Torpedos Para Você

15 Capítulo 15 Cuidado obsessivo, competição e furada


Notas iniciais
Muitos dos problemas enfrentado por Anevilla neste capitulo se mostraram.
Como será que ela vai enfrentar? Torse- mos para que seja da melhor maneira possivel.

Meu celular despertou ás 5:00 horas em ponto, eu estava com tanto sono que não conseguia desligar o mesmo. Com muito sacrifício eu consegui, fui me arrastando para o banheiro, liguei o chuveiro e fiquei em baixo. Havia esquecido de tirar a roupa, eu arranquei a camisa e tirei a calcinha. Sentei- me no chão do banheiro e passei o sabonete dele, ao terminar dei um tempo e me levantei. Peguei a toalha e me enrolei. Estava indo para o quarto quando vejo Justin bocejando, sentado cama.

_Vai banhar? – Ele capotou na cama, eu ri e fui ate ele. –Justin acorda amo, sua mãe vai vir aqui se você demorar.

_Estou morto de sono, a cama esta tão convidativa. – Sai de perto dele e fui me vesti, estava quase pronta quando Justin me puxa pela cintura. _Quando vamos repeti? – ele me beijou no pescoço.

_Justin agora não, sua mãe esta na cozinha. – Consegui me soltar dele e fui terminar de me arrumar enquanto ele ai ao banheiro.

Peguei minhas coisas que precisaria para o torneio e fui ha cozinha, Pattie estava sentada. Na mesa tinha panqueca, sucos variados e naturais, ovos mexidos, leite, torrada, café preto, queijo e frutas. Sentei sem jeito e com a cara péssima.

_Bom dia senhora Pattie. – Não consegui olhar diretamente em seus olhos. _Bom dia Scotter, Kenny. – Eles me cumprimentaram, eu sentei e peguei uma fatia de queijo, coloquei em cima de uma torrada e depois a fechei com outra torada. Um copo de suco de laranja e só. Justin chegou logo depois, era como se fosse- mos casados, pior, recém casados e na casa da sogra.

_Bom dia, Amo passa o suco? – Eu não falei nada e passei o suco para ele. _ Como foi sua noite? – Pergunta não sugestiva para quem passou a noite ao meu lado.

_Dormi como uma pedra, seu travesseiro tem um cheiro muito bom. Dona Pattie, eu queria muito agradecer por tudo, agora eu tenho que ir. – Justin se levantou e puxou minha cadeira.

_Justin! Pra onde você vai? – Scotter esta na mesa olhando para nós. Ele só olhou para o mesmo abraçado a mim.

_Leva- lá ate lá em baixo, ou você pensou que eu ia fugir de minha responsabilidade? – Ele me empurrou para fora de sua casa. _Eu estava morrendo de vontade de fazer isso. – Ele me agarrou pela cintura e começou a me beijar, o beijo ficou mais intenso, se eu não tomasse uma atitude faria- mos algo que iríamos nos arrepender.

_Justin! Ontem à noite nos estava- mos em um quarto. – Ele parou e fomos para o elevador, entra- mos no mesmo e Justin me cheirava e trocava- mos carinho. Ele me abraçou por trás quando a porta abriu, senti- me uma tartaruga.

_Tenho uma coisa para você. – Ele me levou ate a frente do prédio e mostrou um super carro, tinha motorista e tudo.

_Justin! Não precisa mesmo contrata alguém para me levar. – Ele me olhou indignado.

_O carro é para você! – Ele exclamou sorridente. _Eu tenho 3 carros e preciso no máximo de 2, o Sydnei será seu motorista. Assim você não precisa ir com aquele idiota. _ Eu sabia, Justin não queria me presentear e sim me guarda.

Justin! Eu não quero que você fique gastando seu dinheiro comigo, muito menos ficar me dando esse tipo de presente. Que sinceramente para mim não é nada comum. – Ele me olhava sem entender, acho que para ele. Qual quer mulher adoraria ganhar um carro.

_Como você pode recusar? Eu estou te dando com todo o carinho. – Ele esta revoltado com minha desfeita. Mais eu tinha caráter e não desistiria deles para agradar quem quer que fosse.

_Justin não se trata disso, eu não me sentiria bem. Eu não posso te dar uma coisa tão cara ou algo do tipo. – Ele ficou me olhando e pareceu entender.

Arlete estava chegando com Arthu, ele tinha passado a noite com ela. Aquilo estava indo rápido demais, daqui a pouco eu ia ser expulsa de casa definitivamente para Arthu se mudar para lá. Ela iria me acompanhar ao torneio, talvez assim Justin parasse com neura.

_Então Ane! Nervosa para o grande dia? – Arthu perguntou e depois comprimento Justin, com se eles fossem velhos amigos.

_Sim! E tem gente que não facilita. – Olhei para Justin e o mesmo olhou para mim serio. Arelete bufou ao nosso lado, ela estava feliz mais sem a mínima paciência.

_Justin ela vai ficar comigo o tempo todo, Então por favor nada de piti. – Ele ficou mais tranqüilo. Justin me deu um beijo estranho, Arthu fez o mesmo a respeito de Arlete.

_Arlete me faz um favor! Quando vocês voltarem convence a Ane a aceita meu presente. _Arlete juntou as sobrancelhas.

_Desde quando se precisa de outra pessoa, para convencer alguém aceita um presente? – Ela ainda não sabia que o tal presente estava ha frente dela, e era algo que jamais ela admitiria eu ter.

_Bom! Era só esse carro. – Ele esticou a mão para o carro e Arlete arregalou os olhos, ate Arthu ficou um pouco encolhido diante de tal presente.

_Nem pensa, já imaginou Ane com um carro. Essas ruas já são bem perigosa, melhor agente ir logo para esse torneio. Ane a Demetria ligou e disse que o filho dela vinha busca a gente. – Justin me abraçou pela cintura, eu não sabia o que dizer.

_Olha lá, ele chegou. – Arthu apontou para um carro preto, o garoto que dentro estava. Logo chegava ate nós, ele estendeu a mão para Justin e ouve um comprimento. Falou com Arlete e Arthu, comprimento- me com um aperto de mão um pouco demorado. Justin me abraçou e separou a gente, eu passei meus braços por seu cangote e lhe dei um selinho.

_Então! Vamos? – Ele bufou baixo e deu outro selinho, Arlete abraçou Arthu e saímos para o carro de Rudsom. O estranho foi que ele ficou para conversa com Justin, eu ia ficar mais Arlete acho por melhor que eu fosse para o carro.

_Arlete! O Justin esta com o pé atrás quanto a Rudsom. Agora uma conversinha não é nada bom, o Rudsom vai matar o Justin. Mais também ele vai ser caçado e morto por todas as beliebers. – Arlete só riu, Rudson estava vindo para o carro. Ele balançou as chaves e entrou colocando logo depois o cinto. _O que você estava falando com Justin? – Ele ligou o carro e me olhou pelo retrovisor.

_Nada demais, eu só conversei um pouco com ele. – Sua feição mudou ao falar isso, ele havia percebido que não acreditei em uma única palavra. _Por que uma de vocês não vem ficar aqui na frente, não quero bancar o motorista.

_Estamos bem aqui, agora vamos? – Ele então passou finalmente a marcha e saímos do lugar. Iamos pegar Demetria e ir para a cidade onde iria ocorrer o torneio, estranho que eu não sabia onde ficava e nem Arlete.

_Ane... – Interrompi- o.

_Anevilla! Por favor. – Ele ficou meio encabulado, Arlete achou estranha aquela atitude minha, já que nunca tive problema com meu apelido.

_Bom! É que o torneio vai ser na Califórnia, eu e minha família temos uma casa lá. E acho que não vai dar para voltarmos hoje, vamos ficar lá. É uma casa na praia que meu pai comprou. – Arlete ficou muito triste e desapontada, queria passar mais uma vez à noite com Arthu.

_ Não se preocupe com a gente, se eu falar com Justin ele manda um helicóptero ir nós busca. – Ele olhou diretamente para mim. Eu sorri ironicamente talvez estivesse corando, mais eu não liguei. Logo chegamos ao ginásio onde eu treinava, Demetria entrou no carro e comprimento a gente. Somos em silencio o caminho todo, e era uma grande viajem. Ia dar 8:00 horas quando chegamos ao local, era grande e tinha muita gente. Por volta de 30 a 35 mil, não tinha idéia de que esse esporte era tão apreciado, uma garota chegou tão agitada perto de nós.

_Oi! É você a namorada do Justin bieber? – Ela espera uma resposta e Demetria me aguardava para entrar.

_Sim! – Eu respondi na inocência, a garota me olhou bem no fundo dos meus olhos e sentou a mão. Fiquei sem reação mais Rudson segurou a garota que se descontrolava e vinha para cima de mim. Demetria me ajudou a levantar e fomos para dentro do ginásio, agradeci por Arlete já ter entrado se não a confusão seria maior.

_Você está bem? – Demetria perguntou em quanto me sentava no banco do vestiário.

_Claro! Foi só um tapa. – Demetria estava muito aflita, ela não conseguia entender a razão pela qual a garoto sentou a mão em meu rosto.

_Mais o que a levou a fazer isso com você? – Ela não sabia de Justin, e eu não queria agora entrar em detalhes.

_Deixa isso para lá, vamos nos preparar para o torneio. – Ela saiu do vestiário e eu fui me preparar, não só corporalmente mais também mentalmente. Aquela menina tinha mexido em meus neurônios, com certeza foi por causa do tapa.

_Anevilla! Vamos? – Demetria estava em frente porta, me levantei do banco peguei minha raquete e saímos. Chegando a quadra tive uma visão completa do que estava acontecendo. Havia mais de 5 mil pessoas com placas cartazes ou fitas na cabeça.

_Mais o que está acontecendo? – Falei assustada e olhando para todos na platéia a minha volta.


“TRATANTE”


“SEM NOÇÃO”

“GOLPISTA”

“VACA, SEM ESCRUPULOS”

“DEIXA NOSSO JUSTIN EM PAZ”

Entre muitos outros, Demetria me falou que ia pedir para os juízes da competição adiar. Mais eu achei desnecessário, sabia o motivo adiar não as faria parar. Pelo contrario, elas achariam que estavam ganhando espaço. Não deixaria que meu primeiro torneio fosse abalado por beliebers ciumentas.

_Sua vez! Entra e arrasa. – Demetria falou dando alguns tapinhas em minha costa, muita gente ficou em pé e me aplaudia enquanto caminhava para minha posição.

Foram momentos de tensão, os gritos atrás de mim me tiravam metade da concentração necessária. O 1º set foi da adversária do Havaí, minha derrota era algo obvio, Demetria estava indignada com meu desempenho.

_O que esta acontecendo? Isso não é metade do que você pode fazer. Treinamos tanto para morrer na praia? Agora volte é faça o seu melhor, ganhe dela. É uma ordem não jogue fora 10 anos de sofrimento. – Demetria me empurrou de volta, Rudsom estava ao lado dela me mandando sorte. Estava precisando de muito mais que isso, minha adversária veio com tudo no 2º set. Ela estava confiante e isso me deixou aflita. O 2º set também foi dela, tinha só mais 3º sets, era tudo ou nada. Demetria estava forçando um sorriso e falando para eu não desisti, sentia como se todo o sacrifício de uma vida estivesse indo pelo ralo. Só vi ando algo foi jogado em direção da quadra, depois outro e mais outro. Tivemos de sair por motivos óbvios, uma pedrada ou sei lá o que estava sendo jogado não era bom.

_Senhora Demetria! O torneio terá de ser remarcado. Os juízes acharam por melhor não arriscarem a vida dos demais participantes. – Demetria concordou e foi para o vestiário onde eu estava em prantos.

_Ane! Fica calma, os juízes e organizadores do torneio acharam por melhor adiar a competição. – Estava indignada comigo, sentia ódio de Justin. Como se tudo o que estava acontecendo comigo fosse culpa dele.

_Será que eu passei 10 anos de minha vida treinando em vão? Não tenho a capacidade de vencer por mérito meu? Vou ter sempre que espera por um milagre? – Demetria estava sem palavras mais me abraçava forte, Arlete chegou e me abraçou. O jeito era voltar e esperar, treinando sem parar.

_Ane! Eu estou aqui em não vou te deixar só, quando agente estiver de volta a Atlanta, você vai treinar e quando o torneio for marcado você vai ganhar. – Arlete estava tão confiante, mais hoje eu tinha a certeza de muito fracasso. Um namoro que estava me machucando da pior forma, o tênis era tudo que eu tinha sido durante anos de minha vida. Uma lição que levo é que sou incapaz de vencer sem lutar contra o coração.

_Ane! Vamos passar o resto do dia em minha casa na praia, amanha cedo pegamos a estrada para Atlanta. – Ela sabia que eu não falaria nada, Arlete decidiria por mim. Estávamos indo para fora do ginásio quando fomos rodeadas por repórteres, eles queriam saber o que tinha acontecido, por que eu estava tão mal, se Justin havia influenciado, e as beliebers estavam lá por qual motivo. Um repórter muito do seu abelhudo perguntou o motivo do tapa que havia recebido na entrada do ginásio. Entrei no carro de Rudsom e Arlete me protegeu dos abelhudos, Demetria foi à frente e Rudsom arrancou com o carro. O silencio predominava o carro eu só queria dormi ou morrer, era 10 anos que eu tinha me entregado e preparado para isso, ser uma das melhor me destacar entre tantas.

_Ane! Se você quiser vamos de Avião, eu sei que você deve esta frustrada. – Arlete não entendia, ela sempre foi à melhor. Destaca- se em tudo e não perde nos torneios que participa.

_Não Lele! Eu só quero descansar, amanha agente vai embora. – Ela concordou e eu deitei em seus braços. Rudsom queria falar mais não sabia como dizer, e nem era preciso, o caminho para a praia foi de puro silencio.


Notas finais
Quantos acontecimentos, espero que tudo se resolva. Levar um tapa e ainda perde um torneio tudo em um dia. É muito difícil, principalmente por causa de um namorado amado e venerado por milhões e por ela ainda mais.