Through The Door
7 Capítulo 7
Notas iniciais
As responsáveis por essa atualização são Láris Neal e Jéssica Valeriano, a primeira pela ideia que me deu e a segunda pela encheção de saco mesmo pra eu postar. uahuahuah =P
Esse não vai ser um capítulo "grande coisa", mas é o gancho pro que vem a seguir. (Sim, vai ter mais um u.u) É isso, boa leitura e espero que gostem mesmo assim.
Não muito longe dali, Regina reaparecia, rindo sozinha com a situação em que havia deixado as moças. Outra vez vestida de forma impecável, a prefeita se aproximou de seu by safesaver\">carro, parado na entrada do cais, e quase teve uma parada cardíaca com o susto que tomou.
Henry a esperava sentado sobre o capô e assim que avistou a mãe, pulou de cima do by safesaver\">carro e se aproximou dela com um olhar inquisidor.
– Mãe? O que faz no cais tão cedo?
– Isso são modos? Eu é quem deveria estar te perguntando isso. O que faz aqui há essa hora, Henry?
O menino fez uma careta com a saída de mestre feita pela mãe e não teve outra alternativa a não ser respondê-la.
– Vovô David vai me levar para pescar com o Leroy. Disse que teríamos um dia só para os homens da família.
Henry abriu um sorriso orgulhoso, sentindo-se um homem, fazendo Regina também sorrir. Porém, ao acompanhar o dedo indicador do menino e ver o barco ao qual apontava, entre os outros poucos ali ancorados, calculou mentalmente a distancia que percorreu enquanto estava vendada e entrou em choque outra vez.
Se ela tivesse esperado mais alguns minutos, não teria sido necessário todos aqueles cálculos, pois Emma e Remy apareceram, desembarcando, ao lado de David e Leroy, todos estavam rindo.
– Emma! Remy! O que faziam aqui? – O garoto perguntou quando a mãe e a namorada se aproximaram.
– É uma longa história, garoto. – A loira riu.
– Regina? – David tinha notado a presença da prefeita entre eles. – O que faz aqui?
– Isso não é da sua conta, Nolan. – Ela encarou Emma com um olhar fuzilador e se dirigiu com rispidez à loira. – Eu estava atrás de você, Miss Swan. Quando ganhou o cargo de xerife, ganhou as responsabilidades que vem nele. O alarme de um dos galpões disparou e tive que vir checar pessoalmente porque, pelo visto, a xerife estava por aí se esfregando na namorada. – A morena sentiu-se estranha ao disfarçar daquela forma, no fundo ela queria poder dizer a todos que estava com as duas, que fazia parte daquele... amor? Era isso o que sentia por elas?
Emma foi pega de surpresa pela reação de Regina, olhou para Remy, que deu de ombros, elas sabiam que aquilo era uma saída da morena para não ser incriminada junto com as duas.
– Certo Regina, desculpe. Mas eu a amo e a gente precisava mesmo fazer as pazes. – Ela abriu um sorriso sem vergonha e puxou a castanha pela cintura, colando seu quadril ao dela.
– Ótimo mas, se já se entenderam, faça um favor à essa cidade e vá trabalhar. – Ela alterou-se e entrou no carro, batendo a porta. Olhou o filho com doçura antes de sair. – Cuide-se, meu amor. Te vejo em casa ainda hoje?
– Não mãe, desculpe. Vou ficar na casa do vovô e da vovó esse fim de semana, tudo bem? – Ele fez uma carinha pidona e Regina não teve como negar.
– Ok, querido. Aproveite seu fim de semana. Te vejo na segunda após a escola. – Ela sorriu e saiu com o carro.
Emma e Remy trocavam um breve olhar e um sorriso malicioso brotou no rosto de ambas, pareciam pensar na mesma coisa: a prefeita sozinha na mansão durante o fim de semana.
Regina foi para a prefeitura, as reuniões do conselho ainda aconteciam aos sábados. Lá ela encontrou a xerife, que chegou um tanto atrasada, para variar. Ficaram um momento a sós na sala após a saída de todos os outros, a mulher morena se aproximou da loira com um sorriso malicioso, lhe entregando alguns papéis e se aproveitando para se aproximar melhor e sussurrou no ouvido da loira.
– Essa noite, na minha casa, oito em ponto. Não se atrasem. – E sumiu da visão de Emma antes que essa pudesse dizer algo.
Treze estava no Granny’s quando Emma entrou na lanchonete. Ela deu a volta no balcão, jogou os braços pelo pescoço da loira e plantou um beijo nos lábios da namorada. Uma mesa que ela atendia pediu a conta e a vovó logo tratou de cortar o clima.
– Remy, que tal circular um pouquinho? E não estou falando de circular a língua na boca da xerife. Tem cliente chamando, vá trabalhar. – A velha riu.
As namoradas riram e Remy voltou ao trabalho, passando por Ruby, que sussurrou.
– Bem-vinda à família, irmãzinha. – Referindo-se à implicância da senhora, arrancando um sorriso da castanha.
Emma sentou-se em frente ao balcão e Ruby a cutucou, lançando um sorriso malicioso para a loira.
– Pelo jeito vocês voltaram com força total. Fico feliz.
– Nunca terminamos de verdade. – Emma cochichou, mas foi pega de surpresa pela castanha com um belo tapa no ombro, enquanto essa passava com uma bandeja por trás dela. Ruby fez uma cara surpresa, mas acabaram rindo. Antes de sair, a xerife passou pela namorada e sussurrou em seu ouvido. – Temos um compromisso essa noite. Esteja preparada. – E então se retirou da lanchonete.
O dia passou como outro qualquer: Emma na delegacia e Remy na lanchonete. O turno de Treze acabou às sete da noite e a xerife foi buscá-la. As duas foram para o apartamento da castanha e mal colocaram os pés do lado de dentro do apartamento, a jovem agarrou a loira com vontade, lhe dando um beijo intenso e empurrando-a contra a parede. Emma adorou a forma que a namorada a surpreendeu. Ficaram algum tempo ali se agarrando, até que ela decidiu levar a amada até a cama.
As roupas de ambas foram ficando pelo chão enquanto elas iam se beijando até o quarto. Remy jogou a namorada na cama e deitou seu corpo por cima dela, distribuindo beijos pelo pescoço da loira.
Emma ofegava com as mãos ágeis da namorada percorrendo seu corpo. Ela arranhava as costas da castanha, apertando sua cintura, coxas e seu bumbum, encarando os olhos azuis da bela mulher que tinha como namorada. Ela olhou no relógio e viu que já eram oito e vinte da noite.
– Hey, Regina nos chamou pra ir lá essa noite. Às oito. – Emma abriu um sorriso safado. – Ela não gosta de atrasos.
– Hoje não, Emma. Essa noite eu quero que você seja só minha, ok? – Remy moveu seu quadril, provocando a loira com o contato e fazendo-a soltar um gemido.
– Ok, meu amor. – Ela gemeu. – Eu sou toda sua. Só sua.
Remy abriu um sorriso satisfeito e passou a beijar e morder o pescoço da loira novamente, levando sua boca até o seio rígido e sugando cheia de desejo, enquanto massageava o outro com a mão, arrancando gemidos de Emma.
xXx
Regina estava sozinha na sala da mansão, com uma taça de cidra de maçã em mãos, esperando ansiosamente pelas oito da noite. O tempo passou, e passou até demais na visão da morena, elas já estavam quase meia hora atrasadas.
Ela tentou localizar as duas através dos celulares, sem sucesso. A rainha começou a se cansar e resolveu ir até o apartamento de Treze, já que Mary estaria na casa de Emma e possivelmente David e Henry também.
A morena se teletransportou pra lá e, assim que passou os olhos pela sala, notou as várias peças de roupas pelo chão, formando um caminho até o quarto. Ela seguiu a trilha de roupas até a porta entreaberta do quarto e ficou espiando. As duas mulheres estavam na cama, nuas, completamente enroscadas uma na outra, suas mãos tocando-se ao mesmo tempo, uma causando um imenso prazer à outra. Aquela visão fez Regina umedecer na mesma hora, os gemidos que as duas soltavam, elas estavam perto do orgasmo, Regina já sabia reconhecer bem os sons de satisfação das duas mulheres.
Assim que gozaram, Remy deitou sua cabeça sobre o peito de Emma e se agarrou à cintura dela, aninhando-se como uma gatinha dengosa. Elas demoraram alguns minutos pra se recuperar, pelo visto, já estavam a um bom tempo se amando. E foi então que Regina pode ouvir a loira quebrar o silêncio, ainda normalizando a respiração.
– Regina vai nos matar amanhã, Remy. A gente devia ter ido. – Ela riu e ganhou uma mordida no ombro que fez a loira gemer pela dor e se arrepiar.
– Emma, ela está muito mal acostumada. – A castanha riu, descendo lentamente a mão pelo abdômen da namorada até chegar novamente ao seu sexo e começar a acariciá-lo, arrancando um gemido baixo da loira. – Você é minha namorada, não posso querer uma noite sozinha com você? – Ela sussurrava, já se colocando sobre a loira. – Você quer que eu pare?
– Huum... não... – Emma gemeu, rebolando contra o dedo de Remy em busca de mais contato.
– Isso. Você é minha Emma. – A castanha começou a estocar a xerife outra vez e desceu a boca até o sexo sensível, sugando e brincando com o clitóris, logo fazendo Emma gozar novamente.
A morena ouvia e assistia a tudo pela fresta da porta do quarto. Ela podia se lembrar de que foi exatamente por espionar assim que essa deliciosa aventura começou. Mas Emma e Remy eram um casal sólido, ela podia concorrer com isso? Regina quase se sentiu um brinquedo para as duas, não fosse pelo fato de que era ela mesma quem brincasse com as moças.
Pensou em invadir o quarto, como fizera da outra vez, mas achou melhor dar o troco de outra forma. Um sorriso perverso e malicioso se formou nos lábios carnudos e avermelhados de Regina, observando a jovem que se aninhava ao corpo de Emma outra vez, com os olhos estreitos. “Então você não está mais querendo dividir, não é? Remy, Remy... Eu não gosto de ser deixada de lado.” – Ela pensou, os olhos castanhos brilhando pela ideia da vingança que aprontaria contra a castanha. Ela se teletransportou dali, deixando as duas sozinhas.
Notas finais
(Sim, fiquem felizes pq não é sempre que eu digo que terá continuação. huahuahua)
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