Together

4 Chapter 04 — Eat, Play... FUCK! Part 01/02


Notas iniciais
Bom, percebe-se como esse chapter ficou imenso. Suspeito que seja o maior da fanfic. Na verdade é, acho que é de fato o maior da fanfic até agora. E ainda não está pronto, na verdade, está faltando pouco, mas eu quero atualizar então, beijos, amanhã ou depois eu posto a continuação... E Espero que gostem, não foi betada, qualquer erro avisem por favor. Amo vocês!

WE COULD HAVE HAD IT ALL!

(Nós poderíamos ter tido tudo)

ROLLING IN THE DEEP

(Amando incondicionalmente)

YOU HAD MY HEART INSIDE OF YOUR HANDS

(Você tinha meu coração dentro de suas mãos)

BUT YOU PLAYED IT, TO THE BEAT

(Mas você brincou com ele, no ritmo da batida).

O despertador tocava e eu simplesmente não conseguiria acordar sem dançar ao som da gorda... O que eu sabia era que o dia seria simplesmente maravilhoso; Escola, comprar comida, levar tudo pra casa do Cass, e então fazer o tão esperado Banquete para aqueles dois marmanjos...

Depois de acordar e arrumar minha roupa, eu tomei meu banho e me vesti. Uma jaqueta de couro sintético, minha calça Jeans azul e a camisa do colégio, que por o logo ser do lado esquerdo do peito e tamanho de bolso, fica quase invisível com a jaqueta, mesmo que aberta...

Com a maçã na boca e com a mochila nas costas, está na hora de ir pra escola. Pela janela que fica ao lado da porta consigo ver os dois do outro lado da rua. Hoje será um ótimo dia.

— Oi Cass... Sammy... Como vão? — começamos a caminhar a partir dali, o fim da rua não é tão perto. — Parece que estamos atrasados hoje.

— Ossos do ofício alemãozinho, ossos do ofício. — Suspirou Sammy após me cutucar com o apelido. Sua cabeça estava um pouco inclinada para cima, mas seus olhos me observavam com a sua visão periférica. Mãos nos bolsos, passos largos, também, com pernas como aquelas, o que eu não faria... E eu digo isso em todos os sentidos...

— Alemãozinho? — Indagou Cass, franzindo a sobrancelha em referência à sua dúvida e olhando para o lado, você sabe como é...

— Não pergunte Cass, por favor! — Esfregando as têmporas eu clamei a Cass que não me fizesse passar vergonha. Em vão.

— Pense bem, ele é loiro, inteligente, branquinho... Alemãozinho-enciclopédia! Só que fica muito comprido para uma conversa casual então... Diminuí para alemãozinho... — Sam dizia aquilo como se estivesse ensinando crianças os segredos do universo; um entusiasmo sem igual! Era broxante!

— Não é tão longo — Claro que é! — pense: “Hey, alemãozinho-enciclopédia, pode me passar o ketchup?”... — Alguns segundos em silêncio visualizando a imagem de nós três comendo lanche e alguém me dizendo isso eu percebi o quanto essa conversa tinha que parar antes que eles decidissem me chamar pelo apelido inteiro...

— Castiel, Winchester! Vão subir hoje ou vão ficar parados aí até amanhã? — O motorista do ônibus! Graças às divindades! Pensei que nunca fosse ser salvo! — Vamos! Não tenho o dia todo e já estamos atrasados!

— Aidan! Não tínhamos te visto!

— Claro, deve ser muito difícil visualizar um ônibus escolar amarelo ovo do tamanho de uma carreta... Claro... Claro... Você precisa trocar essas lentes moleque...

Subi no ônibus e fomos para a escola, no caminho conversamos sobre os exames finais chegando e tudo mais. Novembro é um mês corrido. E aquela data está chegando, eu não gosto disso, todos os anos é a mesma coisa!

— Okay Sammy, se sente preparado para a prova? Não que você tenha alguma opção, mas sempre se pode correr... — Brinquei enquanto caminhávamos no meio daquele corredor enorme até nossas salas

— Ah, meu alemãozinho se preocupando comigo, que fofo! — Ele passou a mão nos meus cabelos depois de falar isso... No meu cabelo! — posso ficar sossegado, eu tive um ótimo professor sabe?

— Para início da conversa: eu não sou seu — E não é por falta de vontade — e muito menos sou fofo! — Corta essa Dean, para de se fazer de durão... Pera, agora eu estou falando de mim mesmo na terceira pessoa?

— Okay, posso conviver com essas duas... Mas isso significa que você está preocupado comigo certo? — Um grande sorriso cresceu nos lábios vermelho vivo daquele sacana! E outra coisa parece ter crescido também; minha vergonha! — Vamos Dean, você não precisa ter vergonha!

— Olha! É a sua sala não é? Vamos, você não quer perder sua prova de álgebra certo? Boa sorte Sammy! — Empurrei o maior para a sala, patético! Parecemos duas garotinhas! Mas acho que é isso que eu mais amo nele... O jeito como ele me deixa... Pera... Eu disse amo? Merda, não, eu não amo ele!

— Número nove? Castiel? O Dean faltou? — parece que eu preciso largar esses fones e prestar mais atenção às aulas do professor Crowley...

— Não professor, desculpa, eu estou aqui...

Eu particularmente não ligo muito para o meu professor de Geologia, e a matéria dele é estupidamente chata, sem contar no sotaque que ele tem... Bizarro. E qual é o tipo de pessoa que faz Geologia, ouvi dizer que ele tem mais duas formações e que da aula em faculdade. Ele deve ser bem inteligente. Mas quem é o insano que faz Geologia?

XXX

Depois do colégio andamos juntos até perto de casa. Reajustamos os horários a fim de nos encontrarmos, eu ainda não sabia onde era a casa de Castiel e Sam então eles passariam em casa lá pelas 17:00 e aproveitariam para me ajudar com a compra, assim estaríamos na casa dos meninos por volta das 19:00 e assim no máximo 22:00 a comida estaria pronta para ser comida.

Já são 16:30 está quase na hora dos garotos aparecerem, Bob está trabalhando, deixei um bilhete na geladeira, disse que não sabia se dormiria ou não em casa, uma vez que os meninos me chamaram para dormir lá. Eu ainda não dei resposta, mas vamos esperar para ver o que acontece não?

Estou totalmente preparado, meu dinheiro é mais do que o suficiente para toda a comida. Terei que levar algumas coisas de casa, já que os garotos provavelmente não devem ter sequer uma panela de pressão. Espero que o carro de Castiel tenha espaço para isso...

Temo que sejam mais panelas do que preciso.

Preciso surpreendê-los.

Claro que irei!

Fácil!

Mais uma vez, ansiosa e impacientemente olhei no relógio, o tempo está passando muito lentamente, confiro mais uma vez se estou levando tudo. Passei a aula de Sociologia inteira pensando em quais comidas faria. Será uma ótima refeição, só tem um problema o qual acabou de me ocorrer.

— MERDA! COMO EU VOU COMPRAR AS BEBIDAS? — Eu preciso de vinho, rum, um pouco de licor, e eu não tenho paciência (ou tempo) para esperar as uvas se transformarem em vinho, se eu fosse Jesus pelo menos... — Já sei! — Corri até o armário, abri, vi que tinha tudo que eu poderia querer ali e mais um pouco. Peguei tudo o que precisava (e mais um pouco), coloquei na mochila e agora sim, estava tudo pronto.

— Dean! Vamos! — O grito era de Castiel, não consegui identificar a voz, mas se fosse o Sammy, do jeito que ele está todo engraçadinho pra cima de mim, ele me chamaria de alemãozinho mais uma vez. — Estou com fome!

— Já vou, já vou! — Corri até a cozinha, tomei um copo de água, e bom, acho que é isso. — Ai que raiva, estou com o sentimento de que estou esquecendo alguma coisa!

— E todas essas bolsas aí? Para quê? — Como se algo que eu estivesse levando fosse inútil... — Parece que estamos sequestrando você.

— Muito engraçado! São bolsas com panelas, acessórios, faqueiros, taças, e tudo mais que eu possa precisar. Como por exemplo, um maçarico culinário, o que eu duvido que você tenha — subi minha entonação na última frase para provoca-lo, mas é verdade, ele não deve nem saber como usar um! — voltando para o “acho que estou esquecendo alguma coisa”, o que sugere que eu verifique a ausência?

— Nada, é inútil agora que já estamos na avenida — Castiel ria enquanto manobrava na movimentada McKinney Avenue. — Não tem como voltar, mas vou te ajudar mesmo assim.

— Obrigado! — Finalmente! Cara chato!

— Chaves?

— Confere.

— Dinheiro?

— Cartão, confere.

— Inteligente... Mais seguro. Continuando; seu celular?

— Confere.

— Seu travesseirinho? — Ele não fez isso.

— T-travesseirinho? — Gaguejei

— É, aquele que você usava para dormir, e se não tivesse, não dormia. Lembra, quando a gente se conheceu? — Seria tão ruim assim um acidente por socar a cara de um motorista? Bom, eu não sei, ele quase está conseguindo um soco...

— Agora me conta essa história! Fiquei curioso alemãozinho! — Sammy, quanto tempo — Vai, vai, vai, quero saber!

— É isso Sammy, ele usava um travesseiro para dormir quando era mais novo, era pequenininho, tinha desenhos de ursinhos, sim, era bem gay... — Oh querido Deus, será que o mercado está assim tão longe?

— Oh meu Deus! Eu poderia morrer sem imaginar essa cena Castiel!

— Que cena Sammy? Vai dizer que você nunca passou por algo vergonhoso quando era pivete? — Com os braços cruzados observava o trânsito, só consegui constatar que a mulher do carro da frente levaria uma bela multa, acho que distrair o marido/namorado/seja lá quem for do jeito que ela está distraindo é perigoso.

— Você Dean, imaginei você pelado abraçado em um travesseirinho pequeno chupando o dedo e dormindo. — Disse rindo

— Mas... Sammy, quem falou em pelado? — Ops Sammy, bola fora...

— Não é óbvio? — Não adianta tentar se justificar mais não senhor Samuel.

— Não! — Respondemos em uma só voz

— É melhor eu... ficar...

— Isso Sammy, fique quietinho... — Castiel disse em meio risos.

Durante os próximos 5 minutos o caminho foi bem silencioso, já fazia quase quinze minutos que estávamos no carro e para minha surpresa, sem músicas até então. Precisava ouvir alguma melodia. Vasculhei o porta-luvas para ver os CDs do dono do carro e constatei que seu gosto musical era muito mais vergonhoso do que o meu travesseiro.

— Sério Castiel? Beyonce? Pensei que você tivesse um pouco de bom gosto! — debochei virando o CD para ver se realmente era isso, ou se ele só usou a capinha de um CD antigo.

— Para de ser chato! Para você só os seus Rocks importam e prestam. Você é muito chato! — Se fingindo ofendido bravejou aquelas doces palavras. Quanto amor...

— Sim, eu sou! — Sorri descaradamente.

XXX

Finalmente, parece que demoramos mais do que o expectado por culpa de alguém ter quebrado uma garrafa de licor e tivemos que ir buscar outra em casa, pelo menos a garrafa estava quase vazia logo o que se perdeu nem fará falta.

— Desculpa Dean, eu não sabia que era vidro que tinha naquela mochila! — Que desculpa Winchester, que desculpa! — Perdão!

— Pensarei no seu caso, mas por enquanto, me ajuda a lavar todas essas panelas... — Além da pia de Castiel estar imunda, eu precisava lavar minhas próprias coisas, faz um tempo que não cozinho. — Vai secando e colocando na copa.

— Okay Alemãzinho.

— Para de me chamar assim Sammy! A hora que eu arrumar um apelido para você, vou te encher o saco até você clamar por clemência

— Okay...

— Okay??? Fala, repete; Okay Dean

— Okay alemãozinho.

— Dean!

— Alemãozinho!

— Ah, Desisto!

— Então, o que você pretende cozinhar? — Sammy puxou assunto depois de alguns minutos me ajudando, posso dizer? Finalmente! — Estou ansioso

— Sério? Então trate de andar logo com isso e assim que eu terminar a comida você vai saber!

— Maldito!

O mais difícil de todo o jantar será assar a carne de cabra. A Alemanha é um país que tem gente de vários outros países, parte por causa da imigração ilegal, parte por causa da 2ª guerra. A culinária Alemã não tem mais uma característica típica. O esquema é fazer comida para todos os gostos e falar que é alemã. Claro que há algumas coisas bem marcantes da culinária alemã, algumas, peculiaridades, às quais darei destaque, entretanto, em sumo, é muito fácil fazer comida alemã.

Para hoje teremos todas as possibilidades, em pequenas quantidades, é quase uma degustação, até porque depois de comer tudo que eu tenho para oferecer, eles não vão aguentar comer um pão francês que seja.

Döner Kebab com carne caprina, claro que em pouca quantidade afinal ainda temos muito que comer. Pão Weckmänner, que apesar de ser um típico pão natalino, é muito gostoso e não poderia faltar na mesa de tal refeição. É aquele tão famoso “biscoito” em forma de boneco.

Perna de porco assada é demais para um jantar para três, então procurei manter a tradição bovina através de uma alternativa mais leve. O bacon pode não ser uma tradição na Alemanha, mas faz parte, sem sombra de dúvidas, de sua história. Porções de Bacon seria digno como aperitivos. Ou qualquer coisa que venha antes do prato principal, eu sei cozinhar, essas besteiras de restaurante eu deixo para aprender depois, na faculdade se possível.

Cozinhei salsichas para colocar junto com a batata que, na Alemanha só foi recebido após o rei da Prússia Frederico II ter ordenado o cultivo do tubérculo por todo o reino para matar a fome que matava seu país.

As batatas foram cortadas ao meio, antes de cozidas, feito um pequeno buraco dentro onde foi inserida a salsicha pré-cozida, e envolto na couve, outra comida que os alemães muito apreciam. Claro que essa junção foi um experimento meu, o que eu não digo que é original, apenas que nunca vi uma batata recheada com salsicha e enrolada no repolho. Usei um palito para prender a folha na bola amarela e tudo ficou bom.

Alguns vinhos e bebidas que eu utilizarei tanto no preparo da comida quanto no jantar em si foram o Silvaner e Kerner. A Alemanha é rainha no quesito Vinho, mas todo o universo gira em torno de sua Cerveja, o que não poderia faltar.

Tudo pronto, agora é só arrumar a mesa. Duas velas, ao meio, sim, velas, a intenção não é o romantismo, mas sim a calmaria, eu não sei vocês, mas a dança ofuscante da chama de uma vela, enquanto queima e diverte a inerte cera que se derrete até o chão para que sua parceira estrele em seu palco, isso é capaz de me intrigar e acalmar ao mesmo tempo. Enfim, em amo velas.

A Toalha de mesa é vermelha bordada com rosas amarelas, com botões pretos, as cores da Alemanha estavam lá, submissas ou não, estavam lá. Os pratos de porcelana branca, redondos, um diferente para cada comida, adequado para cada comida.

Mandei os meninos tomar seu banho e fiquei aqui, terminando de arrumar as coisas. A típica cestinha de pães no meio da mesa com os Weckmänner, as taças com água, uma para cada um. A outra vazia, uma garrafa de vinho, a qual eu comprei por último para poder gastar todo meu dinheiro na mesma. Eu queria que tudo saísse perfeito. Acho que consegui.

— Meninos, o jantar está pronto! — Gritei apagando a luz da sala de jantar e deixando as velas dançarem pelo local. — Vamos começar?

— Uau! — Bravejou Sammy.

— Viu? Ele é incrível, espere só até comer...

Notas finais
Aaah, e então? Gostaram? Exagerei na comida? Tentei fazer uma fic mais disontraída que não ficasse muito massante, acho que consegui, espero que sim! Mereço biscoito né???

Boooom gente, eu fui na net atrás de coisas sobre comida, apesar de apreciar muito a cozinha alemã não sei nada sobre ela então tive que correr atrás de info. por vocês. Olha como eu amo vocês... Por falar nisso, por vocês estou até 3:17 da manhã acordado! E faz 4 dias que eu não jogo Isquirrim (Skyrim)! Seus... Seus... Seus... Bobões! Feios! Mentira, amo vocês, quero review! u-u

Eu percebi que Review é tipo crack, quanto mais você tem, mais você quer, e se você não recebe, quer morrer... HUASUHAUHSUHA mas em compensação quando consegue, é muuuuuuito bom!

Qualquer erro em relação a comida, ou algo assim, por favor, peguei tudo no google/wikipédia/sites randomicos... Obrigado pela compreensão. Sou um moleque curioso que decidiu escrever sobre a cozinha de um país que eu nao sei porra nenhuma, bom, mas agora eu sei bastante, por causa de vocês... amo vocês.... Beijooooos...
Aaah! Leitores fantasmas, apareçam! Eu amo vocês também, mas preciso de críticas, então, me ajudem! Obrigado lindjos/as...
Amo vocês â¥

Ah, um beijo especial para todos que me favoritaram, que acompanham a fic e que me mandam reviews regularmente! Amo vocês... Maah e Leca, se estiverem lendo, saibam que estou feliz por estarem lendo, na escola nóis conversa gatas ⥠bjus... até mais gentee â¥