Titã Supremo: Destinity
11 Capítulo 11 - Encontro 2 Parte
Notas iniciais
O homen que tocava o violino vendo aquela pergunta se retirou com pressa. Todos na cidade de Wonderslands conheciam aquela historia e sabiam que eu não gostava de falar “dela”, mas desde que eu começara a gostar de Julia eu já sabia que era mera questão de tempo até aquela pergunta surgir, e eu já avia me preparado para ela, ou era o que eu achava.
Rafael – Bom errr... e... ela.... – Julia me interrompe.
Julia – É deixa pra lá – Disse ao ver meu nervosismo – não preci.. – A interrompi colocando minha mão sobre a sua.
Rafael – Julia – Ela olha em meus olhos então continuei – isso é uma coisa que eu tenho que te contar, mas não por que você esta pedindo, mas sim por que eu preciso te contar – ela deu um pequeno sorriso e se acomodou melhor na cadeira.
Dei um suspiro antes começar.
Rafael – O nome dela é Isabella, sim você ouviu bem É – Vocês que estavam lendo deviam pensar que “ela” “dela” era alguém que avia morrido, mas era muito pior que isso. Suspirei de novo enquanto Julia passava o rosto de sua expressão de espanto para passível. – Isabella é minha é prima, isso foi a 2 anos, na Época eu tinha 12 anos, ela avia vindo passar férias de verão em Wonderland, naturalmente se hospedaria na mansão de minha família, minha tia avia se casado com um rico empresário europeu e acabou por se mudar para lá, por isso não a via Isabella desde meus 9 anos, e qual não foi minha surpresa ao encontra uma verdadeira mulher de gênio forte, cabelos louros com um corpo tudo em cima, foi paixão a primeira vista, nos primeiros dias eu não sabia o que sentia mas depois de dias de convivência e muitas conversas, comecei a entender o que sentia por ela, aos poucos percebi que os sentimento da mulher menina de 16 eram recíprocos, não demorou para um dia um beijo acontecer seguido de uma serie de encontros as escondidas, as poucos entre juras de amor começamos a ir rápido de mais, os beijos antes cálidos tornarão se ardentes como brasa, mas nós queríamos novas “experiências” se e que me entende – Disse enrubescendo junto de Julia – bom – Disse com mais um suspiro – na ora de tentarmos estas novas “Experiências” eu simplesmente não consegui ir em frente, algo mais forte do que minha vontade e extinto parecia me impedir, ela não ficou decepciona, tentamos diversas vez por fim acabamos nos distanciando e da noite para o dia (literalmente) ela tinha ido embora, eu entrei de certa maneira em uma depressão profunda durante dois meses não tinha vontade comer sair ou estudar, minha vida se resumia comer mal e dormir mal, por grande insistência de Vitória e de Felipe, que acabei saindo de meu casulo (quarto) e voltando a vida aos poucos.
Avia terminada aquela dolorosa historia, comecei a pensar, é nessa hora que se revela a verdadeira família.
Julia – Rafa – Julia sacudia as mãos na frente de meu rosto eu avia entrado numa espécie de transe me lembrando dos maus momentos. Um pouco depois de algumas piscadas dei um sorriso.
Julia – Por que esta sorrindo assim? – Perguntou curiosa.
Rafael – “as paixões são como venenos aos quais nos como voluntários nós oferecemos pela sensação da aventura, sem saber se o antídoto do amor surgira para sanar os efeitos a tempo ou se as sequelas são o que sobrarão dele, ou até a morte” – Disse com um sorriso fraco. (N/A: isso é de minha autoria :) ).
Julia baixou a cabeça me fazendo fita-la curioso por um momento, mas depois de pensar entendi o que ela avia pensa.
Rafael – Julia – Coloquei minha mão em seu queixo a fazendo me fitar nos olhos – o que eu sinto por você não é uma simples paixão, nas paixões você sente que precisa ter a pessoa se e que me entende – Disse enrubescendo – mas entre nós eu sinto algo que não sei explicar é como seu já conhece se de bom – falei sem jeito – de outra vida, é como se nós conhecemos desde antes de nascermos, e por isso eu sinto que contigo tudo posso e tudo suporto, por você eu sou capaz de tudo para faze-la sorrir esse sorriso – disse apontando para o sorriso que ela começava a esboçar – Julia – Disse me ajoelhando a frente dela, sua expressão era de curiosidade – Você quer ser minha namorada er... oficialmente – Disse abrindo uma pequena caixinha com duas alianças de prata.
Vi um largo sorriso da parte dela e num movimento muito rápido ela pulou em eu me derrubando e me beijando com paixão. Aquele beijo avia sido diferente dos outros que já aviamos trocado até então, ele era mais urgente mais intenso, nós separamos ofegantes era possível ver o ar de cada qual devido ao tempo ameno.
Uma pouco depois ela se levantou de meu colo e me ajudou a me levantar. Pude então notar uma barulho ensurdecedor de palmas e gritos do andar de baixo, Julia estendeu a mão para eu peguei um dos anéis.
Minha Julia – Disse olhando a parte interna onde estava gravada com bonitas letras as ditas palavras, coloquei em seu dedo anelar e ela sorriu. Estendi a caixa e pude vela ler a inscrição nele.
Julia – Meu Rafael – Disse com doçura.
E colocou o anel em meu dedo anelar.
Ouvi então mais uma vez o barulho das palmas do andar de baixo, Julia pode notar também.
Julia – Mas o que será que esta acontecendo? – perguntou curiosa.
Me dirigi a uma das claraboias e olhando para baixo fiquei incrédulo. Vitória sentada em uma das mesas com um vestido longo roxo em com um belo sorriso acendo mim.
Rafael – Er... Julia acho melhor descermos – Disse estendendo minha mão para ela, com um sorriso meio desconfiado ela pegou e nos dirigimos a escada.
Julia – Mas o que esta acontec... – Ela para ao chegarmos ao térreo.
Palmas frenéticas, foi o que ouvimos. No salão sentados em mesas estavam vários conhecidos meus de escola e amigos e família, entre eles: Minha Mãe e Pai e o Prefeito Roberto (Acreditem ou não, apesar da idade o homem continua se relegendo um mandato atrás do outro) em uma mesa ao lado Vitória, Felipe e Merry (Vitória com um sorriso de orelha a orelha) e nas outras mesas vários outros conhecidos de escola e amigos da familia.
Agora faz sentido por que o lugar táva vazio as 9h00min da noite, Pensei envergonhado com a situação que expusera Julia.
Julia me deu um sorriso nervoso.
Ana – Bem vinda à família! – Disse a abraçando com um largo sorriso.
Julia se limitou a enrubescer assim como eu.
Luiz – Cuide bem dele, – Disse secando uma lagrima – Ele é meu único filho.
Tá legal isso tá estranho, Pensei dirigindo um olhar irritado para Vitória.
Desviei então dos convidados e me dirigi a Vitória que a abracei disfarçando e aproximei podo a boca próximo de sua orelha, ela fez o mesmo.
Rafael – Isso é serio achei que já tínhamos nos acertado! – Falei baixo mais ainda sim irritado.
Vitória – Bom agora estamos quites. – Disse com um sorriso cínico.
Rafael – Danes-se!!! – Disse entre dentes irritados. Eu estava com uma vontade de matar Vitória ali mesmo, mas me controlei e depois de alguns segundos fiquei curioso – Como soube? – perguntei mais calmo.
Vitória – Bom, depois da escola como estava morrendo de raiva de você resolvi lhe seguir... – a cortei em tom um pouco mais alto.
Rafael – Você planejava me dar uma lição? – Perguntei recebendo um sorriso debochado em resposta – Só que você viu eu entra no restaurante e ficou curiosa e falou com Jacques – perguntei arqueando uma sobrancelha.
Vitória – Muito esperto, Muito esperto – Disse saindo andando para outro lado do restaurante com as mãos nas costas e aquele sorriso vitorioso.
E vejam só analisando os fatos ela avia armado tudo aquilo, ela não avia perdido ou empatado a luta, ELA avia deixado a luta dar empate? isso me faz pensar: o abraço que demos depois da luta avia sido sincero? Essa é uma pergunta que me faço até hoje. é vitória faz jus ao nome que tem, Pensei, e sem duvida eu fui muito burro para não ter percebido nada.
Ela não é de levar desaforo para casa, pensei suspirando.
Olhei em volta a procura de Julia. Eu já avia tomado uma decisão, a tiraria dali o mais rápido o possível. Acho que vocês me entende, aquele encontro avia virado um circo onde nos éramos respectivamenta a mulher barbada e o mágico de araque.
Depois de correr todo o salão com os olhos avistei Felipe e Merry.
Merry usava um vestido social lilás de seda semi-brilhosa, seu cabelo estava arrumado em coque alto, onde duas mechas de cabelo mais longas bem enroladas desciam em vertical cada qual por um lado de seu rosto, ademais calçava saltos baixos e uma bolsa de mão ambas também lilás.
Felipe vestia um terno sobre medida com uma grava normal e o cabelo muito bem penteado.
Aproximei-me dos dois que me olharam apreensivos.
Felipe/ Merry – Nós não sabíamos. – Falaram em uníssono com medo da minha reação.
Rafael – Eu sei que não. – Disse entre dentes com raiva de Vitória – Só quero saber de viram Julia.
Merry – O ela ali! – Disse apontando á próxima da porta.
Sem dizer nada avancei rápido a pegando pelo braço e saindo corendo porta a fora.
Continuamos correndo por alguns quarteirões antes de eu diminuir e ofegarmos casados.
Depois de certo tempo começamos a rir sem controle.
Rafael – Errrr... bom... desculpe pelo que viu no restaurante, – Disse meio triste – Sabe eu queria que a nossa noite tivesse sido perfeita e... – Fui interompido.
Julia – Rafa... – Disse colocando sua mão em meu rosto e fazendo a olha-la nos olhos – Você me deu a noite mais bonita que alguém poderia me dar, e quero que saiba que eu te amo muito – Disse com um sorriso angelical antes de me dar um beijo rápido na bochecha me fazendo corar de imediato.
Rafael – É, mas eu acho que ainda poderia ter sido melhor – Disse dando um meio sorriso, pude vela com uma expressão pensativa.
Julia – E que tal fechamos com chave de ouro? – Pergunta com um sorriso.
Rafael – O que você tem em mente? – Perguntei em tom de curiosidade.
Julia – Nananinanão – Disse movendo o indicador em negativa – Você fez surpresa agora eu faço surpresa. – Disse rindo.
Rafael – Adoro surpresas!! – Disse com um largo sorriso.
Dito isso, Julia me agarrou pelo braço me puxando com uma mão e levantando o vestido com a outra, indo para o Sul.
Depois de certo tempo, ela parou próxima a entrada da floresta.
Rafael – Para onde esta me levando? – Perguntei olhando a floresta.
Julia – É uma surpresa – Disse de maneira sensual ao pé de meu ouvido – Feche os olhaos.
A obedeci e Rapidamente ela me guio floresta adentro, certo tempo depois pude ouvir um barulho de uma queda D’água.
Rafael – Isso é o som de uma cachoeira? – Perguntei abrindo os olhos levemente.
Julia – Am am, não fale olhar, Paciência que nós já estamos chegando. – Disse gentilmente – Cuidado que é escorregadio.
Rafael – Escorregadio? – perguntei sem entender – AHHH – Disse quase caindo do que parecia uma subida leve e um tanto irregular.
Julia – Eu avisei – Disse me amparando para que não caísse – Estamos quase lá – Disse me ajudando a subir, agora ficava mais evidente que estávamos subindo em alguma espécie de pedra grande.
Julia – Chegamos, pode abrir agora – Abri meus os olhos constatando que estávamos realmente em cima de uma grande rocha, de frente para um lago com uma grande cachoeira, em volta tudo era mato e silencio.
Eu sorri depois de pensar um pouco reconhecer o lugar.
Rafael – O Lago da Lua, – Disse a olhando com um sorriso, me sentei em na abeirada do áspero rochedo de frente para o lago sendo acompanhado por Julia.
Julia – Você já o conhecia? – Perguntou em tom de decepção.
Rafael – Já, mas devo lhe agradecer por me trazer aqui, – Ela sorriu feliz – eu minha mãe e meu pai e Vitória vínhamos muito aqui quando era mais novo para fazer piqueniques e relaxar – Disse nostálgico.
Julia – E por que deixaram de vir num lugar tão bonito? – Perguntou curiosa.
Dei um suspiro.
Rafael – Bom, a Vitória cresceu e deixou de gostar de participar destas atividades em família, meu pai começou trabalhar demais e minha mãe começou a se ocupar mais com esses jantares beneficentes. – Pude ver Julia numa expressão triste.
Rapidamente a envolvi com o braço em seus ombrosa puxando para mais perto.
Rafael – Mas o que importa é que estamos aqui e agora – Pude vela esboçar um sorriso – E se eu estiver certo – Disse olhando meu relógio de pulso – vamos ver um Show agora. – Dito e feito, das arvores em volta podiam-se ver pequenas luzes piscando e indo em direção ao lago.
Julia – Vagalumes. – Disse encantada com a paisagem.
A lua aparecendo de trás das nuvens iluminando o jovem casal com a cocheira logo atrás numa cena romântica.
Os rostos começam a se aproximar para um beijo apaixonado, mas...
Aaaaaaaaaaaaa não!! Pensei irritado, no meu outro pulso o relógio da Central começava a brilhar.
Continua....
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