Traídos Pelo Desejo.
14 Capítulo 14
Notas iniciais
Cap.14
Narrador.
A luz do sol invadia o quarto pelas frestas da persiana enquanto os pássaros cantavam ali perto. O celular tocou e Bella acordou irritada, tateando em busca do aparelho, que tocava de modo irritante atendendo ao chamado. A seu lado Edward tomava mais um gole do café preto com adoçante que fumegava em sua xícara. Ele apreciou bastante quando o lençol que cobria o corpo feminino escorregou pelas costas, deixando-lhe os seios expostos. Maravilhado, percebeu que o desejo que sentira horas antes e que pensara ter saciado completamente, voltava a dominá-lo com uma intensidade brutal.
Era a primeira vez que aquilo acontecia em sua vida. Mulheres nunca foram uma prioridade. Nem mesmo Tânia, sua falecida noiva. Eles se conheceram, começaram a sair e o relacionamento evoluiu sem maiores problemas. Gostavam das mesmas coisas e ela tinha sido uma mulher privilegiada, com uma mente brilhante, cuja sagacidade o prendera desde o início. Mas na cama Bella era sem dúvida, a melhor parceira que ele já tivera. E Edward sempre fora um homem normal, com impulsos e desejos naturais, mas jamais acordara na cama de uma mulher após a morte da noiva, anos atrás.
Naquela manhã dera-se conta de que perdera mais uma vez seu mergulho matinal na piscina do clube. E isso só acontecera na tarde em que a Srta. Coop o havia recrutado para ajudar no bazar beneficente contra sua vontade e ele encontrara Bella por acaso. Também se dera conta de que deixaria os exercícios de lado, pois preferia passar o dia inteiro na cama com ela, fazendo amor, passando As mãos nas curvas macias e enlouquecedoras, conversando e se conhecendo um pouco mais. Chocado com aquela descoberta e o coração batendo loucamente em seu peito, ele saiu da cama mais cedo em busca da cozinha e de uma xícara de café bem forte. Precisava com urgência clarear sua mente. Não era fácil aceitar a idéia de que precisava de Isabella. Assim como necessitava de ar para respirar. Agora estava de volta ao quarto, bem como o seu desejo insano e indisciplinado por aquela linda mulher. Sem saber ao certo com quem ela conversava, decidiu observar o quarto cm atenção. O ambiente era menos formal do que previra e bem mais simples e acolhedor. A combinação de tons neutros com um toque suave de rosa apenas em algumas peças do ambiente davam uma feminilidade sutil. Móveis antigos e novos misturavam-se tornando a decoração contraditória, mas muito bonita. Havia fotos dela com Alice, com o irmão, com o Jacob e outros amigos e uma com seus pais. Ele sorriu. Ela era pequena, não devia ter mais que seis ou sete anos na época e usava uma roupa de bailarina rosa e branca, seus cabelos escuros presos num coque. Também havia algumas conchas grandes presas na parede. Ficou óbvio que ela gostava de ter por perto lembranças das pessoas a quem estimava. No mesmo instante pensou em sua casa, no centro, muito bem decorada e que refletia os gostos caros e refinados de uma pessoa bem nascida e ocupada, mas que não guardava lembranças do seu passado. Ao decidir mudar-se para uma cidade do interior, resolvera deixar todas as suas lembranças para trás. Inclusive os móveis que herdara de seus pais. Preservara apenas algumas fotografias, que estavam guardadas em uma caixa de papelão duro em um armário. Ao contrário de Bella as lembranças que carregava consigo eram em sua maioria, tristes. E infelizmente sua família agora, resumia-se a alguns primos distantes que moravam no Alasca.
Encerrando a ligação, Bella desligou o celular, escondendo seu rosto com as mãos, respirando profundamente, soltando um gemido abafado e baixinho. Edward sorriu complacente. Poucas horas de sono dificilmente serviriam para dar disposição e o ânimo necessários para enfrentar qualquer tipo de problema que surgisse.
-Tome um gole. Vai ajudar a clarear suas idéias, falou estendendo a xícara em sua direção. Ela virou-se bruscamente, demonstrando surpresa nos olhos escuros arregalados.
-Edward!
No mesmo instante seu rosto ficou corado igual a um pimentão. Ele riu.
-Estava espertando outra pessoa?!
-Não! Sim... É que... O seu constrangimento óbvio serviu para que ele sorrisse ainda mais. -Já sonhei tanto com isso que achei que tudo não havia passado de outro sonho, confessou desconcertada.
-Você sonha comigo? Perguntou adorando aquela conversa. Bella ergueu os olhos encontrando os dele.
-Com muita freqüência, respondeu sincera. Edward sentiu seu peito inchar, seu ego inflamar, seu coração aquecer, seu membro latejar inconformado.
-Sério Bella?
Ela gemeu cansada.
-Vai começar a me amolar por causa disso?!
-Não, meu amor. Só estou achando tudo muito bom. Também andei sonhando com você, falou atraindo totalmente a atenção dela.
-Você sonha comigo, Doutor Cullen?! Perguntou exibindo um fraco sorriso.
-Sim, respondeu sem desviar seu olhar.
-Que tipo de sonhos, eu posso saber? Um sorriso malicioso britou no rosto em formato de coração. Edward sentiu seu sangue começar a correr mais rápido nas veias.
-Sonhos completamente impróprios para menores de dezoito anos, falou aproximando-se da cama. –Sonhos eróticos, pornográficos e impossíveis de serem descritos.
-Muitos detalhes sórdidos?!
-Muitos. Sórdidos, secretos, sensuais e muito, muito pervertidos, respondeu entrando no jogo de sedução.
-Hum... Isso está ficando interessante. Poderia demonstrar? Pediu afastando os lençóis e exibindo o corpo macio ao olhar faminto dele.
-lembre-se que você quem pediu, falou sentando na cama e puxando-a para os seus braços fortes.
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Horas mais tarde...
-É difícil acreditar, não é?
-Sim. Especialmente porque quando acordei tudo estava tão quieto... Eu pensei...
-Você pensou...
-Que você tivesse ido embora ou q eu a minha mente realmente estava me pregando uma peça.
-E era isso o que queria? Questionou sentindo-se inseguro. Bella apressou-se em abraçá-lo.
-Não, claro que não! Teria sido horrível. Edward relaxou um pouco sabendo que agora poderiam sair juntos e ficar juntos quando não estivessem trabalhando. Eram namorados, amantes e amigos. Ou ao menos estavam tentando ser amigos. Seu olhar escorregou e viu desolado que marcara no calor da paixão obsessiva, os seios perfeitos, alvos e rosados. Seguindo o olhar dele, ela murmurou:
-Não se preocupe, você não me machucou, respondeu aconchegando-se em seu peito, brincando com os pêlos crespos. –Sou muito branca, tenho a pele sensível.
-Percebi, disse satisfeito por vê-la reagir intensamente sob seus menores toques e carícias.
-Também me machuco com facilidade. Quando era pequena sempre fui desastrada. Tem horas que parece que nasci com dois pés esquerdos. Até hoje sou meios descoordenada, emendou intensificando a carícia circundando com a ponta do dedo o mamilo esquerdo dele logo depois, o direito.
Edward assentiu beijando-a na ponta do nariz. Ele sabia que se Bella não parasse de tocá-lo iriam fazer amor novamente. Céus... Aquela mulher realmente havia virado a sua vida de pernas para o ar!
-Quem era no telefone?
Perguntou sem conseguir conter sua curiosidade.
-Alec.
Ele franziu o cenho, confuso.
-O ajudante do Xerife?
-Sim, respondeu desanimada.
-Hei, porque está com essa cara triste?
-Por causa do Seth. Ele apoiou o queixo no topo da cabeça dela, alisando os cabelos com uma das mãos esperando que Bella falasse. –Ele foi preso novamente. Edward varreu a mente sabendo que conhecia aquele nome.
-Qual a idade do rapaz?
-Fez dezoito anos e esta não é a primeira vez que é detido, disse com pesar. Sua voz triste. –Eu posso soltá-lo, aproveitando um precedente, mas acho que vou deixá-lo na cadeia por uma semana, desta vez.
-O que?! É Isabella Swan a defensora dos fracos, pobres e oprimidos quem está falando agora?!
Perguntou fazendo uma cara engraçada de espanto.
-Não zombe de mim apenas porque eu não acho justo usar um precedente neste caso, Edward Thomas Cullen! Respondeu sarcástica, tentando desvencilhar-se dele que a segurou mantendo seus corpos muito próximos.
-Desculpe Bella, mas eu não estou entendendo. Pode me explicar?!Por favor?!
Ela ficou com vontade de pedir que ele esquecesse aquele assunto e que a amasse de novo com toda a paixão que vira refletida em seus olhos, mas decidiu dar uma chance à conversa e escutar a opinião dele, afinal Edward era um excelente profissional.
-Tem certeza disso?
-Sim. Eu quero entender, falou fitando-a diretamente, deslizando as pontas dos dedos pela pele lisa de suas costas, deixando-a arrepiada.
-Ok. Ele roubou um carro em frente a uma sorveteria na periferia da cidade. Só que o dono havia entrado no estabelecimento apressado, esquecendo as chaves na ignição e o carro ligado.
Edward suspirou alto.
-Entendi. Posso dar uma sugestão?
-Por favor, pediu sentindo seu desejo aumentar consideravelmente, sexo latejar molhado.
-Porque não ameaça o dono da sorveteria com uma multa por negligência? Assim ele vai retirar a queixa, pois sabe que se não fizer isso, você vai mandar apreender o carro e ele ficará com o prejuízo. Seth sairá impune novamente.
Ela concordou chateada sabendo que o rapaz merecia uma lição, mas que infelizmente o sistema funcionava daquela forma errônea muitas vezes.
-Sei disso, mas não acredito que isso vai ajudar o Seth. Ele vai ficar livre para aprontar de novo e a coitada da Leah é que vai sofrer pelos erros dele. Não é justo.
-Leah é a irmã mais velha?
-Sim. Ela fez tudo para criá-lo da melhor forma possível chegando a arranjar três empregos, depois que os pais morreram; mas não foi o suficiente. Seth sente uma revolta grande dentro de si. É complicado...
-A vida é complicada e injusta, Bella. Você também foi criada pelo seu irmão e uma governanta. E nem por isso revoltou-se contra o mundo. Seth fez uma coisa errada e deve pagar pelo que fez. Mas essa é a minha opinião. Faça o que você achar que é certo, concluiu.
-Vou deixá-lo na cadeia pelo menos até amanhã, segunda feira. Edward assentiu concordando.
-Não é a melhor das acomodações, mas vai fazê-lo refletir. Talvez isso baste para ele criar juízo. De qualquer forme sempre vai poder encaminhá-lo para um aconselhamento psicológico. Quando ele foi preso?
-Ontem à noite. Mas adorei a sua opinião. Você acabou de opinar em benefício de um cliente meu em vez de me acusar de sair sempre em defesa dos outros, disse sorrindo.
-E você nunca vai esquecer isso, pelo jeito.
-Hum... Acho que posso pensar em alguma coisa, senhor Promotor...
-Que tipo de coisa? Perguntou espalmando as mãos sobre a lateral dos quadris dela, perigosamente.
-Algo tentador...
-O quem quer de mim Bella? Perguntou escorregando os dedos para a vagina molhada, apertada e quente. Bella prendeu subitamente a respiração com o toque íntimo, delicioso e atrevido dos dedos que a bolinavam com maestria.
-Eu quero... Quero...
-Sim?
Ela respirou fundo antes de enlaçá-lo pelo pescoço, movimentando os quadris sensualmente contra os dedos que a estavam tirando do sério.
-Quero que pare de me fazer arder por você, Edward. Quero para de sonhar com você e acordar arfando no meio da noite, murmurou. –É isso o que eu quero.
-Nunca, respondeu deitando-a e cobrindo-a sensualmente com seu corpo rijo e definido.
Enquanto isso na Mansão do Swan...
-Quer comer alguma coisa? Jasper perguntou a sua esposa.
-Não.
O olhar que ele lhe enviou era mais que reprovador. Alice suspirou alto, cedendo às vontades do marido.
-Tudo bem, mas eu não sou capaz de comer muita coisa. Ainda estou enjoada.
-Qualquer coisa que você coloque para dentro vai ajudar. Pense no bebê.
Ela concordou e aceitou o prato que ele lhe entregou com duas generosas fatias de queijo branco, quatro torradas com manteiga e geléia e um copo imenso de suco de laranja. Depois de trinta minutos Alice tinha conseguido comer apenas a metade do que havia no prato, mas ele não reclamou. Estava lendo um livro sobre gravidez que Bella tinha lhe dado de presente alguns dias antes. “O que esperar quando se está esperando”. Sua irmã falara que aquele Ra o livro mais vendido sobre gravidez nos Estados Unidos, então ele começara a ler e estava adorando cada minuto, apesar de ficar com certo receio do desconhecido.
-Você está bem?
-Sim.
-Eu conheço você, Alice. Diga-me o que a está incomodando?
-Não foi o casamento dos meus sonhos, mas... Disse dando de ombros.
-E nem a Lua de Mel que você esperava, completou.
-Isso também, mas...
-Mas?
-Estamos casados. E você sabe que eu te amo, Jasper. Ele engoliu em seco vendo a mágoa estampada nos lindos olhos castanhos amarelados.
-Eu nunca deixaria nada faltar a você ou à criança.
-Sei disso, Jasper. Mas estou falando de amor... Disse sentindo seus olhos ficarem subitamente úmidos. Ele aproximou-se e pegou em seus ombros fitando-a diretamente. Sentir o calor do toque em sua pele deixou-a mais calma.
-Fui sincero com você, desde o início. Eu não estou pronto para isso, mas estou me esforçando e juro que vou dar o melhor de mim. Mas preciso de um pouco de tempo, Alice. Tudo aconteceu muito depressa.
-E se não der certo?
Ela questionou com o coração em frangalhos.
-Não sei. Daremos um jeito.
-Tudo bem. Se esse seu arranjo não der certo, eu vou embora da cidade com o meu filho e deixo você livre para viver a sua vida. Jasper estreitou os olhos perigosamente e aumentou a pressão sobre os ombros delicados.
-Eu não disse que queria que você partisse de Forks. Em nenhum momento eu falei isso.
-Mas é o que eu vou fazer!
-Não vou deixar que leve o meu filho para ser criado longe de mim e das raízes da minha família Alice!
-Não vou ficar aqui vendo você sair com outras!
-Você está se precipitando. Nós nos casamos ontem. Nós nos gostamos e essa relação tem tudo para dar certo!
-Você gosta de mim, Jasper. Eu amo você! Será que não percebe a diferença que existe aqui, droga?!
-Alice...
Aproveitando a distração dele, ela saiu do sofá e caminhou com passos duros para o quarto de ambos, batendo a porta com violência atrás de si. Jasper suspirou irritado, comprimindo os lábios em desagrado, correndo uma das mãos por entre os cabelos loiros. Ela estava pedindo mais do que ele podia dar. Ao menos naquele momento.
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Quinze dias depois...
-Meritíssima. Dado ao adiantar da hora eu proponho que adiemos a entrevista para o próximo grupo do corpo de jurados potenciais até depois do almoço. A juíza Sulpícia concordou com Bella.
-Então senhores advogados, eu apelaria a ambos que ficassem mais flexíveis. A corte está suspensa até as catorze horas, proferiu batendo o martelo firmemente sobre a mesa, enfatizando seu claro desgosto, encerrando a sessão. Bella deu um sorriso aliviado a sua cliente, Sue Clearwater, que nesse momento era reconduzida a sua cela. Só então começou a juntar seus papéis espalhados na mesa e colocá-los na pasta. Que longa manhã... Mais de quinze pessoas candidatas a juradas naquele caso e apenas uma fora selecionada e aceita pela defesa e pela acusação. Edward aproximou-se dela.
-Em meu escritório. Dez minutos, sibilou entre dentes, baixinho para que ninguém os ouvisse. Ela o fitou com uma fingida desconfiança.
-Devo ir armada e levar o meu irmão ou trata-se de um encontro amigável entre a defesa e a acusação, doutor Promotor?!
-Nove minutos. Ela reprimiu a custo um sorriso que já começava a se formar em seus lábios. Reprimiu também o impulso de ficar olhando enquanto ele se afastava. Estavam namorando abertamente e tinham enfrentado alguns obstáculos, falatórios e fofocas devido à relação. Especialmente com o caso Clearwater em andamento. Além da falta de tempo em se verem havia a imprensa especulando como sempre e as pessoas na cidade questionando sobre a credibilidade do Poder Judiciário. Apesar de tudo isso aquele havia sido uma semana incrível. As visitas surpresa que um fizera ao outro, foram inúmeras. Quando estavam juntos, deixavam o caso e o trabalho do lado de fora e tornavam-se apenas Edward e Bella. Nada mais existia. Bastava que se vissem. Que se olhassem que se tocassem. Os momentos que passavam juntos servia como uma nova carga de energia para ambos.
Com o coração acelerado e a excitação correndo solta em cada poro de sua pele, Bella apressou o passo em direção ao escritório da Promotoria Pública. Passou pala mesa da Srta. Coop que estava entretida com o seu almoço e parou em frente à porta da sala de Edward, batendo de leve. Sem esperar resposta entrou verificando confusa que a sala estava vazia. Consultou seu relógio vendo que chegara em oito minutos. Estava adiantada!
-Está muito contente por ter chegado na minha frente, murmurou ele às suas costas, fechando a porta atrás de si com o pé.
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-Muito, respondeu atirando-se em seus braços assim que ele os abriu para recebê-la. O beijo a seguir foi longo e caliente. Edward trajava um terno cinza escuro com uma gravata cor de vinho listrada, espelhando a forte imagem do competente profissional que era hoje e que fora um dia na cidade grande. Mas em seus olhos havia um brilho quente, admiração, um desejo e uma luxúria insaciáveis. Eles haviam passado a noite anterior fazendo amor ao som das músicas do A HA e de outras bandas que ambos adoravam.
-O que está tentando fazer comigo, mocinha?!
-Como assim?
-Você está de meias e ligas! Acusou.
-Você notou?
-Se eu notei?! Enfatizou carregando-a e sentando-a sobre sua mesa. -Porra Bella eu quase perdi minha concentração!
-Sério?!
Ele estreitou os olhos afastando as coxas macias e torneadas.
-Quando sua saia subiu e eu vi a liga... Puta que pariu! Eu só queria te arrastar para fora de lá e checar todo esse seu corpinho lindo pessoalmente!
-E o que está esperando?!
-Ele ergueu a saia preta até a cintura e deu um silvo longo quando seus olhos bateram nas ligar provocantes e na minúscula calcinha toda transparente que revelava a vagina bem depilado e já úmida pela crescente excitação.
-Antes de você eu achava que só as moças que posavam para a revista playboy, ou as da vida fácil usavam ligas no dia a dia, respondeu sentando em sua cadeira, removendo a calcinha, guardando-a no bolso. Bella acomodou-se melhor sentindo o hálito morno soprando em seu sexo, vibrando em antecipação com o carinho. Ao sentir a língua lasciva deslizando em sua carne gemeu pendendo o corpo para trás, sabendo que faria o mesmo com ele daqui a pouco.
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