Titã Supremo: Destinity

6 Capítulo 6 - A Luz de Fenix


Notas iniciais
Pessoal sei que demorei, não vou nem tentar tentar me justificar, a e uma boa noticia meu celular esta de volta - para nossa alegria - eu agora estou conectado no Nyah 24 horas por dia 7 dias por semana. Bom sem mais delongas boa leitura. :) (Modificado em 26/05/2014)

....à menina fechou os olhos , mas em vez de sentir-se ser esmagada pelo pedregulho ouviu um forte estrondo, a menina abriu os olhos e viu Hot com um salto no ar cortar a pedra em duas em sequencia cair de pé no chão olhando a criatura, Hot se virou para a menina.

A menina a abarcou, minha irmã parecia surpresa, mas depois se abaixou abraçando menina.

Menina – Obrigada Dona Hot – Minha irmã devia estar sorrindo por baixo daquela mascara.

Por mais que Vitória fosse chata às vezes, ela adorava crianças, dês que a criança não fosse eu.

Hot – Foi um prazer garotinha, agora vá – Disse com um tom gentil.

A menina saiu corendo em nossa direção nós desviamos para os lados, estavamos invisíveis não éramos fantasmas para garotinha nós atravessar.

A garotinha passou por nos e parou se virando e olhando diretamente para onde eu estava, mas podia ver por sua expressão que na podia me ver e sim sentir minha presença.

Minha mãe avia me explicado que crianças até completarem 8 anos ainda mantinham certo contato com o tal plano espiritual assim como os cães e gatos sendo mais sensitivas do que os adultos, segundo minha mãe esse avia sido o motivo daquele poder que usei contra os elementais a dois anos não ter se manifestado em horas como aquela até então, como queria que aquilo tivesse acontecido quando e eu Vitória brigávamos, mas voltando, nunca conseguira usar aquele poder pois ainda mantinha contato com o tal “plano espiritual”.

A garota olhou mais um pouco, eu estava parado igual uma estatua e minha mãe ria baixo. A garota voltou a correr e virou na esquina seguinte.

Eu minha mãe voltamos nossa atenção a Vitória que estava encarando o Sombrio nos olhos, este depois de um bom tempo ri de maneira cruel.

Vitória – Qual é a graça! – pergunta irritada.

? – Uma piralha como você acha que pode derrotar uma criatura superior como eu? – ele da uma arqueda de sobrancelha, Vitoria se irrita e avança contra criatura.

A criatura desvia de ferozes golpes de espada de Vitória sem dificuldade, em uma investida de Vitória ela avança demais e a criatura acerta um potente chute na altura da barriga, se não fosse armadura com certeza ela teria morrido, o golpe lança vitoria em alta velocidade para trás vitoria se choca um poste de ferro este se entorta como se fosse borracha.

Dei um olhar preocupado para minha mãe era obvio que aquele Sombrio não era como os outros.

Ele possuía inteligência, geralmente os sombrios que minha mãe e Vitória enfrentavam usavam força, mas até hoje nunca tinha visto um que usasse a cabeça.

Ana – Não se preocupe ela sabe o que faz –Disse telepaticamente.

Rafael – Tem certeza?– Perguntei e nisso apontei para vitoria que se levantava com certa dificuldade, ela parecia ter quebrado algo.

Minha mãe olhou aterroriza a criatura a certar um chute na altura da barriga de minha Irmã.

A criatura depois a levanta pela gola da armadura.

? – Ah que falta de educação a minha eu nem me apresentei – Disse cinicamente, minha irmã levanta o rosto um pouco o fitando, era possível perceber que ela estava com dor – meu nome é Vélis Elemental Sombrio da 5 classe da terra (elemento).

A criatura ia lança-la longe, mas minha mãe partiu com tudo desferindo um potente chute circular no rosto da criatura esta voa como uma bala e atravessa a vitrine de uma floricultura.

Ana – Rafael continue invisível e cure Vitoria – Avia aprendido com os Titãs que a energia eletromagnética ou Titã era capaz de curar qualquer ferimento ou doença desde que se saiba usa-la.

Corri em direção a Vitoria.

Com o impacto do chute de minha mãe a criatura avia largado Hot bruscamente, mas a queda não parecia tela afetado muito.

Rafael – Vitória! Vitória! – Gritei a sacudindo ela abre os olhos calmamente.

Vitória – Aqui é o inferno? Por que to vendo o capeta – Disse rindo, mas nem assim ela deixava de querer me irritar.

Rafael – Não, mas ta muito perto de ser. – Disse rindo.

A final de contas ninguém tinha paz naquela cidade por causa dos Sombrios.

Vitória – Não quebrei nada nê? – Perguntou tentando se levantar, mas rapidamente aperta a barriga com dor.

Rafael – Isso responde sua pergunta? – Perguntei rindo.

Vitória – Ha, Ha Muito engraçado, mas da para você me curar logo – Disse com dor, eu sorri.

Rapidamente fiz uma energia azul claro envolver minha mão e passei-a flutuando a poucos centímetros da barriga dela, a energia começa cair como gotas D’Água sobre a barriga dela rapidamente a vejo serrar os dentes com dor, a barriga começa a brilhar um pouco e logo o brilho some bem como a energia de minhas mãos.

Rafael – Melhor? – Perguntei a ajudando a se levantar.

Vitória – Muito – Disse sorrindo.

Fomos interrompidos por um barulho do que me pareciam vasos quebrando, nos viramos em direção à floricultura em que o Sombrio avia caído, e vimos meio incrédulos minha mãe quebrando vasos com a espada que eram arremessados em sua direção.

Olhando para a floricultura vimos o Sombrio com vasos e mais vasos de argila flutuando a sua volta e depois se lançando contra Aurora.

Boa telecinese,pensei eu, para quem não sabe telecinese é a capacidade de mover objetos com a mente, uma capacidade Titã bem útil.

Aurora – É muito gentil da sua parte me oferecer flores, mas e não sou muito fã de margaridas. – Disse debochada quebrando um vaso das flores em questão.

Vélis – Então mudando de flores para arvores, – disse movendo o braço para cima fazendo um vaso ENORME (2X5 metros) – O que acha de palmeiras – Nisso a criatura lança o enorme vaso, minha mãe meio surpresa se jogou para o lado e vaso bate contra um carro e depois com uma parede se quebrando inteiro e levantando uma pequena mais grosa nuvem de terra.

Vitória deu uma entre olhanda para min e rapidamente saiu corendo, mas parou a ao ver a acompanha-la.

Vitória – Aonde pensa que vai?! – Perguntou irritada.

Rafael – horas ela também é minha mãe e... – Fui interrompido.

Vitória – E ela mandou você ficar de fora assistindo e não se ariscando. – Completou ela e saiu corendo.

Por mais que não quisesse admitir Vitória tinha razão, minha mãe me daria uma bronca se me visse a desobedecendo.

Continuei invisível e pude ver minha irmã entrar na nuvem de terra e desaparecer, logo depois ouvi o barulho de fortes socos sendo desferidos, vi rochas saindo do nada e se chocando com caros e bolas de fogo e clarões vindo de lá de dentro e logo depois um barulho de estrondo forte a luta parecia ter acabado bem como a nuvem de terra e pude ver uma figura alta mais disforme no meio do que parecia uma praça de guerra: o asfalto estava destruído e rachado, os carros retorcidos e em pedaços, os postes e arvores tinham sido arrancados e retorcidos.

A figura ficou melhor visível quando finalmente a poeira baixou e pude ter uma visão assustadora, o tal Vélis segurava minha irmã e minha mãe com uma mão pela gola das armaduras, elas estavam desacordadas e sem as mascaras. Vitória estava com um corte na bochecha e minha mãe com o lábio inferior cortado.

A criatura riu malevolamente as olhando desacordadas.

Vélis – Sei que esta ai, posso sentir sua presença – Outro poder Titã bem útil a capacidade de sentir a presença de outro Titã por sua energia eletromagnética, uma pena ele conseguir usar esta capacidade.

Gelei quando o ouvi dizer isso, vi o largar Hot e aurora no chão. Sua calda balçava de maneira furtiva enquanto seus olhos adquirem um fogo negro queimando intensamente.

A criatura arrancou em minha direção com um soco, rapidamente deixei de estar invisível e desviei por pouco para a direita.

Vélis – Você tem bons reflexos garoto, mas e só um piralho. – Disse em posição de batalha.

Fiz o mesmo.

Rafael – E você não é como os outros Sombrios, você pensa antes de agir. – Afirmei com um sorriso, pude perceber que enquanto falava ele me analisava com os olhos, provavelmente pensando em como me vencer.

Vélis esboçou um sorriso e decolou baixo em minha direção fiz o mesmo e nos chocamos com força no ar e começamos a trocar socos poderosos em um intenso combate corpo a corpo, alguns socos me acertavam bem com em Vélis, mas graças as nossas armaduras não surtiam efeito algum, até um presente momento tentei um soco mais forte só que Vélis recuou e a agarrou meu braço logo me laçou contra uma parede me choquei caindo no chão pude ver um pouco sangue saindo de minha boca, não pelo impacto, mas sim pelo esforço da luta. Áqua avia me explicado que o poder Titã era desgastante fisicamente e mentalmente assim podendo pelo uso prolongado continuo causar pequenas hemorragias.

Tentei me levantar, mas fui chutado na barriga me chocando de novo com a parede e logo depois fui erguido por Vélis pelo pescoço no ar com a mão direita, coloquei a minhas mãos por cima das dele tendo me soltar, mas em vão sentindo-me ser enforcado. Olhei para sua mão esquerda e pude ver vitoria Minha mãe desacordadas sendo levantadas pela gola da armadura.

Vélis com um tranco forte fez minha mascara cair e me olhou nos olhos e sorriu.

Vélis – Que lindo, por suas feições posso ver que devem ser sua irmã – Disse olhando Vitória – e sua Mãe – disse olhando Ana – vai ser uma linda morte em família posso até ver o enterro. – Disse com um tom debochado.

Pude sentir Vélis me enforcando com mais vontade o com o pouco ar que me restava só pensava uma coisa não posso o deixar mata-las, são minha família.

Senti uma energia latente despertar do fundo de meu ser, era quente e poderosa, era resplandecente e luminosa. (N/A: Até rimo =) )

Meu corpo começou a brilhar de maneira intensa.

Vélis – Mas o que é isso. – Perguntou incrédulo.

Todo aquele brilho explodiu em pura luz lançando Vélis como um foguete contra uma parede, Vitória e Ana foram envolvidas pela luz e curadas instantaneamente e colocadas suave mente no chão, a energia voltou a min, eu, bom eu estava pegando fogo branco (literalmente) o mesmo fogo de dois anos atrás só que todo meu corpo estava envolvido.

Áqua com o tempo avia me explicado mais a fundo a historia Dreakers e Lux, cada um possuía um poder lendário e oposto os dois eram a origem da mais lendária das criaturas da mitologia: A Fênix, Lux A Fênix da Luz Eterna e Dreakers A Fênix da Escuridão Eterna. A origem deste poder era desconhecida de todos, mas sabia-se que em algum momento antes de Lux Dreakers o possuírem, aviam sido grandes amigos.

O fogo que me envolvia segundo Áqua era a própria emanação do poder da Fênix: O Fogo de Luz, luz que queima como fogo intensa e continuamente.

Pude me sentir mais forte olhei para aonde Vélis avia caído, mas ele avia sumido comecei a flutuar e a girar olhando apara todos os lados.

Rapidamente achei as mascaras de Hot Aurora colocando nelas e colocando a minha.

Vélis – Então quer dizer que não é um simples piralho? – A voz parecia vir de todos os lados – É o Grande Supreme, isso não poderia ficar melhor, alem de matar a Famosa Hot e a Grande Aurora serei condecorado e promovido para o mais alto nível por meu mestre por destruir o Lendário Supreme – Pude ouvir o barulho de helicópteros e logo depois vi um de reportagem acompanhado de um da policia sobre min.

Rapidamente senti a presensa de Vélis atrás de min e por pouco desvie de soco poderosso dele começamos a trocar socos no ar cada vez mais alto em um descuido meu Vélis me acerta um soco me lançando para baixo consegui arrematar e Vélis com incrível velocidade começa outra batalha corporal eu sorria por dentro enquanto a cada soco, vélis parecia perder a força até que em um descuido acertei-lhe um soco na cara o fazendo se esborrachar no chão levantando uma pequena nuvem de poeira pousei ao lado da cratera e o vi saindo do buraco com dificuldade.

Vélis – Mas como Você... – o interrompi com um sorriso.

Rafael – Um Sombrio nunca deve ter contato direto com a luz, ainda mais a Luz de fenix – o ergui pela gola da armadura, aquelas palavras aviam sido ditas por Áqua a min, mas não imaginava que fossem tão verdadeiras.

Vélis avia apagado, fiz meu fogo o envolver e ele começou a brilhar.

Rafael – Titã Supremo! Titã... – pensei rápido e sem ideias falei o primeiro nome que me veio à cabeça. – Supreme!

Estas 4 palavras juntas funcionavam como uma senha de acesso a dimensão prisão, dimensão esta onde todos os Sombrios estavam presos. Segundo Áqua eu avia criado aquela dimensão na época que estava junto deles dando minha vida para cria-la e prender os sombrios, Áqua avia me explicado que meus poderes aviam se dividido uma parte usada para criar uma película energética impetrável impossibilitando a criação de um vórtice da Dimensão Prisão para a nossa, a outra parte segundo Áqua avia sido escondida em uma relíquia bem conhecida de lendas, ela não me falou qual, segundo ela quando nasci meu poder na dimensão prisão voltou a min possibilitando os titãs de se libertarem ocasionalmente.

Com as 4 palavras a criatura (desacordada) brilhou e se transformando em luz e em seguida em um cristal losangular verde com uma espécie de fumaça negra se mexendo dentro dele.

Minha mãe avia me explicado que aqueles cristais funcionavam como portais de energia ao serem energizados se tornavam Vórtices capazes de trazer seus donos a nossa dimensão, a Cidade Wonderland segundo ela tinha milhares destas espalhadas por toda ela e arredores, e a energia negra era um poder antigo de controle Sombrio.

Com cristal em mãos (meu corpo ainda pegava fogo branco) olhei para os 2 helicópteros que sobrevoavam acima de min.

Policial – Qual é o seu nome novo herói? – Ouvi vir do helicóptero policial e vi um câmera me filmando do helicóptero de reportagem.

Pensei por um segundo e sorri.

Rafael – Supreme, Grande Supreme. – Disse que nem James bonde, legal nome excêntrico, mas faze o que se sou meio exagerado.

Estranhamente o fogo em min apagou e senti algo escorer de meu nariz passeia mão e olhei Sangue, Conclui mentalmente olhando o liquido avermelhado. Senti minha vista escurecer, com certeza tinha extrapolado não estava pronto para tanto poder.

Caia no chão sem conseguir ver, mas pude ouvir a voz de minha mãe me chamando e depois sentir me sacudido, logo apaguei e comecei sonhar com tudo que tinha acontecido. Desde o treino com Áqua até o momento que aquele poder despertou em min até hora em que avia prendido o tal Vélis, quando disse meu nome de herói e depois nada.

Pov’s Rafael off

Enquanto isso na Dimesão Prisão

A dimensão prisão consistia de um planeta cercado de uma (atualmente) fina camada de energia, qualquer um que tenta se sair do planeta (por exemplo) dela pela direita reaparecia pela esquerda.

Em um determinado extremo do planeta via se uma imponente montanha muito íngreme e estremamente rochosa com picos pontudos e ventos e temperaturas altíssimas. Em uma caverna um certo Sombrio acorda depois de levar a surrar de sua vida.

Vélis – Mas.... onde... – ele para de falar ao reconhecer aquele lugar.

? – Então você acordou – Vélis se vira em direção a um trono feito em rocha negra nele um Elemental repousava com uma espada a tira colo.

Ele possuía a pele (N/A:Tinha esquecido de mencionar Elementais possuem pele, Supra Elementais possuem escamas.) negras como a noite mais escura, olhos de um vermelho intenso envolvidos por um fogo que queimava intensamente.

Vélis – Mestre eu... – Ele interrompido.

O poderoso Elemental voa de seu trono com um pulo com um chute certeiro em Vélis e lançado contra uma parede este se choca contra e golfa sangue.

? – Você o que! Foi derrotado por um pirralho?! – Vélis estava como cara de descrença Como ele sabe disso?Se perguntou mentalmente – Eu tenho minha bola de cristal – Nisso com a mão livre fez uma bola de vidro flutuar a depois retornar ao chão.

Vélis – Mestre Negre ele era... – Foi interrompido pela criatura que o suspende pelo pescoço.

Negre – Ele era o que!? muito bem treinado... – é interrompido.

Vélis – Ele era Supreme! – Grita já sem ar.

Negre o solta bruscamente, estava abalado com que ouvira.

Vélis passa a mão pelo pescoço e nisso e suspenso pela gola da armadura.

Negre – E como ele estava, a única informação que tínhamos era que teria atualmente 10 anos e que nasceria em Wonderland.

Negre põe Vélis no chão e este fica em estado de sentido como um soldado (N/A:Barriga pra dentro peito pra fora).

Vélis – Ele estava forte mestre, e usou a luz de Fênix contra min por isso fui derrotado – Negre o analisava como se estivesse tendo ver uma mentira.

Negre – Por isso não conseguir ver o final da luta, mas não acha que isso vai ser o suficiente para escapar de um castigo – Ele sorri de maneira cruel, e nisso pega sua espada.

A espada possuía um lamina grande e larga de cor cinza de dois gumes, um lado serilhado e o outro de lamina normal, possuía uma empunhadura preta com espirais cinzas e na ponta desta uma cristal negro, no meio da lamina via-se uma escrita em caracteres de uma língua a muito perdida.

Vélis recua com medo e Negre avança calmamente.

Vélis – Não podemos conversar sobre isso? – pergunta assustado.

A lamina da espada pega fogo de uma cor negra intensa

Negre avança com tudo, Vélis fica encurralado contra a parede.

Mas na hora que iria ser atravesado com a espada.

Vélis – Eu vi os rostos! – Grita desesperado. Negre para a lamina a milímetros da barriga Vélis.

Negre – Isso parece ser promissor, quais deles você viu o rosto.

Vélis – De... Todos sen.... senhor – Diz gaguejando de medo.

Negre baixa a espada e olha para Vélis com um sorriso um tanto quanto gentil.

Negre – Encontre James, e de uma boa descrição e mande que ele repasse para Falange e Telequix, eles com certeza serão capazes de descobrir quem são.

Negre voltou a ao seu trono enquanto um Vélis muito assustado saia por uma porta de pedra lateral para cumpri as ordens de seu mestre.

Negre – Terei minha vingança – Disse com um sorriso cruel fitando sua espada, esta para de pegar fogo.

Notas finais
Espero que tenham gostado, até a próxima pessoal. :)