Together

12 Chapter 11 — My First Time


Notas iniciais
Bem, não demorei muito... E queria agradecer especialmente ao Sweet Dreams, o leitor lindo fofo que recomendou minha fanfic... E dedico esse capítulo inteiramente para ele... Muito obrigado Sweet Dreams... Como eu disse anteriormente, diria que teria lemon. Eu fiz o jantar meus queridos, e vocês irão comer!!! MWAHAHAHAHAHHAHHA... Preparem suas cuecas, os que tem pinto, porque esse será um capitulo de deixar o pinto de pé!!! UHASHUAHSUHUASH... Amores, escrevi esse chapter hoje e vou re-ler ele agora, então, se vocês virem algum erro, por mais difícil que seja parar um lemon no meio para fazer isso, anotem e mande para mim na review que eu sei que eu mereço... AHSUHAHUSAHSUH, enfim... Let's go to business...

Apesar de nossas respirações estarem mutuamente aceleradas, os poucos metros que separavam meu corpo do de Sammy eram capazes de mascarar todo o ardor que percorria nossos corpos em busca de contato. Ao mesmo tempo em que perplexos, estávamos animados, queríamos correr, nos abraçar, agir como se estivéssemos de volta ao que éramos... Mas isso era impossível sem antes declararmos em alto e bom som o que sentíamos um pelo outro...

— Quatro meses — principiou Sammy ainda parado — foram longos e intermináveis quatro meses...

— Mas eles terminaram não foi? — a cada palavra que emitia uma onda, uma facada, uma agulhada, um punhal de sentimentos atravessava nosso corpo de fora a fora. A espada da saudade e o florete vitoriano que não poderia ser descrito como apenas um só sentimento; sim uma onda repleta de confusões e ambiguidades amorosas, cortava nossos troncos. Abria-nos e nos expunha. Desnudava nossos corpos e vazava nossos sentimentos. — Eles finalmente terminaram — completei após um grande silêncio.

Castiel lenta e vagarosamente pegou um cupcake e sentenciou com a mesma cautela: “Estarei no meu quarto, com fones, atrás de grandes e grossas paredes, longe do quarto do Dean, e de quase qualquer outro cômodo da casa. Digo, caso vocês precisem de algo...”.

Nossos olhares não se desviaram um só segundo. Cruzavam-se e se repeliam no meio do ar, era uma disputa com os globos esféricos que nos fora provido desde o nascimento. Eu, com meus olhos cor esmeralda e Sammy, naquele que era o tom da indecisão, da perfeição mais pura que podemos conhecer; a que se cria com as imperfeições; com o que deveria ser julgado como defeito. E eram essas as coisas que eu mais admirava no Winchester, seus defeitos.

Com o canto de nossos olhos, podemos observar quando as vestes arrastadas de Castiel sumiram ao mesmo tempo em que cruzava a porta e sumia de nossas vistas. Nossas ações foram mútuas. O ponto no meio do ar em que nossos olhares uma hora se cruzaram foi o ponto de encontro de nossos corpos, um contra o outro; um contra o outro. Nossos olhos não podiam se manter abertos, não conseguiríamos por muito tempo com eles fitando tudo que acontecia. A última coisa que pude observar foi o sorriso de winchester enquanto o prensava contra o armário atrás de nós.

Permiti-me o vislumbre de seu rosto. No meio daquele mar de sentimentos, as confusões que sentia, consegui segurar a mão de um deles. As marés puxavam-no para longe de mim, mas me segurei forte. E consegui saber seu nome. Era saudade. A saudade que inundou em poucos segundos o meu peito e apertou-o forte, com toda sua força.

O peito de Sammy foi meu abrigo. As lágrimas rolaram em meu rosto e pingavam em sua roupa. E que roupa. Aquela camiseta de botões azul celeste, a calça Jeans. Seus óculos para leitura, o que indicava que mesmo receitas os requisitavam. E isso era outro detalhe que compunha nosso romance. Eu o amava. Sempre o amei. E só consegui ter coragem para dizer isso bêbado.

Seu rosto se apoiou no cume de minha cabeça, e o que há pouquíssimos instantes era um fogaréu, se formou em um simples abraço, que representava mais do que palavras poderiam expressar. Sim, tudo isso é muito clichê. Mas o que seria da vida humana sem os clichês? Provavelmente melhor.

— Acho que temos que comer não é? — Sequei algumas lágrimas e olhei para cima, com o queixo apoiado em seu peito. Sua altura me fazia sentir protegido. — Não deixaria que todos esses cupcakes deliciosos fossem para o lixo.

— Não, estão horríveis! Eu me esqueci de mandar o Castiel comprar doce de leite e não tinha com o que fazer outro recheio, aí eu coloquei o leite condessado para ferver... Mas aí... — calei- com meus lábios e tateei um bolinho que estava na mesa.

— Eu vou comer esses bolinhos, estejam eles como estiverem, porque foi você que fez Sammy, e eu, Dean Singer; comê-los-ei assim como a tudo que você fizer para mim. — Mordi o cupcake.

— O mais estranho nessa frase é que você não é um cantor de verdade.

XXX

Sam disse que me mostraria meu quarto, pois depois do incêndio eles pegaram todas as minhas coisas e trouxeram para a casa, que convenientemente tinha três quartos... Que truque barato Sammyzinho. Que truque barato. Chegando lá ele começou a explicar que ele tinha colocado todas as coisas no quarto e que tinha arrumado o armário como estava na casa anteriormente. Ele continuava falando e falando coisas às quais eu não dava a mínima atenção, mas ele continuava falando e sabia que eu não dava a mínima. Toda vez que ele acabava um assunto e nossos olhares se cruzavam no meio do espaço entre nós ele engatava em outra coisa aleatória.

“Sam” Minha voz ecoou pelo quarto. Ele fez silêncio.

Lentamente me aproximei dele. Nossos olhos se juntaram naquele ponto, aquele ponto tão especial que era o espaço entre nós. Como eu odeio esse espaço. Mas eu adoro esse ponto, não se engane... A distância de nossos corpos era existente, mas dava vazão para um contexto muito maior, no qual nos respeitávamos e nos aguardávamos. O que fazíamos ali ela uma dança, um ritual, o animalesco ritual, no qual a permissividade deve ser concedida para se avançar. Éramos como dois animas acuados que tinham que se permitir a proximidade. Um ao outro.

Nossas respirações nos surpreendiam novamente.

A janela aberta a nossa lateral dava espaço para que todo o quarto ficasse tingido do laranja outono que banhava nossos corpos e demarcava nossas silhuetas na parede. Ainda parados. Seus lábios se afinaram lentamente em um sorriso que preenchia seu rosto.

— Por que está rindo? — Indaguei

— Desculpe, estou nervoso. — Cessou o riso.

— Você está me deixando nervoso... — ênfases no me...

— Eu senti saudades. — Ainda aquela distância. Aquele ponto. Maldito e abençoado. O que seria de nós sem o ponto?

— Nem me fale. — exclamei.

— Você estava em coma. O tempo não passou para você como para mim, alemãozinho enciclopédia. — Sammy disse sem se o conhecimento de que o coma que presenciei não é nada do que eu mesmo esperava que fosse.

— É... Eu aposto que não. — Murmurei.

— Eu... Não... — Sammy não sabia o que dizer, isto era óbvio, e eu, bem, eu não tinha ideia de como prosseguir deste ponto.

— Não precisa dizer nada. — Exclamei — Eu adoro essa vista. — comentei após alguns segundos em silêncio —.

— É, realmente, é uma ótima época para se observar... Adoro o outono.

— Não Sammy. — Sorri de canto, enquanto apontei para o espelho. — Esta vista.

O espelho para o qual apontei refletira a imagem de Sammy e por alguns segundos ele se perdeu em seus pensamentos enquanto observada o mesmo. Furtivamente me aproximei. Passei as mãos em torno de sua cintura e ele voltou seus olhos para mim.

— Mas... Sabe... Eu prefiro essa vista — Sussurrei em seus ouvidos enquanto deslocava uma de minhas mãos para sua nuca e olhava fixamente em seus olhos.

Sam se desvencilhou de meus braços e com poucos movimentos sentou-se na cama. De costas para mim. As coisas estavam indo muito rápido, eu sabia disso. Sentei-me ao seu lado e iniciei um diálogo. Tinha de dar confiança para ele, de um jeito ou de outro.

— Sabe Sam... O amor à primeira vista é algo tão hipócrita... E a hipocrisia é algo tão humano. Julgar um livro pela capa e ignorar seu conteúdo, dizer que ama sem conhecer as cicatrizes desse livro, sua história, suas paixões, seus medos, seus hobbies. Quando te vi pela primeira vez, não vou ser hipócrita a ponto de dizer que me apaixonei por você, mas soube naquele exato momento que algo não estava certo e que você se tornaria importante. Hoje, você salvou minha vida. Descobri que suas linhas, Sammy, são repletas de marcas que o passado deixou. E que isso é o que te torna cada vez mais perfeito sob a visão torpe de meus olhos. Você, Sam, me mostrou que o amor à primeira vista é de fato, a hipocrisia que fora posta pelas tradições imemoráveis e ancestrais dos conceitos de beleza e de estereótipos que nossa humanidade conhece tão bem. E hoje tenho certificado o pleno conhecimento de que nós somos animais que tendem a sempre olhar o exterior primeiro. Claro, a menos que sejamos cegos. Mas ainda assim, nos fascinaria com vozes doces e encantadoras, seriamos enganados pelas sereias que nos canta e encanta. Os sentidos humanos são traiçoeiros... — Uma pausa — Mas, Samuel Winchester — retomei a palavra — você é o livro mais belo de voz mais doce e de aparência mais amável que eu já li, ouvi e provei. E hoje, eu sei que eu te amo. — Sam encarava o chão, mas olhou para mim assim que terminei minha sentença. E seria essa de minha morte?

Ele nos poupou de mais qualquer bagatela romântica. Segurou as costas de minha cabeça e me puxou para um beijo sonhado. Um beijo fantasiado. Um beijo doce e seco. Sua boca era feita de vinho e sua língua, de paraíso. Lentamente percebi que ele me empurrava em direção à cama. Girei meu corpo sobre o dele e segurei seus punhos acima da cabeça.

— Quem sabe da próxima vez, espertinho? — Sussurrei em seus ouvidos antes de começar uma seção de beijos e mordidas em seu pescoço.

Com o auxílio de minha mão livre, desabotoei sua camiseta social azul celeste e brincava com meus dedos em seu corpo enquanto nossas línguas valsavam a intrépida dança da sensualidade. Veemente movia meu corpo em cima do seu. Nossas calças já estavam no mínimo desconfortáveis, para não dizer pequenas. Mais locais em seu corpo foram mordidos. Sugava seu pescoço, o lóbulo de sua orelha, o que posso fazer? Sou um homem de fetiches estranhos. Julguem-me!

Nossas respirações descompassadas, seus olhos semicerrados encaravam os meus e se encontravam no ponto que mediava nossos olhares. Agora, essa distância era a mínima. Nossos corpos sedentos por prazer nos deixou louco nos primeiros toques. Estávamos no ápice de nossos hormônios, queríamos contato, prazer...

Minhas mãos dominavam a situação de forma cômica. Já que eu sou menor que Sam. Mas ainda assim, a situação estava sob meu controle e manteria assim até o fim. Pelo menos até o fim daquela noite. As mesmas mãos desajeitadas que não alcançavam coisas que eu queria que alcançassem foram até a calça de Sammy e aliviou-o da pressão que seu membro realizava naquela área enquanto ansiava por mais espaço, onde pudesse se espreguiçar. Logo meus lábios seriam a porta para o quarto onde foi feita a cama para se cansaço.

— Dean... Tem certeza? — Sammy traído pelas próprias vontades exclamou o que parecia ser uma atrocidade.

De mesma forma como me coloquei quando pressionei Sammy pela primeira vez na cama; com as pernas sobre sua cintura e meu quadril sobre o seu, fiquei de joelhos e levei a mão de Sammy até minha calça. “E então... Ele tem certeza Sammy?” timbrei no pé da orelha de meu amado.

— Definitivamente — Disse Sammy e antes mesmo que pudesse processar suas falas, ele me puxou para si, dessa vez sem a calmaria de nosso primeiro beijo, mas com a avassaladora sensualidade do sexo com o qual eu (literalmente) sonhei e que pela minha experiência com vídeos pornôs, estávamos prestes a fazer.

Meus lábios percorreram todo o corpo recém-lavado de Sammy. O seu cheiro era divino. Seus nuances, suas formas, a pelagem aparada recentemente também. Tudo aquilo, aquela masculinidade. Era disso que eu particularmente adorava em Sammy, como ele continuava com sua masculinidade e sensualidade mesmo sendo um perfeito fofo. E tudo isso me arrastava mais e mais para a onde delirante de amor que já havia banhado todo meu ser, e que de dentro para fora me invadia. Sim, me invadia, pois foi algo que nasceu no mais profundo e escuro de minha alma. O amor foi um sentimento que reneguei durante muito tempo. Isolei-me e não cultivei nada além de sentimentos pesarosos. Mas Sammy foi tão fundo no poço lamacento que chamo de vida. Aprofundou-se tanto. Mesmo sem saber. Mesmo sem ter tido mesmo tempo para isso. Todo o amor que eu sentia por Sammy. Tudo. Nasceu como adormecer, e quando menos esperava. Estava dormindo nesse sentimento reconfortante. E esse era um sono do qual eu nunca queria acordar.

Sua calça voou pelo quarto para o mais longe que pude jogar, logo antes de minhas calças que seguiram o mesmo trajeto no ar. Olhando pela janela que continuava a iluminar-nos com suas cores e entonações laranja outono, percebi o quão abençoado sou, e agora, era hora de consumar a bênção. Minhas mãos deslizavam por sua cueca Box preta enquanto meus lábios abraçavam os mamilos de Sammy e utilizava do recurso evolutivo humano que seria de mais utilidade naquela noite; o poder da sucção.

O corpo de Sammy sofria com as ondas de prazer que aquela parte — obviamente muito sensível — de seu corpo soltava em sua carne. Fui até seu orifício abdominal que recebeu um nome tanto quanto estranho ao ser denominado como umbigo e circulei sua borda com a língua. Ouvi um murmúrio, mas não dei atenção, provavelmente ele pedia por atenção na parte de seu corpo que meus dedos torturavam. Com meus dedos apertava sua glande e pressionava a mesma em direção ao seu corpo. Seus gemidos abafados por seus dentes serrados começavam a me deixar insano.

Com as pontas dos dedos achei lugar naquele pano fino, que, entretanto, tinha tanto valor. Era ele que nos separava; claro, apenas simbolicamente, do ápice da intimidade. E isso é um significado universal. Infernal. Puxei-o para mim e em seguida para fora de seu corpo. Era isso. Seu membro pulsando, seu rosto rubro de vergonha como eu nunca vi antes. Se cobrindo com um braço, Sammy impedia a si mesmo de ver toda a mágica situação na qual nos encontrávamos. Não pude me deter de ficar ali, suspirando, exasperado, apressado, ansioso, afobado, e um tanto de outras coisas que nem mesmo sei palavras para classificar. Simplesmente. Um adorável momento.

Como era de se esperar, não pude me segurar por muito tempo, e em poucos instantes eu sabia que a cama pronta e feita para que o pequeno Sammy deitasse seria ocupada pelo mesmo, mas não pude me conter, a tortura das preliminares era a arte na qual eu mais me deliciava. Ver os rostos sedentos de prazer se contorcer em tremeliques e corpos arqueados, se voltando para o lado de vergonha, ou como fez Sammy, se cobrir com o braço para evitar o vislumbre perfeito de ter outro homem sugando suas partes íntimas. Não que a parte de ser outro homem seja o que aterroriza Sammy, não que algo aterrorize Sam, na verdade, insegurança define. Ou medo, mas o medo é fruto da insegurança, eles coexistem, então. Insegurança define.

Os prazeres de beijar as coxas de Sammy, que se cortavam em meio aos fios negros e longos que ele abrangia, eram uma das coisas mais indefinidas do mundo, pois não havia, novamente, palavras em meu ínfimo vocabulário para definir. E quando se trata de Sammy, tudo isso estava se tornando cada vez mais comum. Sammy; eu estou louco por você e minha (as) cabeça (as) não consegue (em) pensar direito quando se trata de você... Eu te amo.

Aqueles fios que subiam sua perna e iam ficando cada vez mais escassos davam, por sua vez, vazão a uma linda virilha. A qual abrigada, por sua respectiva vez, um lindo membro. E, sim, era finalmente hora de dar uma atenção especial para aquele grande florete que pulsava quente e firme ao lado de minha face. Em sua base, depositei alguns beijos estalados e me certifiquei de segura-lo firmemente em meio minha mão. Em sua vermelha cabeça eu depositei as carícias que sabia que era capaz de prover com minha língua. Em volta de sua glande, meus lábios fizeram um ótimo trabalho antes de, finalmente e com toda a vontade do mundo, por para dormir aquele gigante. Minha garganta se espaçava milímetro por milímetro e nela, um grande companheiro se fez presente. O pênis de Sammy estava completamente abrigado em minha boca. E os movimentos de vai e vem de minha cabeça, para cima e para baixo, indo de encontro à base que depositei os primeiros beijos. Sammy gemia de uma forma exasperada novamente. Desesperado por contato. Suas pernas se afastavam lentamente e sentia seu quadril se mover e seu corpo arcar como sempre fazia.

Meus curtos braços, em comparação ao seu corpo em geral, não ajudavam muito, mas consegui fazer com que meus dedos tivessem um lugar especial em sua boca. Sammy ocupou seu tempo gemendo em lambuzar meus dedos com sua saliva. Ele sabia como preceder, ele sabia o suficiente para que eu pudesse dar o maior prazer para ele mesmo e assim, tivesse a auto realização de dar prazer a ele. Com meus dedos já úmidos os suficientes começaram a tatear em sua entrada e em sua borda. Seu ânus não era uma vagina, e todos sabemos que o trabalho de umidificação do ânus era apenas interno e isso dificultaria a penetração e a levaria para uma escala dolorosa; e não prazerosa. Então a saliva de Sammy e minha língua seriam oficialmente os melhores amigos de nosso prazer!

Levemente, comecei a pressionar seu orifício e forçar uma pequena entrada. Ainda não era hora para penetra-lo com meu membro. E por falar nele. Sammy não conseguiria segurar seu orgasmo por muito tempo, por isso, mudamos um pouquinho o quadro da situação. Sammy não era muito experiente quando o assunto era sexo. E eu não tinha tido muitos relacionamentos, e como disse, sempre fui muito recluso, então o máximo que eu tinha era uma ou duas transas que consegui em festas da escola que nem frequento mais. Fui um adolescente muito promíscuo sem a permissividade do amor. Era sempre algo rústico, apenas para nos poupar a masturbação. Era algo físico, mas com Sammy, eu o amava. E queria ama-lo de todas as formas possíveis nesse universo. Começar pelo sexo era apenar um efeito colateral de ser gostoso.

Apoiado com os cotovelos, deitado com as costas no colchão, sentia a língua de Sammy percorrer vários dos caminhos pelos quais eu percorri em seu corpo. Ele tremia e podia sentir isso em cada músculo de seu corpo. Tentei não me preocupar com isso, mas estava começando a incomodar. Sentei-me novamente e puxei-o para um beijo, tentando acalma-lo. A princípio ele não entendeu, mas quando sussurrei um singelo “se acalme, eu não mordo... Só se você quiser que eu morda. Aí é outra história” e tirar dele um sorriso tímido. Seus dedos, agora mais firmes, sua mão quente, grande, pesada, macia, aveludada, cheirosa, passeando pelo meu corpo, explorando minhas curvas, me causando arrepios e arrancando de mim gemidos de prazer de lugares que eu nem sequer sabia que existia. Sammy puxou minhas pernas para si, cada uma ficando de um lado de seu corpo. Desceu até meu membro e realizou um ritual que eu tinha ensinado a ele quando o fiz no maior.

Sammy gemeu ao colocar meu membro em sua boca. Sua língua quente abraçava minha bomba de sensores e nervos receptores de estímulos (A.K.A. pênis) e sua garganta dava espaço para que eu invadisse o quarto feito sob medida para meu membro. Esse garoto, no fundo, gemia por tudo. Delirei de prazer durante alguns instantes, quase cheguei a gozar, mas consegui me manter calmo e agora, agora sim, terminaríamos tudo.

Nossos membros rijos se tocavam loucamente quando me pus acima do corpo de Sammy e voltei a beijar seus lábios. Aquele beijo necessitado, ríspido, prazeroso, cheio de calor e de sensualidade. Um tango de línguas, línguas que compartilhavam o gosto, um do outro. Desci até a área de seu ânus novamente (Deus, por favor, Deus, dê ao dicionário brasileiro uma palavra mais bonita para Cu...) e lentamente beijava aquela área. Não sabia muito bem o que fazer agora. Claro, obviamente, eu tinha de vir preparado. Eu sabia que tinha dito para Sammy que o amava enquanto estava bêbado e sabia que aquela noite seria especial. E por falar nisso. A luz do crepúsculo, laranja, borrada com o sangue dos Deuses, deu lugar ao azul escuro do anoitecer, e todo o quarto se iluminou com a luz da lua que invadia a casa por todos os cantos.

A camisinha que comprei no caminho de casa deu a Sammy um ar de “você planejou isso, seu cafajeste?”, mas ele se silenciou quando vesti a mesma e comecei a delicadamente pressionar a glande de meu membro em sua entrada. Seu rosto tomou um ar de pânico, mas segundos depois, de um delírio extremamente sensual e excitante. Suas pernas em meus ombros e seu corpo deitado na cama. Lentamente me pressionava contra ele e fui lentamente, tento espaço dentro de Sammy. Meu corpo se movia para frente, tentando abrir as portas tão estreitas que me foram oferecidas. Meus olhos e os deles se encontraram naquele que virou nosso ponto mágico, no meio do ar, aquele espaço médio e mediado por entre nossos corpos. Com minha mão, comecei a masturbar seu membro e levei até minha boca o filete de pré-orgasmo que vazava do mesmo.

Quando consegui entrar em Sammy, mesmo que lentamente e menos da metade de meu membro rijo como pedra. Senti o corpo de Sam se contrair por completo, todos os músculos como um protesto ante a dor que causei em seu singelo corpo gemeram de uma forma não passível de meu apreço por aquela visão. Dobrei meu corpo sobre o dele e sussurrei em seus ouvidos “Calma, vai passar, relaxe.” E seu rosto, como um ato de singela confiança, se pacificou e ficou mais fácil para me mover.

Lentamente enchi seu corpo com o meu. Lentamente estava dentro de si como ele dentro de meu coração, irremediavelmente fundo, carinhosamente avassalador, e evasivamente tocante. Eu o amava, e agora, ele e eu éramos um só. Minha velocidade aumentava gradativamente, conforme via que podia. Puxava seu corpo contra o meu e a profundidade de minhas estocadas atingiam proporções que nunca ninguém atingiu em Sammy.

Agora, sem compassividade alguma, entrava e saía de Sammy. Nossos olhares ainda fixos naquele ponto no meio do espaço entre nós. Nossos corpos colados. O meu, sobre o dele, com nossos peitos colados, e fodendo ele com todas as minhas forças. O dele, sob o meu, recostado no colchão, com as pernas abertas e sobre meu ombro. Seus gemidos altos vazavam de sua boca e inundavam meu corpo com mais e mais e mais e mais e mais prazer. Cada estocada, cada vez que entrava ou saia de Sammy, cada vez que seu corpo se contraia e retraia para logo após ser invadido e preenchido por mim.

Nossos corpos se mantinham em perfeita sincronia, e com essa sincronia nossos corpos, cansados, pediam por uma troca de posições. Sem sair de Sammy, usei minhas forças para virar meu querido amado e coloca-lo de quatro. Nossos desejos mais animalescos se afloravam ali. Eu, montado em seus quadris, continuava a entrar e sair daquele que era o meu lugar preferido no universo. O orifício que aquelas nádegas redondas, com os mesmos tipos de fios longos que pude observar em suas coxas e vermelhas — de tantos tapas que dei nele e de tantos gemidos que esses tapas me renderam — escondiam tão bem. Aquele buraco roseado do qual eu entrava e saia. A coluna arqueada de Sammy dava a tudo um ar muito sensual. Com minhas mãos eu puxava seu corpo para mim, ganhando mais e mais profundidade e o masturbava. Sammy estava chegando ao seu ápice, e essa brincadeira estava começando a ficar interessante.

Seus gemidos dispersos no ar e desconexos deram vazão a uma única frase: “Eu. Vou. Gozar”. Quase imediatamente, saí de dentro dele e cessei as masturbações. Fui até seu membro e o acoplei em minha boca novamente após deita-lo na cama como no começo. Suguei sua glande, passava a língua por toda sua extremidade; desde a base até o topo, onde circulava seu largo canal, por onde sairia o liquido pelo qual estava tão ansioso. Suguei-o incessantemente. Seu corpo arcado, suas pernas afastadas, sua mão pressionava minha cabeça ante seu membro e me fazia engoli-lo por completo, o que era uma tarefa e tanto!

— Eu vou... Eu... Eu vou... — Sammy não conseguia completar frases com mais de duas palavras, mas com um sorriso no rosto, eu bem sabia do que aquilo se tratava. E pus-me a masturba-lo novamente, com meus lábios um pouco abertos, o caminho estava livre, meus olhos sacanas observavam aquele membro pulsando em meus dedos, e podia quase sentir o sangue borbulhando por entre as veias. Aquele não era qualquer pênis, e aquele, que ia sair, não era qualquer orgasmo, era o pênis, e o orgasmo de quem eu mais amava no mundo.

O líquido espesso e branco inundou minha boca, Sammy, com seus olhos marejados, suspirava tão descompassadamente que por um momento pensei que ele fosse ter um ataque cardíaco, mas então tinha mais responsabilidades; cuidado da parcela doce daquele elixir que me fora concedido. Seu membro continuava a espargir repetidamente aquele que era um doce para mim. E tirar aquilo de mim naquela hora, seria quase que literalmente, tão cruel quanto tirar um pirulito da mão de uma criança.

A parcela que cabia a mim fora engolida com o maior prazer — perdão, outro de meus fetiches estranhos. Novamente: julguem-me — e a parte que cabia a Sammy, fora dada com um beijo apaixonado pelos meus lábios nos deles. Um beijo que trocava nossas essências e eu amo a essência do Winchester. Meus lábios melados com seu orgasmo fora sugado por ele e ele se deliciou com aquilo tanto quanto eu.

— É — Exclamei principiando um diálogo curto e afoito — parece que temos o mesmo gosto para doces. — A sensualidade que depositei naquelas palavras me lembrara do membro pulsante que EU tinha a ser esvaziado e aliviado no meio de minhas pernas.

Eu, por minha vez, sem muitas cerimônias, como ainda estava encaixado no meio das pernas de Sammy, comecei a me tocar rapidamente, o abdômen de Sammy seria o meu depósito e respingaria sobre todo seu peito. Algumas dezenas de punhetas depois, estava derramado em Sammy, meu esperma voou até seus lábios, e durante algum tempo, voou também sobre seu corpo — e sobre o travesseiro, sobre a coxa de Sammy, e sobre alguns outros lugares, mas a maior parte foi sobre seu abdômen como eu havia premeditado. Com os lábios, tinha dar um banho de gato no meu amor, era o meu dever deixa-lo limpo afinal das contas. E com a língua, limpei cada parte soada e povoada pela minha essência. Nossos peitos subiam e desciam em velocidades absurdas e estávamos, sobretudo, cansados.

Beijei seus lábios, limpei-os com minha língua, beijei sua bochecha, sussurrei meus sentimentos em seu ouvido e ele correspondeu com a forma mais carinhosa que podia ter sido respondida.

— Eu te amo Samuel Winchester. — Exclamei

— E eu, amo a você, Dean Singer. — Estalou um beijo no topo de minha cabeça.

Nossos corações batiam juntos, e dessa vez, o ponto que nos separava era inexistente. Estávamos juntos, e nada poderia mudar isso. Sentia o sopro de vida em seu corpo pulsando abaixo de mim; do lado esquerdo do peito de Sam. Seu coração. E igualmente, ele sentia o meu fôlego em seu peito, indo e vindo, como as marés de um oceano que não nos pertence. A diferença é que eu pertenço à Sammy em gênero, número e grau.

Eu pertenço a ele, e ele, a mim.

Notas finais
EAI? EAI? EAI?! O QUE ACHARAM??? HEIN? HEIN? GOSTARAM? GOSARAM? HEIN? GOSTAAAAARAM? :3 Espero que sim... obrigado novamente a recomendação de Sweet Dreams, espero que nesse chapter eu n tenha te decepcionado e foi um trabalhão escrever ele... Aos que queriam que o Sam fosse o ativo: deixem para a próxima... prometo que o moreno terá sua chance de foder o menor como se não houvesse amanhã bem brevemente... UHASHUASUHA, amores, até a próxima... aceito recomendações de o que fazer agora... Estou bem perdido... Mereço reviews né? Espero que sim... leitores fantasmas apareçam, por favor... como eu disse, eu n mordo, a menos q vc queira q eu morda... aí eu faço estrago...