Tim Drake : Detective Comics
1 A primeira noite
Notas iniciais
As partes em itálico são o Tim pensando, mas acho que vocês devem deduzir isso já e tal né, só avisando msm, enfim espero q gostem.
Os anos passam, estações mudam, e mesmo assim, nada muda, essa cidade continua cheirando a lixo, morte e crime. Lar doce lar. Bruce foi para a Índia para alguma operação importante com a liga, e me deixou cuidando da cidade. Ok ele não disse exatamente ‘’ Cuida das coisas enquanto eu estiver fora garoto! ‘’ até por que.. Ele não falaria algo assim, mas, eu sou o Robin, é meu trabalho né.
Era perto das duas da manhã, o alarme silencioso de uma joalheria foi ativado. O vento frio batia contra o rosto de Tim enquanto ele agarrava as grades do portão da mansão Wayne. O caminho até a joalheria era longo, mas pelos prédios Robin não teve dificuldade para chegar a tempo de ver o que estava acontecendo. Ele se agachou sobre o prédio e fitou a rua onde três homens com mascaras e casacos grandes arrastavam sacos com joias para fora da loja e jogavam em uma van. O mais alto, parecia atrapalhado, ou nervoso, seus passos eram rápidos mais pouco precisos. Ele tinha medo. O do meio, mascara vermelha, carregava um saco cheio em uma mão e uma arma de grande porte na outra, se movia mais devagar. Estava cansado. Por fim o ultimo, apressava os companheiros, a chave da van está no seu bolso. É o motorista.O garoto prodígio sorria. Era tudo uma grande diversão para ele, mais do que isso, era tudo uma grande formula, com números cujos quais ele já há muito havia decorado. Contas que tanto já havia feito. E um resultado que já conhecia. Um jogo onde ele sempre ganha. O homem da mascara vermelha recebe um batarang na sua perna , cortando-a e o fazendo desabar com o peso das joias e de sua arma agora sem o apoio de sua perna. O mais alto gritou, '' QUE PORRA MARK É ELE, EU SABIA QUE NÃO ERA UMA BOA IDEIA.'' Ele soltou a sacola no chão e correu para van. O terceiro homem sacou uma arma e olhava em volta confuso, sem saber de onde viera o golpe, mas de quem veio ele sabia muito bem, ou bem, pensava saber. – APARECE BATMAN, OU VOCÊ É MUITO COVARDE PRA ISSO? – indagou o homem destravando sua arma.– você errou feio. – Uma risada ecoou no ar frio junto do som de capas rodeando a van. Robin lançou sua Batgarra no poste sobre a van e se balançou para ela chutando o Motorista no peito e então rolou com a garra no poste e se lançou mais uma vez na fria escuridão. O Motorista caiu desnorteado e logo procurou sua arma que caíra de sua mão, mas antes que pudesse pegar ela de volta outro Batarang voo em sua mão perfurando-a. O mais alto saiu de dentro da van agora armado e disparou tiros nas janelas dos prédios próximos a procura de quem os atacava. As mão dele tremem, os olhos desfocados, respiração pesada, ele não consegue manter a mira, mal consegue se manter de pé. Aterrorizado. Robin saiu da escuridão rodando no ar enquanto jogava uma boleadeira no pé do que agora atirava para todos os lados, quando o homem a recebeu caiu de cara no chão deixando a arma lhe escapar. O outro que havia caído no começo do assalto de Robin contra os bandidos agora se esforçava para levantar, mas em vão, Robin parou no chão com uma perna e a outra girava no ar atingindo o homem no queixo com força. O garoto prodígio se aproximou do homem de mascara vermelha e o segurou pela gola da blusa.– Errou porque, eu não sou o Batman, e.. não sou covarde, só não sou burro né. Quer dizer, vocês estão armados e tal. Podia se ver a mistura de sentimentos que surgia no olhar do bandido, medo, raiva, frustração, vergonha. Surrado por uma criança, patético. Robin soltou ele e andou uns passos para trás e jogou seu peso de volta ao homem socando-o no nariz, quebrando-o e deixando o mesmo inconsciente. A policia iria chegar ali logo, Robin lançou sua garra no prédio a sua frente e subiu deixando os bandidos desmaiados para trás. O garoto pegou seu telefone e acessou os sistema operacional da Batcaverna para checar mais algum alarme ou chamado da policia. ‘’ INVASÃO; MANSÃO WAYNE; SISTEMA DE RECONHECIMENTO FACIAL; SEM RESULTADOS. ‘’
Fale com o autor