Titã Supremo: Destinity

10 Capítulo 10 - Encontro 1 Parte


Notas iniciais
Meloso, mas devo dizer que gostei muito de escrever esse, cheguei até a chorar de tão meloso que ficou. Sem mais delongas, boa Leitura. :)

Depois de deixar Vitória corri como um condenado pelos corredores da central, em seguida peguei o elevador em direção ao térreo. Já eram 08h45min, o encontro seria as 9h00min em um restaurante no centro da cidade, fazia tempo que eu não ia lá, er... desde a época “dela”.

Bom, mas voltando: ao sinal sonoro da porta desatinei em uma corrida desenfreada vencendo facilmente os poucos metros que me separavam da mansão. Entrei e bati a porta (sem querer) com força fazendo minha mãe que assistia a TV dar um pulo de susto.

Ana – Aconteceu algo filho?! – Pergunta meio sobre saltada.

Rafael – Adescupamãenãopossofalartchau... – Falei rapidamente correndo escada a cima deixando minha mãe curiosa. Com certeza ela iria me fazer varias perguntas depois, mas no momento eu não tinha nem tempo ou paciência para respondê-las.

Minha cabeça girava me perguntando como fui esquecer-me do encontro, Eu so um tapado mesmo, pensei irritado comigo mesmo.

Entrei no quarto como um furacão em direção a meu armário que cobria a parede dos fundos do quarto sendo feito em madeira de lei e muito bem envernizado, se visem diriam: Que coisa de velho, mas se quer saber eu gosto. Mas voltando: Abri as portas centrais onde ficavam meus casacos e roupas mais de frio que não sei pra que tenho sendo que moro no Brasil, e retirei uma roupa embrulhada em um saco plástico fosco grande com zíper.

Coloquei o plástico intocado em cima da cama e voei para o banheiro, afinal de contas acabara de sair de um dura luta contra vitória, eu não estava o melhor exemplo de higiene naquele momento.

Despi-me entrando no Box e tomando um banho bem quente, a água quente me fazia relaxar e ajudava a pensar e refletir sobre as coisas, me fazia pensar em tudo que me avia acontecido desde meus cinco anos de idade: o Ataque à mansão; a revelação de minha mãe e irmã serem respectivamente Aurora e Hot as grandes heroínas da cidade; os treinos duros com os Supra Elementares Supremos e o forte laço fraternal que avia desenvolvido com eles, principalmente com Áqua e Sun; minha primeira luta contra um sombrio e em que de quebra avia usado pela primeira vez a tal “Luz de Fênix” da qual estava por questões de segurança proibido de usar; e meu momento favorito: o dia em conheci Julia.

Com ela eu sentia algo que transcendia o físico e parecia se estender ao espiritual: quando olhava em seus olhos era como se já os conhece há muito tempo, como se já a conhecesse de uma outra vida. Sentia que com ela todos os problemas caiam por terra, e o mundo parecia mais feliz, mais alegre e com vida, com ela o tempo parecia parar como se estivesse tudo em câmera lenta, seus sorrisos pareciam iluminar meu caminho e me dava a cada momento mais confiança no que queria no futuro: eu queria me casar com ela, ter filhos com ela e acima de tudo faze lá feliz de todas as maneiras possíveis.

Pode parecer talvez inacreditável, mas estes meus devaneios consumiram somente meus 5 minutos de banho.

Sai do Box ainda me secando em direção ao armário, e em seguida abrindo as portas duplas do lodo esquerdo me agachei abrindo uma das três gavetas que ficavam em baixo, retirando uma cueca Boxe, afinal de contas eu não iria com as parte sacudindo ao ar livre.

O vesti e me direcionei a cama onde repousava o plástico de antes o abri colocando um terno preto impecável em cima da cama. Tratei logo de vesti-lo, já o tinha (o Terno) a mais de um ano, mas nunca avia nem se quer o experimentado, tinha medo que não me servisse, mas pela falta de tempo (Le se guerra com Vitória) não avia tido tempo de experimenta-lo.

Terminando de vesti-lo me encaminhei ao armário abrindo as portas dupla do meio e me agachando retirei um sapato preto de bico fino muito bem lustrado o colocando ao lado da roupa na cama voltei ao mesmo lugar e posição só que desta vez para as uma das três gavetas que ficavam do lado direito, Abria uma cheia de gravatas.

Comecei a remexer na gaveta, ainda me pergunto para que tanta gravata, sendo que eu quase não uso terno.

Mas voltando: depois de muito revirar a gaveta encontrei a única gravata borboleta preta que tinha naquela gaveta. Finalmente,pensei indo para frente do espelho e rapidamente dando os complicados nos e voltas da gravata.

Sentei na cama e rapidamente calcei e amarrei os sapatos.

Me dirigi a outra gaveta do lado esquerdo a abrindo e pegando um relógio de fivela de couro simples, o coloquei e mais uma vez vasculhando a gaveta tirei um pequena flor branca a qual prendi a lapela do terno.

Rapidamente dei um jeito no cabelo

Parei em frente ao espelho de corpo inteiro e me olhei por um momento.

Nada mal Pensei com um sorriso.

Então me direcionei a uma cômoda ao lado da cama abrindo tirei uma pequena caixinha roxa Tomara que ela goste, Pensei com um sorriso bobo nos rosto.

Olhei então para o relógio e tomei um baita susto 8h55min!!!!Pensei abismado.

Era para eu estar chegando ao restaurante àquela hora.

Sai do quarto corendo e voei porta a fora literalmente, Não tendo tempo, transporte ou outro meio de chegar ao restaurante, usar meus poderes eram a única maneira de chegar lá a tempo, ou pelo menos não tão atrasado, Pensei acelerando a velocidade, se Áqua soubesse que eu a via feito isso ela com certeza iria me dar uma bela bronca, nas palavras dela: “Os poderes Titãs só deve se usado em situações estritamente extremas”, mas levando em consideração o contexto da situação, ou seja, eu estar atrasado para meu primeiro encontro com Julia, acho que pode se dizer que esta É uma “Situação estritamente Extrema”.

Ao chegar ao centro da cidade baixei voo em um beco logo atrás do restaurante e fiz a armadura desaparecer dei uma rápida alisada no terno e sai corendo, sai do beco em direção ao restaurante onde Julia já me aguardava sentada na mureta do jardim

Julia – Esta atrasado – Disse com um sorriso. Aquele sorriso que eu achava tão lindo.

Rafael – A descup..... – Perdi a voz assim que vi como estava vestida.

Julia usava vestido vermelho vivo longo de alça única do lado direito semi brilhoso colado que dava uma bela mostra de suas volumosas curvas e que possuía um corte lateral esquerdo dos joelhos para baixo o que dava certa visão de suas pernas, calçava um par de saltos agulha pretos e levava uma bela carteira de couro estilizado da mesma cor, no pescoço usava um medalhão dourado em formato de coração estilizado, seu cabelo esta penteado pera esquerda de maneira volumosa o que só fazia aumentar sua beleza.

A olhava deslumbrado com tamanha beleza.

Rafael –Vo... Você Es... Esta Mu... Muito Bo... Bonita. – Disse corado e nervoso.

Julia – Obrigado – Disse corada.

Um silencio constrangedor se instalou entre nos: eu parado que nem um tonto, e ela sentada na mureta do restaurante, melhor eu fazer alguma coisa Pensei.

Rafael – Queira entrar mademoiselle – Disse abrindo a porta para ela.

Ela sorri.

Julia – Abrigado monsieur– Disse entrando com um sorriso.

A acompanhei fechando a porta.

Julia – Nossa... é lindo – Disse admirada com o lugar.

O restaurante era Frances, aquele era sem duvida o melhor restaurante da cidade, possuindo as paredes num tom de bege claro e em certos pontos colunas de ornamentadas em espirais dourada, entre uma e outra janelas de uma madeira preta avermelha em formato de arco, o teto em abóboda possuía adornos em madeira e o chão com um carpete de cor marrom completavam um belo conjunto, mesas quadradas feitas da mesma madeira das janelas com quatro cadeiras de estofado bege, as mesas eram cobertas com panos de cetim branco, e no meio de cada uma um vaso de flores (Tulipas), cada mesa acompanhava um conjunto de pratos de sopa e pratos carne e dentro destes uma espécie de guardanapo de pano, viam se ao lado de cada prato os respectivos talheres para cada situação.

Que estranho, penseiao constatar que o restaurante estava completamente vazio.

Sem dar maior importancia eu e Julia nos dirigimos a um pequeno palanque que ficava um pouco depois da entrada a fim de falar com o metre, este me olhou com um sorriso.

? – Monsieur Rafael fico feliz em revelo – Disse o homem de curtos cabelos negros muito bem penteados e bigode fino, trajava um terno sobe medida impecável.

Rafael – Eu é que fico feliz em velo ainda com fôlego Jacques. – Disse com um sorriso.

Jacques me conhecia dês de muito pequeno, e já deveria trabalhar a mais de 20 anos naquele mesmo restaurante.

Jacques – Fazia tempo que não o via monsieur Rafael, desde do tempo de mademoiselle... – ele para ao me ver baixando a cabeça meio triste com a lembrança – Perdon meseir se lhe reavivei maus momentos – Diz baixando a cabeça.

Rafael – Tudo bem Jacques – Disse dando um meio sorriso retribuído pela parte dele.

Jacques – E esta deve ser a bela mademoiselleque roubo o coração de monsieur –Diz com um sorriso se referindo a Julia.

Julia – É um prazer conhecer monsieur me chamo Julia – Disse estendo a mão para ele.

Jacques – Enchanté (Encantado) mademoiselle – Diz dando um beijo em sua mão.

Rafael – Bom Jacques, esta tudo pronto, certo? – Perguntei arqueando uma sobrancelha curioso.

Jacques – Certamente monsieur –Disse com um sorriso.

Rapidamente Fui por trás de Julia tampando seus olhos.

Julia – O que você vai aprontar? – Perguntou em tom de preocupação.

Coloquei então a boca próxima a seu ouvido Direito.

Rafael – É uma surpresa – Disse de maneira sensual, pude perceber certo arrepio da parte dela.

A giei então pelas mesas até uma escada.

Rafael – Olhe os degraus – Disse a fazendo subir com cuidado mesmo sem ver, subimos dois lances de escada saindo em um terasso, destampei em tão seus olhos.

Julia – É lindo... – Diz admirada com a paisagem.

O terasso possuía estruturas de madeiras recobertas de videiras (Uvas), o restaurante onde estávamos possuía seu próprio vinho artesanal. Bem nomeio do teraço via se uma mesa assim como as do andar de baixo só que no lugar do vaso um castiçal de prata muito bem adornado com três grandes velas, olhando para o seu pra cima via se a lua banhando o recinto com seus raios de prata, a grande metrópole parecia até silenciosa como se admira se em silencio aquela bela cena do jovem casal.

Puxei então a cadeira para Julia e esta prontamente sentou ainda extasiada com tudo aquilo.

Sentei-me então de frente para ela.

Julia – Você não acha que exagerou na produção? – Pergunta se referindo, bom, a tudo.

Rafael – Você ainda não viu nada – Disse com um sorriso e nisso dei um estalar de dedos.

Uma suave melodia de violino se faz presente no recinto e das escadas um homem com o dito instrumento vem e se postando a nosso lado.

Julia arregala os olhos.

Julia – Mas será que teve algo que o senhor não pensou – Diz colocando a mão na cintura com um sorriso.

Rafael – Não – Disse como um convencido e com mais um estalar dedos três homens muito bem vestido, dois com bandejas de prata cobertas e o outro, o próprio Jacques aparecem.

Jacques – Queiram se servir de Sopa de cebola – Cada qual com a bandeja a abre colocando uma prato a nossa frente.

O prato fundo a nossa frente possuía um liquido de cor um tanto avermelhada e de um aroma forte e agradável viam-se cebolas em rodelas e três pães feitos do que parecia queijo mergulhados na sopa, com o que me pareceu orégano por cima de cada qual.

Julia – Se não for muito incomodo qual a historia desta iguaria? Sempre tive essa curiosidade. – Pergunta curiosa com o prato.

Jacques sorri com a pergunta.

Jacques – De maneira alguma mademoiselleJulia, Os Estudiosos acreditam que a Iguaria nasceu na região de Lyon, sudeste da França, mas sua versão incrementa que provarão hoje certamente é da Cidade luz (Paris). – Julia da um sorriso em agradecimento pela explicação de Jacques – Bom, vou deixa-los à vontade – Disse se retirando com os dois homens.

Começamos comer e conversar trivialidades, devo admitir que fiquei muito surpreso com a refinada educação que Julia demonstrou, não que eu a achasse que ela fosse comer com as mãos, mas sim a maneira de sentar, de comer a sopa e até os gestos delicados. Ao termino, com mais um estalar de dedos os Homens retornarão, desta vez quatro mais Jacques, dois retiram os respectivos pratos e saíram.

Jacques – Queiram se servir de Foi Gras – Os homens abrem as bandejas colocando os pratos na mesa e se retiram.

A minha frente estavam três finas, mas grandes fatias de fígado de um bege esbranquiçado, o aroma era convidativo bem como sua decoração com folhas de limão frescas e beterraba.

Julia – O que seria Foi Gras? – Pergunta olhando o prato curiosa.

Jacques mais uma vez sorri com as perguntas de Julia.

Jacques – Foi Gras é uma iguaria feita à base de fígado de ganso especialmente engordado. Seu sabor é rico, amanteigado e delicado, ao contrario do fígado de ganso comum. Bom se me Dan licença – Diz com um sorriso se retirando.

Começamos a comer, Julia comentava impressionada como era gostoso aquela iguaria. O fígado possuindo o gosto de manteiga e se desfazia na boca, como se derretesse.

Voltamos a conversar, trivialidades desta vez sobre a escola a vitoria entre outras coisas em questão de poucos minutos aviam terminado mais um prato.

Julia – E o que vem agora? – Perguntou com os olhos brilhando de expectativa.

Rafael – A Sobremesa – Vi Julia abrir um largo sorriso com a resposta. Com mais um estalar de dedos os mesmos 4 homens de antes entraram acompanhados de Jacques, dois mais uma vez retiraram os pratos e se retiram.

Jacques – Queiram se servir de Profiterole – Disse com um sorriso.

Três bolas de massa açucaradas de uma cor amarela clara e com cobertura de chocolate era o que via, o aroma era o mais inebriante de todos da noite, e o gosto com certeza não poderia ser diferente.

Os homens abrem as bandejas colocando os pratos na mesa e se retiram

Julia – Jacques? – Disse dando um meneio de cabeça com um sorriso curiosa com a iguaria.

Jacques – Profiterole é uma sobremesa de massa açucarada recheada, estes em particular com creme baunilha, sorvete sde morango e calda chocolate. Este prato foi considerado iguaria real Francesa por volta do século 16. Se me dão licença – Disse se retirando.

Começamos a conversar sobre minha vida, terreno este que eu não gosto que seja abordado.

No começo eram perguntas sobre o passado: sobre antepassados, sobre a historia de minha família, mas eu sabia muito bem a pergunta que ela faria qualquer momento.

Julia – É sabe, eu estava com uma curiosidade, mas não sei se devo perguntar – Disse com receio esfregando as mãos nervosamente.

Rafael – Pode perguntar – Disse forçando um sorriso.

Julia sorriu ainda com um serto receio na pergunta.

Julia – É que já ouvi pessoas comentando que você nunca tinha conseguido gostar de ninguém antes “Dela”,– fazendo aspas – que eu era a Primeira desde “dela”, E eu fiquei curiosa, quem é essa “dela” que tanto já ouvi falar? – Perguntou Curiosa.

É agoraPensei, nervoso.

Continua.....

Notas finais
O próximo é para já. :)