Transformado Pelas Trevas.
28 Misturados.
Notas iniciais
Este capítulo está sendo postado por pedido de Stella! Pronto, sua tarde esta sendo preenchida!
Há um tempo estavam pedindo um capítulo só de Patch e Nora, então aqui está.
Músicas fofas podem ajudar [:
Há um tempo estavam pedindo um capítulo só de Patch e Nora, então aqui está.
Músicas fofas podem ajudar [:
Antes de abrir os olhos senti lábios quentes roçarem meus braços, exatamente onde a Grade de Patch havia me queimado. Eu não sentia mais o líquido quente com cheiro de cobre escorrendo por meus dedos. Onde eu estava?
Abri meus olhos com dificuldade e encontrei meu par de olhos negros encarando-me com curiosidade. Ele estava dando beijos em um filete de carne esponjosa; bem fina. Era a cicatriz da batalha. Sorri com seus beijos e notei que estávamos no subterrâneo da sala de jogos Delphic. Patch roçou seu corpo no meu e subiu seu rosto de encontro ao meu. Seus lábios passaram sobre os meus, deixando-me completamente fora de controle. – Você foi maravilhosa. – Disse sua voz embriagada por prazer. Envolvi seu pescoço com meus braços dando-lhe um selinho demorado. — Você está aqui. – Consegui sussurrar. Patch engoliu em seco e seus olhos – se é que era possível – ficaram mais negros. — Sempre estarei anjo. Nossos corpos podem não estar colados; unidos. Mas nossas almas estão ligadas para sempre. – Murmurou Patch contra meu rosto, fazendo com que seu hálito com odor de menta batesse contra o mesmo; arrepiando-me. — Eu sou sua Patch. – Confessei puxando seu rosto pelo queixo, fazendo com que o mesmo me encarasse. Seus olhos estavam lá inebriados por desejo. Por saudade, por todos os sentimentos que já tivemos um pelo outro. Vi o mesmo engolir em seco novamente e notei um lampejo de aflição perpassar por seus olhos. Não entendi o porquê daquilo tudo. Patch aflito? Patch nunca fora aflito e nem inseguro. Mas eu sentia os músculos do seu corpo se retesando sobre os meus. Patch estava aflito sim. – O que está acontecendo Patch? – Indaguei repentinamente. – Está estranho. — Não está acontecendo nada anjo... Só... Aquela aflição toda diminuiu, na verdade passou. Eu também tenho o ponto anjo. As memórias chegaram até mim e eu também estou sucumbido a te proteger ainda mais. Mais do que antes. – Disse ele com um belo sorriso estampando seu rosto. Patch beijou meu ombro nu. Espera! Nu? Olhei para meu torso sob o de Patch e encontrei o mesmo somente com as minhas roupas intimas de antes de entrar na Arena. Senti meu rosto queimar com a cena e Patch notou, pois logo depois pude escutar sua gargalhada inebriante tomar conta de seu quarto parcialmente iluminado. Patch me olhou e vi sua língua passar por seus lábios, umedecendo os mesmos. — Tive de limpar seus ferimentos. Cameron queria ajudar, mas com certeza o tirei a força daqui de dentro. – Eu ri com sua raiva por Cam, mas ele fez certo em tirar o mesmo daqui. – E notei que você precisava de roupa. Mas olha a tristeza, não há nenhuma roupa sua aqui. – Ele disse irônico tentando esconder um sorriso pressionando os lábios. — Aí você decidiu me deixar apenas de roupas intimas? – Eu indaguei. — Mas é claro. Queria ficar suja de sangue? Aposto que não. – Respondeu por mim. — Acho injusto. – Disse abaixando os olhos e passando um de meus dedos em seu pescoço. Senti sua pele se esquentar e também senti os pelos daquela área do corpo elevarem-se. Eu ia entrar em sua brincadeira. Estava com saudades de um momento só para nós dois. — Injusto? Não entendi Anjo. Conte-me mais sobre seu ponto de vista. – Disse brincalhão. Patch estava comigo. Como era bom sentir seu cheiro novamente e ouvir o suave timbre de sua voz falando somente comigo. — Eu estou apenas de roupas intimas e você completamente vestido. Inclusive com sua típica jaqueta de couro. É injusto. – Terminei olhando profundamente em seus olhos e me perdendo naquele poço que os mesmos eram; um poço de pura escuridão. — Não seja por isso. – Disse por fim saindo da cama e ficando em pé, foi quando notei que ele já estava descalço. Minhas cicatrizes não doíam mais e notei que as mesmas estavam muito cicatrizadas. Realmente tenho muita sorte por ser uma Qualificadora, mas aquilo não impedia que as cicatrizes fincassem em minha pele pelo resto da eternidade. Logo a jaqueta de Patch não se encontrava mais em seu torso. Ele sorria enquanto tirava as peças de roupa demoradamente. Eu estava sentada na cama, olhando-o concentradamente. As mãos de Patch foram para a barra da camiseta negra como de costume. Ele puxou a mesma, passando-a por sua cabeça e jogando em uma poltrona que nunca havia notado ali. Seu torso bronzeado me atingiu em cheio e sem que eu notasse, meus dentes capturavam meu lábio inferior; mordendo-o. Patch sorriu e suas mãos se repousaram sobre o cinto. Ele desafivelou o mesmo lentamente, me provocando com vigor. O cinto não prendia mais sua calça. O que fazia com que a calça negra pendesse em sua cintura, revelando o elástico da sua Boxer vermelha. Levantei meus olhos para seu rosto. Ele sorria para mim maliciosamente. Seus dedos abriram o botão de sua calça, fazendo com que a braguilha abrisse e revelasse ainda mais o tom de sua roupa intima. Ele parou ali com os braços fincados nas laterais de seu corpo. Porque ele parou? Eu me perguntei. — Acho que já está bom. – Ele disse me provocando. Eu ri com sua tentativa e ele veio em minha direção, com desejo nos olhos.
Eu fiz um movimento de não com o dedo, deixando-o estático no lugar. Ele me olhou confuso. — Não vai deitar na sua cama com lençóis maravilhosos se estiver usando esta calça. – Disse olhando-o ceticamente. — Está querendo me deixar em pé aqui para sempre? – Brincou, erguendo os cantos da boca levemente em um sorriso. Um sorriso encantador. — Uma garota precisa manter a palavra. Sem as calças, ou nada de lençóis negros de seda. – Retruquei sua brincadeira no mesmo nível e vi o sorriso oculto de Patch – somente com os lábios – se abrirem em um amplo sorriso me mostrando cada um dos seus dentes perfeitamente enfileirados e alinhados. — Gosto de ver você na minha cama. – Disse ele encaminhando as mãos até o cos da calça. – Com roupas intimas então... – Interrompeu suas palavras, fazendo com que meu rosto esquentasse em chamas internas. Eu tinha certeza que estava vermelha naquele instante. – Mas, principalmente gosto de ver você na cama do meu studio. Pelo simples fato de tudo soar muito secreto. – Continuou enquanto descia a calça por suas pernas. Me provocando arrepios involuntários de prazer. Logo Patch estava somente com sua Boxer vermelha, enquanto me olhava fixamente nos olhos revelando os músculos esguios cobertos por uma pele bronzeada. – Principalmente pelo quarto da Morada conter paredes com ouvidos e também por lá ter uma cama da miniatura. – Terminou e percebi que um brilho de raiva passou por seus olhos. De alguma maneira Patch ainda não transmitia total confiança em Cameron, como ele próprio o chamava. Logo não havia mais sequer um filete de ar separando nossos corpos. Patch envolveu seus braços em minha cintura e me ergueu – como se eu não pesasse o mesmo que uma pena – em seu colo, minhas pernas envolveram sua cintura mediante ao toque. Ele se sentou na cama e eu em seu colo. As mãos de Patch enlaçavam o centro de minhas costas. — Sabe que quando seu Mundo desmoronar, este studio será seu para sempre. – Disse com a voz embargada novamente. E novamente vislumbrei um olhar aflito de Patch. — Está me oferecendo um local permanente Patch Cipriano? – Indaguei com seu nome completo. A proposta havia feito com que meu coração acelerasse de encontro as minhas costelas. Minhas mãos embalaram sua nuca, já acariciando seus fios suspensos como de costume. Patch era bom em tudo o que fazia e dizia. E eu o amava por este fato – na verdade, este era um dos grandes fatos que me levavam a sentir este amor imenso. Patch e eu de alguma forma, éramos unidos há muito tempo. Eu podia sentir isto de alguma forma, não sei exatamente como ou porque, mas eu sentia... Sentia que nossas almas seguiam-se dentre os cantos do Mundo. Sentia que ele me seguiria para sempre. Que ele estaria comigo até quando eu não o desejasse mais, ele daria um jeito de estar comigo. — Já há uma cópia junto as suas roupas sujas de sangue. – Respondeu enquanto passava a ponta de seus dedos cálidos sobre as cicatrizes em ambos meus braços. Aquilo tudo era horrível. Eu não me sentiria mais a vontade em utilizar roupas com mangas curtas, revelando aquela leve elevação em meu braço. — Não entendo. – Eu comecei e Patch moveu suas pernas, fazendo com que nossos torsos se colassem mais um ao outro. – Aphrodite e Cam disseram que as dores que enfrentamos dentro da Arena, somem após o fim da Batalha. – Revelei. — Somem, pois a Batalha que eles te diziam era somente a de Retirada de Corpos, sem nada de muito importante em jogo. Nas outras batalhas, nós treinamos. Mas esta não foi uma batalha, mas sim uma luta Anjo. Por isso suas cicatrizes permaneceram em ambos os braços. – Murmurou engolindo em seco. – E cicatrizes de batalhas, tem uma forte importância em nosso corpo. — Como a de suas asas? – Perguntei repentinamente. — Como a das minhas asas. – Ele respondeu automaticamente. – Mas, nossas cicatrizes são como Calcanhar de Aquiles e você sabe o motivo. Eu acenei positivamente com a cabeça lhe respondendo. Mas – como se eu não tivesse mais controle sobre minhas ações – meus lábios tocaram os de Patch rápida e arduamente. Nós não pedimos a entrada, pois nossas línguas se colidiram assim que nossos lábios se encontraram. De uma coisa eu tinha certeza: eu sempre me lembraria do beijo de Patch e do que o mesmo causava em mim, tanto externa quanto internamente. Os lábios de Patch encaixavam-se perfeitamente aos meus. Ele sabia como me tocar e onde tocar. Se um dia eu procurasse por respostas, elas sempre me levariam a ele; a Patch. As mãos de Patch apertaram meus quadris, fazendo com que eu sentisse seu extremo volume. Fazia tempo que eu não sentia o corpo nu de Patch sobre ou sob o meu. Eu estava com saudades da sensação que o momento provocava em mim; em meu coração. Patch parou o beijo com um estalo de salivas se encontrando e logo seus lábios foram para o meu pescoço, deixando um rastro em brasa por onde seus lábios tocavam. Eu nunca estaria satisfeita de Patch; nunca. As mãos de Patch me apertaram com mais urgência e minhas unhas já arranhavam sua nuca. Seus lábios se afastaram da pele de meu pescoço e pude ouvir um murmúrio inseguro. – Sempre vou proteger você. Eu acreditava em suas palavras, e na veracidade das mesmas. Patch desafivelou o fecho do meu sutiã e logo em seguida pude sentir os lábios de Patch tocarem minha pele sensível, que antes estava envolta em um tecido de algodão. Minha cabeça foi jogada para trás pelo prazer extremo que senti naquele instante. Patch usava os lábios para me levar ao delírio; ao desejo extremo. Minhas mãos acompanharam o caminho de sua pele até o cos de sua Boxer vermelha que provocava sentimentos e pensamentos sérios demais em mim, tentando tirá-la, mas seria impossível na posição em que estávamos. Me levantei do colo de Patch, ainda encarando-o com os olhos. O mesmo me dirigiu um olhar de curiosidade. Ainda com os dedos no elástico de sua Boxer, desci a mesma por sua perna, jogando em qualquer ponto inerte do chão e logo em seguida me sentei novamente em seu colo. — Boa ideia tigresa. – Sua voz murmurou leve e sexy ao pé do meu ouvido. Sorri com o apelido que Patch havia supostamente criado há um tempo. Era incrível pensar em como o tempo havia passado, e em como era possível sentir mais do que sentia por Patch com o passar dos dias ou até dos milésimos de segundos. Como era possível eu me apaixonar cada vez mais por seu sorriso ou seu par de olhos negros? Antes de toda noite repousar minha cabeça confortavelmente sobre o travesseiro eu me fazia a mesma pergunta, mas eu sabia que nunca chegaria a uma resposta concreta com sentimentos concretos, pois descrever o que sinto por Patch seria amenizar tudo isto; seria afogar em águas profundas; ou enterrar em um túmulo abafado coberto por musgo, ou seja, eu nunca saberia descrever o que realmente sinto por Patch. Ou o que meu coração realmente sente ao vê-lo. Sem notar os dedos de Patch estavam brincando com elástico da minha calcinha, e não estava insegura como estivera na nossa primeira relação. Deixei que minha peça íntima caísse ao chão com facilidade e sem pestanejar, ou trocar de posição, começamos a suar enquanto fazíamos amor. Patch me segurava pela cintura enquanto eu subia e descia e meus olhos rolavam nas órbitas por prazer. Era um reencontro e tanto. — Isso Anjo. – Sussurrou Patch recostando o rosto entre meu ombro e meu pescoço. Logo senti seus lábios depositarem selinhos demorados e úmidos na área. Eu não me cansava e logo meu corpo em desejo sentiu necessidade por ir mais rápido. Eu obedeci aos comandos da luxúria e me entreguei a Patch e ao prazer. Patch segurou minha cintura com força e eu me apoiei nos joelhos enquanto o quadril de Patch ia e vinha na mesma direção do meu. Nosso sexo suava em prazer, ardia em paixão e queimava em desejo. Os dentes de Patch capturaram meu queixo, mordendo o mesmo. Desci meus lábios e beijei os lábios vermelhos e úmidos de Patch. Nossas línguas se entrelaçaram e começaram a brincar uma com a outra; provocando-se. Patch gemia contra minha boca e o seu cheiro – de menta – passava para o meu corpo. Se eu precisasse ficar com aquele cheiro para sempre, eu nunca trocaria de pele, mas para que isso acontecesse, eu só precisava estar sempre ao lado de Patch, o que nunca iria mudar. Nossos quadris estavam se chocando com mais força. Nossos corpos se roçavam intensamente, nossos cheiros se grudavam um ao outro, formando um odor estranho. O cheiro de menta junto a um suave do meu perfume e junto ao nosso suor emanava pelo quarto. Nós estávamos nos segurando; provando ainda mais do prazer. Não queríamos parar, nós nunca nos cansaríamos de provar do corpo um do outro. Mas não houve escapatória, os acontecimentos ficaram mais intensos e chegamos ao ápice unidos como sempre estaríamos.
Nossas testas se colaram, enquanto nossas respirações se misturavam. Patch depositou um beijo doce sobre meus lábios, revelando todo sentimentalismo que ele tinha por mim. Seu par de olhos negros estava inebriado. Nossos corpos suados. Eu não sentia mais a dor da Batalha, ou o medo de perder a mesma. Eu sentia Patch. Somente Patch respirando ofegantemente sob meu corpo. Somente Patch.
Notas finais
Eaí? Esquentaram? hahaha.
Porque acham que Patch está tão aflito?
Houve algum erro?
Ansiosos para a terceira temporada?
Beijos e até quarta! Ou amanhã 00h00.
Terceira temporada: Vídeo com duas músicas adicionadas. Nome pronto. Capa escolhida. Acontecimentos descritos. Personagens novos inclusos.
Beijos! Sempre estarei colocando as novidades, ein?!?
Porque acham que Patch está tão aflito?
Houve algum erro?
Ansiosos para a terceira temporada?
Beijos e até quarta! Ou amanhã 00h00.
Terceira temporada: Vídeo com duas músicas adicionadas. Nome pronto. Capa escolhida. Acontecimentos descritos. Personagens novos inclusos.
Beijos! Sempre estarei colocando as novidades, ein?!?
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