Titã Supremo: Destinity
8 Capítulo 8 - Desavenças Entre Irmãos
Notas iniciais
Depois de terminarmos o trabalho nos despedirmos com um beijo, entrei indo para meu quarto, mas encontrei vitória para na porta me esperando com um sorriso.
Vitória – Seis tão namorando, não é? – perguntou maliciosa.
Rafael – Er... bom.... quer dizer.... – disse vermelho, Vitória me interrompe rindo.
Vitória – Não precisa ficar assim, eu só quis confirmar, e te dar um conselho. – Disse com um sorriso gentil, milagre não acham. – Não force nada maninho, deixe que as coisas aconteçam naturalmente – Disse com um sorriso.
Rafael – Vitória acho que nos dois sabemos muito bem que eu já tive namorada. – Disse meio triste, Eu não gostava de lembra “ela”.
Vitória – A fala serio, você nunca vai esquecer “ela”, e além do mais se eu estou te dando esse conselho é por que vocês tentaram forçar algo que não dav... – A interrompi meio irritado.
Rafael – Duas coisas, Uma agente nunca esquece o primeiro amor, e a segunda olha só quem fala à garota que é rebelde por que foi enganada pelo namorado! – Gritei furioso.
Vitória olhava para min meio incrédula, vi uma lagrima escorrer pelo rosto dela e rapidamente ela saiu corendo para seu quarto.
O que eu fiz, pensei-meauto xingando em seguida de tudo quanto era nome.
Rafael – Vitória Espera desc... – Corri atrás dela, mas ela sendo mais rápida se trancou no quarto, pude ouvi-la começar a chorar – Vitória me descu...
Vitória – Vai embora! – Gritou irritada ainda chorando.
Rafael – Vitória por fav...
Vitória – Vai em-bo-ra!! – Gritou ainda mais irritada.
Meio triste voltei a meu quarto me joguei na cama olhando para o teto, Eu sou um idiota Pensei me xingando mentalmente de novo, vai dizer que vocês não concordam, poxa eu tava lá todo feliz por começar namorar com a Julia e depois magoou a Vitória, bom, mas a deslembrarem que ela cutucou minha ferida primeiro, é, mas vitória não Fez por mal... ai quer saber, se eu for começar com isso não vamos terminar esse capitulo e nem essa historia tão cedo.
Um pouco depois ainda com a consciência meio pesada decidi que iria pedir desculpas no dia seguinte, acabei pegando no sono um pouco depois pensando em Julia, sabia que o dia seguinte não iria ser fácil para nos dois, vocês saberão por que logo.
No dia seguinte acordei cedo fiz minha higiene pessoal (lavar o rosto, tomar banho etc...), e logo desci para tomar café na sala de jantar, apesar da mesa grande sempre comiamos nela, meu pai estava na ponta e minha mãe do lado direito com vitoria sentada do lado esquerdo.
Rafael – Bom dia!
Luiz e Ana – Bom dia! – Disseram felizes pelo jeito à noite passada avia sido produtiva, eu não devo ter explicado, mas no dia anterior os dois aviam ido a um jantar de negócios, apesar de eles dizerem que sempre eram maçantes, eles sempre se divertiam muito nesses jantares.
Olhei então para vitória que estava passando manteiga em uma torrada e parecia meio triste. Minha mãe e meu pai olharam também.
Vitória então percebendo os olhares sobre si deu um meio sorriso.
Vitória – Bom dia – Disse desanimada.
Luiz – Aconteceu alguma coisa filha? – Perguntou preocupado.
Agora eu to ferrado, pensei, Vitória iria fazer com certeza meu pai me dar um daqueles sermões que só ele sabia dar, mas para minha surpresa.
Vitória – Não é nada não pai, eu estou bem, não se preocupe – Deu um meio sorriso enquanto dava uma mordida na torrada.
Sentei-me e rapidamente comi um café bem reforçado, Vitória com certeza não estava bem eu realmente não devia ter falado aquilo, Pensei meio triste mais uma vez pensando em pedir desculpa.
Um pouco depois terminamos de tomar café e eu Vitoria minha mãe e meu pai fomos para porta.
Ana – Tchau querido bom trabalho – e deu lhe um selinho rápido, meu pai rapidamente foi andando em direção à garagem – E boa aula aos dois – ia me virando para ir embora – querido pode vir aqui um instante? – balancei a cabeça positivamente e então entrei de volta em casa, minha mãe fechou a porta em seguida deixando vitória esperando do lado de fora.
Ana – O que aconteceu com a vitória? Ela estava tão triste e desanimada no café – Perguntou preocupada, eu suspirei.
Rafael – Eu tive uma pequena briga com ela ontem e meio que a magoei. – Disse triste abaixando a cabeça.
Vitória – Ei – Disse levantando meu rosto com a mão no queixo me fazendo olhar em seus olhos. – Peça desculpas que tudo ficara bem, vocês são irmãos, irmãos brigam, mas sempre se entendem depois de um “desculpe” sincero de ambas as partes – Ela me deu um sorriso e em seguido um beijo na testa, era inacreditável como minha mãe parecia mágica, ela fazia as coisas parecerem tão simples.
Rafael – Obrigado mãe – agradecia abraçando.
Ana – De nada Filho, agora vá logo que vocês já devem estar atrasados. – rapidamente sai de casa encontrando Vitória do lado de fora.
Vitória – O que ela queria? – Perguntou curiosa, mas ainda era possível ver que não estava bem.
Rafael – Me aconselhar – Rapidamente abracei Vitória que ficou estática.
Vitória – Rafa o que você esta fazendo... – A cortei com um tom mais alto, mas gentil.
Rafael – Vitória me desculpe se te magoei ontem, você sabe como é eu não quis dizer aquilo.
Ela se desvencilhou do abraço irritada.
Vitória – É fácil para você falar não foi você que teve alguém mexendo em uma ferida sua!! – Gritou irritada.
Rafael – Então é assim que vai ser! eu venho aqui me desculpar sendo que quem começou isso foi você.... – Fui interrompido.
Vitória – EU! Eu Comecei isso! – Olhar assassino – Foi você que começou com aquela historia de eu já tive namorada e.... – A interrompi ainda mais irritado.
Rafael – É, mas pelo menos eu consigo levar minha vida normal ao contrario de certas pessoas!!! – Gritei Irritado.
Vi Vitória ficar seria e se virar saindo a passos pesados em direção à garagem, e eu, bom, estava estático Será que eu só falo merd*?! – Me perguntei irritado comigo mesmo.
Um pouco depois ouvi o som de um motor de carro sendo ligado Corri para garagem parando na porta, e por pouco não só atropelado por Vitória dando rê num porche prata sem capota.
(N/A: Para quem não se lembra vitória é de maior)
Rafael – Vitória espera, desculpa! – corri em direção ao carro e pude ouvir ela cantar pneus – Vitória, não rola nem uma carona – Gritei, a uma certa distancia pude vela colocar a mão direita virada para trás com o dedo do meio levantado.
Droga eu vou me atrasar, pensei olhando o relógio de pulso, eram 06h40min e a aula começava ás 07h00min e a escola ficava 20 km de distancia da mansão, geralmente a Vitória me levava de carro essa é a vantagem de ser maior de idade, mas como acho que deu para perceber que eu só um idiota e pelo gesto de vitória com o dedo ela não iria voltar para me buscar.
Entrei na garagem e comecei a andar de um lado par outro pensativo.
Rafael – Se eu for pela estrada de bike – Parei olhando minha bike em um canto da garagem – eu vou levar mais de 30 minutos, – voltei a andar de um lado para outro – Mas se eu for pela floresta – Disse parando olhando minha outra bike, a de bice-cros – Eu vou levar de 12 a 15 min – Rapidamente comecei a colocar meus equipamentos (Luvas, macacão, joelheiras, cotoveleiras, e capacete fechado de bice-cros), afinal de contas, a floresta possuía trilhar íngremes e complicadas, alem de que o dia estava chuvoso, se eu me acidentasse lá sem estar com aqueles equipamentos eu morreria na certa.
Um pouco depois sai montado na bike (com todos os equipamentos) a toda velocidade, Entrei na trilha que dava de entro da mansão para dentro da floresta.
A floresta possuía arvores milenares, mas poucos animais, a grande maioria erbivoros de pequeno porte. Rapidamente comecei a ganhar velocidade em uma pequena decida a trilha começava a ganhar certa dificuldade já que se tornava estreita e estava bem escoregadia (consequência da chuva), Isso vai ser divertido, Pensei com um sorriso, rapidamente subi por uma trilha adjacente esta em subida sendo cortada por um salto para sua continuação, saltei fazendo um lupim e pousando do outro lado empinando na roda traseira descendo de volta trilha original, eu adorava praticar Bice-Cros, me fazia-me sentir vivo, só não era melhor do que lutar com sombrios. Uns 15 minutos depois sai em uma estrada de terra, Avia sido divertido eu com certeza iria chegar atrasado à escola, mas ser o aluno prodígio tem lá suas vantagens, sai então em uma rua qualquer comecei a zingue zagaiar ultrapassando carro por carro.
Sorri ao ver um porche cinza parado com o pneu furado no meio da rua, Vitória estava bem ao lado de uma posa d’Água, é, é isso que vocês estão pensando passei na possa com tudo a ensopando, olhei para trás vendo vitória me reconhecendo e me xingando irritada. Bom vocês devem estar pensando “poxa que maldade da parte dele”, mas se vocês soubessem como é conviver com a Vitória 24h por dia 7 dias por semana, veriam que tenho meus motivos. Rapidamente virei na quadra seguinte e entrei pelo portão da escola parei no estacionamento de bicicletas que ficava um pouco afastado do estacionamento dos professores, coloquei a no bicicletário e tranquei rapidamente tirei meus equipamentos os colocando na mochila, com exceção do capacete que acho que por razões obvias não caberia nela, o coloquei no gidão e fui para entrada da escola olhei em volta procurando Julia, senti então alguém tampar meus olhos, eu sorri.
Julia – Adivinha quem é – pude reconhecer imediatamente quem era pela voz doce e melodiosa.
Rafael – Hum... – Disse brincalhão – Felipe? – Perguntei rindo.
Julia – Não – Disse rindo.
Rapidamente me virei a olhando nos olhos, íamos nós beijar, só que sempre tem que ter alguém para interromper, Felipe apareceu me estendendo um telefone.
Rafael – O que é?!?!?! – perguntei irritado, Felipe engoliu em seco, não pelo meu tom.
Felipe – Vitória – Disse me entregando e saindo correndo.
Rafael – Droga! – disse com medo e engolindo em seco – Er oi V...
Telefone: Vitória – VOCÊ TÁ MORTO!!!! – Gritou e logo depois o telefone ficou mudo, o tom que ela usara era sombrio, eu fiquei branco.
Julia – Rafa, você tá bem? – Perguntou preocupada sacudindo a mão na frente do meu rosto, eu, bom estava em estado de choque, rapidamente pude ver Felipe aparecer e rapidamente me deu um belo beliscão.
Rafael – Ai! Há... sim, não era nada – Disse dando um sorriso forçado, estava arrependido de ter molhado Vitória.
Deixei então aquilo de lado e olhei para Julia com um sorriso que foi retribuído.
Pegamos um na mão do outro entrelaçando os dedos e apertando forte.
Felipe – Bom pelo que eu entendi a Vitória só chega no segundo tempo – Ele para olhando para nossas mãos espantado – Vocês estão? – Perguntou apontando para nós de olhos arregalados, Balançamos a cabeça positivamente.
Julia e Rafael – Sim, estamos, por que surpreso? – Perguntamos em uníssono sorrindo.
Felipe – Não com o namoro, mas sim por quererem anunciar isso aqui na escola – Disse nervoso.
Julia – Por que diz isso? – Perguntou curiosa.
Rafael – Acho que por aquilo – Disse apontando um bando de garotas olhando Julia com olhares assassinos.
Julia engoliu em seco e nisso ouvimos o sinal tocar.
Rafael – Vamos entrar – Disse olhando Julia preocupado
Ela balançou a cabeça positivamente com um sorriso pegando em minha mão de novo.
Começamos a entra e algumas garotas se levantavam dos bancos olhando Julia com ódio, eu já devo ter dito que TODAS as garotas daquele colégio (com pouquíssimas exceções) eram loucas por min, e eu bom nunca tinha tido nada com nenhuma delas, depois “dela” eu não avia mais conseguido me apaixonar por ninguém, bom até aparecer Julia e o resto vocês já sabem.
Continuamos andando em direção as escadas as garotas começavam a estreitar o caminho vendo os olhares nos rostos delas de puro ódio para Julia, cutuquei Felipe.
Rafael – Corre – Disse baixo e rapidamente agarrei Julia pelo braço a puxando, coremos escada acima sendo perseguidos pelas garotas por fim chegamos à sala, Felipe passou pela porta eu passei só que Julia foi segurada no outro braço por uma das garotas.
Rafael – Solta ela! – gritei furioso puxando Julia.
Garota – Nunca!! – Disse de maneira sombria e amedrotadora.
? – solta ela! – ouvi a voz de uma garota vindo de trás de min e sentia me puxando para sala.
Rapidamente com um tranco cai para trás com Julia em cima de min e em cima da garota que avia nos ajudado, Felipe rápido como um raio fechou a porta com tudo trancando as garotas para o lado de fora.
? – Rafa? – ouvi vir abafado de baixo de min.
Rafael – Sim? – respondi sem me mexer.
? – Poderia sair de cima de min agora.
Rafael – A desculpa – Julia se levanto com ajuda de Felipe seguido de min fui ajudar a garota que nos ajudara e tomei um baita susto. – Merry? – Perguntei meio incrédulo – Você não estava em intercabio na Espanha?
Merry era melhor amiga de Vitória, ainda me pergunto por que ela aturava a vitória, mas de certa maneira elas eram bem parecidas em certos aspectos. Haviam se conhecido há alguns anos pela internet e por pura coincidência descobriram que alem de estudarem juntas na mesma sala há três anos, não se conheciam pessoalmente, a amizade das duas só fez se fortalecer dali em diante, elas eram inseparáveis até antes de Merry aceitar participar de um intercambio para Espanha, elas sempre conversavam via internet todo dia, ela avia partido a 3 meses, e surpreendentemente não avisara que iria voltar.
Merry Era baixa de cabelos longos na altura das costas semi-cacheados Ruivos (vermelhos), tinha o costume de se vestir com vestidos longos e cores fortes.
Rafael – Quando você voltou? – Perguntei.
Merry – Cheguei ao final de semana, por que? Surpreso. Bom eu não tive muito tempo já que tinha que arrumar minhas coisas, então resolvi fazer uma surpresa. – Disse com um sorriso – E cadê a Vitória? Eu tó morrendo de saudades dela – perguntou animada.
Rafael – Bom ela teve um pequeno probleminha com o carro – Disse rindo.
Felipe – Foi até bom que você apareceu a Vitória ta querendo matar o rafa.
Merry – Que novidade – Disse rindo – e que você fez dessa vez. – perguntou se virando para min.
Expliquei detalhadamente toda historia.
Merry – Você namorando? – Perguntou encarando Julia – Parabéns agarrou a cara mais legal da cidade.
Julia – Obrigada – disse com um sorriso – meu nome é Julia, obrigado por me salvar daquelas malucas – Disse se referindo as garotas do lado de fora da classe e logo estendendo mão.
Merry – Que isso não foi nada, sou Merry – Disse apertando sua mão.
Pudemos ouvir a porta da sala ser aberta e ver um professor todo descabelado a fecha-la com certa dificuldade.
? – Que loucura, – comentou colocando suas coisas em cima da mesa.
Rafael – É professor Jorge – Jorge era alto afro-americano (N/A: Para ser politicamente correto (e não ser processado) prefiro usar este termo XD kkk) de cabelos pretos curtos, é professor de historia é tem uma mania estranha que vocês já verão – essas garotas são malucas elas queriam acabar com Julia.
Jorge – E por que elas queriam acabar com Julia? – perguntou curioso.
Rafael – É que... – Fui interrompido.
Felipe – Eles estão namorando. – Eu e Julia coramos fortemente.
Vi o professor arregalar os olhos e abrir sua pasta corendo e pegar um livro grande de capa preta grosa nesta estava escrito com letras grande “Historia Agora”.
Vi o escrevendo em uma espécie de linha do tempo “Rafael namorando!!”.
Sim meu professor de historia escreve tudo que acontece de importante em um livro, e por que vocês se perguntam, bom segundo ele (e eu concordo) (N/A: Também concordo =) ) “a historia acontece to dia, tudo que nos fazemos um dia será historia, umas mais conhecidas do que outras, mas ainda sim historia” isto são palavras do próprio Jorge.
Rafael – Professor, o senhor esta fazendo o que eu acho que esta? – Perguntei ainda meio vermelho.
Jorge – Estou por quê? – Perguntou terminando de escrever.
Rafael – Por nada – menti eu.
As aula seguintes seguiram normalmente as garotas do lado de forra da sala pareciam ter ido embora depois de certo tempo, ao sairmos para o intervalo me dirigia a mesa que nós sentávamos geralmente, já com a bandeja de comida em mãos, as garotas pareciam ter se esquecido de Julia..
Felipe – E então já sabe como vai escapar da morte. (N/A: vitoria kkk).
Quando eu ia responder ouvi a porta da cantina ser aberta com violência e engoli em seco.
Rafael – Vitoria? – perguntei com medo.
Antes que qualquer um pudesse responder fui erguido pela gola da camisa por uma Vitória encharcada e bem irritada.
Continua....
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