Titã Supremo: Destinity

7 Capítulo 7 - O Amor Verdadeiro


Notas iniciais
demorei sei disso mas prometo ser mais rápido. (Modificado em 26/05/2014)

Acordei meio tonto e olhei em volta me sentia flutuando... calma ai eu estava flutuando! Pelo que podia perceber estava numa das camarás C.E.C.A.P (Camará Eletro-magnetica de Cura de Alta Potência), para eu estar numa daquelas eu deveria ter ficado bem mal. Olhei em volta vendo que estava provavelmente na enfermaria da Central, ao lado da C.E.C.A.P onde estava pude ver uma bancada com flores e do outro lado uma mais larga com medicamentos, seringas, entre outros, do lado direito um pouco mais longe biombo de plástico fosco, usava uma daquelas roupas de hospital que deixam as partes aparecendo.

Pude ouvir um barulho despresuralização então uma porta se abriu na parede para fora e para cima, pude ver Touro entrar com um sorriso amigável.

Touro – Que bom que acordou. Como se sente? – Perguntou gentilmente desligando o aparelho me fazendo suavemente voltar ao chão.

Rafael – Bem – Respondi com um sorriso – Quanto tempo fiquei apagado? – Perguntei curioso.

Touro – 2 dias – Disse escrevendo algo em seu relógio que emitia uma tela azul holográfica.

Rafael – 2 DIAS!?!?!? – Perguntei meio espantado, Touro riu.

Touro – Queria o que? Você extrapolou todos os seus limites e quase morreu. – Disse agora serio.

Não falei nada e me levantei com certa dificuldade estava meio tonto.

Touro – Consegue ficar de pé sozinho? – Perguntou me escorando.

Rafael – Consigo. – Respondi me descorando de Touro.

Touro – Pegue – Disse me estendendo uma bermuda Jeans e uma blusa branca minhas.

Fui para trás do biombo e me troquei.

Rafael – E minha mãe e Vitória? – Perguntei preocupado.

Touro – Não se preocupe elas estão bem. – Disse tranquilizador. – Eu me preocuparia e com o que vai acontecer quando elas te virem. – Olhei confuso. – Vai-me dizer que esqueceu que você desobedeceu a sua mãe e quase morreu? – pergunto arqueando uma sobrancelha.

Engoli em seco, To ferrado, Pensei com medo.

Touro – Bom, vou convocar todos á Ponte de Comando. – Disse saindo.

Rafael – Para que? – perguntei já sabendo a resposta.

Touro – Para que saibam que já esta bem e consciente. – engoli seco e fui junto de Touro.

Por mais que soubesse que iria levar uma bela surra da parte de Vitória e um sermão daqueles de minha mãe, com certeza elas sabiam que não fiz por mal e alem do mais eu não avia morrido, muito pelo contrario acabei derrotando aquele Sombrio sozinho e de quebra salvando as duas, Aquilo tinha que contar alguma coisa não acham.

Saímos eu e Touro para o elevador pelos extensos coredores da central, enquanto andávamos pude ver Touro convocando todos pelo relógio ao chegarmos ao elevador subimos saímos dele indo em direção à mesa de reuniões. Vi todos em seus devidos lugares conversando.

Touro – Er er.... – Disse chamando a atenção todos olharam para Touro e depois espantados para min.

Minha mãe e Vitória se levantaram serias e pararam lado a lado em minha frente, o rosto das duas mais duro do que rocha, Agora sei como meu Pai se sente. Pensei com medo.

Minha mãe me olhou por alguns segundos o rosto inalterável e depois pude ver lagrimas se formarem e ela me abraçar me tirando do chão.

Ana – Nunca mais faça isso, você quase morreu – Disse chorando e abraçando.

Rafael – Calma mãe eu estou bem – Disse retribuindo o abraço.

Ficamos assim por uns 2 minutos, minha mãe se separou e se afastou dando passagem à vitória esta ainda estava com a cara dura como rocha dei um meio sorriso e estiquei os braços esperando um abraço, mas surpreendentemente levei uma bela bofetada que virou meu rosto do avesso.

Coloquei a mão na bochecha sentindo arder e virei o rosto calmamente espantado.

Rafael – VOCE... – Fui interrompido.

Vitória pulou em cima de min me abraçando e nós fazendo cair, pude ver lagrimas incontroláveis saindo de seus olhos, eu nunca avia a visto chorando quanto mais por min, Acho que depois dessa eu já vi de tudo pensei sorrindo retribuindo o abraço.

Rafael – Calma eu to vivo e muito... – Fui interrompido.

Vitória – promete que nunca mais vai fazer isso com agente? – Perguntou secando algumas lagrimas.

Sorri para ela.

Rafael – Prometo, mas deis de quando você se importa comigo? – Perguntei sorrindo feliz.

Vitória – Horas se você morresse á vida de quem eu ia transformar em um inferno? – Perguntou brincalhona me ajudando a levantar.

Essa é a Vitória que eu conheço Pensei rindo.

Minha mãe depois de ver as imagens da luta pela TV (graças ao helicóptero de reportagem) decidiu que eu poderia participar das lutas ao lado de Hot e Aurora, com tanto que não usasse O poder da Luz de Fênix Como nós já aviamos percebido eu ainda não estava pronto para tanto poder, sobre o 2 dias fora minha mãe disse para meu Pai que eu ia acampar com ela e Vitoria e ele acreditou já que nos fazíamos mesmo isso, segundo Touro se Hot e Aurora tivessem demorado mais 1 segundo sequer para me levar para a central eu teria morrido.

Concordei meio triste sabia que nunca sentiria algo tão forte quanto aquele poder, ou pelo menos era o que eu achava na época.

Sim é o que vocês estão imaginando outro salto de tempo (N/A:Prometo que será o ultimo =) ), dessas vez vamos saltar para 6 messe antes de eu estar nessa situação (N/A: a da sinopse), na época tinha 15 anos meus cabelos aviam crescido bastante, avia ficado mais alto 1,87, possuía um corpo bem definido (nada muito exagerado) graças aos treinos na central, avia me tornado um lenda na escola, não como herói (ninguém sabia quem eu era Supreme) e sim como melhor aluno da melhor escola (publica) da cidade (devem se lembrar que Wonderland é uma cidade Utópica até na educação) e era dito como aluno mais inteligente da cidade (Capitão dos time de Olimpíadas escolares e estaduais de: Matemática, Física, Historia, Geografia, Química, Filosofia, Português e Biologia), e alem de inteligente era atlético (Capitão dos times escolares de: Futebol, basquete, queimada e Vôlei e como se não basta se jogador do ano nas competições municipais), muitos diziam que mais perfeito só no céu, eu ria muito quando ouvia isso, e atribuía este meu desempenho acima da media aos treinos duros com Áqua, ao que me parecia tudo avia ficado fácil perto dos difíceis treinos que eu e Vitória tínhamos com Áqua e os Supremos. Além dos treinos e a escola também trabalhava como estagiário na Silva Advocacia e Contabilidade, comcontabilista Junior, mas apesar disso sempre fazia sozinho as contabilidades das empresas da minha Família (Rocha Minérios e Rocha Incorporadora e Construtora).

Vitória não avia mudado tanto, avia cortado o cabelo na altura do pescoço e feito luzes em muitas mexas na cor roxa e se vestia um pouco roqueira/gótica maquiagem nos olhos e corente nas roupas e pulsos, Além disso avia começado a trabalhar na Rocha Incorporadora e Construtora como Publicitária e até que ela não era mal nisso, na escola apesar de saber que ela era até mais inteligente do que eu vivia tirando notas vermelhas recebendo belos sermões de nossos pais, ademais continuava a mesma Isso é: agressiva, chata idiota e por ai vai.

Eu e Vitória, ou melhor, Supreme e Hot, aviam ganha muita fama como heróis, Supreme e Hot trabalhávamos tão bem juntos combatendo os sombrios, que minha mãe avia resolvido se aposentar da vida de heroína, afinal de contas meu pai sempre ficava cismado quando minha mãe desaparecia e ela já não tinha boas desculpas.

Felipe avia se tornado um irmão para min, meu vice-capitão nas olimpíadas em todas as matérias e ainda melhor amigo, avia ganhado mais cabelo mais o porte físico só ganharam tamanho, estava magrelo de aparecer às costelas, e atualmente era conhecido como MC Trone, um dos melhores MCs da cidade.

Minha escola era constituída por 3 complexo de 2 andares retangulares, cada um dos andares térreos sendo constituídos de áreas de convivência múltipla, no primeiro prédio a diretoria no segundo o refeitório e no terceiro uma palco de apresentações com bancos de madeiras e mesas de plástico, que na maioria das vezes era usado como ponto descanso entre as aulas durante o intervalo. Os outros andares nos outros andares do 1 e 2 prédios estavam distribuídos 20 salas de aulas com 40 mesas (estas equipas com telas teclado e mauses retrateis) e cadeiras cada sala sendo equipada com o material do professor (sala ambiente), possuindo: projetor, lousa eletrônica (Com uma caneta especial capas de interagir com o computador através das imagens geradas pelo projetor ou tela). No Terceiro prédio no 1 ficavam uma serie de laboratórios (de artes, ciências, Musica, etc...) No 2 andar ficavm 10 salas de um lado todas matérias extra curriculares (culinária, mecânica, desenho, artesanato, carpintaria, Etc...) e de outro uma gigantesca biblioteca com todos os tipos de livros, e ao lado uma sala de computação.

A escola tinha como cores o azul e Braco. Sendo as paredes brancas do meio para cima e azuis para baixo. O chão era de concreto com um piso branco brilhoso.

Atrás de cada um dos complexos escolares via-se uma quadra poliesportiva fechada com vestiários e um sala de material, entre os complexos e as quadras um lido jardim com arvores frondosas, e perfumadas flores, um grama verdinha e bancos contínuos de concreto contornado o jardim pelo caminho dos complexos até as quadras.

Eu estudava no 2 complexo, estava (e ainda estou) no 1° Ano do Ensino Médio.

Foi numa segunda Feira Eu, Felipe e Vitoria éramos da Mesma sala (Já que Vitória Apesar de ter 22 anos avia conseguido repetir 2 vezes a 8 Serie e mais 2 vezes no 1° Ano), eu sentava na frente com Vitoria atrás (Pegando cola) E Felipe do lado esquerdo dela (ele tinha uma quedinha por ela Assim como todos os garotos da escola). Era a primeira aula, esta de Filosofia. O professor ainda não avia chegado na sala. Então todos conversavam em voz alta incluindo Eu, Felipe e Vitoria.

Vitória – Vocês ficaram sabendo sobre a aluna nova? – Perguntou com um sorriso.

Rafael – Por que, já vai infernizar ela? – Perguntei já sabendo a resposta.

Felipe – Adivinho – Disse rindo.

Vitória – mas e claro que não, por que acham isso? por acaso alguma vez eu já fiz isso? – Perguntou arqueando uma sobrancelha.

Rafael – Bom Vamos ver – Disse levantando a mão começando a contar nos dedos – Teve a jessica do 1° E que você chamava de Algodão doce por causa do cabelo... a teve a Célia do 2° C Que você zoa ate hoje como molhadinha por causa daquela vez que ela foi numa da suas festas do pijama e molhou a cama... ah a Tricha do 8° A que você zuava de 4 olhos por causa dos óculos.

Vitória – Em primeiro..... – Fomos interrompidos com a entrada do professor.

Este se chamava José, era caucasiano de meia idade, baixinho careca, mas era um ótimo professor.

Ele colocou sua pasta na mesa e depois começou a chamar a atenção do resto da sala que parecia não ter notado sua presença.

José – Silencio!!! – Gritou a plenos pulmões – Obrigado – Agradeceu tossindo um pouco – Bom como muitos de vocês já devem estar sabendo hoje teremos uma aluna nova – Ele foi em direção a porta a abrindo – Por favor queira entrar e se apresentar Srª – Disse dando passagem a uma garota.

Ela tinha cabelos negros compridos, olhos negros como a noite e uma pele alva como neve.

José – Senhorita – a chamou, ela parecia meio perdida.

? – Sim – perguntou o olhando.

José – A senhorita ainda não se apresentou.

? – Ops desculpe – Disse com uma voz doce e melodiosa, e que voz ela possuía – Me chamo Julia – Disse olhando para nos – Julia Silva, tenho 15 anos e espero me dar bem com todos vocês. – Disse com um sorriso.

José – Muito bem me chamo José – Disse se apresentando – Sou o professor de Filosofia, queira, por favor, se sentar em algum lugar vago.

Ela andou em minha direção e por um segundo nossos olhares se cruzaram senti como uma corente elétrica me impedindo de deixar seu olhar, isso durou alguns segundos me causando uma sensação de djavi, um pouco depois ela eu desviamos os olhares meio corados, achei aquilo estranho, nunca aquilo avia me acontecido tanto a d’javi quanto aquela corente elétrica que parecia ter-me prendido no olhar dela. Ela então parou ao meu lado e se sentou à mesa ao lado da minha a frente de Felipe.

As meninas da Sala (Que todas, Sim TODAS Eram caidinhas por min) ficaram olhando para ela com olhares meio psicopatas.

Nunca avia sentido nada por nenhuma garota, pelo menos não com daquele jeito incontrolável, era como seu precisasse dela para viver no exato momento em que a vi.

No final da aula fui retido junto de Julia pelo professor.

Rafael – Aconteceu alguma coisa professor? – Perguntei curioso.

José – Não, Rafael eu só queria pedir um favor – o olhei meio desanimado, La vem pensei eu. – Será que poderia mostra a escola para aluna nova? – Perguntou já pegando suas coisas indo para porta, geralmente essa função era do professor que dava a aula – A que bom muito obrigado. – Disse sem esperar minha resposta, e já saindo da sala, José como todos os professores sabia que eu nunca recusava um pedido de um professor, e geralmente avia um ou outro professor que se aproveitava disso.

Ficamos eu ela na sala calados eu estava meio constrangido, me virei na direção dela e pude perceber que ela avia feito o mesmo, nossos olhares se cruzaram nos fazendo corar.

Rafael – Er... bo... bom va...vamos – Perguntei gaguejando indo para porta.

Eu mesmo não sabia por que, mas eu não conseguia deixar de ficar vermelho na presença dela.

Julia – Cla... claro – Saímos pela escola conversando enquanto eu ia mostrando a escola, ela era bem interessante, avia se mudado com o pai um pequeno comerciante de caros do interior de minas gerais para estabelecer uma nova filial na ilha.

Rafael – E então, gostou da escola? – Perguntei já na cantina com uma bandeja com comida em mãos.

Julia – É muito bonita e todos são muito cordiais – Disse com um sorriso gentil. A que sorriso me era tão reconfortante e familiar, era como seu já a conhecesse.

Rafael – Então vamos nos sentar? – Perguntei com um sorriso.

Julia – Vamos. – Disse com outro sorriso.

Nós dirigimos para mesa em que Julia e Felipe estavam.

Felipe – Você é a garota nova, não? – Perguntou com tom gentil.

Julia – Meu nome.... – Ela foi interompida.

Vitoria com um sorriso maldoso no rosto avia colocado o pé no caminho fazendo a bandeja com comida voar no ar e Julia ir de encontro com o chão

Vitória!!!, Pensei irritado.

Usando minha super velocidade enlacei a cintura dela com o braço esquerdo e com direito peguei a bandeja e as comidas uma a uma no ar rapidamente movimentando ela com velocidade e precisão, peguei tudo sem derramar nada.

As pessoas nas mesas em volta já estando acostumadas com as coisas impressionantes que conseguia fazer não ficaram muito surpresas.

Julia me olhava de boca aberta e meio corada devido à proximidade que estávamos.

Julia – Er... você já pode me soltar – Disse vermelha.

Rafael – A claro, desculpe. – A soltei e me virei irado para Vitória – Vitoria!!!

Vitória – Desculpe – Disse fazendo cara de inocente.

Julia – Deixa para lá acidentes acontecem. – Disse com um sorriso gentil, era obvio que ela não conhecia Vitória.

Nós sentamos comemos e conversamos, e logo o sinal tocou estava realmente cativado pela tal aluna nova, e diria que até apaixonado.

Algumas semanas se passaram e nos já podíamos dizer que éramos amigos, a cada dia sentia cada vez mais que não conseguia ficar longe dela, e que com certeza tinha que me declarar logo. Na escola quando ela tinha dificuldade em alguma matéria eu a ajudava e ela me ajudava vamos dizer com questões mais pessoais, sabe aqueles “por quês da vida”, ela era boa com estas questões.

Um professor avia passado um trabalho sobre as constelações, no qual nos deveríamos desenhar um mapa delas só usando telescópios ou o olhando mesmo, e eu avia pego dupla com Julia, nós aviamos marcado por existência dela de faze ló na minha casa que tinha um grande terreno e daria para ver bem todo o céu, ela chegaria 08h00min. E eu, vocês devem estar se perguntando não sabia exatamente o que fazer, não sabia se montava o telescópio se preparava algo para gente comer, se fazia tudo de uma vez ou se me matava logo tamanho era o nervosismo.

Por fim optei por fazer as duas coisas e pensar na terceira opção depois.

08h00min em ponto o interfone próximo à porta tocou.

Rafael – Alo – Disse pelo fone.

Interfone: Guarda: Senhor tem uma garota aqui, disse que se chama Julia e que avia marcado com o senhor aqui. – Disse o guarda calmamente.

Rafael – Mande a entra.

Interfone: Guarda: Sim senhor.

Desliguei fui para porta, dela pude ver o portão se abrir e logo depois uma serie de luzes embutidas no chão se acenderem do caminho do portão para mansão.

Um pouco depois vi Julia já próxima à mansão com seu sorriso gentil.

Julia – Que caminhada em – disse parando a minha frente.

Rafael – Desculpa, eu podia.... – Fui interrompido.

Julia – Não, tudo bem, nem foi tão cansativo assim. – Disse com um sorriso.

Rafael – Bom então queira entrar – Disse fazendo uma breve reverencia brincalhona, a fazendo rir.

Nós entramos e vi ela olhar a casa espantada.

Julia – Caramba! Que casa bonita – Comentou olhando a TV de LCD 50 polegadas.

Rafael – É ela é bem grande – Comentei rindo.

Julia – Quem me dera ter TV em casa – Murmurou baixo tentando não me deixar ouvir.

Rafael – Como assim você não tem TV em casa? – Perguntei meio surpreso.

Julia – Bom er.... bem er.... que er.... meu pai diz que TV emburece a gente – Disse tentando ser convincente, mas para quem convive com a Vitória que é uma pessoa que mente a toda hora, ficou fácil perceber que ela estava mentindo, só não sabia o por que.

Rafael – Então que tal agente assistir um filme primeiro e depois agente faz o trabalho – Vi os olhos dela brilharem.

Julia – Eu topo – Disse sorrindo.

Rafael – Então vamos fazer assim, enquanto eu faço a pipoca você escolhe um filme – Disse apontando para a imensa coluna de DVD’s do lado direito da TV.

Julia – Certo – Disse indo para os DVD’s. Eu me dirigi para cozinha e rapidamente fiz duas bacias cheias de pipoca e voltei 10 minutos depois encontrando ela com um sorriso e um DVD em mãos.

Rafael – Que filme você escolheu? – Perguntei curioso.

Julia – Atividade Paranormal 3 – Disse com um sorriso.

Rafael – Você sabe que isso é um filme de terror, não é? – Perguntei meio preocupado.

Julia – Não se preocupe tenho certeza que não deve ser tão assustador assim. – Disse com um sorriso.

Entreguei lhe uma das bacias de pipoca e coloquei a outra em cima do sofá, rapidamente com o filme em mão coloquei o no DVD.

Vi alguns minutos depois toda aquela certeza sobre “não ter medo” desaparecer do rosto de Julia que se agarrava em min na cena das coisas flutuando e depois caindo com tudo no chão, assistimos ao filme bem assim, eu vendo traquilo, ela assustada agarrada em min, quando o filme acabou tentei me levantar, mas sem sucesso.

Rafael – É Julia? – Chamei a eu a olhando ainda me agarrando com medo.

Julia – Sim – Disse sem me soltar.

Rafael – Você já pode me soltar o filme já acabou – Disse meio rubro.

Julia – A claro, desculpe – disse também vermelha.

Rafael – Tudo bem – Disse me levantando e guardando o filme.

Virei-me rapidamente para pegar a capa do filme, mas acidentalmente tropecei na perna da mesinha de centro caindo no sofá por cima de Julia, por um momento nossos olhares se cruzarão se prendendo um no outro assim como na escola, nossas respirações ficaram descompassadas e nossos rostos se aproximaram, mas no exato momento que iríamos nos beijar ouso o barulho da porta da frente rapidamente nos separamos disfarçando e logo depois vendo vitória entrando com Felipe.

Ela é Felipe eram outra dupla no trabalho sobre constelações que eu e Julia deveríamos fazer.

Vitória – Atrapalho? – Perguntou com um sorriso sapeca acompanhada de Felipe.

Rafael – Não enche Vitória! – Disse vermelho e irritado.

Rapidamente agarrei Julia pelo braço a arrastando para o jardim em direção ao telescópio.

Começamos então o trabalho, Julia Olhando o céu me pensando mais o menos os pontos na folha quadriculada.

Rafael – Sabe, eu não entendo a vitória, nos somos irmãos por que ela tem ser tão implicante comigo? – Perguntei meio triste.

Julia tirou o olho do telescópio e me deu um meio sorriso.

Julia – já te ocorreu que ela ache que você é o filho predileto do seus pais e que a Vitoria faça isso só para chamar atenção – Olha ai um dos “por quês da vida” respondido pela sabia Julia.

Rafael – Você acha? – Perguntei meio triste.

Julia – Bom é assim na maior parte dos relacionamentos entre irmão, mas eles sempre sabem que apesar das diferenças e de todas as implicâncias são uma família se amam muito – disse com um sorriso.

As palavras de Julia me faziam me sentir bem, eu não sabia explicar, mas quando estava perto dela parecia que eu era capaz de tudo.

Sem pensar duas vezes me aproximei colocando a folha Quadriculada de lado e a olhando nos olhos, não demorou para nossos olhares se prenderem como sempre ocorria, nossos rostos se aproximaram já com as respirações descompassadas, desta vez sem interrupções selamos nossos lábios em um beijo doce e tranquilo. Nós separamos sorrindo, Eu só tinha uma certeza aquele beijo avia despertado algo em min muito mais poderosos do que qualquer coisa (incluindo a Luz de Fênix) eu sabia muito bem o que era aquilo, era amor puro e verdadeiro. Apesar de tudo que passei até mesmo a situação que me encontro no momento (N/A: A da sinopse) não me arrependo de nada, e faria tudo igual incluindo esse meu ultimo ato.

Notas finais
Espero que tenha ficado bom, acho que consigo postar ainda mais um essa semana ainda. Então até o próximo. :)