Titã Supremo: Destinity
5 Capítulo 5 - Renasce o heroi
Notas iniciais
Depois muita conversa, Áqua me explicou a origem sobre dos poderes titãs.
Segundo ela os poderes titã Consistiam de três coisas: A primeira era de que as pessoas só conseguem usar normalmente um pouco mais de 10% da capacidade cerebral, para controlar os poderes Titã era necessário muito treino para alcançar mais de 90% da capacidade cerebral. Em segundo o D.N.A, segundo Áqua haveria um segundo código escondido no D.N.A. de todos os seres humanos, este segundo D.N.A. era chamado por ela de D.N.A. Titã, possuindo transformações e capacidades de vários tipos que só podiam ser alcançados por treino e merecimento (não necessariamente nesta ordem), também segundo Áqua nem ela mesmo sabia a quantidade exata de poderes ou conhecia todos eles, e terceiro a imaginação, segundo aqua o imaginar o querer o simples pensar surtia um efeito palpável na realidade tanto que era desta maneira que se usavam os poderes titã: pensando no que se quer fazer.
Eu minha mãe e Vitoria saímos da central teleportados para o gramado dos fundos da Mansão. Vir-me-ei olhando a aparência da nave (Central Atlantis), Ela começava com uma base triangular de 500 metros de largura e indo para cima diminuindo a te chegar a um tamanho de 100 metros e possuindo uma altura de mais de um 1km, os lados eram curvos para dentro a ponta inferior estava fincada em um buraco grande e largo, assim me impossibilitando de saber o tamanho exato da nave, na altura mais ou menos 2/3 da nave via se uma serie de 5 portas largas nas duas laterais do triangulo, deviam ser mais de 100 andares de portas, supus que fossem dar nós vários hangares de veículos que aquela nave devia possuir, acima e abaixo de cada porta viam-se uma serie de armas eletromagnéticas de alta potencia: desde canhões a raios de pulso eletromagnético, á metralhadoras de Fusão leiser e foguetes T.E.P.E. (Teleguiado de Extração de Pulso Eletromagnético), o que isso quer dizer não me perguntem que é muito complicado de explicar, mas voltando as descrições: Acima da parte superior do triangulo via-se um disco fino possuindo um 20 metros de altura por mais ou menos 300 de largura, na parte da frente deste via-se um serie de painéis que eu não sabia para que serviam, mais abaixo na altura da junção da Base triangular com o disco viam-se de 4 correntes uma saindo da parte da frente outra de trás e uma de cada lado indo para o chão se fixando e ímãs gigantes chatos presos a bases grosas de Concreto por uma força eletromagnética muito alta, das corentes vai-se uma energia azul indo par cada ímã os alimentando assim mantendo uma corente continua de energia, tudo laranja fosco (Para variar).
Ana – Filho, Filho!
Minha mãe me sacudia, eu estava pensando em há quanto tempo àquela nave estava ali eu nem suspeitava, Touro avia explicado que ela estava camuflada por um campo de invisibilidade eletromagnético de alta potencia. Isso explica por que meu celular não funcionava direito na mansão, Pensei rindo.
Rafael – Oi. – Disse rindo.
Ana – Ela é linda não? – Perguntou olhando também a nave.
Rafael – Linda, Única, estupenda, maravilhosa, tecnológica...... – Não disse que eu era exagerado.
Vitória – Pra min não parece grande coisa – Disse caminhando na direção aos destroços da mansão.
Vitoria como sempre do contra. Muitos de vocês devem se perguntar por que ela é assim: agressiva, chata idiota e por ai vai, vamos dizer que por causa de uma desilusão da vida, quem sabe se me sobrar ainda alguma vida depois de contar minha historia eu conte a de Vitória.
Eu e minha mãe acompanhamos Vitoria indo em direção à mansão esta a pesar de próxima era vista por eu como um borrão disforme devido ao campo de invisibilidade.
Passamos o campo eu me virei olhando para trás nada da Central, Realmente o Touro é um gênio pensei eu.
Olhamos a mansão, nela duas escavadeiras trabalhavam na demolição do que resta depois do incêndio, uma derrubando e outra colocando o entulho nos caminhões. Paramos e sentamos na grama de frente para mansão e ficamos olhando por um longo tempo, pude então ouvir um carro se aproximando, me virei junto de Vitória e minha mãe vendo o esportivo de meu pai parando a poucos metros de nós. Engoli em seco minha mãe vendo minha cara deu uma rápida picadela de olho.
Luiz – Então é aqui que vocês estavam – Disse parando com os braços cruzados ao lado de minha mãe.
Eu estava ao lado de Vitória e Vitória ao lado de minha mãe.
Ana – É resolvi vir ver a demolição e as crianças disseram que queriam ir também então viemos todos. – Disse também cruzando os braços.
Meu Pai olhava desconfiado.
Luiz – Vocês saíram cedo, tão cedo que nem os vi de manhã, aonde foram? – Perguntou de maneira inquiridora.
Eu ia falar, mas Vitoria me deu uma cotovelada nas costelas com força me fazendo apertar o lugar com um pouco de dor.
Rafael – Por que fez isso?! – Perguntei baixo, mas muito irritado.
Vitória – O papai não sabe. – Disse tentando disfarçar.
Rafael – Como é que é? – Perguntei surpreso e meio alto fazendo meu Pai olhar para eu, É eu sou um retardado pensei eu.
Luiz – Como é o que filho, aconteceu alguma coisa? – Perguntou olhando preocupado para eu.
Vitória – Agente estava falando daquele cantor famoso ele queria saber como era a letra da aquela musica nova. – Vitória mentia com uma naturalidade que enganaria até um polígrafo.
Minha mãe e meu pai voltaram à pergunta anterior.
Luiz – Querida ainda não respondeu minha pergunta. – Meu pai quando cismava com algo ficava irredutível.
Ana – A, querido eu fui atrás de mais segurança para nossa Família – Nisso minha mãe tira uma pasta sabe-se lá de onde.
Luiz – Que isso? – Perguntou pegando a pasta.
Ana – Abra. – Disse com um sorriso.
Eu e Vitória nós aproximamos olhando com certa dificuldade, pelo que eu via era uma proposta de uma empresa para a construção de uma nova mansão para nossa Família.
Meu Pai olhou incrédulo.
Luiz – Você só pode estar de brincadeira não é? Eu achei que tivéssemos concordado que e a Rocha Incorporadora e Construtora iria cuidar disso. – Disse serio.
Lavem briga Pensei eu.
Ana – Querido entenda, A Titã Construtora – A principio achei que tinha ouvido errado mais depois sorri, com certeza Touro seria o arquiteto. – é uma das maiores construtoras do mundo. Ele tem um novo sistema de construção que faz com que a Construção se torne quase indestrutível e... – Meu pai a interrompeu.
Luiz – E o que? Eu tenho que mostra a opinião publica força, eu não acho que chamar uma empresa estrangeira em vez da construtora da família vá ajudar! – Gritou irritado.
Ana – Então deixa eu ver se eu estou entendendo? Você prefere deixar a fraca empresa da família que não tem nem 5 anos que não tem nem tradição ou “qualidade” – Faz aspas com as mãos – Internacional, e tudo para alimentar seu ego infinito, colocando a segurança da sua família em segundo plano. – A cara da minha mãe estava dura como rocha, meu pai nunca ganhava as discussões com minha mãe, ainda mais quando ela fazia aquela cara.
Luiz – Bo..... Bom e.... eu nã..... não qu..... quis dizer isso – Meu pai da infância a adolescência teve cérios problemas com gagueira, já no final da adolescência por indicação de uma pessoa ele começou a frequentar um fonoaudiólogo que o curou, um caso de nervosismo, este que sempre voltava junto da gagueira quando minha mãe fazia aquela cara.
Ana – Então vai fazer como eu te pedi? – Perguntou fazendo uma carinha pidona e fofa.
Luiz – A não, essa cara não – Meu pai tentou desviar o olhar, mas foi em vão – Ta bom, danasse a empresa o que mais importa é a segurança da nossa família – Disse com um sorriso.
Minha mãe sorriu se aproximando de dando um beijo de cinema em meu Pai, este fica meio surpreso mais coresponde a altura, as mãos de minha mãe vão de encontro ao pescoço de meu Pai que sorri colocando as mãos a cintura de minha mãe.
Depois de algum tempo os dois se separam ofegantes e sorrindo.
Luiz – Eu te amo. – Disse as três palavras tão sonhadas com um sorriso.
Ana – Também te amo. – disse sorrindo e dando alguns selinhos.
Eu sempre achei impressionante como meus pais tinham um amor tão grande um pelo outro. Eles se conheciam desde o fundamental e aviam começado a namorar no segundo grau, brigas e problemas sempre existiriam, mas um forte amor tudo supera.
Vitoria – Há melação ta muito boa, mas vamos para já com isso antes que eu vomite. – Minha irmã não muda nunca.
Rafael – Parabéns o corta clima – Minha mãe e meu pai riram.
Luiz – Bom acho melhor irmos comprar as roupas afinal de contas eu não acho que vamos poder usar essas roupas por mais tempo – Cheirei em baixo de meu braço e quase desmaio, ainda usávamos as roupas da festa.
Rafael – Concordo.
Saímos no carro de meu pai da mansão em direção à cidade, e compramos roupas e tudo mais que podíamos, Como é bom ser rico Pensei carregando umas 50 sacolas nas mãos, estava bem àquelas cenas de desenho ou filme.
Voltamos com tudo no final do dia para o hotel. Chegando lá joguei tudo no chão mesmo e me joguei na cama pensando em tudo que tinha acontecido naqueles dois últimos dias escapei da morte pelas mãos de uma besta fera, descobri que Hot e Aurora eram minha mãe e irmã, e de quebra descobri que sou a reencarnação de um líder heroico que combate o mal. É não da para ficar melhor. Pensei rindo.
Minha mãe avia combinado que todos os dias depois da escola eu iria treinar com Áqua e os Supremos.
No dia seguinte também voltei a escola todos me faziam perguntas de como “Ele” era e como eu sobrevi. Para Felipe as coisas não estavam muito diferentes, ele avia saído do hospital a noite junto dos pais e de min afinal de contas eu era o melhor amigo dele e ainda sou.
A mansão ficou igual a como era, fiquei meio surpreso com a velocidade com que Touro a reergueu, e meio decepcionado já que ele a fez ficar igual ao que era (incluindo a mobília).
Assim se passaram dois anos de intensos treinamentos. Estava com 10 anos na época e não avia mudado muito, avia ganhado um pouco mais de altura e o cabelo mais tamanho e volume.
Os treinos com Áqua e os Titã aviam sido difíceis e intensos, a principio tive dificuldade de aprender, mas com o tempo comecei aprender até rápido demais Áqua e os outros sempre se surpreendiam de como aprendia rápido, mas uma coisa ainda me incomodava e era quando eu teria minha primeira batalha.
Resolvi naquela época botar pressão em Áqua, para ela falar com minha mãe.
Rafael – Vai Áqua, por favor – eu ela estávamos treinando combate corpo a corpo, coisa que não era muito difícil para min.
Áqua – E como vou saber que esta pronto? – perguntou desferindo uma serie de socos rápido que eu desviei em alta velocidade.
Rafael – E como vai saber se não me der uma chance? – perguntei a fazendo parar a luta e ficar pensativa com a cabeça baixa e a mão no queixo.
Áqua me olhou e depois começou andar de um lado para outro dava para ver que ela pensa no que tinha dito. Ela então para na minha frente e sorri.
Comecei a pular de felicidade.
Áqua – Ei ei, – me chamou a atenção ainda com um sorriso – eu não prometo nada, mas vou tenta convencer sua mãe – Abracei Áqua sorrindo.
Com o passar do primeiro ano de treino com os Titãs avia desenvolvido um forte laço de amizade com Áqua e até mesmo a considerava uma segunda mãe para min, para ela não era muito diferente, apesar de ser dura seria e rigorosa nos treinos ela tinha um amor de mãe por min.
Separamos-nos sorrindo.
Áqua – Agora de volta ao treinamento – Disse ficando em posição de combate eu fiz o mesmo, mas na ora que íamos avançar um em cima do outro um alarme começa a tocar e uma luz vermelha a picar sorri ao ouvir aquilo Áqua me entre olhou, meu relógio titã, iguais ao de Touro (Todos os seres vivos na Central tinham um) começou a emitir um brilho de luz chamando nossa atenção.
Passei minha mão a alguns centímetros do visor e este se iluminou fazendo um holograma azul claro de Touro aparecer, Áqua se aproximou.
Áqua – O que aconteceu Touro? – Perguntou olhando o Holograma. Acho que óbvio o que aconteceu pensei eu sorrindo.
Relógio: Touro: Titã classe 5 atacando a cidade. – Respondeu a voz de Touro vindo do relógio.
Áqua – Já avisou Ana e Vitória? – Perguntou seria.
Relógio: Touro: sim, por que precisa falar com elas? – Perguntou curioso, Áqua me olhou me deu um sorriso.
Áqua – É, preciso, e antes da missão – Comecei a pular de novo de alegria fazendo Áqua rir.
Relógio: Touro: Pode deixar venha para o comando Central, que vou pedir que elas se apresentem.
Áqua – Já estou indo. – Nisso o holograma cessa e o relógio se apaga. – bom vamos antes que eu mude de ideia.
Dirigimos-nos pelos infinitos coredores da central e pegamos o elevador para o Comando Centra. Ao chegarmos nós dirigimos a mesa de reuniões e nos sentamos, minha mãe na ponta esquerda com eu do lado direito e vitoria do esquerdo e na outra ponta Áqua com Sun à direita Earth à esquerda e os demais nos outros lugares.
Ana – Bom Áqua fale logo, temos um Sombrio atacando a cidade. – Disse preocupada.
Áqua – Então vou ser direta – Disse dando um sorriso para min. – O Rafael deve participar desta missão.
Todos olharam surpresos.
Ana – Mas como você pode ter certeza que ele esta pronto? Ele é só um garoto! Meu deus ele tem só 10 anos! – Disse exaltada de preocupação.
Minha mãe Ana pelo que pude perceber com o tempo sempre iria querer me proteger, mas Áqua sabia que em algum momento eu teria que sair da assa dela e assumir o controle e cumprir meu destino.
Áqua – Ana tente entender eu sei que ele é seu filho, mas já era para ele ter começado isso a mais de um ano. A Vitoria começou com 9 anos e veja como ela esta – Olhamos todos para ela que estava ouvindo musica pelo relógio.
Sim isso não é só um relógio, é um Mp3, aipod, celular câmera fotográfica, minicomputador (muito, muito, muito, muito, mais avançado do que os melhores PC’s fabricados por humanos até então), alem de possuir um pequeno laiser embutido.
Áqua – Tá ela pode não ser o melhor dos exemplos, mas esta viva e isso que importa. – Disse seria.
Vitoria – Oi, alguém falo comigo – Perguntou tirando um dos fones sem fio, eu ia bater nela.
Todos menos Vitoria – NÃO!! – Gritamos.
Vitoria – Ai! Não precisa gritar! – Disse voltando a por o fone.
Ana – Ele não esta pronto! E se ele se machucar, ou pior! eu não sei o que eu faria! – Disse exaltada.
Áqua – Esse é o problema Ana, o garota esta pronto, agora cabe você deixa-lo mostra que esta — Áqua sorriu para min. – Como você vai saber se não der uma chance a ele? – Perguntou mais como afirmação.
Minha mãe me olhou de maneira pensativa e eu só sorri, ela suspirou.
Ana – Áqua esta certa, se eu não lhe der uma chance nunca saberei, mas só aceito com uma condição, Rafael deve ficar comigo nesta luta e só observara vitoria para se acostumar – Dei um meneio de cabeça e um meio sorriso, afinal de contas não estava totalmente feliz, mas entendia que minha mãe se preocupava e iria fazer como ela pedia.
Nós levantamos dando por encerada aquela reunião.
E fomos em direção ao elevador.
Ao entrarmos eu Minha mãe e Vitoria descemos para um dos hangares da Central.
Paramos de frente a porta já aberta. Lembrei-me das aulas de voo com Ice que era considerada a melhor em voo entre os Titãs.
Flash back On
Estavamos eu e Ice no campo de treino eu já com minha armadura de bronze+Arzum ativada assim por se dizer, Ice possuía uma armadura Dourada de Arzum puro.
Ice – Para voar você deve concentra sua energia Titã na parte do corpo que esta mais próxima do solo, e imaginar os movimentos que deseja executar, sempre se preocupando em equilibrar a suas energias titãs para manter seu centro de gravidade. – Na pratica era mais fácil falar do que fazer, treinei durante messes aquilo conseguindo até sair do chão, mas na maioria das vesses perdendo controle e sendo lança com força contra o chão ou a parede. Com o tempo peguei o jeito, começamos a tentar manobras de combate essas sendo facilmente aprendidas por min, ao que parece depois de pegar o jeito eu virava um prodígio em tudo o que fazia.
Flash back off
Olhei para baixo vendo o solo bem longe, para minha sorte eu não tinha medo de altura.
Ativei minha armadura fazendo meu corpo brilhar e minha armadura Bronze+Arzum aparecer.
Ia sair voando quando Vitoria me chamou.
Vitoria – Agora que faz oficialmente parte da equipe merece isso – Disse me estendendo uma daquelas mascaras de Bronze+Arzum, Minha mãe possuía uma de Ouro+Arzum assim como sua armadura.
Rafael – Valeu! – Disse sorrindo.
Minha mãe e irmã colocaram suas mascaras, assim sendo impossível sermos reconhecidos.
Nós aproximamos da beirada da porta do hangar.
Rafael – Quem v.... haaaaaaa!!! – Vitoria para variar me empurrou da beirada me fazendo cair em queda livre, faça como Ice ensinou, Pensei eu.
Concentrei minha energia nas pernas começando aos poucos a perder a velocidade até parar flutuando a poucos metros do chão.
Rafael – Yes! Consegui! – Joguei a mão para o alto comemorando, mas nisso girei ficando de cabeça par baixo, Equilibrar a energia, pensei eu, e nisso fiz meu poder que parecia ter se descontrolado com meu ataque de felicidade voltar para as pernas, me fazendo voltar a ficar de cabeça para cima.
Voei em alta velocidade parando em frente à porta da ao hangar da Central, minha mãe e Vitoria já estavam transformadas e flutuando.
Rafael – Por que fez aquilo?! – Perguntei irritado, Vitória riu.
Vitória – Por que é divertido te ver irritado.
Ana – É crianças, eu sei que vocês adoram discutir, mas devo lembra-los que a cidade esta sobre ataque. – nos viramos para ela eu ainda irritado sem olhar para Vitória e ela indiferente.
Ficamos invisíveis, basicamente cada um criou um campo de invisibilidade mais ou menos parecido com o da central, passamos o campo de força da Central com velocidade e ganhamos altura, de cima pude ter uma bela vista da cidade, ao norte via as minas da minha família, ao leste o brilhante e límpido mar atlântico e a cidade com seus enormes e belos prédios de escritórios e seus colossais aranha céus, a Sul uma serie de mansões (incluindo a nossa) e mais ao fundo e seguindo para Oeste a floresta Escarpada, esta sendo constituídas de pequenos subidas íngremes e trilhas estas onde eu e minha mãe sempre adorávamos caminha ou praticar monta-baike, nos dirigimos ao norte indo baixo pela cidade para o centro, geralmente era lá que aconteciam a maioria dos ataques.
Pousamos ainda invisíveis e nos entre olhamos.
Vitoria – Cadê ele – Vitoria me perguntou usando telepatia sendo assim só nos três ouvíamos.
Rafael – Vai ver ele fugiu – sugeri eu.
Ana – Eles nunca fogem querido – Disse minha mãe com um sorriso.
Nisso fomos interrompidos pelo barulho de gritos de crianças e nisso vimos de uma esquina um pouco a frente uma menina com aparência de ter 5 anos cabelos castanhos presos em duas Maria Chiquinhas estava com as roupas sujas de Terra corendo, um pouco atrás vimos um Elemental Sombrio voando com uma pedra gigante flutuando em cima da cabeça da criança.
Ana – Vá rápido Vitória – Disse minha mãe Vitória deixou de estar invisível e fez sua espada aparecer em mãos e saiu voando.
A pobre garotinha corria até tropeçar e cair, à criatura sorriu de maneira cruel fazendo a pedra começar a cair....
Continua....
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