Tracings Detinations
7 Capítulo 7 - Os Resultados Estão Começando a Aparecer
Notas iniciais

Pov. Beatrice Prior
—Oh meu amor você não imagina o quanto eu esperei para ver esse rostinho lindo. –digo para o meu príncipe em meu colo que boceja e volta a se aconchegar no meu peito.
—Como vocês estão? –pergunta Al entrando no quarto e se sentando ao meu lado na cama e coloca a mão na cabeça de Thomas fazendo carinho que é recebido de bom grado do meu pequeno que já se mostra muito manhoso.
—Bem, obrigado por tudo Al, eu nem sei como agradecer. –digo sorrindo mais que agradecida.
—Não precisa agradecer Tris eu fico mais que feliz em poder saber que vocês agora estão bem e seguros mas eu vou querer saber o por que de ter me escondido tudo. –diz ele sério se sentando de frente para mim. Suspiro e me preparo para contar novamente minha historia para Al que merece muito saber depois que do que fez por mim e pelo meu filho.
Tinha acabado de sair da sorveteria que tinha perto do meu prédio terminando de comer minha terceira casquinha tamanho família de chocolate com creme e quando eu estava a poucos metros da portaria um cara me abordou com toda violência possível e me empurrou com força contra a parede e o meu corpo bateu de lado. O pânico logo dominou o meu corpo quando comecei a sentir uma dor crescer na minha barriga do lado em que ela pegou na parede, coloquei minhas mãos sobre ela mas o bandido me emprensou contra a parede com a minha barriga virada para o concreto e me apertou com força fazendo minha dor aumentar.
—Larga ela, agora.- escuto uma voz que faz mais de ano que não escuto.
—Al...-murmuro perdendo um pouco dos sentidos.
—Ou o que cara? –pergunta o cara virando a cara para olhar para Al mas aperta a minha mandíbula me impendindo de mover a cabeça para qualquer lugar.
Al não diz nada, mas logo depois sinto o corpo do bandido sendo afastado de mim brutalmente e logo a dor na minha barriga diminui um pouco mas ainda sinto, coloco os braços ao redor dela e olho para Al que está em cima do cara que está vestido todo de preto, ele bate tanto nele que logo grito para ele parar se não vai matá-lo.
—Você está bem? –pergunta ele se aproximando de mim, confirmo com a cabeça e ele me abraça tirando o celular do bolso interno do terno preto que usa e fala algo mas eu não entendo muita coisa pois a dor na minha barriga volta com força.
—Al...m...meu...ai...-ofego sentindo várias pontadas de dores vindo com muita força e logo sinto um líquido escorrendo entre minhas pernas.
—Meu Deus Tris! Vem eu vou te levar para o hospital. –diz ele assim que olha para as minhas pernas.
Fico aliviada assim que ele me pega no colo pois eu desabaria no chão se ficasse em pé mais um segundo se quer. A força ia escorrendo do meu corpo conforme o tempo foi passando e apesar das palavras de Al que estava desesperado e falando para mim aguentar firme que já estávamos chegando no hospital, eu não aguentava mais, eu só me lembro de pedir para ele cuidar do meu filho e que não deixasse nada acontecer com ele.
—E foi isso, por mais que eu tenha sofrido e sofro até hoje com a morte da minha família esse pequenino mesmo antes de existir já era a minha ancora para não perder o juízo e fazer alguma besteira. Foi pensando nele que eu me mantive forte estando quebrada, espero que me perdoe por ter me afastado de você e da Chris que sempre foram os melhores amigos que eu alguém poderia querer. –digo para ele que olha para Thomas que está alheio a tudo ao seu redor, todo aconchegado no meu peito sentido o meu calor. Al passa a mão em sua cabecinha e suspira para depois olhar para mim que estava apreensiva com medo de ele ficar com raiva e nunca mais olhar na minha cara.
—Eu perdoo você com uma condição. Diz ele com uma voz séria. Olho assustada para ele. Quando Al foi para Nova York era apenas um garoto recém formado na faculdade de Direito com o sonho de se tornar o melhor advogado da sua categoria no mercado de trabalho, e pelo homem que vejo na minha frente ele deve ter conseguido pois sua voz grave e sua posse ereta e séria daria medo em qualquer um, digna de um advogado poderoso que não perde nenhuma causa.
—Qual? –pergunto me agarrando mais ainda ao meu bebê.
—Que você venha morar comigo em Nova York e depois eu te ajude a arranjar um canto. –diz ele abrindo um sorriso me fazendo acompanhá-lo.
—Tudo bem, eu vou mas primeiro eu vou conversar com a médica para saber quando eu vou poder viajar de avião com o meu anjinho, né padinho? –pergunto com voz de bebê para Al quando vejo Thomas abrir os olhos olhando para mim curioso com seus olhos azuis escuros lindos.
—Sério? –pergunta Al fazendo carinho no rosto do meu filho.
—Claro, você e a Chris são os padrinhos dele isso se você quiser. –digo olhando para ele sorrindo.
—Claro que eu quero. –diz sorrindo. – E qual é o nome do meu afilhado? pergunta brincando com as mãos dele que tenta pegar o dedo de Al.
—Thomas Prior. –digo sorrindo orgulhosa do meu pequeno que agarra com força e abre um lindo sorriso banguela para Al que sorri todo bobo para ele.
Thomas nasceu com muitos cabelos castanhos escuros, a pele branquinha, os olhos de um azul escuro lindo, o nariz fino e arrebitado como o meu, lábios carnudos e o rosto redondinho mas parece que vai ficar quadrado quando crescer. Pelo que a médica me disse o parto foi meio complicado pelo fato de ser antes da hora mas graças a Deus tudo deu certo e o meu bebê está muito saudável e forte. Ele nasceu com três quilos e duzentas gramas e foi na madrugada do dia dez de fevereiro pois parece que eu desmaiei antes do parto que foi realizado comigo desacordada mesmo.
—Eu vou na sua casa pegar uma roupa para você e para Thomas e já volto, vai ficar bem?-pergunta Al se levantando e ajeitando seu terno.
—Vou sim. –digo sorrindo para ele que beija minha testa e sai pela porta e logo depois a minha médica entra.
—Bom dia Tris. –diz Marlene ficando ao meu lado na cama e faz um breve carinho na bochecha do meu filho que eu tinha colocado para mamar assim que Al tinha saído.
—Bom dia Marlene. –digo feliz da vida e sorrindo coisa que eu não consigo parar.
—Bom vim aqui dar a sua alta, vocês dois estão bem apesar das circunstâncias do parto mas estão bem e por isso já podem ir para a casa. –diz ela sorrindo para mim.
—Que bom Mar, estou louca para ir para casa com o meu filho mas antes poderia me dizer quando ele vai poder andar de avião? Eu vou me mudar para Nova York e queria ir o mais rápido possível mas eu posso demorar por ele. –digo olhando o meu pequeno que mama com força no meu seio esquerdo.
—Olha Tris os recém nascidos já podem andar de avião depois de uma semana de vida mas só ser for realmente necessário se não depois de um mês e meio pois os bebês são vulneráveis a infecções durante o primeiro mês de vida, por isso não é aconselhável manter a criança durante muitas horas num ambiente tão fechado como o de um avião, mas como Thomas está com tudo normal eu libero ele mas antes de ir venham aqui para ter certeza se ele vai poder ir. –diz.
—Tudo bem doutora. Obrigado por tudo. Digo e estendo o meu braço livre para um rápido abraço nela.
—Que é isso Tris, esse é o meu trabalho. Até mais. Diz se separando de mim e saindo do quarto.
—Ouviu isso filho? Se tudo der certo daqui a duas semana estamos partindo para Nova York. –digo e beijo sua cabecinha cabeluda sentindo o seu cheiro de bebê, aliso seu macacão branco que as enfermeiras coloram nele pois eu não trouxe nada. Ajeito Thomas no meu colo e começo a cantar uma cantiga de ninar para ele que vai parando as poucos de mamar.
Pov. Tobias Eaton
Minha vida ultimamente está um reality show, nunca pensei que ser o dono da editora mais badalada de Nova York iria dar tanto trabalho, não posso nem ir ao bar tomar uma cerveja com os amigos que a mídia diz que estou "afogando as mágoas", ou que sou "alcoólatra."
Estamos em Janeiro de 2015, já se passou um tempo e meu pai está estabilizado com Violetta a doméstica que mandei para cuidar da saúde do velho Marcus. Não somos como antigamente mas pelo menos ainda estamos nos comunicando formalmente, ele me pediu para trabalhar comigo mas não gostei muito da idéia, afinal aquela magoazinha ainda está lá dentro do meu coração incomodando e lembrando que ele não pensou na minha dor quando Evelyn morreu, ele só pensou na dele, perdeu a empresa, se afundou e eu tive que vender espermatozóides pra levantar a editora, com muito trabalho, algumas noites sem dormir, e algumas não por trabalho se me entende. Nitta continua a mesma, fútil e gostosa, ela sabe me fazer perder a linha.
Christina está bem e trabalhando excelentemente, Zeke também está maravilhoso criando as capas dos livros que lançamos, Uriah está se saindo muito bem como o advogado humanitário das causas públicas, sempre pegando essas causas de pais sem dinheiro querendo a guarda da criança. Se eu fosse o pai provavelmente não iria querer uma criança pra atrapalhar as minhas fodas e minhas noites de bebidas e vídeo game, qual é, já que não posso sair por causa da mídia faço as festas no meu próprio apartamento.
— Com licença Tobias. Diz o Zeke entrando na minha sala.
— Fala Zeke, qual o problema ?
— A Chris falou que tem um problema grande, uma escritora que tinha acertado com a gente mudou de idéia e quer mudar de editora, o problema é que já tínhamos feito tudo, lido, concertado os erros, e a capa também, tivemos um trabalhão pra essa criatura querer trocar de editora. Ele diz bravo.
— E qual o nome dela ? Pergunto.
— Joanna, Joanna alguma coisa não lembro.
— Já sei quem é, peça para Chris ligar para ela e marcar um encontro ainda hoje comigo, vamos ver o porquê dela estar querendo trocar de editora se somos a melhor de NY. Digo.
— OK, vou lá. Ele diz e sai.
— Bom dia Tobias. Diz a Chris entrando na minha sala com meu café.
— Bom dia Chris, tudo certo com a Joanna ? Pergunto.
— Sim, acabei de acordá-la e avisar que o senhor quer conversar pessoalmente com ela. Ela termina.
— Tudo bem, muito obrigada. E por favor. Converse com o Peter e peça pra ele encontrar a sua carta de demissão no RH, e agende o lançamento de "A culpa é das estrelas" para fevereiro, prefiro na média do quinto dia útil, porquê ai o povo vai ter dinheiro pra comprar, e não lance no e-book ainda, só pra março ou abril, me lembre de ver uma data melhor. Digo.
— Sim senhor. Com licença. Ela diz e sai do meu escritório, hoje estou impaciente e cheio de coisas na cabeça.
— Boa tarde Tobias, Joanna lhe aguarda. Diz a Chris.
— Mande ela entrar Chris por favor. Peço.
— Boa tarde Sr. Eaton, a que devo o privilégio da conversa ? Ela diz.
— Boa tarde Joanna, eu que lhe pergunto, porque depois de termos todo o trabalho pra lançar o seu livro você quer cancelar conosco ? Pergunto direto.
— Tobias não me agradou a revisão, e a capa não é o que eu imaginei. Ela diz.
— Como não ? Você passou para Zeke a idéia ? Pergunto.
— Não, eu havia pensado que iriam me consultar. Ela diz.
— Então como quer que saia como você imaginou se você não passou a idéia da capa para o homem ? Você sabe que a Eaton Publics é a melhor editora de Nova York, pra onde iria ? Você sabe que Zeke Pedrad é o melhor designer que os Estados Unidos têm.
— Sim, Eaton, mas como eu disse para a sua secretária quero cancelar.
— Tudo bem, você está ciente que assinou um contrato comigo ? Pergunto.
— Sim, e que posso cancelar a hora que quiser. Ela retruca.
— Sim, está correta, então por favor se dirija para a Christina e deixe o cheque da multa rescisória com ela. Digo calmo.
— Como assim ? Multa ? Ela pergunta.
Burra. Penso.
— É claro, você não lê o que assina Joanna ? Está no contrato que se você quiser cancelar por algum motivo me deve uma multa no valor de 500 mil dólares por quebra de contrato. Digo.
— 500 mil ? Sério ? Tá tudo bem. Eu aceito a nova capa. Ela suspira.
— Muito obrigado Joanna, tenha uma boa tarde, avise a Chris que não precisa do cheque. Digo e sorrio.
— Sim, sim... homem de ferro. Ela sussura.
— Eu ouvi isso Joanna. Digo sério.
— Me desculpa, com licença. Ela pede e sai quase correndo.
Rio alto, gargalho na verdade, que imbecil.
Fevereiro 2015
— Bom dia Tobias, hoje a noite tem o lançamento do livro " A culpa é das estrelas" e você tem um coquetel de lançamento. Diz a Chris me atualizando.
— OK Chris, obrigado, e pode sair um pouco mais cedo pra se arrumar quero te ver lindíssima para me acompanhar. Peço.
— Eu ? Mas e a nojenta da Nitta ? Ela diz me fazendo rir.
— Porque você não gosta dela ? Pergunto.
— Porque tudo o que ela tem te interessa e não me interessa Tobias, gosto muito do que você tem entre as pernas e não o que ela tem. Chris diz me fazendo gargalhar.
— Você é a melhor Chris. Amo sua sinceridade. Sou interrompido pelo seu celular.
— Me desculpa, preciso atender. Ela diz e atende na minha frente.
— Alô ? Oi a Beatrice, o quê ? Oh Deus ela está bem ? E o bebê ? Nossa mas Chicago está violenta assim ? A atacaram grávida ? O que está fazendo em Chicago Albert ? Ah não sei, não falei com ela. tudo bem, vai vir morar aqui ? Quando ? Mas e o... Tá bom, tenho que trabalhar meu chefe está me encarando, não não precisa se desculpar, tchau eu te amo.
Desliga.
— Aconteceu algo sério com sua amiga ? Pergunto.
— Nossa Chicago está pior que NY. Acredita que um bandido atacou ela ? Ela estava grávida de 8 meses poxa, com uma barriga grande ainda quase matou meu afilhado. Ela diz nervosa.
— Nossa mas está tudo bem ? Com ela e com o bebê ? Pergunto.
— Sim, sim, por sorte nosso amigo Al está em Chicago e chegou bem na hora, pura sorte senão, não quero nem imaginar. Ela diz.
— Tudo bem, vai tomar uma água se acalma e depois volta na minha sala para repassarmos o dia e vermos o que você vai usar hoje a noite. Digo.
— Tá legal, já volto. Ela diz e sai.
É verdade, as ruas estam cada dia mais violentas, atacar uma mulher grávida de 8 meses ? Se eu fosse essa Al teria matado esse bandido.
Vou pra minha sala ainda pensando nessa violência e tenho uma idéia, vou esperar a Chris pra ver o que acha.
— Oi Tobias voltei. Chris diz entrando.
— Chris sente-se aqui, tive uma idéia e quero saber o que acha. Tive a idéia de fazer um documentário em livro, com o ou a melhor repórter de NY. Sendo assim teremos visão pelo nome, o que acha ?
— Acho muito bom, apesar de não ser um best seller, vai fazer sucesso. Ela diz.
— Ótimo, procure pelo melhor repórter e diga o que queremos dependendo de quem for, vamos melhor ainda. Explico.
— Tudo bem, em relação ao que vestir eu tenho alguns vestidos em casa que são para a noite, mas amo roxo e vermelho. Ela diz.
— Tudo bem, assim que chegar em casa me mande foto do vermelho, você deve ficar espetacular nessa cor. Digo sincero com minha amiga.
— Tudo bem, na hora do almoço eu consigo dar uma passada em casa. Com licença. Ela pede e são andando saltitante nos seus saltos.
Chris realmente é uma mulher linda, mas não a vejo com outros olhos a não ser amizade, ela é muito sincera e isso me agrada muito, sinceridade é a combinação perfeita comigo.
Passa o dia e Chris me manda a foto do vestido ele é bonito mas não para andar do meu lado.
Ligo pra ela.
— Oi Chris. Ele é bonito mas não me chamou muito a atenção, por favor passe no shopping e compre um lindo espetacular não importa o preço te dou de presente, e acertamos quando você chegar aqui. Eu me viro aqui no escritório mas tente não demorar muito.
— Tá bom, vou ir o mais rápido possível. Tchau.
Ela desliga.
Essa noite vai ser especial, eu sinto que vou me divertir sem a pentelha da Nitta. Então termino meu trabalho, e vou para casa me arrumar para o coquetel.
Toco a campainha do apartamento da Christina.
— Já vai. Ela grita me fazendo sorrir da maluquinha.
Logo ela aparece num vestido maravilhoso, dá uma viradinha, com um pouco de decote na frente e as costas abertas, seu cabelo está solto mas bonito curto, tem um conjunto de brincos e gargantilha delicados e lindos que combinam perfeitamente com ela.
— Eu juro que se você não fosse como uma irmã te atacaria. Digo sorrindo.
— Quer parar com isso ? Ela pede envergonhada.
— Vamos por favor, estou doido pra te exibir proa babões daquela festa. Digo rindo.
Saímos do prédio em direção a garagem no subsolo, abro a porta pra ela, que entra e agradece, sorrio.
— Muito obrigada senhor Eaton. Ela diz melosa me fazendo rir.
— Essa noite vai ser a melhor com você ao meu lado, sei que vou me divertir. Digo e sorrio.
— Claro, palhaça Chris ativando. Ela diz e rio.
Vamos em direção ao coquetel, e entramos, como previ todos os olhares estão em nós, Chris nunca tinha aparecido comigo publicamente, devem estar pensando que ela é meu novo caso.
— Vamos madame, devem estar pensando que você é minha nova namorada. Digo rindo.
— Credo, eu não. Ela diz e eu rio.
— Já disse que amo a sua sinceridade ? Digo.
— Já, e é por isso que abuso dela. Ela diz e ri.
Vamos em direção do bar, ela pede um coquetel e eu um whisky duplo. Ficamos conversando um pouco e então chega o momento da declaração.
— Boa noite a todos, quero agradecer por todos terem vindo, esse livro tem algo muito especial, e tem tudo pra ser um best seller, nosso escritor John Green é incrível, e tem muito e muitos livros para lançarmos. Então espero que comprem muitos, pois vai ser espetacular. Digo e sorrio. Entregando o microfone para o John.
Me afasto da multidão e vejo um homem conversando com a Chris, pelo visto ela gostou dele.
— Olá. Digo me aproximando.
— O-Oi, senhor Eaton, sou William mas pode me chamar de Will, só estava conversando com a srta Christina, não sabia que estava com o senhor. Ele diz meio que apavorado.
— Pode relaxar Will, Chris é como uma irmã para mim, mas vai precisar ficar apavorado se mágoa-la. Digo sério e vejo Chris sorrir debaixo da taça de champanhe.
— Sim senhor. Com licença. Ele diz e sai trotando quase caindo.
Rio junto com a Chris.
— Não posso sair por dois minutos e já tem uns carinhas te encarando. Digo sorrindo.
Chris gargalha.
— Você viu a cara dele quando você chegou ? Quem manda ser o Homem de Ferro, homem do gelo, Iceman... Ela diz e ri.
— Vamos embora, quero descansar. Peço.
— Vamos, meus pés estão doendo com esses saltos. Ela diz sorrindo.
Então viemos para casa, deixei Chris na porta dela e voltei pro meu apartamento, tomo uma ducha e caio no mundo dos sonhos.
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