Transformado Pelas Trevas.
15 Ocasiões.
Notas iniciais
Olá! Já era para eu ter postado este capítulo, mas ocorreu um pequeno problema com minha internet que só veio a se resolver hoje. Sinto muito pessoal.
Acho que as músicas mais sensatas seriam:
Begin Again - Yaylor Swift
One and Only / Chasing Pavements / Don't You Remember / Homwtown Glory - Adele
You and Me - Lifehouse
Far Away - Nickelback
Escutem com uma dessas ou uma bem fofinha que vocês curtam! Boa leitura mores!
Acho que as músicas mais sensatas seriam:
Begin Again - Yaylor Swift
One and Only / Chasing Pavements / Don't You Remember / Homwtown Glory - Adele
You and Me - Lifehouse
Far Away - Nickelback
Escutem com uma dessas ou uma bem fofinha que vocês curtam! Boa leitura mores!
Atravessamos os arredores da cidade sem que sequer uma única palavra saísse de nossos lábios. Sua mão morna permaneceu durante o trajeto sobre minha coxa nua e, aquilo era extremamente reconfortante. Meus olhos iam de um lado para o outro, tentando captar algum humano acordado há esta hora. Qualquer um que fosse ou, que teria energia suficiente para estar vagando a sós ou até mesmo acompanhado por estas ruas, mas estava tudo muito silencioso. Ruas desertas sobrevoavam toda a cidade. Começamos a passar ao lado de uma mata submersa por uma neblina densa cobrindo o topo das árvores ali presentes e, só então notei que estávamos próximos ao nosso destino final: a Morada Sussurrante.
Patch estacionou a limusine na parte lateral do portão sul da Morada, próximo onde fiz meu primeiro ritual com meus amigos. Ambos descemos do veículo. Patch contornou o mesmo para tomar minha mão na sua. Seu calor me envolveu de um modo confortável. E eu senti que aquilo era a coisa certa para a noite. Patch era o errado mais perigoso que existia, pois ele era aquele errado que de tão errado soava certo e para mim ele sempre seria adequado. Começamos a caminhar em direção à Morada, mas pelo caminho da garagem à esquerda. Patch levantou minha mão ainda presa à sua e, depositou um simples beijo nas costas da mesma, deixando o local em chamas. Sorri com sua carícia enquanto olhava em direção aos seus olhos. Chegamos à garagem e, contornamos o "L" tão conhecido por ambos. Ao contornar Patch abriu a porta da sala de jogos Delphic para que pudéssemos entrar. A sala estava escura, não fossem minhas Qualificações eu nunca enxergaria a mesa de sinuca em que joguei com Patch, posicionada no mesmo local de antes. Passamos pela lateral da mesa e, entramos por uma porta à esquerda chegando ao escritório daquela ala. Patch seguiu à diante e, senti seu corpo ao lado do meu agachando-se para abrir seu querido esconderijo. Patch sumiu escuridão adentro. — Venha anjo. — Sussurrou para mim entre a escuridão. Obedeci sentando-me no chão com as pernas suspensas no ar, enquanto Patch segurava firme em minhas coxas e, eu deslizava por entre seus braços. Patch fechou a portinha ainda aberta e, seguimos por uma escuridão menos densa. Depois de alguns corredores percorridos e, de algumas portas ficando para trás Patch parou em frente a uma porta divinamente negra. Puxou uma chave de seu bolso lateral, colocando a chave na fechadura e, abrindo-a. Patch entrou em mais uma escuridão — era a quarta na mesma noite — puxando-me pelo pulso. Fechou a porta atrás de si em um chute com o pé direito e, colou meu corpo no seu. Partes estratégicas estavam unidas, muito unidas. Eu sentia a respiração de Patch batendo contra meu rosto e aquilo deixava minhas pernas moles como gelatina. — Estava com saudades do seu cheiro. — Começou ele enquanto passava a ponta de seu nariz gélido pelo meu pescoço. — De seus olhos. — Continuou à medida que levantava a cabeça e, me encarava com nossas testas coladas e, seus olhos semicerrados. — Dos seus lábios. — Informou em um sussurro inaudível com sua voz sexy, e logo depois roçou seus lábios úmidos de leve nos meus trêmulos. Um sorriso enorme estampava o meu rosto agora alegre. — Eu também estava com saudades. Muitas. — Declarei com um sorriso suspenso em meus lábios. Avistei um sorriso com dentes bem alinhados e divinamente brancos alargando-se. — Não fique se gabando! — Brinquei enquanto sorria abertamente. — Senti falta de seus cabelos. — Comecei enquanto passava a ponta de meus dedos nos seus fios de cabelos sobre a nuca. — De seus olhos. — Disse enquanto o encarava séria. — De suas mãos. — Continuei enquanto pegava suas mãos em meus ombros e, as colocava firme em minha cintura, fazendo com que o local ardesse em chamas de desejo. — E, de seu beijo. — Sussurrei inaudível e, fechei os olhos. Patch compreendeu o recado. Logo suas mãos apertaram fortes a minha cintura enquanto colava nossos quadris, fazendo com que arrepios de prazer perpassassem por cada ponto imóvel do meu corpo. Seus lábios passaram de leve sobre os meus. E abri minha boca esperando por mais. Mas, Patch estava fazendo joguinhos. Deixei meus olhos levemente abertos enquanto eu o via sorrindo vitorioso. Seu rosto se aproximou do meu, seus lábios entreabertos. Afastei meu rosto, enquanto ele ficava com a boca entreaberta a poucos centímetros de mim. Patch tirou sua mão direita de minha cintura, deixando o local frio e, deslizou sua mão por meu corpo até alcançar minha nuca, apertando-a levemente. Minha nuca ficou quente como carvão em brasas. Ele colou nossos rostos e, não havia mais maneiras de fugir do beijo ardente que se seguiu. Sorri com sua tática e, seus lábios se repousaram sobre os meus; apressados. Patch abriu seus lábios fazendo com que os meus se abrissem junto. Nossas línguas se tocaram sem hesitação e, eu já não sentia mais o chão sob meus pés. Eu estava flutuando com o modo como Patch me tocava. Fazia tanto tempo que não sentia este beijo, mas o gosto continuava o mesmo e, o meu desejo por ele aumentou gradativamente. Eu amo estar com Patch e, sentir suas mãos percorrendo cada parte do meu corpo. Suas mãos esquentam minha pele, seus lábios sabem onde e quando tocar. Definitivamente ele sabe muito bem o que fazer. Suas mãos foram para as minhas coxas apertando-as rudemente. Aquilo provavelmente deixaria marcas. Ergueu minhas pernas fazendo com que as mesmas entrelaçassem sua cintura. Patch caminhou alguns poucos centímetros e, senti seu corpo curvando-se enquanto ele se sentava no sofá. Paramos de nos beijar neste instante. Abri meus olhos e me deparei com o par de olhos negros de Patch olhando atentamente para meu rosto. Sua mão tocou meu cabelo, tirando alguns fios que estavam cobrindo parte de meu rosto enquanto eu fazia carícias com os dedos próximos à suas orelhas.
— Eu não conheço este campo, anjo. — Começou Patch, olhando-me atentamente enquanto um brilho perpassava por seus olhos obscuros. — Mas... — Hesitou durante alguns instantes e, engoliu em seco. — Eu amo você. – A declaração foi direta sem pestanejar. — E, sei que faria e, farei qualquer coisa para lhe ver bem. Eu derroto qualquer um que entrar em meu caminho. E, isto nunca mudará dentro de mim. Agora, poderemos ficar juntos em paz. Na paz de nossos dias e, eu desejo muito isso. Sou seu... se você me quiser. — Terminou, enquanto olhava-me. E assim esquece todo medo que passei nos últimos dias. Esqueci que Patch quis me matar um dia; esqueci que há algum tempo nós nem podíamos nos ver. Patch me amava, declarou isto e era exatamente isto que importava agora. Nada mais era importante. Somente Patch. — Eu amo você. — Pronunciei as palavras com evidência do que eu queria dizer e, com a certeza de meus sentimentos recíprocos por Patch. A oportunidade estava ali, junto a mim e, eu tinha que declarar essas três palavras que eu nunca disse a outro rapaz. Eu amava Patch. Eu amava tê-lo junto a mim e, ele me fez a garota mais feliz durante estas horas. Eu nunca havia pensado em reencontro melhor do que este. Havia sonhado durante alguns dias, pensando nas possibilidades. No abraço que ocorreria, na conversa e no beijo. Mas, nada chegou a ser tão perfeito quanto o que estava ocorrendo no momento. Patch sabia o que fazer comigo, sabia fazer com que meu coração saltasse de felicidade ao vê-lo. Patch sabia como me fazer feliz. E, era isso o que eu estava aprendendo também: fazê-lo feliz. E, é isso o que quero para o resto de nossos dias. Ele me fazendo feliz à medida que eu retribuo, mas não como uma troca de favores e, sim com o vigor de querer vê-lo feliz e, nunca triste. Patch aproximou seu rosto do meu e, nos beijamos mais uma vez naquela noite. Ele levantou-se do sofá e, seus passos percorreram o corredor chegando a um cômodo denso. Patch não fez menção de acender uma luz, pois não havia necessidade. Nós enxergaríamos nossos corpos e era isso o que eu queria: vê-lo por inteiro, sem nenhum tecido atrapalhando a minha visão. Quero Patch exposto esta noite e, eu quero me expor à Patch. Esta seria a prova da saudade e do amor avassalador que sentíamos um pelo o outro. Patch jogou meu corpo sobre algo macio ao toque. Algo macio e delicioso de se deitar, em que nós poderíamos ter um ótimo sono. Levantei o lençol que se encontrava sob meu corpo e, avistei uma seda negra sobre a cama king sike de Patch. Um guarda roupa com portas de correr negro e com hastes douradas estava na direção do pé da cama. — Seda? — Indaguei incrédula. Patch com ambos os braços na altura de meus ombros e com o rosto próximo ao meu soltou uma leve risada com seu tom rouco sexy. Seu ar úmido de menta bateu contra meu rosto. — Sua cama é uma verdadeira delícia. — Disse fechando os olhos e roçando meu corpo contra aqueles lençóis deliciosamente suaves. — Só minha cama? — Sussurrou Patch com malícia nas palavras. Ergui meu rosto em sua direção, aproximando ambos e confirmei com um meneio de cabeça enquanto um sorriso brincalhão pousava em meus lábios. — Só sua cama. — Sussurrei à medida que encarava suas feições. Patch me deu um selinho. — Melhor que isso? — Indagou com um sorriso nos lábios. Movimentei minha cabeça para frente e para trás confirmando. — Melhor que isso? — Indagou novamente enquanto pressionava seu quadril contra o meu. Soltei um suspiro de prazer, pois Patch estava literalmente entre minhas pernas fazendo com que seu volume tocasse minha intimidade, mas continuei com a brincadeira. Movimentei a cabeça novamente. Queria saber aonde isto chegaria, até onde eu conseguiria chegar? Esta era a pergunta que estava embaralhando minha mente. — Melhor do que isto? — Interrogou à medida que seus dentes capturavam meu lábio inferior o puxando com força e soltando, sem tirar seus olhos dos meus. — Pare de me provocar. — Sussurrei com os olhos fechados e o corpo trêmulo. — Cuidado Nora. Seus pedidos podem realmente se realizar. — Cochichou ao pé de meu ouvido, fazendo com que seu hálito quente roçasse minha pele. Arrepios subiram por pontos estratégicos de meu corpo. “Não para.” sussurrei em seus pensamentos. Abri meus olhos para analisar a face de Patch e pude visualizar um sorriso de felicidade pura invadindo seu corpo. “Seu pedido é uma ordem.” Sussurrou como resposta. Patch desceu ambas as mãos para a minha coxa adentrando meu vestido e apertou minha pele, soltei um leve gemido e aquilo fez com que ele fosse mais fundo. Subiu suas mãos chegando a ambas minhas nádegas e pousou suas mãos ali sentando-me em seu colo. Já senti seu volume de prazer e aquilo fez com que eu fechasse meus olhos. Beijei Patch mais uma vez, pois nunca cansaria de fazer aquilo; beijar-te. Minhas mãos ficaram em seus ombros e entraram pelo blazer fazendo com que Patch tirasse suas mãos por alguns segundos de onde estavam para que o blazer caísse sobre o chão, suas mãos voltaram confortáveis. Suas mãos elevaram-se novamente e pararam em minha cintura sob o vestido subindo-o cada vez mais. Suas mãos foram às cegas para a barra de meu vestido levantando-o e passando o mesmo por minha cabeça. Nos desvencilhamos por um instante do beijo para que o mesmo caísse em um baque surdo em alguma parte do chão daquele cômodo. Os olhos de Patch pousaram em meus olhos e desceram cada vez mais profundamente. Pararam em minha clavícula; desceram para meus seios parando por um instante; Passaram por minha barriga lisa e finalmente chegaram a ambas minhas coxas. Ruborizei com seu olhar malicioso e coloquei minhas mãos em sua bainha da camisa puxando-a para cima. Eu queria ver Patch, literalmente. Joguei a camisa longe, em algum local do chão. Meus olhos absorveram a cena; músculos esguios e firmes; pele bronzeada e delineada; abdômen liso sem pelos ou qualquer gordura localizada; clavícula marcada acompanhada por ombros largos. Sorri com a bela visão que tive e Patch colocou uma de suas mãos em meu rosto puxando-me para outro beijo. Nossas línguas encontraram-se em um baque, não conseguíamos mais controlar o beijo. Ele estava ardendo em desejo e em prazer. Patch me queria e eu também o queria. Ele abaixou sua mão e abraçou minha cintura, suas mãos subiram novamente por minhas costas e pousaram sob o fecho do sutiã sem alças que eu usava. Seus dedos deslizaram em brasas em minha pele e logo nada mais cobria meus seios, o sutiã havia se perdido na escuridão. Patch parou o beijo com alguns selinhos, minhas pernas tremeram enquanto ainda embalavam sua cintura. Ele afastou seu rosto e olhou para meu torso com desejo percorrendo os olhos. Eu sabia o que ele queria e eu não estou com medo de chegar a este ponto nesta noite. Eu queria Patch, mais do que nunca. Eu me deitei, convidativa. E Patch – apoiando-se em seus braços – deslizou seu corpo sobre o meu. Colou seu torso no meu, fazendo com que lampejos de arrepios percorressem meu corpo. Patch depositou seus lábios em um beijo sobre meu queixo; desceram por meu pescoço e minhas mãos envolveram sua nuca, incentivando-o; desceram novamente para minha clavícula; abaixaram e pousaram em meus seios, beijando-os, mordicando-os, chupando-os; dando total atenção necessária. A cada toque em uma parte da minha intimidade ele soltava gemidos roucos e roçava mais sua pele na minha. Ele sabia que eu queria e que eu estava literalmente preparada para tê-lo. Eu queria dar este passo na nossa relação. Tomei o rosto de Patch nas mãos fazendo com que o mesmo subisse e o beijei com intensidade. Seus lábios confusos acompanharam os meus enquanto suas mãos alternavam em tocar meu quadril e apertar suavemente ambas minhas pernas. Entrelacei minhas pernas em torno de seu quadril com força, enquanto descia minhas mãos para abrir sua calça jeans. Patch ficou de joelhos na cama e terminou de fazer o que eu estava tentando. Puxou as calças até os joelhos, para logo depois tirá-la por completo e jogá-la em algum canto obscuro do quarto. Uma cueca Box vermelha pendia em sua cintura. Um sorriso se alargou em meu rosto. Quanta vontade disto. Patch colou seu corpo no meu e, minhas pernas entrelaçaram-se em torno de sua cintura novamente. Os dedos quentes de Patch foram rapidamente para as laterais de minha calcinha forçando-a para baixo enquanto brincava com o elástico da mesma. Ambos sorríamos entre o beijo quente. Nossas línguas não se controlavam mais e o nosso gosto se misturava em nossas bocas. Seu cheiro de menta impregnava o quarto e minhas narinas. Logo não sentia mais um tecido em minha pele e depois foi a vez de Patch. Ficando nu sobre mim. Seu órgão tocou minha intimidade e lampejos de puro prazer percorreram meu corpo. Continuamos a nos beijar enquanto Patch apertava meus seios suavemente. Suas mãos quentes tocando meus mamilos, deixando-me ainda mais excitada, se é que era possível algo a este auge. Até que Patch – por fim – agarrou minhas pernas colocando-as em torno de sua cintura. Ele tocou nossos quadris, forçando minha entrada e eu sabia que o grande momento havia chegado. Era agora Nora. Você realmente queria isto? Patch seria completamente carinhoso com você? Ou seria rude como aparenta ser? Patch colocou aos poucos e enquanto eu sentia uma ardência percorrer meu corpo eu apertei os olhos com força enquanto arranhava suas costas. Patch esperou minhas feições se suavizarem e começou a dar leves estocadas. Lentas e muito prazerosas, roçando fortemente nossos corpos um ao outro. Ele sabia fazer o que e como uma garota gostava. Logo nossos corpos estavam suados e unidos em um só. Eu era de Patch e ele sabia disto. Eu quis estar com ele nestas condições e acredito que me guardei durante tanto tempo procurando alguém melhor para estar. E este alguém era Patch. O torso de Patch roçava forte sobre o meu e minhas mãos estavam em sua cintura, impulsionando-o forte contra mim, enquanto inclinava meu quadril na sua direção nos momentos certos. Suas mãos em minhas pernas, apertando-as. Vezes indo até minhas nádegas e voltando as pernas. Patch começou a mordiscar meu pescoço.
— Você é deliciosa. – Disse em um sussurro entre gemidos roucos. Seus olhos irradiando prazer extremo. Soltei um sorriso fraco diante de suas palavras. Uma de minhas mãos subiu até seus cabelos lisos. Comecei a puxá-los levemente enquanto arranhava sua nuca. Logo um arrepio seguido de leves tremidas percorreu meu corpo e Patch começou a soltar leves urros. Sexo quase silencioso o nosso. Sexo não, fazer amor. Praticá-lo. Era isso o que estávamos fazendo. Chegamos ao clímax, unidos em um só. Não precisamos usar camisinha pelo simples fato de sermos Qualificadores e eu não posso engravidar ou adquirir doenças. Nossos poderes só iriam se misturar. E digamos que já tenho parte de seu poder no meu. Eu o amava e eu o tive. O tive do modo mais prazeroso. Após terminarmos Patch subiu e depositou leves selinhos em meus lábios. Nossas respirações descompassadas. Patch deitou-se ao meu lado e passou seu braço por baixo de meu pescoço, tocando meu rosto em seu peito onde depositei leves beijos úmidos. Patch puxou seus lençóis de seda, jogando-os sobre nossos corpos. Adormecemos um nos braços do outro. Após acordarmos fizemos amor novamente em uma posição diferente. Patch – ao contrário do que pensava – era completamente carinhoso para comigo. Nós nos queríamos e estávamos adorando a sensação. E definitivamente nós nos amávamos e eu o queria comigo para sempre se fosse possível. Eu o queria como nunca quis alguém e sei que fiz algo certo esta noite. Nós aprofundamos nossa relação. Aprofundamos nossos conhecimentos baseado um no outro. Patch era delicioso. Seu cheiro; seus braços; sua pele; seu toque; seu beijo... Tudo nele era completamente delicioso. Eu o amava, mais do que amei qualquer garoto um dia. Se é que já amei alguém tanto quanto o amo.
Notas finais
Por favor! Me contem tuuuuudo! As partes favoritas, as falas! Se houve algo errado e tudo mais, ou até mesmo se ficou surreal ou muito ruim! quero muito a opinião de vocês, é tão importante para mim! Até o próximo! E ah! aí vem novas emoções para nossa Querida Nora Redbird...
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