com isso. Não sei se vai dar tempo.

-E quanto ao caso? A imprensa está em polvorosa!

-Nem me fale.

-Estou preocupada com você, Bella. Justamente agora, no meio de toda esta confusão eu tive que deixar você sozinha...

-Não se preocupe. A Claire está se saindo muito bem, mas eu fiz questão de deixar claro que o lugar é seu.

-Que bom. Fico feliz em saber disso. Mas juro que não queria estar na sua pele nem na do Edward.

-Realmente está sendo difícil, mas estamos tentando separar as coisas.

-E estão conseguindo?

-Até o momento sim, respondi revelando a dúvida que martelava com insistência em meu peito.

-Gosto dele. É muito carismático. Uma ótima pessoa.

-Eu também o adoro. É até agora o namorado perfeito.

-E eu continuo não gostando disso, respondeu Jasper entrando na cozinha subitamente e abraçando a irmã com força.

-Você não tem que gostar ou não, Jazz. É a minha vida. Foi ele quem eu escolhi e...

-Ok, tudo bem, eu já entendi. Podemos, por favor, mudar de assunto e comer em paz? Estou com uma fome daquelas.

-Tudo bem.

Sentamos e a Alice fez questão de servir a deliciosa comida que havia preparado. Esperei por Edward cerca de duas horas, mas ele não apareceu. Abri a minha bolsa verificando o celular e vendo que ele havia mandado um torpedo trinta minutos antes:

“Sem hora para sair daqui. Desculpe. Bjs.”

Suspirei desanimada, despedi-me do meu irmão e da minha melhor amiga e fui para casa, avisando-o que estaria lá.

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Já era tarde e eu continuava aninhada no sofá com uma pequena montanha de pastas trazidas do escritório, à espera de Edward. Eu já tinha eliminado boa parte do trabalho, mas na última hora consultei o relógio e devaneei mais que qualquer outra coisa. Foi um alívio ouvir o motor do carro dele aproximando-se e estacionando diante da casa. Corri para abrir a porta.

Sua fisionomia demonstrava cansaço e uma leve irritação, mas quando os nossos olhos se encontraram, ele abriu um sorriso torto e que me deixava completamente zonza, e sem fôlego. Seus olhos me percorreram de baixo para cima. Os pés descalços, a roupa leve e informal, os cabelos soltos e emaranhados, um sorriso especial de boas vindas para recebê-lo.

-Oi, falei cumprimentando-o, fechando a porta assim que ele entrou para que tivéssemos mais privacidade. –Estava pensando se você iria dormir na prefeitura, eu disse brincando.

-Eu também, respondeu jogando a bolsa de lona com suas roupas atrás do sofá.

-Você jantou Edward? Quer tomar um drinque ou quer que eu prepare uma refeição rápida?

-Não. Eu só quero isso, respondeu puxando-me para os seus braços com firmeza, apertando-me contra si, levando uma mão aos meus cabelos. –Deus, eu só quero isto...

Sua boca exigente cobriu a minha com paixão; O nosso desejo era forte demais para ser expresso apenas com palavras ternas ou carinhos sutis. A necessidade que ele tinha de mim era tão primitiva quanto a que eu tinha dele. E como eu amava aquilo. Sim, eu o amava também, mas como Edward nunca tinha falado sobre sentimentos, eu preferi manter aquele segredinho para mim. Ao menos por enquanto. Percebi que meu corpo inteiro tremia com o oceano de sensações que ele despertava em mim.

-Eles me deram um monte de relatórios para ler, mas tudo o que eu conseguia ver era o seu rosto, murmurou deslizando os lábios quentes pelo meu pescoço me deixando levemente tonta. –Eles serviram café, chá gelado, suco e sanduíches, mas o único gosto que eu queria sentir era o da sua boca. Sorri extremamente feliz com aquelas declarações e enlacei-o pelo pescoço.

-Que bom que está aqui agora. Cheguei a pensar que tivesse acontecido algo mais grave, que você tivesse sofrido um acidente ou... Não terminei a frase prendendo a respiração quando senti sua mão sobre um dos meus seios, tomando aquilo que era seu e que conhecia tão bem, torturando-me com seus toques e carícias enlouquecedoras. Gemi baixinho, suspirando.

-Como foi o jantar?

-Bem na medida do possível, respondi sentindo as pernas fraquejarem.

-Seu irmão continua implicando comigo?!

-Ele não é má pessoa, é apenas super protetor demais. Foi difícil que de cuidar de mim sozinho, expliquei agarrando-me mais a ele.

-Entendo.

-Sim, mas não quero conversar agora. Preciso de você, Bella. Vamos para cama!

Incapaz de resistir por mais um segundo que fosse tomei sua mão com a minha conduzindo-o pelo corredor na penumbra, até o quarto, sem me preocupar em apagar as luzes. A cama arrumada para a noite no meio do quarto era um convite. Ele despiu o paletó e começou a desfazer o nó de sua gravata.

-Deixe que eu faça isso, pedi afastando-lhe as mãos e assumindo. Aproveitei também para beijá-lo de leve nos lábios. Eu tinha as mesmas vontades que ele de explorar o reino que o prazer estava nos proporcionando naquela semana. Queria ouvi-lo gritar o meu nome no momento que antecedia a perda da sanidade e da realidade, queria vê-lo entregue, exausto, saciado pelo jogo do sexo e pelo orgasmo que atingiríamos em breve. Introduzi os dedos pela abertura da camisa e ele gemeu em aprovação. Senti-me em chamas ao tocá-lo daquela maneira, sem pudores, ser reservas, livre das barreiras entre nós. Esfreguei a ponta da minha língua sobre cada pedaço de pele que ia descobrindo, sentindo o bater forte do coração dele e a sua súbita perda de fôlego contra os meus lábios fogosos. Só naquele instante me dei conta do poder que eu exercia sobre ele e vibrei ao constatar que ele me pertencia assim como eu também era dele. Eu nunca havia desejado um homem daquela forma, de corpo, alma e coração. Eu queria tudo dele, tudo o que ele pudesse me dar. Minha obsessão sempre fora o meu trabalho. Era como se parte de mim estivesse adormecida, esperando que Edward surgisse em minha vida para despertar esse meu lado sensual.

Ele percebeu que eu comecei a desafivelar seu cinto. Meu toque era leve, rápido e preciso. Um puxão aqui, um estalo ali e logo mais não havia nenhum centímetro do corpo magro e definido que não fosse meu. Meu. E eu iria explorá-lo à vontade. Dei um passo para trás abrindo o zíper do velho agasalho e deslizei minha calça de moletom para baixo num só golpe.

Vê-lo me devorar com seu olhar de admiração era maravilhoso. O ar frio da noite deixou minha pele arrepiada. Com o olhar faminto de Edward esse arrepio se intensificou ainda mais.

-Quero você, eu disse num sussurro rouco desconhecendo minha própria voz. –Quero suas mãos, sua boca, seu...

Fui bruscamente interrompida quando ele colou a boca nos meus seios, sugando os mamilos.

-Quero ser invadida pelo seu membro, pelo seu calor... Me ame Edward, me possua. Faça-me esquecer o mundo lá fora!

-Bella...

Edward.

Eu a fiz deitar de costas, buscando sua boca, introduzindo minha língua bem fundo para encontrar à dela. Queria induzi-la á loucura com a mesma facilidade com que ela me induzira, mandando para o espaço o meu lado racional. Chupei cada um dos seus seios extasiado, sentindo meu sangue ferver, levei meus dedos até a buceta bem depilada e comecei a masturbá-la, dando o clímax primeiro a ela. Depois invadi seu corpo febrilmente e rolamos pela cama começando um sexo louco, selvagem e intenso. A cada investida minha eu sentia o quanto a onda do orgasmo estava perto... Eu gritei. Bella gritou. E logo em seguida recomeçamos tudo outra vez.

-Eu quis isso no momento em que você abriu a porta da cabana para mim naquela tarde.

-Eu sei, respondeu beijando-me.

-Tenho anos de desejo acumulado para saciar Bella.

-Ótimo. Acho que posso cuidar disso... Falou e lentamente moveu-se sobre mim enquanto tremia e eu gemia alto. Não se opôs quando eu a segurei pelos quadris, sorrindo e estabelecendo agora um ritmo um pouco mais lento. Então baixou-se até mim, nossos corações batendo num único compasso, nossas respirações e olhares nos guiando ao prazer supremo e intenso.

-Agora! Gritei sentindo a tensão crescer a tal ponto que achei que não fosse conseguir suportar. Mas o que me deixou em êxtase foi o pequeno murmúrio abafado que escapuliu de sua garganta. As palavras ditas de forma quase inaudível: “eu te amo”. Na minha cabeça repeti essa frase milhares de vezes. Seriam realmente sinceras?! Bella as teria dito num momento de descontrole total ou estava mesmo dizendo a verdade?! Será que no auge da paixão eu não havia entendido errado e ela dissera: “eu te desejo”?! Ao meu lado ela mexeu-se e beijou o meu peito.

-Está dormindo?

-Ainda não respondi incerto, afagando uma mecha dos seus cabelos escuros. –Preciso tomar uma boa ducha antes de dormir.

-Então vamos, falou pondo-se de pé.

-Vamos?

-Podemos economizar água se tomarmos banho juntos, respondeu sorridente.

-Não sabia que a cidade estava enfrentando um racionamento de água, brinquei.

-E não está. Ainda, frisou rindo. Mas antes porque não me conta como foi o seu encontro com o Prefeito?

-Encontro? Reunião!

-Isso, reunião. Ele suspirou.

-Não valeu de nada. Ele está convencido que a criminalidade aumentou na região, mas pretende apenas dar uma desculpa ao invés de aumentar a força policial e combater o verdadeiro problema que são as drogas!

-Você disse isso a ele?

-Claro que sim. Com todas as letras.

-E daí?

-Daí ele pôs sutilmente o assunto de lado e começou a questionar as minhas aspirações políticas! Exclamei frustrado.

-Suas aspirações políticas?! Como assim?!

-Foi o que disse a ele. Não tenho nenhuma. Acabei de chegar a Forks e não pretendo concorrer a nenhum cargo na próxima eleição.

-Oh, Edward eu lamento que tenha tido que passar por isso... Falou solidária.

-Eu sei, mas infelizmente coisas assim fazem parte do jogo do poder.

-Não sei se iria gostar de ter você como vereador ou prefeito.

-Arg! Me dá arrepios só de pensar na possibilidade. Pretendo continuar na Promotoria Pública por um bom tempo.

-Depois pode ser o Secretário de Justiça do estado.

-Não sei se me adaptaria. Ela mal conseguiu disfarçar o alívio que se estampou em suas faces quando dei a minha resposta.

-E como está a sua agenda para o resto da semana, sem falar é claro nas horas em que estaremos juntos no tribunal? Olhei para ela engolindo em seco.

-Acho que você não vai gostar.

-Prossiga.

-Tudo bem. Amanhã à noite vou dar uma palestra no clube, na quinta tenho uma reunião e na sexta um jantar na casa do juiz Black, onde tenho quase certeza de que ele vai tentar usar seu poder de persuasão para me convencer a entrar na carreira política.

-Ok, já chega, emendou mal humorada.

-Mas acho que podemos jantar juntos na sexta.

-Com a Alice e o Jazz, ela disse fitando o teto.

Suspirei longamente.

-Quer mesmo que eu vá até a casa do seu irmão, que esteve no meu escritório me ameaçando se não me comportasse bem com você?! Até parece que somos dois adolescentes com os hormônios a flor da pele!

Ela suspirou.

-Ele fez tudo isso, mas ainda assim é meu irmão e eu o amo, Edward.

-Ele não gosta de mim e faz questão de demonstrar isso!

-Edward você está sendo ridículo! Ele é a única família que eu tenho e se nós dois quisermos ficar juntos vamos ter que nos esforçar para resolver esse tipo de problema!

-Eu entendo que ele é sua única família, mas eu não tenho necessariamente que conviver com o Jasper, Bella. Você deve sim jantar com ele, ficar com ele quando quiser, mas eu prefiro ficar fora desta parte da sua vida.

-Não pode estar falando sério!

Apertei os lábios numa linha fina, contrariado. Aquilo que eu mais temia estava acontecendo. Bella não tinha como compreender em seu universo limitado, eu e o irmão separadamente. Respirei fundo antes de prosseguir:

-Não estou disposto a ter um confronto com o seu irmão justamente agora Bella. A imprensa está focada em nós dois, no nosso relacionamento e no caso ClearWater. Já temos problemas demais não acha?!

Bella.

De certa forma eu sabia que ele estava agindo corretamente, mas ouvi-lo falar do Jasper daquela maneira me magoou profundamente. Jasper podia ser ridículo e irracional, mas era meu irmão. Os meus olhos arderam.

-É óbvio que temos uma opinião bastante divergente sobre o tipo de relacionamento que queremos viver.

-Eu quero você Bella. Só você. Isso não basta?

Eu gostaria muito de dizer que bastava, mas amar significava partilhar tudo, especialmente à família. Como o meu namoro com Edward poderia evoluir se ele não queria conviver com o meu irmão?! Céus... A dor em meu peito foi tão grande que por um momento cheguei a pensar que não suportaria.

-Gostaria que bastasse, mas não é assim que as coisas funcionam. Porque eu olho para você e vejo o homem com quem eu gostaria de passar o resto da minha vida, independente do seu passado, do presente ou do futuro. Mas você não vê as coisas da mesma forma.

-Não tenho família. Enterrei meus pais muitos anos atrás. E sou filho único.

-Não posso abrir mão do meu irmão, Edward. Nem mesmo por você, falei sentindo que a dor começava a me engolfar brutalmente.

Ele olhou para mim com tristeza.

-Por favor, Bella, não faça disso um ultimato, pediu angustiado.

Tentei sorrir, mas não obtive sucesso.

-Não será necessário, Edward. Você já fez isso.

Ele sentou na cama sem dizer uma única palavra e começou a recolher suas roupas. Lágrimas silenciosas rolaram pelo meu rosto. Vestiu a calça, a camisa e calçou os sapatos sem as meias, guardando-as no bolso da calça, assim como a cueca boxer. Por fim pegou o paletó e a gravata e me olhou fixamente. Vi a raiva, a frustração e a inconformidade misturadas nos olhos verdes. Para ele era como se eu estivesse pedindo demais. Segundos depois deu às costas e saiu andando a passos largos. Sufoquei minha tristeza contra o travesseiro deixando que as lágrimas explodissem, sentindo meu corpo sacudir tomado pelos soluços. A última coisa que consegui ouvir foi o ronco do motor de seu carro sendo ligado e o veículo afastando-se cada vez mais para longe.

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Narrador.

Os dias que se seguiram foram terríveis. Bella tratou de concentrar-se exclusivamente no trabalho, esgotando-se a olhos vistos. Evitava a todo custo pensar em Edward. Eles só se encontravam agora no tribunal. Ela havia dado as mais diversas desculpas para não aparecer na casa do irmão. Dois dias antes quando se falaram ao telefone, Jasper notou que ela não estava bem e questionou o que estava se passando. Ela alegou que havia pegado um forte resfriado e que por isso não iria lá até que melhorasse. Não exporia Alice e o bebê a uma virose forte. Ele aceitou a desculpa e desligou desejando melhoras e insistindo para que se ela precisasse de alguma coisa, qualquer coisa, não hesitasse em lhe telefonar.

Preocupada com o aspecto abatido da sua chefe a jovem Claire resolveu ajudar, mesmo contra a vontade de Bella.

-Mas eu não estou com fome, Claire! Rebateu quando sua nova assistente a arrastava para um charmoso bistrô recém inaugurado na cidade, cuja comida diziam ser excelente.

-Bella, sei que você está com a cabeça cheia de problemas, mas deixar de comer não vai adiantar nada! Nunca ouviu o ditado popular: “Saco vazio não fica de pé”? E então? Você está gripada, se alimentando mal, trabalhando até tarde... Vai acabar adoecendo seriamente se continuar agindo assim!

Elas fizeram seus pedidos e estavam tomando os drinques enquanto aguardavam pacientemente a refeição chegar quando Claire olhou para Bella e perguntou:

-Não preciso ser vidente para saber que tem alguma coisa errada com você. Quer falar a respeito?

Bella tomou mais um gole do seu suco de abacaxi com hortelã sem nada responder.

-Olhe, eu sei que não sou a Alice, mas sempre fui uma boa ouvinte. E sei guardar segredos também. O que você está fazendo por mim não tem preço Bella.

-Agradeço a sua preocupação, Claire, mas não está acontecendo nada. Apenas eu estou sobrecarregada de trabalho e como me dôo demais aos casos que assumo, descuidei um pouco da alimentação. Só isso.

Claire assentiu com a cabeça respeitando o fato de Isabella não desejar se abrir. Ela entendia o fato de Bella ser reservada, mas queria deixar claro que se desejasse, poderia confiar nela.

-Já escolheram todos os jurados?

-Sim.

-Que ótimo. Cheguei a pensar que você e o Promotor Cullen bateriam algum recorde... Bella engoliu em seco. Também pensara o mesmo. Depois que ele fora embora de sua casa naquela noite, eles pareciam discordar em absolutamente tudo. Não conseguiram aprovar conjuntamente nenhum dos candidatos apresentados pela Corte. Apenas dois dias mais tarde após uma forte reprimenda da Juíza eles finalmente chegaram a um acordo.

-Vocês estão namorando, Bella, mas eu não sei como estão fazendo para suportar tanta pressão nesse caso. Eu mesma... Oh, oh...

Com a súbita interrupção da frase, Bella ergueu a cabeça e olhou na mesma direção que sua assistente a tempo de ver Edward entrar no restaurante com uma linda loira. Não era qualquer loira. Era uma loira deslumbrante, desconhecida e olhos castanhos amarelados, assim como os da Alice. Aquela mulher não morava em Forks, era de fora com certeza. Antes que ela pudesse virar o seu rosto, ele virou a cabeça em sua direção e os seus olhares se cruzaram. O ambiente tornou-se súbita e incomodamente mais frio.

Notas finais
Bjs no coração de cada um (a). Tiih.