Together

5 Chapter 04 — Eat, Play... FUCK! Part 02/02


Notas iniciais
Gente, eu não consegui simplesmente fazer o capítulo em duas partes... Ficou MUITO extenso, cheio de detalhezinhos, mas acreditem, todos são importantes... Eu agradeço muito quem está me acompanhando, é com grande felicidade que eu alcanço o capítulo 6 com 10.000 palavras, obrigado por lerem, por comentarem, por me darem ânimos para escrever sempre mais, obrigado lindos, eu amo vocês de montão...

Gente tenho que contar uma cooooisa... Minha escola vai ter grêmio, e eu vou cuidar do jornal, vai ser mensal, então ainda terei tempo de sobra pras fics, eu tenho tanta coisa pra fazer, tem um cardápio para terminar nesse fds, um monte de jogo para jogar... acho que nesse fds n vou nem escrever aqui a I'm never changing who I am... Estou pensando em mudar o nome da fic também... só preciso de um nome bom... I'm never changing who i am não traduz a fic... Acho que Novice, ou Novato, traduziria bem... O que acham? mandem na review por favor!

Fic não revisada, qualquer erro me avisem por favor, e beijos...
Agora, aos negócios

— Olha! Cass! O biscoito, do Shrek!

— Você é foda em Sam? Biscoito do Shrek? Sério mesmo?

— Ah! Anda você achou engraçado! — Sam sentou-se a mesa e pegou um daqueles biscoitos confeitados com pequenas bolas de açúcar refinado e levou à boca. — Hm! Dean, isso é uma delícia!

— Você nunca tinha comido antes? — Sendo famoso, e como o próprio Sammy tinha dito, foi adaptado até para personagem de filme, eu jurava que Sammy já tinha comido. É vendido em vários estabelecimentos pela cidade — É tão famoso...

— Realmente, mas como eu disse, minha mãe morreu cedo... Mary, Eu nem ao menos consigo lembrar-me de seu rosto. John pirou desde então. O incêndio nos tirou tudo, ele não pode voltar ao exército, minha mãe tinha morrido... Cresci em uma casa insuportável. Foi horrível viver ali.

— Mas nos conte mais, se estiver tudo bem para você. É curioso tudo isso, nós três não temos nossas mães, criamos aversão aos nossos pais, vocês dois já saíram de casa, eu me mudarei no fim desse ano, quando for para a faculdade... — Peguei a primeira panela que ainda fumegava, tirei de lá uma concha com a quantidade certa de comida e depositei nos pratos que havia posto na copa. A comida era a carne caprina assada. O famoso Döner Kebab. A conversa seguia atrás de mim, Sammy começou a contar coisas que passou enquanto vivia com seu pai.

— Como por exemplo, uma vez ele resolveu bancar o bom pai e, como ele dizia “ter algo de pai e filho comigo” — nesse ponto Sammy engrossou a voz e franziu a testa, remedando o pai — ele me levou para um campo verde, era como chamávamos as áreas arborizadas lá no Kansas. Ele queria praticar tiro ao alvo.

— Tá, mas isso não é legal? Eu sempre quis praticar tiro ao alvo, com ou sem meu pai, se bem que com ele não seria tão legal — Castiel questionava Sammy enquanto levantava e me ajudava com a bebida, depositando Kerner, o vinho da noite, nas três taças que repousavam à mesa.

— É sim, até seu pai começar a brigar com você e falar que deveria te matar após colocar a arma no meio da sua testa e se sentir muito tentado a puxar o gatilho, alguns dias depois, tentou novamente uma aproximação. Dessa vez o esporte era arco e flecha e ele “sem querer” acertou meu ombro esquerdo com uma flecha. — ao dizer enfatizou sua clara dúvida sobre as intenções do pai para com o arco. — Por alguns centímetros ele não pegou meu coração, é sorte eu estar vivo.

— Meu Deus Sammy! — Todos prestavam muita atenção, começando por mim. Puxei a camisa de Sam a fim de ver se tinha marca, mas após um balanço negativo de cabeça, ele disse que a flecha era tão fina que não deixou marca, foi como ser atravessado por uma agulha gigante. Ao puxar a camisa que era um tanto larga, pude ver claramente seu tórax definido e por pouco não deslumbrei seu abdômen que deve ser igualmente perfeito. “Meu Deus Sammy...” Pensei com décimas intenções.

— Sem cicatriz. Tudo que meu pai me deixou foi isso. — Deus ouviu minha prece, Sammy levantou a camisa e pudemos ver uma fina e delicada linha acima dos shorts que aparentemente deveria ir até a altura superior da coxa direita. Era pequena, fina e delicada demais. Não como aquelas cicatrizes nórdicas das guerras medievais que pareciam ter sido feitas por dragões dilacerando pessoas com as garras. Era delicada — Com a ponta da faca, tentando me matar enquanto bêbado, rasgou essa parte de mim. Não é nada demais, levei somente alguns pontos, saí de casa na mesma semana.

XXX

Continuamos falando dos nossos pais, Castiel explicou a morte de sua mãe, disse que foi em um acidente de carro assim como a minha morreu. A janta continuou, elogiando meu trabalho eles continuaram comendo e a conversa foi aos mais diversos tópicos. Conversamos sobre garotas, garotos, o colégio, mais uma vez sobre faculdade. Eu contei que inicialmente eu pensava em fazer veterinária, mas com a última conversa minha inclinação para com Gastronomia tem aumentado incrivelmente.

Próxima rodada... Amontoei os três pratos na pia e agora era a batata recheada com salsicha de frango defumada e couve que iríamos degustar. Com um molho gelado que eu tirei da geladeira (milho, creme de leite, ervilha, azeitonas pretas sem caroço, pimenta botão em pó, salsinha, castelo, alho poró, um pouco de shiitake e gengibre ralado por cima. Joguei um pouco do bacon aqui também, parecia muito para aperitivos de entrada, até porque os Weckmänner serviram muito bem para o propósito). O molho foi uma mistura de tudo que foi comprado e sobrou. Ficou até bom demais, em contra partida um tanto apimentada.

— E aqui está o próximo round gladiadores... — coloquei os pratos na frente de cada dono após montar devidamente a comida. A batata no meio do prato, com uma folha da salsinha que sobrou na geladeira por cima e o molho branco de lado, com um pouco de batata palha.

— Gladiadores? E porque estamos comendo batata com batata? — Brincou Sammy — Não tem, sei lá, uma cláusula anti-tautologia culinária no código de conduta dos cozinheiros?

— Sim, gladiadores, vocês comem como porcos! E eu ainda não assinei nenhuma cláusula, logo, estou protegido. Agora come isso antes de reclamar! — Enchi pela quarta vez as taças, porém desta vez com cerveja preta, outra iguaria muito popular na Alemanha.

— Gente, eu estou com o Just Dance quatro aí, alguém quer jogar depois? — Falei lembrando enquanto cortava a batata e passava no molho branco antes de levar à boca. Olhava ansiosamente para os dois, esperando alguma manifestação.

— Daqui algumas taças eu posso até topar Dean, mas enquanto estou sóbrio... — Disse Castiel enquanto dava a primeira garfada na comida — e por falar nisso, você não tem nada mais forte aí não?

— Claro que eu tenho, mas nada que alemães tomem, por enquanto, estamos na Alemanha garoto, quando terminarmos de comer tudo, nós podemos pensar em ficar bêbados. — bati em seu nariz com a ponta do dedo.

— Agora coma!

— Dean? Ainda tem pimenta? — Sammy virava a taça de cerveja e tomava feito um animal, enchendo de novo e tomando tudo de novo

— Acho que sim, mas parece que você não precisa de mais né? — Ria discretamente de seu desespero

— Sério? É que estou bem propenso em acreditar que você usou tudo aqui. Meu Deus... Bateu até um calor agora. — Disse Sammy enquanto lentamente desabotoava a camisa e tirava-a lentamente, as chamas da vela dançavam e iluminavam seu corpo, seus mamilos rosados, cada músculo daquele abdômen, senti meu rosto queimar, virei para frente e disfarcei a vergonha.

XXX

Terminando as Batatas recheadas, partimos um pão francês e passamos pelo molho branco, tudo deu um toque muito especial, cada mistura, como disse, não parecia que tudo era alemão, e na verdade, quase nada era, mas a Alemanha é conhecida mundialmente por sua culinária variada.

Eu imagino vários povos reunidos em grandes mesas dentro de palácios colossais dançando ao som das músicas e confraternizando, povos de todas as línguas e raças que a comida alemã abraçou como filhos.

Pode ser peculiar, mas a comida ainda é, e espero que sempre seja, um meio infalível de reunir pessoas, acima dela, não há nada que se aviste, ao seu nível, apenas a música. São os puros e imparciais frutos da segregação, amarras que juntam os continentes e os povos, fazendo com que uma pangeia cultural se forme, unindo o que foi separado pela natureza, unindo o que foi separado pelo homem, unindo tudo em uma só língua; a hora sagrada da refeição.

Ao redor de todo o globo, o mundo para a fim de comer, seja com seus familiares, seja com seus amigos, seja com seus animais, seja sozinho. Uma hora todos se cansam da fatídica jornada diária que os massacra e os leva para uma escravidão monetária; seus desejos te dominam e por eles você se adestra. E depois de sentar à mesa da alimentação para se encher com as dádivas culinárias que por mais simplórias que sejam se feitas com amor, se encontrará a paz.

A comida não só nos liberta de correrias do dia-a-dia, ela nos da uma sensação de leveza espiritual, uma sensação de liberdade. Cozinhar para quem se ama, mesmo que ninguém esteja com fome, é um ato de se admirar, mesmo que sua comida suba pelas paredes, mesmo que esteja dura, ou se desmanchando, com amor tudo se torna belo, e não é diferente na hora da mais preciosa das horas.

XXX

— Ah, e agora Dean, tem mais alguma coisa? — disse Sammy encostando-se à cadeira e se espreguiçando, levantando seus braços pra cima, fechando os olhos e apertando bem, e bocejando. Suas axilas tinham os pelos ralos e negros, até isso era sensual. — Estou muito cheio... — Disse voltando à sua taça de cerveja

— Realmente Dean, eu não aguento mais nada também. — Castiel suportava a opinião do maior.

— Okay, mas e o resto do bacon? — Levei a louça suja à pia, deixando pela primeira vez a toalha descoberta

— Nossa Dean, aonde você arrumou essa toalha? Só percebi agora — Sammy admirava os bordados passando os dedos em cada parte da ceda. Os fios dourados pareciam ter sido feitos com finas espessuras de ouro. O vermelho escarlate era vívido à luz das velas e tudo realçava um contraste muito grande. — É muito lindo

— Eu tenho várias toalhas de mesa continentais, bastou pegar no armário — com a água da torneira lavei minhas mãos após juntar toda a louça suja e enfiar estrategicamente na lava-louças. Nunca tinha usado uma então Castiel tomou minha frente em meu socorro.

— Que legal! — Sammy cruzou seus braços, suspirou fundo, me encarava fixamente com um sorriso de canto. Não era mais por causa da toalha. — E então, o que faremos agora meninos? Que tal alguma diversão?

— Sim, já é meia noite, mas ainda da para ir lá pra cima e jogar Just Dance 4 no x-box. — O encarei de volta. — Mas eu tenho uma ideia muito melhor! Vocês vão e eu já levo as bebidas. Por enquanto, levem esse bacon aqui e me esperem. Eu só tenho que preparar umas surpresinhas para vocês. As melhores bebidas do mundo vos aguardam!

— Estou com medo, mas ok, estamos indo alemãozinho. Até daqui a uns 5 minutos, ah, e vê se coloca algo mais confortável. — Disse apontando para minha calça Jeans — Você não vai conseguir me acompanhar com essa roupa apertada

— Realmente Sammy, a roupa apertada é um problema, mas eu não tenho shorts mais largos, trouxe tudo, menos roupa, apenas duas cuecas para depois do banho.

— Eu te empresto um — Se manifestou Castiel — se não ficar mais apertado ainda, claro.

— Você é menor do que o Dean, é melhor um mais largo do que mais curto ainda. — Sammy foi até uma mochila, tirou de lá um shorts branco com detalhes em azul e jogou para mim. — Veste antes de subir, aí a gente joga...

XXX

Tequila, Rum branco, suco de toranja, abacaxi e leite de coco. Muito gelo moído e no copo e um pedaço de abacaxi para decorar. Dois litros dessa maravilhosa receita chamada Acapulco. Mas eu não poderia parar por aí, eu não quero ficar alegre, eu não quero me lembrar de nada amanhã, e que essa noite seja simplesmente a melhor! Eu sei que Sammy não é santinho e que vira o caneco de vez em quando, mas Castiel não chegará nem mesmo a experimentar o Capeta...

Vodca, açúcar mascavo, leite condensado, chocolate, amendoim, guaraná em pó para dar energia nesses cavalos e muito, muito gelo. Mais dois litros dessa mistura impecável. Tudo que eu sei sobre bebidas eu aprendi com meu pai, e embora eu abominar tudo o que ele faz, acho que veio a calhar. Adicionei corante vermelho ao Acapulco e a jarra ficou com cor de sangue em menos de duas mexidas. Fui até o banheiro e me despi. O cheiro nos shorts de Sammy é um tanto gostoso... Másculo diria. Excitante. E Como. Vesti-me e fui até os meninos que conversavam sobre minha comida.

— Aqui está! — Mostrei a bandeja com as duas jarras transparentes cheias com o líquido vermelho e preto. — E aqui estão os nossos copos — coloquei a bandeja no criado mudo, a cama estava arrastada, encostada à parede, uma televisão gigante estava conectada com o Xbox. E ao lado oposto do quarto, as bebidas. O espaço era enorme. Coloquei os três copos de 400 ml que tinha trazido da cozinha.

— Uau! De novo... E o short serviu? — Disse Sammy puxando o elástico do short e soltando, o estalo fez crescer um sorrisinho sacana em seus lábios...

— Sim, serviu... — corei.

— E olha o que temos aqui, você é malhadinho em Singer? — Dean apontava para o meu abdômen. — Será que consegue me tirar de cima de você?

— Será que eu quero? — Resmunguei apenas para mim mesmo

— O que disse? — Com um sorriso desconfiado crescendo em seus lábios e um olhar um tanto perturbador questionou-me.

— Nada — Pretendi por um segundo ir em direção às jarras

— Fala! — puxou pelo pulso e me juntou a ele. Olhando para cima, a menos de dez centímetros de mim, seus lábios, a pouco mais do que isso, suas orbes me olhavam fixamente, aquela cor indefinida que variava perfeitamente entre o azul e o verde, aquele rio de águas cristalinas que encontrava com uma floresta em sua margem oposta... Eu poderia mergulhar em seus olhos e desaparecer em seu corpo — Fala ou eu te faço falar.

— E o que você pretende fazer? — Desafiei me livrando da hipnose ocular.

— Isso, eu faria isso! — Com um grande sorriso e seus lábios começou a tortura.

Sammy começou a fazer cócegas em mim, me jogou na cama e subiu em cima de mim, aquela visão me fez lembrar o sonho, mesmo que as posições estivessem invertidas e que estivéssemos deitados. Ele começou a percorrer as mãos em minhas costelas nuas, apertando o espaço entre um osso e outro, eu gritava para ele parar e pedia ajuda ao Castiel, que só ria e tomava goles da bebida negra.

— Nunca mais duvide de mim Singer! — Sammy é cruel, ele segurou minhas duas mãos acima de minha cabeça e passava seus dedos livres por todo meu tórax, abdômen, chegou até o elástico da calça mais uma vez, dessa vez na frente, puxou o elástico e soltou. — Estou sentindo algo estranho, parece que pelo menos alguma coisa em você ainda cresce né Dean?

— Droga Sammy, eu não tenho culpa se você tá se esfregando no meu pinto! — Ria descontroladamente pelos movimentos de sua mão — O que quer que eu faça?

— Depois resolvemos isso, pervertido... Agora vamos dançar! — Sammy mordia os lábios e olhava para mim com um olhar que me despia por inteiro, de corpo e alma, não resistia à ele, em nenhuma das formas... Isso não é amor, não pode ser amor... Eu não posso amar esse... Novato...

NÃO POSSO! PORRA!

Notas finais
Sim, eu sei, eu sou um filho duma jega quando eu quero, agora, eu estou pensando, eu devo adiar a diversão? Deixar eles só bebendo e dançando e em outro ocasião colocar o lemon ou eu devo escrever um capítulo inteiro começando com o lemon? Aí eu postaria o "Chapter 04 Eat, Play... FUCK! Part 03/03" e começaria o "Chapter 05 Regrets" lembrando que o nome é provisório... O C04-03/03 teria umas 1000 palavras no máximo e o outro lá pelas 2000 normalmente... ou 1500 +/-...

Eu não sei, estou tentado a deixar a tensão entre o casal, estive pensando, é muito cedo para eles terem um relacionamento ainda... queria que fosse quando eles estivessem na facul já... lembrando que a facul está próxima... epi 15 ou 10 +/-... queria que a entrada na noite do baile do 3º ano eles tivessem o primeiro sexo... bom... eu acho que vou fazer isso, mas mandem sua opinião, quem sabe vocês me inspiram com algo que eu use, aí vocês aparecem lá nas notas iniciais do capítulo e muito amor do freddy aqui... ahushuasuhauhs

(e não esqueçam de dar opinão para a fic okay? e lembrando q ainda n teve sexo, então ainda da tempo, Sam é ativo ou passivo? ahusuhashhuashu corre que da tempo!)

Beijos amores, obrigado pela força e pelas reviews, elas me animam muito... da pra ver quando eu respondo elas não? escrevo umas respostas gigantes! auhsuhasuuhas até então amores, pretendo vir com o próximo chapter logo logo...