Notas iniciais
Olá! Espero que curtam! Antes de tudo - se possível - escutem enquanto leem: As long as you love me - Justin Bieber & She Wolf - SIA
Agora! Gostaria de frisar o que já foi dito para a própria Stella: Adorei sua ideia de comentário, fica tudo muito disposto, mais fácil de entender e também de responder. Parabéns!
Boa leitura lindoss2

Nora

O início da Batalha de Retirada começou rapidamente. Patch estava preso naquela Jaula dentro da Arena, o que fazia com que a raiva aumentasse ainda mais. Conseguia vislumbrar o queixo de Laurel caído, provavelmente devido ao poder que eu emanava dentro da Arena, ainda como Novata. Mesmo odiando Laurel como odeio, eu não podia negar que ela estava deslumbrante naquela roupa de guerreira. Seus cabelos cresceram até a cintura e sua pele estava com um brilho de luz branda, o que era incrivelmente belo e que demonstrava um grande poder.
Eu sabia que agora era hora de lutar. De lutar contra Laurel e de lutar por Patch; meu Patch, mas meu corpo estava em um estado de torpor, imóvel no mesmo local da transformação.
Os olhos de Laurel me olhavam fumegantes por ódio. Eu não só via o ódio estampado em seus olhos como podia sentir o ódio de Laurel vindo em minha direção pelo ar; eu via o seu ódio estampado nas partículas do ar. Então eu podia ter certeza que Laurel estava sentindo a raiva que estava presa em mim. Ela com certeza estava sentindo.
“Ataque Nora.” A voz conhecida de Cameron sussurrou em meus pensamentos retirando-me de meus devaneios mentais e torpor corporal inicial.
A luz do ataque de Laurel surgiu primeiro, na realidade várias luzes fortes como o sol vieram em minha direção. Eu fechei meus braços ao meu redor e sem que ao menos berrasse ou pedisse um escudo feito pelas cores dos elementos envolveu meu corpo fazendo com que as bolas verdes poderosas lançadas por Laurel caíssem ao meu redor, diretamente ao chão. Eu já podia escutar urros de aprovação ao meu favor e também vaias, que insistiam em me colocar para baixo, mas a raiva me tomou; tomou minhas veias e meu ser e senti meu cabelo subir de meu ombro em uma rajada, o redemoinho com o elemento ar e também com folhas verdes indicando que o elemento terra estava unido foram em direção a Laurel que olhou na direção do mesmo e ela correu para o lado, seus pés se apoiaram na grade da Jaula em que Patch jazia. A mesma não foi lançada para longe. A mesma tinha a permissão de tocar na grade e a mesma carregava um sorriso malicioso em seus lábios. Laurel veio em minha direção. “Fogo venha cá!” ordenei a um dos meus elementos.
Levantei meus braços já ardentes em chamas evidentes e estiquei os mesmos na direção de Laurel, lhe lançando bolas fumegantes de fogo e naquele instante elas tocaram a pele de Laurel que queimou e a mesma ricochetou pelo ar voltando ao lugar inicial, Laurel estava caída e uma de suas mãos estava em sua cabeça. Ela se levantou com olhos vermelhos por raiva. Um filete de sangue escorria de seus lábios. E um sorriso surgiu em meu rosto. Eu consegui atingir ela.
Sem notar, mais luzes surgiram do peito de Laurel que se contorcia para trás, jogando seu poder para frente. Eu fiz algo inesperado. Meus pés saíram em disparada em direção às luzes fumegantes que ansiavam em tocar minha pele, mas desviei de cada uma delas. Meus sentidos estavam aguçados, eu enxergava as luzes chegarem com um segundo de antecedência, então eu consegui me safar. Laurel tentou investir novamente e desta vez, fiz a mesma coisa que ela quando subiu incrivelmente pela grade de Patch. Meus pés tocaram suas pernas, escalando. Logo depois senti seu abdômen firme sob meus pés e o salto de minha bota e por último senti seu rosto embaixo dos mesmos, saltei com força em direção ao teto. O vento me lançou para cima sem que eu pedisse. Os elementos entraram em evidencia. Eu subi e meu corpo rodopiou graciosamente; eu sentia a brisa roçar minha pele em uma carícia delicada. Meus braços estavam abertos ao redor do meu corpo recebendo toda a força necessária. Eu desci de cabeça para baixo apontando para o chão e subi novamente até o teto descendo de costas para todos e por fim rodopiei, enquanto meus pés calçados pelas botas pousaram no fim da grade que indicava o fim da Arena, fiquei com o corpo estendido com um pé atrás do outro, enquanto todos me encaminhavam olhares confusos. O poder de Nefilim Puro Sangue, fez com que o equilíbrio fosse maior. Eu desci saltando a grade graciosamente e enquanto Laurel ainda estava imóvel.
Me agachei tocando o chão frio com ambas as mãos. Comecei encaminha-las da direita para a esquerda. Direita para a esquerda, milhões de vezes. Até que a Terra obedeceu aos meus comandos. O chão sob os pés de Patch, Laurel e sob os meus tremeram. Tremeram. Crepitaram, ruíram e uma grande rachadura começou a se formar em direção as pernas de Laurel que não notou, pois olhava para cima, confusa; esperando que algo surgisse do teto diretamente a sua direção. O chão se abriu sob seus pés. Laurel desceu em um milésimo de segundo e subiu tão rapidamente quanto desceu, subiu como uma bola de golfe lançada para longe e pousou graciosamente no chão que se encontrava normal enquanto limpava a poeira imaginária de sua roupa, como se aquele golpe não houvesse sido nada.
Mas eu via o desespero em seus olhos enquanto olhava para todas as direções. Eu via seu queixo tremendo lentamente. Eu via o suor escorrendo brilhante por sua testa, deixando um rastro sob a poeira que se formara ali. Também consegui notar seus braços e pernas tremendo devido a medo ou susto?
— Terra nos envolva e se feche! Volte ao seu estado normal. – Berrou minha segunda voz, fazendo com que a mesma batesse contra as paredes e voltasse para nós.
Conseguimos ouvir sussurros e urros. Sussurros de pessoas apavoradas com que o ouviam. Aqueles novatos nunca tinham ouvido minha voz; minha segunda voz.
Laurel iria investir novamente contra mim, pois ela já havia se recuperado do último golpe. Eu esperei pelo o que quer que fosse. Eu esperei ser atacada e desta vez eu não fui traída pelo meu próprio medo. Eu aguardei pacientemente.
Laurel olhou para o teto e logo era possível ver duas “Laurels”, ela fez aquilo para me confundir não foi? Mas eu sabia quem era a Laurel verdadeira e qual era a Laurel recém-criada.
As feições da Laurel recém-criada eram fantasmagóricas. Sua pele era estranhamente mais branca. Vezes por outra sua imagem dava flashs fazendo com que sumisse por milésimos de segundos e voltasse logo em seguida; sua imagem bruxuleava unida com a brisa. Ela queria confundir? Então vamos confundir!
Ergui os braços acima da minha cabeça. “Venha cá Espirito” sussurrei internamente. O espirito obedeceu ao meu comando arduamente. “Crie duas de mim. Agora.” Eu soei ríspida, mas o espírito entendeu e atendeu as minhas ordens. Assim que abri os olhos vislumbrei duas “Noras” dando voltas em torno do meu corpo. Eu as acompanhei e pude ver o olhar confuso de Laurel. Eu fiquei na ponta direita, deixando com que as outras tomassem conta da visão de Laurel. A réplica da mesma sumiu, voltando ao seu corpo. Trazendo mais força para a mesma.
Laurel esticou seu braço e outro braço fantasmagórico surgiu do mesmo, este deu uma bofetada estridente contra o rosto da Nora do centro, que logo sumiu. Ela pensou que era eu, mas conseguiu fazer com que a minha invenção fantasmagórica desaparecesse e voltasse ao meu corpo.
“Pode descansar réplica.” Lhe sussurrei internamente. A réplica que não havia sumido me obedeceu e logo a senti entrando novamente em meu corpo. Trazendo mais força em minhas veias; mais raiva. Mais coragem para vencer a Laurel víbora. Eu estava mais que preparada; eu estava pronta.
Laurel se irritou e o brilho de seu corpo se tornou maior; mais visível. Ela começou a lançar mais chamas verdes provindas de seu braço. “Terra, agora” eu sussurrei me concentrando. Estiquei os braços para baixo e os levantei já sentindo o peso do que estava fazendo. Uma grande parede apareceu na minha frente, servindo de escudo para os ataques de Laurel.
Seus poderes atingiam a parede até que uma ideia me atingiu.
Eu entrei nos pensamentos confusos de Laurel. Ela era legível. Seus pensamentos berravam dizendo que ela tinha que atacar. Atacar, atacar e atacar. Ela não pensava em outra coisa se não atacar. Fiz com que acreditasse que não havia mais parede e que todos os seus golpes estavam me atingindo, mas diferente de tal eu estava ao seu lado, enquanto a mesma continuava atacando. Olhei de soslaio para Patch e pude ver um brilho em seus olhos e um sorriso sexy em seus lábios. Ele estava orgulhoso. Sorri rapidamente em sua direção.
Laurel continuava a atacar sem descanso. Só ela via a outra Nora, todos ao meu redor me viam onde estou agora preparando-me para dar um belo tapa na cara de Laurel. Nessa pele branca e deixa-la vermelha; roxa. Na desgraçada que fez com que eu prendesse Patch. Eu poderia perder – coisa que não iria acontecer facilmente –, mas eu precisava dar este tapa.
Então, sem pestanejar ergui meu braço e a palma da minha mão atingiu o rosto de Laurel em cheio. Eu nunca havia testado minhas forças depois do poder Nefilim Puro Sangue se instalar em meu corpo, mas ele era grande; enorme. O rosto de Laurel foi abruptamente para o lado contrário e a mesma caiu no chão, uma linha bastante visível de sangue escorria de seu lábio já inchado pelos golpes. O único machucado que eu tinha, era um tornozelo teimando em falhar, mas eu conseguia andar sem tocar o chão o que facilitou as coisas e o que demonstrou que eu estava inteira, mesmo com uma pequena falha.
Um sorriso malicioso surgiu em meus lábios. E Laurel se levantou como um raio, sem me dar tempo para respirar.
— Quer irritar? – Ela berrou contra meu rosto. Sua voz foi para todas as paredes, o teto e o chão e voltou alta aos meus ouvidos. – Então vamos irritar. – Soou ameaçadora.
E sem que eu pudesse pensar em algo seu segundo braço fantasmagórico me jogou longe e me segurou contra o chão enforcando-me. Seu braço fazia força para que eu saísse da Arena e meus cabelos estavam quase lá. Naquele instante um desespero me abateu. Eu perderia Deusa. Eu iria perder e Patch ficaria nas mãos da víbora da Laurel, eu não podia deixar isto acontecer, mas estava deixando. De soslaio vi Laurel se aproximar da grade da Jaula de Patch, sem ser arremessada. A mesma esticou um dedo na direção de Patch, que estava com os olhos pegando fogo de raiva. Eu sentia meu sétimo ponto arder e repuxar repetidas vezes. Ele dizia, berrava, esperneava e gritava que eu tinha que ajudar Patch; você é a protetora dele, aceitou este papel. Os dedos de Laurel fizeram com que Patch se debatesse dentro da grade. Sei que ele não podia sentir a dor que estava provocando, mas ele sentia no coração e aquilo não estava doendo somente nele, mas em mim também. Eu sentia suas dores e sentia os golpes de Laurel contra Patch. Eu sentia cada solavanco do corpo de Patch, mas eu também sentia a dor do meu corpo. Eu estava sem ar, não conseguia mais respirar. Não conseguia puxar o devido ar pela boca e muito menos pelo nariz, minha visão ficou turva e meu corpo pesou.
“Você pode liberar a entrada dos elementos em carne, Nora” sussurrou-me Cameron “Ainda há uma chance” completou.
“Venha cá ar” chamei e logo senti uma leve brisa abanar meus cabelos. “Preciso respirar” sussurrei para o ar novamente e ele me obedeceu. Um leve ar passou por minha garganta, o que era suficiente para aguentar por mais um tempo. Minha visão deixou de ficar turva e eu sentia meu corpo por inteiro.
Vi os longos fios de Laurel ao vento. “Puxe ar, puxe” sussurrei novamente e o mesmo foi embora, em direção aos fios grossos de Laurel. Pude vislumbrar uma mexa se formar para cima, o pescoço de Laurel estava quase se deslocando, o ar puxou mais para cima, para cima até que Laurel saiu das proximidades da Grade de Patch. Eu iria tocar naquela grade, eu tocaria. Tocaria sem ser arremessada, Deusa. Corri em direção a Jaula, com o medo ainda passando em minhas veias e me agarrei a uma das barras. As mãos reconfortantes de Patch se pousaram em meu ombro e eu senti o elemento fogo fazendo seu serviço, ele me queimava da altura do cotovelo até os pulsos, formando um risco na lateral externa do meu braço. Ele também queimava meus dez dedos de ambas as mãos e as palmas das mesmas. Aquilo doía e repuxava, mas eu não soltaria a grade de Patch; eu não sairia dali.
— Eu permito a entrada dos elementos em corpo! – Eu berrei. E antes que pudesse notar meus cinco elementos em carne estavam lá. Cada um já transformado para a arena. Aphrodite com uma roupa que revelava seu corpo. Damien com uma que demonstrava a graciosidade do ar. Shaunee com uma que revelava a força do fogo. Vee vestida como sereia, seus fios molhados e pele azulada e uma calda, mas a calda não se acabava, formava uma fumaça onde deveria acabar; aquela fumaça tremeluzia e reacendia, mas nunca formava a cauda por completo. Stevie com uma roupa que nos mostrava a branda Terra em evidência, havia penas brancas por seu ombro.
Eles estavam posicionados. Aphrodite no centro, Damien a sua frente e a esquerda; Shaunee a sua frente e a direita; Vee a sua esquerda e atrás de seu corpo; Stevie Rae atrás de seu corpo e a direita.
— Abra os olhos Nora! Pense nos elementos e olhe para o teto. – Berrou a voz mandona e desesperada de Aphrodite.
— Concentre-se Anjo. – Sussurrou Patch ao pé do meu ouvido. Seu hálito quente batendo na lateral de minha nuca.
Laurel estava fitando o que faríamos, havia um escudo a nossa frente. Ela atacava com mais força e mais raiva, mas nenhuma de suas investidas transpassava o véu que os elementos formaram. Ela tentou entrar na mente de cada um, mas os elementos nos ajudaram impedindo que algo deste nível acontecesse. Nós estávamos unidos, como a Deusa havia pedido em sua aparição.
Eu pensei nos elementos, me concentrei neles. Pensei no ar e em como ele era essencial para que vivêssemos; pensei no fogo e em como sua força sempre me deixou inquieta; pensei na água e em como eu sempre gostei de nadar em qualquer lugar que fosse; pensei na terra e em como eu gostava dos campos de vovó Redbird, como gostava de suas flores e dos carvalhos de sua fazenda; pensei no espirito que sempre é a força mais forte de todos os elementos, é o que nos mantém vivos e o que permanece vivo após a nossa morte.
Então eu abri os olhos em direção ao teto, lá – provindo de meus olhos – se formou um circulo. No centro estava a cor roxa e em volta as cores se misturavam. Primeiro amarelo, depois um vermelho formando uma leve camada de laranja, logo depois o azul da água formando um filete de roxo e depois a cor verde misturando com as cores em suas pontas, mas as cores estavam opacas. Foi então que notei que os círculos estavam se enchendo, eu não podia olhar diretamente para outro local. Eu via o círculo de Damien encher rápido enquanto de soslaio via seu corpo tremer, como se sua força toda estivesse ali; toda a sua força estava ali. Seu círculo amarelo se encheu e ele caiu de joelhos no chão, fraco.
Vi a parte de Stevie encher mais rapidamente, mas também via seu corpo fraco, lhe traindo. Seu corpo tremeu e foi em um solavanco para frente, a mesma caiu contra o chão da arena.
Depois vi a parte de Shaunee enchendo-se com vigor. Até que notei seu corpo também fraco, ela tremia e fazia com que seu rosto ficasse para cima com toda sua força. Sua parte se encheu e seu corpo caiu de costas contra o chão. Ela estava imóvel, fraca. O que estávamos fazendo?
Depois notei o corpo de Vee tremendo. Seu corpo de sereia tremendo, sua cabeça foi jogada para trás, mas seu circulo não deixou de encher em nenhum segundo. Vee caiu, deixando com que apenas Aphrodite continuasse enchendo seu círculo central.
Ainda faltavam alguns centímetros para que o mesmo se completasse. Ela caiu de joelhos no chão e senti meu espirito tremer junto ao dela. Ela manteve a cabeça firme, olhando para o círculo formado por meus olhos. Toda a sua força estava lá.
— Jogue contra Laurel, Nora! – Berrou uma voz fraca. Aphrodite caiu imóvel no chão e sem reação.
Semicerrei meus olhos e mantive a bolha do poder dos cinco elementos entre mim e Laurel. Ela ainda estava lá tentando a todo custo atingir o escudo protetor, mas aquilo era impossível.
Eu mirei no peito de Laurel, que com a força do golpe seria lançada para fora da Arena.
Pisquei e vi a bolha ir à direção em que eu mirava há poucos instantes atrás. A mesma atingiu o peito de Laurel em cheio e ela foi lançada para trás. Todo meu poder estava ali. Meu braço ainda queimava por conta das grades, mas a mão de Patch estava em meu ombro e todos nós vimos Laurel cair ao pé das arquibancadas, do lado de fora da Arena. Eu havia vencido a grande Batalha.
Tudo ao nosso redor desmoronou. A Arena se desfez, deixando um campo livre, assim como a grade que eu segurava a pouco entre meus dedos, tudo estourou como bolha, virou pó e simplesmente sumiu. Eu cai ao chão e as cicatrizes continuaram em meus braços ardendo e queimando.
Todos ficaram ao meu redor. Alguns alunos deram os parabéns, mas ouvia tudo muito distante. Meu corpo jazia sem forças no chão, sem força para qualquer outra coisa.
— Isto não vai ficar assim! Eu vou derrotar você em outra Batalha. Em uma não muito distante. – Laurel ameaçou quando não havia mais nenhum novato em nosso torno. Os braços de Patch me ergueram do chão, colocando-me em seu colo sentado no chão, mas eu ainda ouvia atentamente ao que quer que Laurel dissesse. – O mal não provem somente de mim, querida. – Soou falsa. – O mal de mim vem de mais um corpo com um exército logo atrás, pronto para te combater. Agora eu sei quem é a mais nova poderosa da Morada e já sei para quem vou informar isto. – Terminou seguindo em direção à porta dupla da Arena. Suas roupas normais estavam de volta, assim como a de todos ao meu redor.
Mas, — finalmente – uma das minhas tarefas havia dado certo. A luta havia chegado ao fim, Patch finalmente estava aqui comigo embalando-me entre seus braços. O sangue escarlate escorria de meus braços para a minha roupa. E foi quando desacordei com uma doce voz dizendo “Você fez dar certo, filha”.

Notas finais
Me contem! Como já dito, estou atolada, por isso não postei os links novamente! Comentem me contando tudo pessoal! Beijos e até o próximo.
NOVIDADES TERCEIRA TEMPORADA: Capa escolhida e editada. Vídeo mais que pronto - depois de 5 dias montando tudo certinho. Terceira temporada será postada dois dias depois do Prólogo.
Não sei se alguém estava lendo, mas deletei a história "O Pilar do Amor", pois meu próximo projeto está sugando meu tempo e minhas emoções. Até o próximo lindas! s2