Torneio meio-bruxo: jogo ou profecia?-interativa

8 Panquecas de pegadinhas, tretas e passados presentes


Notas iniciais
Olá semi-bruxos Queria apresentar a mais nova autora a se ingressar na história: Time Lady *aplausos* Obrigada pelos comentários e desculpa a demora. Esse capítulo ficou um pouco grande, kk. Indicaria vocês lerem a POV Liz com a música Dream do Imagine Dragons http://www.vagalume.com.br/imagine-dragons/dream-traducao.html Espero que gostem.

POV Nicolas di Marquês

Era uma manhã maravilhosa. Estava um pouco frio e o sol, encoberto pelas nuvens. Um dia perfeito para dormir ou fazer uma caminhada para alguns, mas para mim, um dia perfeito para pegadinhas. Sim, pegadinhas, diria que é meu hobbie pessoal, principalmente com o diretor Louis. Havia levantado cedo e tive uma ótima ideia para um certo trote com o diretor. Esse entraria para a história.

Mas antes, fui tomar o café da manhã. Dizem que é a refeição mais importante do dia, embora para mim, comida independentemente do meio é boa em qualquer hora. Lá estava eu, comendo algumas panquecas apimentadas quando vi um vulto na minha frente.

– Qual será a de hoje? – Já pergunta Halle Natalie, uma amiga minha que também adora pegadinhas. Ela sabe que quando acordo cedo assim, só pode ser alguma coisa importante.

– Bem... – Digo eu não escondendo meu sorriso travesso querendo deixar um suspense. – Digamos que será bem “penuda”. – Completo por fim.

Halle levanta uma das sobrancelhas como se quisesse dizer: “certeza que vai fazer isso? ” Dá um leve suspiro e me olha com um cara séria

– Saiba que não vou te ajudar nessa e que você provavelmente vai levar uma bela bronca. – Alega ela não deixando esconder seu mau-humor.

– Ah! Deixa de ser mau humorada menina! Vai ser divertido. – Tento animá-la.

– Concordo que será, mas ainda acho que não deveria fazer, pode sujar sua imagem. – Diz Halle olhando para um prato limpo arrumando os cabelos.

– Não me preocupo com o que os outros pensam de mim, o que importa é o que eu sei. – Falo, logo me achando um pouco estranho por dizer algo tão reflexivo. Normalmente meu forte é ser divertido.

– Tudo bem, se não quer meu conselho eu já estou de saída. – Halle diz já saindo pela porta que dava em direção ao centro do Acampamento.

Fico um pouco indignado com tamanha futilidade e mau humor, mas logo esqueço e retomo ao principal: a pegadinha. Agora era a hora de pôr em prática. Estava armando o acontecimento que seria épico até ver Cristal. Estava animado para contar a alguém o que iria fazer. Após uma conversa interessante com a senhorita intelectual estava tudo pronto para a pegadinha, se não estivesse faltando o elemento principal, o Louis, que infelizmente havia acordado mais cedo que eu, não sei por que, mas o que importava era que não estava em casa para abrir a porta e virar um homem pássaro e sim fora dela vendo a tal ideia armada.

Digamos que depois disso, Louis começou a gritar com a intenção de eu ouvir que a pegadinha tinha falhado, já que eu estava atrás de um arbusto. Realmente foi uma pena, literalmente, mas não me dei por vencido. Ainda faria uma outra com ele.

Estava indo para o meu chalé (Hermes), dormir mais um pouco, na esperança de ter mais uma ideia de pegadinha. Porém, não cheguei até lá, já que bem hora muitas Caçadoras de Ártemis estavam andando pelo Acampamento, o que atraiu minha atenção. Poucas vezes vinham aqui e quando vinham era algo grave. Então como qualquer pessoa que se preze eu fui lá ver o que era.

Infelizmente não consegui escutar muito, só alguma coisa sobre elas participarem de algo. O que seria esse algo? Essa pergunta ficou ecoando na minha cabeça durante dez minutos, até que fui tirado de meu transe por um amigo, Joel C. Heatking, que me avisou de uma maneira muito decente que haveria uma reunião. Com “decente”, quero dizer totalmente indevida.

–----MINI FLASHBACK ON------

– NICOLAS, É VOCÊ AI OLHANDO PARA O NADA QUE PARECE ESTAR ESCUTANDO A CONVERSA DAS CAÇADORAS, VAI LÁ PARA O CENTRO DO ACAMPAMENTO, TEM REUNIÃO. – Grita Joel no meio de muitas pessoas, que provavelmente ouviram tudo, inclusive as caçadoras, que olharam para mim com uma cara de rejeição.

–---- MINI FLASHBACK OFF-----

Sem mais nenhum motivo para ficar mais naquele lugar, fui diretamente para o centro do acampamento e no caminho tive uma ótima ideia...

POV Hiccup Hanndok

Ser filho de Hefesto significa ter grande habilidade em construir objetos incríveis. Hoje acordei um pouco cedo, com tempo de comer algumas panquecas. No caminho do refeitório, me deparei com a pior visão que poderia ter após acordar: um filho de Hades, Dylan Growing, se não me engano. Não gostava de filhos de Hades, me lembram o submundo, um lugar no qual eu realmente não gostaria de ir.

Sei que alguns podem até ser legais, mas o fato de serem filhos de Hades ainda me deixam um pouco com o pé atrás. Felizmente foram poucos segundos de duração próximo a ele. Logo já estava comendo deliciosas panquecas com geleia de morango.

– Olá Hiccup – Diz Stephen Alexander, um filho de Hermes.

– Olá – Retribuo junto com um aceno.

– Quer ir treinar um pouco? – Pergunta ele, provavelmente entediado, querendo fazer alguma coisa.

– Claro, deixa eu só pegar meu martelo. – Respondo indo ao meu chalé. Adorava uma boa batalha.

Agora estava na pequena arena. Stephen segurava uma adaga de bronze celestial. Essa luta seria interessante.

Começo com o primeiro movimento. Tento atingir suas costas com meu Martelo de cobre-tartariano, porém ele me impede com sua adaga que ao bloquear o martelo faz um barulho ensurdecedor. Agora ele contra-ataca, joga a adaga em direção ao meu joelho e consegue fazer um arranhão, mesmo com a armadura de combate. Rapidamente bato meu martelo na adaga que cai no chão o levando junto. Ele invoca uma energia na adaga que ao me atingir me joga um pouco distante dele, o que dá tempo dele se levantar e se preparar para o próximo golpe. Corro até ele atirando meu martelo que acerta seu pé, o que causa muita dor, porém ele conseguiu disfarçar bem. Logo ele empunha a adaga e anda em minha direção. Para me defender coloco o martelo na frente, que rapidamente é jogado para longe. Corro atrás com ele me seguindo. Ao pegar minha arma, percebo, era uma armadilha, estava cercado pela adaga e pelas árvores. Mesmo assim ainda jogo o martelo na direção de Stephen e acabo acertando-o, mesmo com o bloqueio feito. Me dei por vencido rápido demais, ele se levantou e com alguns movimentos muito flexíveis, colocou a adaga de uma forma ameaçadora e sem saída da mesma forma fiz com meu martelo. Declaramos empate.

– Foi uma ótima luta. – Alega ele como forma de agradecimento e satisfação.

– Concordo, mas da próxima será mais emocionante. – Completo indo para o meu chalé descansar um pouco. – Até mais.

– Até breve — Diz Stephen acenando.

POV Stephen Alexander Valentine

Acordei mais cedo que o próprio diretor Louis. Estava sem sono, então fui para as extremidades da floresta, próximo ao lago, onde fiquei um tempo conversando com uma pessoa e contando tudo que havia acontecido.

Aquela luta com um dos reconhecidos como ótimos lutadores do Acampamento foi realmente excitante, mas não foi esse meu principal motivo para batalhar com Hiccup Haddock; tinha um motivo maior.

Estava agora em frente ao lago conversando com uma pessoa muito especial, minha chefe.

– Fez o que lhe pedi? – Pergunta ela com um tom firme.

– Sim, declaramos empate. – Respondo, olhando para ela com uma aparência séria.

– Trouxe o que havia mandado? – Pergunta ela sem ao menos me dar os parabéns pela batalha.

– Sim – Digo entregando a ela um livro que roubei no chalé de Atena a noite falando sobre profecias.

– Ótimo. Agora quero que esteja preparado para isso. – Diz ela cochichando uma coisa em meu ouvido. Fiquei um pouco surpreso.

POV Malu Calmon

Havia acordado um pouco cedo. Não poderia perder o banquete de panquecas e queria treinar um pouco. Assim, me vesti e sai do chalé de Poseidon a caminho do refeitório. Lá estava eu comendo deliciosas panquecas com calda de chocolate quando aparece Elizabeth Miller, minha grande amiga aqui no acampamento. Todos a achavam meio antissocial, talvez pelo fato de só conversar comigo, Cristal e Dylan, mas quando estava comigo, éramos quase irmãs comediantes. Bem, na verdade somos parentes já que ela a mãe dela é filha do irmão de Poseidon. Sim, confuso, mas aqui no Acampamento, tudo é confuso quando se trata de árvore genealógica.

– Olá – Diz ela, sem se sentar, olhando para mim. O fato de não podermos sentar na mesma mesa realmente me irritava, mas eram as regras.

– Oi, e aí, como vão as coisas? – Pergunto puxando assunto.

– Se está perguntando dos livros, claro que eles vão bem, amanhã pretendo começar um sobre profecias. – Responde ela, pegando um garfo e girando ele distraidamente.

– Interessante. – Digo tentando parecer intelectual. – Quer acampar hoje à noite?

– Olha... pelo fato de já vivermos em um acampamento acho que acampamos todo dia, mas tudo bem.

Neste exato momento, entra Nicolas Di Marquês no refeitório, com um sorriso assustador. Ele pega algumas panquecas e senta em uma mesa, ainda com um sorriso estranho.

– Presumo que vá fazer outra pegadinha. – Liz fala com a sobrancelha levantada, provavelmente estranhando aquele sorriso parecendo do Coringa de um filme que vi do Batman.

Ao ouvir aquela palavra “pegadinha”, meus pensamentos vão a fundo me fazendo lembrar de uma parte muito importante, mas triste de minha vida

–------FLASHBACK ON-----------

Tinha decidido acampar com minha amiga Lisa e meu irmão Peter Calmon em uma floresta que era bem conhecida, muitas vezes utilizadas para passeios escolares. Mas acabamos adentrando a parte desconhecida da floresta, já que não tínhamos nenhum senso de direção. Decidimos ficar por lá até que amanhecesse, assim seria mais fácil achar o caminho de volta.

– Arruma direito essa barraca, Peter! Não está vendo que se alguém entrar aí ela vai desabar? – Digo eu com toda a “delicadeza” que tenho.

– Exatamente! É isso que eu quero, quando a Lisa entrar, bum! A barraca cai. Vai ser uma pegadinha e tanto. – Responde ele fazendo alguns gestos bem engraçados.

Lisa havia ido pegar alguns gravetos para fazermos uma fogueira. De repente ouço um barulho. Olho de onde surgiu o mesmo e me deparo com algo grande com olhos vermelhos. Parecia um Minotauro, mas eles só existem na mitologia, então suponho que é um touro gigante com raiva.

Imediatamente começo a correr o mais rápido que posso. Peter me viu correndo e logo depois o suposto Minotauro me perseguindo. Eu estava sem saída, pronta para levar uma “ótima” chifrada, quando meu irmão pula na frente e me salva. Só o vejo caindo inconsciente antes de levar uma pancada na cabeça que me faz desmaiar.

Quando acordo estou em um acampamento e minha amiga Lisa olhando para mim, só que agora, ela era metade bode, cavalo, ou sei lá o que. Ela me explica que sou filha de Poseidon, junto com Peter, e que este havia desparecido misteriosamente depois do ocorrido, mas que supunha que ele estivesse morto. E que aquilo que estava atrás de mim era um Minotauro, que ela conseguiu driblar e me trazer para cá em segurança.

Levei tempo para conseguir me recuperar da perda que tive. Agora teria um quarto só para mim, não precisava dividir ou batalhar pelas panquecas, nem mais ser culpada pelas pegadinhas dele. Na verdade, acho que até seria legar perder seu irmão, mas mesmo assim ainda estava com saudades dele, sabendo que provavelmente nunca mais iria voltar.

–------FLASHBACK OFF--------

Depois de dez minutos olhando para o nada, Liz me tira de meu transe e me pergunta o que foi. Não conseguia mais esconder isso só para mim, então acabo contando para ela. Esta, tentava me dar alguma palavra de conforto, mas também pensava o pior.

[N/Luna] Todos já estavam reunidos no centro do Acampamento, depois da notícia absurda, já haviam sido sorteados alguns nomes.

POV Nicolas di Marquês

Quem diria que esse ano haveria uma reviravolta desse porte. Mas o que realmente importava agora eram os nomes que sairiam daquele Cálice do Mar. Seria uma pena se ele caísse, mas não, essa não foi a ideia que tive. Seria melhor.

Após sortear vários nomes, um outro papelzinho em formato de peixinho sai do Cálice, que é lido em voz alta como todos os outros.

– Nicolas di Marquês

Depois disso, só posso ouvir o diretor Louis gritar desesperadamente “Não! Não! Ele não!” Digamos que isso me incentivou a subir lá em cima, ainda mais porque poria meu plano em prática, embora ainda estivesse um pouco nervoso. Já tinha recebido os parabéns de todos, menos de Louis. Ele tinha que me dar e quando ficou em minha frente pronto para apertar a minha mão, puxo uma corda que tinha camuflado atrás de mim. Logo um buraco se abre da parte do telhado onde o diretor estava e penas banhadas em cola caem em cima dele.

– NI-CO-LAS! Está mais uma vez com advertência! Apareça na minha sala hoje à noite! – Grita Louis saindo para se limpar.

Após sua saída todos começam a rir, inclusive Poseidon e Ártemis, mas estes escondiam um pouco para manter sua integridade.

– Realmente valeu a pena. – Digo para mim mesmo com um sorriso no rosto.

POV Stephen Alexander Valentine

Estou muito calmo e seguro com tudo o que o diretor, Ártemis e Poseidon haviam dito. Logo escuto meu nome chamado pelo Deus dos Mares, se bem que para mim, só existia um que não era ele.

Caminho calmamente até a bancada e lá fico recebendo os parabéns.

– Seja bem-vindo. – Diz Poseidon.

Agradeço, embora estivesse dizendo por dentro “será mesmo? ”

POV Halle Natalie O’Riley

Jogar com bruxos? Afinal o que eram bruxos? O que importava mais que isso agora era que estava ansiosa e nervosa para o sorteio. Já haviam chamado vários nomes, inclusive o de Nicolas, que fez uma coisa que realmente me tirou um pouco de meu mau-humor, mas que ainda me deixou indignada.

– Halle Natalie O’Riley

Meu coração começou a bater mais forte. Cada passo que eu dava era um bater forte. Enquanto isso pensava em tom irônico “Que maravilha! Estou indo a caminho de uma luta brutal e mortífera!”

POV Hiccup Hanndok

Aquela foi uma notícia e tanto, devo dizer. Nunca ouvi falar desses tais bruxos, seria interessante conhece-los. Para ser sincero, queria que me meu nome saísse daquele Cálice e fosse lido por Poseidon, porém somente até ser sorteado o seguinte nome: “Dylan Growing”, com tantos semideuses tinha que sortear um filho de HADES? Tudo bem, desde que meu nome não saísse mais daquele Cálice. Porém, como o universo é a força mais irônica já vista, depois de alguns nomes sorteados, Poseidon fala:

– Hiccup Hanndok

Respiro fundo e tento me controlar, o que é fácil normalmente, mas agora tinha me tirado do sério.

– Eu me recuso a participar de um Torneio com, um filho de um deus tão imundo como Hades! — Grito furioso.

Nesse momento alguns olhavam para mim e outros para Dylan que estava com um expressão meio sem graça.

– Pois saiba que eu já passei por coisas que você nunca vai saber, para mim, isso não é surpresa, a vida inteira já fui sub julgado mesmo. Você é só mais um como a maioria das pessoas nesse mundo. — Diz Dylan chateado e um pouco bravo e imediatamente vai para o seu chalé.

– Saiba que se desistir Hanndok será expluso do Acampamento. — Responde Ártemis em um tom frio.

Respirei fundo e retornei a mim, pensei um pouco e sem dizer uma só palavra vou para palco, onde só recebo alguns apertos de mão.

POV Elizabeth Miller

Não podia acreditar que aquele semideus disse isso para o Dylan e ainda mais que Dylan havia respondido, ele normalmente era aquele que aguentava tudo. Ao ver ele indo logo vou atrás, Cristal queria ir junto, mas pedi para ela ficar se caso precisasse nos representar, mesmo não querendo ela ficou.

Vou o mais rápido possível até chalé de Hades, que aliás era bem sombrio. Encontro Dylan sentado ao lado da janela olhando para a floresta com os pensamentos distantes, nem havia percebido que estava lá.

– Dylan? – Chamo , tirando ele de seu transe. Ele se vira e olha para mim.

– Ah. Oi Liz. Desculpa, devo ter até parado o sorteio lá. – Diz ele um pouco envergonhado.

– Não tem problema, o Hiccup mereceu cada palavra que você disse. Só não entendi muito bem por que você disse, normalmente você aguenta. – Falo sentando ao lado dele.

– Ah, isso. Em outras ocasiões preferiria não falar disso, mas acho que agora, não faria tanta diferença... – Diz ele fazendo uma pausa.

– Desde quando nasci fui rejeitado pela minha mãe, que me castigava de formas horríveis, até para um filho de Hades, ela me abandonou na floresta. – Ele conta fazendo outra pausa.

– Fui capturado por um caçador que me obrigou a trabalhar para ele, fiquei dois anos assim. – Dylan respira fundo, realmente deve ter sido horrível.

– Até que a polícia me tirou de lá e me levou para o orfanato. A dona de lá, era igual a minha mãe. Até os quinze anos de minha vida, sofri, rejeição, castigos e era excluído. – Ele termina olhando para mim, esperando minha reação.

– Nossa Dylan, eu não sabia... – Digo sem saber ao certo o que falar.

– Como você poderia, nunca contei para ninguém – Fala ele dando um leve sorriso. – Sei que existem pessoas boas no mundo, mas infelizmente a maioria que conheci são más, criticas, exigentes... – Desabafa ele. – É como se eu fosse um completo estranho desiludido, sonhando com um mundo melhor. – Completa.

– Como se a única saída fosse ficar sozinho. – Eu completo entendendo totalmente o que ele diz, como se nós dois pensássemos a mesma coisa.

– Exatamente. – Concorda ele baixinho.

– Não tem problema, eu, a Cristal, a Malu, o Nick não somos como os outros. Somo verdadeiramente seus amigos. – Digo tentando reconforta-lo.

Ele dá um sorriso e se levanta, eu faço o mesmo. Agora estávamos voltando para o centro do Acampamento, quando estava descendo a escada dou um leve tropeço e Dylan me segura. Olhamos um para o outro por algum tempo, mas logo voltamos a nós e saímos do chalé.

Chegando no centro do Acampamento subimos no palco como se nada tivesse acontecido, mal dirigimos o olhar para Hiccup e agradeci Cristal. Assim que tomamos nossas posições o sorteio recomeça.

POV Malu Calmon

Aquilo foi chocante. Bruxos e semideuses? “O que poderia dar errado?” pergunto para mim mesma. A cada nome que saia em formato de peixe daquele Cálice era uma emoção. Fiquei muito surpresa quando chamaram meus amigos Cristal e Dylan, mas mais ainda quando chamaram minha melhor amiga Liz. E fiqui realmente preocupada com o que aconteceu com Dylan, tentei segui-lo, mas Ártemis pediu que ninguém saísse ate ele e Liz voltarem. Eu precisava entrar nesse torneio, mas ao mesmo tempo estava um pouco receosa. Antes que pudesse me decidir, o sorteio tinha sido retomado e ouço:

– Malu Calmon. – Diz meu “querido papai”, olhando para mim.

Fui andando lentamente até o palco e ia respirando fundo, não deixava transparecer minha emoção. Quando estava subindo os degraus...

PLOFT!

Não sei já mencionei, mas tenho a incrível e maravilhosa habilidade de cair nas horas mais impróprias. Essa foi uma delas. Liz anda rapidamente até mim e me ajuda, junto com Dylan e Cristal. Aquilo foi um desastre, uma coisa realmente inesperada. Mas não mais do que o nome que acabara de ouvir Poseidon pronunciando:

– Peter Calmon.

Notas finais
Espero ter representado bem as suas personagens, Algo precisa ser melhorado? Gostaram? Sim, vou deixar suspense.