Torpedos Para Você

14 Capítulo 14 Noite ardente


Notas iniciais
parte hot e picante, momento de intimidade entre 2 seres.

Apesar de Ane esta insegura quanto a nós, eu sei muito bem o que quero. Ao chegar em casa chamei por alguém mais nada, estava sozinho e aquilo não era bom. Ficar olhando para o teto e tendo pensamentos macabros.

_Justin! Dá uma ajudinha aqui. Mamãe chegava do mercado talvez, estava com um monte de sacolas nas mãos. Fui ate ela e peguei metade, colocamos tudo em cima da mesa.

_Temos alguma comemoração? Mamãe não me respondeu e foi direto na dispensa.

_Estava- mos ficando desabas tecidos, e você esta em fase de crescimento. Lembrei do dia em que ia dar carona a Ane e tomei café de novo na casa dela.

_Mãe eu podia chamar a Ane para dormi aqui em casa? Ela ficou um pouco assustada, mas por já me conhecer não fez mais nada, talvez ela achasse que nós estávamos indo rápido demais.

_Não quer também que eu prepare um quarto para ela? Fiz uma cara pensativa, uma das mãos eu levei para de baixo do queixo e a outra na cabeça.

_Não, ela pode dormi comigo. As noites estão tão frias! Ela me deu um tapa no braço. Olhou mais uma vez a dispensa e saiu para o quarto, eu me joguei no sofá e fiquei vendo alguns revistas.

Dim- dom fiquei deitado, mamãe bateu no meu pé e foi abri a porta. Ela pediu para a pessoa entrar, era Ane e ela estava com uma bolsa na mão. Será que ela tinha sido expulsa de casa? Arlete não faria isso com ela, ou faria?

_O que aconteceu? — Eu estava sentado olhando para ela. Mamãe que havia atendido a porta saiu logo em seguida, deixando- nos a sós.

_Nada! Só vim me despedir, já que você não poderá comparecer no torneio. Eu estou indo para a casa da Kaka. — Seus lábios se esticaram em um sorriso, levantei- me e fui ate ela. Dei um abraço de urso e a rodei, enchi seu rosto de beijos carinhosos.

_Dormi aqui! Eu não vou ao torneio mais ficaremos juntos ate amanhã bem cedo. Ela ficou pensativa e deu uma olhada para minha mãe, que estava na cozinha arrumando a despensa. _Eu falo com ela, diz que sim! Juntei as mãos em uma prece.

_Está bem, mais fala com sua mãe. Vou ficar no corredor te esperando. Ela estava linda toda vermelha.

_Não preferi me esperar no quarto? Ela ficou seria e se virou, eu abri a porta e ela me deu outro beijo indo logo em seguida para o corredor. Fui ate minha mãe e pedi para Ane dormi em casa, a resposta de imediata foi não. Mais com um pouco de suplica e fazendo drama ela concordou.

_Então o que ela falou? Fiz um suspense, ela ficou triste e estava pegando as coisas.

_Ela deixou! Eu falei me jogando nos braços dela. _Mais tem uma condição, você vai ter que dormi na minha cama e eu no sofá na sala. Ela deu um risinho e peguei suas coisas.

_Obrigado dona Pattie. Estava- mos passando pela sala e indo para meu quarto. Minha mãe sorriu de volta, Ane apertou minha mão e cochichou em meu ouvido para mim apresar o passo. Coloquei suas bolsas em cima de uma cadeira que ficava em baixo da mesa de fotos, amigos, família e lugares que eu havia viajado para fazer show. Mais havia uma foto que eu ainda não tinha me livrado, foi exatamente a que ela viu. _Por que ainda tem foto da Selena? Eu pensei que você não queria se lembrar dela. Eu peguei o porta- retrato e tirei a foto, rasguei no meio e joguei no lixeiro.

_Havia esquecido essa, mais vamos lá para o terraço? Ela ficou meio pensativa e depois suspirou.

_Vou tomar um banho e já lhe encontro. ela me empurrou para fora do quarto sem nem um beijo. Eu ouvi quando ela passou a chave na fechadura, com isso eu fui para a sala esperar por ela. Mamãe havia saído, estávamos só ela e eu, sentei- me no sofá e fiquei folheando uma revista velha.

_Então! Vamos? Depois de quase meia hora ela resolveu dar o ar da graça. Estava com uma camiseta minha cinza e por ma uma jaqueta preta também minha. Ela percebeu que eu olhava, então mordeu o lábio. _Desculpa, estava em cima da cama e eu não resisti e vesti. Fui ate ela e a puxei para o sofá.

_Não tem nada, ficou muito melhor em você. Vou ate te dar de presente, que tal? Estava- mos deitados, ela por cima.

_Amaria ter um presente seu. Mais iai, mudou de idéia quanto ao terraço? Ganhei um beijo dela, ficamos abraçados. Um momento de descontração, coisa rara em minha vida e que com ela eu sempre conseguia.

_ Melhor ficarmos aqui, tenho uma pergunta a lhe fazer. Por que a princesa estava indo para a casa da Karolayne? Ela se sentou, puxou a jaqueta e olhou para o vazio. Talvez aquele assunto não devesse ser tocado, ela ajeitou o cabelo e deitou a cabeça em minhas pernas.

_Arlete não é minha irmã, quer dizer! É por parte de pai, é difícil falar disso. Já pensou em saber que sua mãe perdeu sua guarda para sua meia irmã, mamãe não tem nem nunca teve responsabilidade com nada. Nem cuida da própria filha ela soube, e hoje Arlete quase jogou isso na minha cara, eu acho que a culpa é minha sabe.

_Chega! Você culpada, de que? É o principal, por que? Não fala isso. Ela deitou a cabeça em meu peito. Mamãe chegou e estragou o momento, tem hora que mãe tem que ser mãe.

_Crianças hora de dormi! Estou com sono e vocês têm que dormi também. Fiz careta e Ane riu.

_Boa noite senhora Pattie. Ela foi ate minha mãe e lhe deu um abraço. Peguei em sua mão para lhe levar ate o quarto.

_Aonde o senhor pensa que vai? Senhor Bieber! Eu parei rapidamente e me virei para olha- lá.

_Vou só levar Ane ate o quarto. Foi só o que fiz, ela me deu um selinho rápido, entrou e fechou a porta. Desta vez não ouvi barulho de chave, será que era a minha deixa para mais tarde lhe fazer uma visita? Só aparecendo para saber, voltei para a sala e deitei no sofá.

_Posso ir deitar? Mamãe falou com um copo de água na mão. Eu tinha afundado minha cara em uma almofada.

_Sim senhora! Ela já esta no quarto ok. Deitei a cabeça e ela deixou o copo na pia, me deu um beijo de boa noite e saiu. Virei para um lado depois para o outro, procurei uma posição mais nada parecia funcionar, ate que apaguei. 2 horas depois eu acordei com uma sede descomunal, fui ao filtro e bebi água. Pensei em ir ao meu quarto que era ocupado por Ane, mais correria o risco de ela esta acordada e me pegar. Só tinha um jeito de eu saber se corria risco ou não, respirei fundo e fui na ponta do pé. Não queria ter a surpresa desagradável de minha mãe me ver, estava em frente ao quarto, procurei abri a porta lentamente. Mais ela estava acordada e olhando fotos minha que estavam em cima da mesa._Você podia dormi no meu quarto, não ficar bisbilhotando. Ela me olhou assustada.

_Desculpa! Eu perdi o sono e não tinha nada para fazer, acho que o torneio esta me deixando tensa. Ela sentou- se na cama e cobriu com o lençol suas pernas. Deixando em evidencia seus seis perfeitos, eles estavam arrepiados eu não pude deixar de perceber isso. _O que você estava fazendo ali? Ela estava me olhando curiosa, eu não tinha exatamente uma desculpa convincente, então resolvi lhe falar a verdade,

_Vim lhe ver dormi, podia ser que eu ate deitasse com você. Ela riu e balançou a cabeça negativamente. Eu estava em pé então fui ate a porta e tranquei a mesma, coloquei no som o CD da Adele. E caminhei ate ela, a música a tocar era SOMEONE LIKE YOU, sentei- me na cama e deitei seu corpo. Logo em seguida deitei sobre ela comecei a beijar seu pescoço.

_Justin! Sua mãe esta no outro quarto. Não quero sair daqui a vassouradas, vamos espe... Não deixei terminar, beijei- a intensamente. Minhas mãos passaram por sua cintura e a puxei para mais perto de mim. Pude senti o gosto de seu corpo colado no meu, estava tirando a calça moletom que usava para dormi. Quando dei por mim estava nu, exatamente como queria. Com um jeitinho Canadense tirava de seu corpo a camisa cinza que usava, ela estava tão excitada quanto eu. A música rolava dando um ar bom ao ambiente, a única peça que a protegia era uma calcinha branca, mais eu logo a livraria dela também.

_Vai ser bom para você e para mim. Ela concordou e pediu que eu continuasse, desci seu corpo. Beijando e depois dando pequenas mordidas, chegando a calcinha mordi o tecido e desci por suas pernas. Ela estava pronta para nossa primeira entrega, ela abriu uma das pernas e eu a penetrei. Senti seu corpo contrair e suas unhas em minhas costas serem cravadas. Ela colocou meu dedo na boca e ficou chupando, o bico de seus seis ficavam rosando em meu peito. Tirava metade e colocava de novo, ela beijava meu pescoço e depois colocava meu dedo em sua boca de novo. Estava- mos molhados de prazer, ela pegou minha mão e levou- a ate seu seio, eu estava com receio de pegar neles e parecer tarado.

_Justin! Aqui esta quente. Ela estava ofegante, estiquei a mão e peguei o controle do ar condicionado liguei- o no Maximo. Eu me sentia o alfa, estando por cima e tendo o controle do prazer.

_Esta melhorando? Ela balançou a cabeça positivamente e mordeu o lábio inferior, estava um pouco empolgado e acelerei a penetração.

_Justin! Para está me machucando. Eu parei instantaneamente, tirei e deitei ao lado dela.

_Desculpa! Não queria te machucar. Ela estava deitada de frente para mim, suas mãos me cercaram e eu a abracei. Já era as 2:00 da manhã, eu tinha show e ela um torneio. Não havíamos dormido o que preste, eu me sentei na cama esperando coragem para banhar. O celular dela tocou, achei estranho, quem ligaria as 2:00 da manhã! Ela se cobriu com o lençol e foi em suas coisas pegar o bendito teu fruto.

_Alo! Ela falou com relutância. Parecia surpresa com a ligação, eu a deixei no quarto e fui para o banheiro. Fechei a porta para não fazer barulho, já pensou se minha mãe batesse na porta. Melhor prevenir do que ter uma péssima surpresa.

Quanto sai do banho Ane estava com a mão na cabeça, pensativa demais. Vesti a calça moletom e sentei na cama enxugando meu cabelo. Ela foi às coisas dela e pegou a toalha para banhar, deu- me um beijo e foi banhar. Resolvi espera- lá e saber quem era ao telefone, não seria uma tarefa fácil pois ela parecia que ia demorar.

_Então! Quem era ao telefone? Perguntei logo que ela colocou o primeiro pé no quarto.

_Ninguém importante. Ela se virou de costa e vestiu a camisa cinza, depois foi a vez de ela procurar uma nova calcinha.

_Bom! Quem deve dizer se era importante ou não era eu, você não acha? Ela ergueu as sobrancelhas e voltou a enxugar os cabelos. _Vai contar? Ou quer que eu adivinhe. Ela sorriu, estava linda e molhadinha era melhor. Ane veio ate mim e sento no meu lado, seus dedos engataram em meu cabelo.

_Era o Rudsom, ele queria saber se eu ia no carro com ele e com a mãe dele. Segurei sua mão e a olhou com reprovação.

_Você não vai né? Ela ficou calada, aquilo me deixou indignado. Eu tinha certeza que ela sabia que aquele garoto estava afim dela. _Ane eu peço para alguém te levar em carro próprio e especial, não tem necessidade de vocês ir com eles. Ela se levantou e estendeu a toalha depois voltando para a cama.

_Bobinho, não é só com ele. A Demetria estará com a gente, e eu nunca faria nada com ele. Seu ciumento lindo e gostoso. — Ela me beijou e nos deitamos na cama.

_A questão não é você e sim ele. Não sei que tipo de criação e educação ele teve. Ela riu e ficou estirada na cama.

_Já imaginou se resolver me colocar no ombro, Lembra da Beyonce. De você me colocando no ombro, foi tenso aquele dia. Ela se virou para examinar meu rosto, eu estava serio e pensativo.

_Ane que horas você vai? Ela sentou na cama despreocupada. Eu realmente não a queria perto do nojento, ele era tão arrogante e autoritário. Bom talvez fosse, lembro muito bem de ele pegando nas pernas de Ane.

_Saiu as 6:oo eu acho, mais por que? Eu fiquei em pé e dei um beijo de boa noite em sua testa.

_Por nada, agora é hora de dormi. Te amo e sonha comigo, por que eu vou sonhar com você. Ela foi comigo ate a porta, eu destranquei e ela me segurou para um último beijo. A porta foi fechada e eu estava liberado para sair. Talvez tivesse me sentindo como uma máquina de sexo agora. Fui deitar as 3:00 horas da manhã, sorridente e satisfeito com o desempenho de meu amigo.

Notas finais
nossa! Já ate imaginei alguém transando ao som da Adele.