Notas iniciais
Gente, aqui estou com a minha segunda fanfic. Isso porque pensei que a primeira seria "filha única", mas ok. Essa foi um pedido, uma espécie de desafio, que minha mana Aleera (Manu) fez comigo. Ela me pediu uma fanfic que tratasse de Regina e Treze juntas. Não descumprindo o desafio, mas inovando um pouquinho na ideia, Emma Swan também está presente, fazendo com que Swanqueen, ou Cadley, virem um trio. (Cadley, para quem não conhece, nada mais é do que Cameron e Hadley). Espero que gostem. Boa leitura.

Regina estava furiosa porque a família “Charming” havia, a seu ver, sumido com Henry. O menino já estava há uma semana fora da mansão e, naquele dia, estaria em algum lugar com os avós Mary e David. Ela daria um fim nisso hoje. Ele era seu filho, ela tinha direito de passar algum tempo com ele.

A morena se teletransportou para a pequena casa onde Emma agora vivia com sua namorada, a que todos chamavam de Treze. Ela olhou ao redor, a fumaça roxa se dissipando no ambiente. A casa estava aparentemente vazia.

— E o Henry ainda prefere ficar nesse cubículo a ficar comigo na mansão.

Ela bufou, olhando o pacote de Cheetos aberto sobre a mesinha de centro, um balde vazio de pipocas e algumas latas de refrigerantes igualmente vazias. Já ia se teletransportar de volta para o limpo aconchego de sua casa quando ouviu um barulho baixo de vozes e gemidos.

Regina se dirigiu pelo pequeno corredor até avistar uma porta entreaberta, da qual vinham os ruídos, aproximou-se devagar e pode ver, pela pequena abertura, Emma deitada em sua cama, apertando com força a lateral de seu colchão, enquanto jogava a cabeça para trás e gemia mais alto. A rainha estava chocada, mesmo assim dava passos em direção à porta, se colocando em uma posição estratégica para que pudesse ver sem ser vista.

A moça de cabelos castanhos estava com a cabeça entre as pernas de Emma e sugava seu sexo com uma vontade faminta. A loira se contorcia, conseguiu segurar os cabelos da namorada e apertava o rosto dela contra seu corpo. Treze arranhava as coxas da mulher que lhe implorava mais e deixava sua língua tomar o sexo de Emma com facilidade.

Regina suspirou. Os olhos castanhos paralisados ao ver a cena. O rosto era uma imagem chocada, paralisada. Ela se pôs de pé sobre o salto alto, mas não conseguiu sair dali. Os gemidos de Emma quando o orgasmo chegou, os corpos despidos das duas mulheres esculturais fez Regina hesitar. A loira, que estava ofegante e mal havia se recuperado, jogou Treze de costas no colchão e deixou seu corpo cair sobre o da castanha, lambendo seus seios um de cada vez e mordiscando seu pescoço, enquanto mexia seu quadril sobre o dela, roçando os sexos de um jeito sensual.

Os punhos da morena se cerraram, suas coxas apertando-se uma contra a outra sob a saia, aquela cena estava mexendo com seus desejos e Regina não gostou de admitir isso. Ao ouvir Treze repetir, em um gemido abafado pela respiração ofegante, o que Emma havia lhe dito ao ouvido, Regina explodiu.

— Vo-cê é...minha rainha. Emma. Você...

Ao ver a cena, Regina acreditou estar com raiva, muita raiva. Mas ao continuar observando, com as sensações que tinha e o fato de ter ouvido Treze dizer daquela forma que a loira era sua rainha, aquilo mostrou que o que Regina estava sentindo não era raiva. Estava bem longe de ser raiva. Regina estava com inveja.

— O que vocês pensam que estão fazendo? Henry poderia entrar por essa porta a qualquer momento.

A morena escancarou a porta com um baque, lançando-se para dentro do quarto, os olhos fixos nas duas mulheres nuas. O salto que as duas deram na cama foi inevitável. Treze puxou o lençol sobre si e sobre Emma, essa não se importou em ser vista nua por Regina.

— Como você entra assim, na minha casa, no meu quarto? Está ficando louca?

— Vim aqui atrás do meu filho. Mas, pelo visto, alguém prefere ficar brincando de ser rainha, enquanto o menino está sumido.

— Então é isso? – Emma notou o tom de voz sarcástico que Regina usou e sabia exatamente que o menino foi uma desculpa esfarrapada para se mostrar presente no ambiente. – Henry está com meus pais, confio neles com minha vida. – a loira levantou-se da cama e caminhou, sem pudor, em direção à Regina. – Na verdade, tudo se trata apenas do seu ego, não é, Majestade?

Emma pronunciou as palavras de uma forma tão cínica que Regina ficou furiosa. Ela usou da magia para tirar Treze de seu leito e aproximar seu corpo despido do dela. Fez o mesmo com o corpo da loira, deixando-as imobilizadas no ar à sua frente, enquanto as observava.

— Quero que saiba, senhorita Hadley, que a verdadeira rainha aqui sou eu. Quanto a você, Emma Swan, nunca poderá se comparar a mim. Eu sou a rainha. Vocês são apenas súditas do meu reino.

Nem Emma e nem Remy acreditaram nas ações seguintes de Regina. A morena as manteve ali, suspensas no ar, enquanto despia lentamente suas vestes de prefeita. O primeiro a ir ao chão foi o terninho preto, seguido pela camisa branca, a qual ela desabotoou de forma lenta e torturante, um a um dos botões, e pendurou sobre as mãos dadas das moças suspensas. Elas sentiram o perfume da mulher a sua frente com olhos atentos ao corpo que se despia. A saia de Regina foi a próxima a ir ao chão, deixando-a coberta apenas pela lingerie rendada, branca na parte de cima e negra na parte de baixo.

A magia jogou Remy e Emma sobre a cama, mantendo-as presas até Regina se aproximar da lateral, libertando-as. As duas se olharam e Treze percebeu o olhar travesso no rosto da loira, soltando um sorriso sapeca no canto dos seus lábios.

— Alguém estava se roendo para entrar na brincadeira, não é Majestade?

— Não achei justo duas servas se divertindo sem a presença de sua rainha.

Emma, a mais próxima de Regina, a puxou pela mão com um golpe rápido, jogando-a na cama no espaço entre as duas. Treze olhou a namorada, as mãos segurando os ombros da rainha e mantendo-a imóvel agora. A loira se debruçou sobre a morena e beijou Remy de forma ardente, apenas alguns centímetros acima dos olhos de Regina, fazendo com que ela se contorcesse. As duas despiram as peças restantes da prefeita com uma habilidade impressionante. Treze segurou uma das pernas da prefeita entre as suas e Emma fez o mesmo com a outra, deixando-a completamente exposta e indefesa. A boca da loira desceu e sugou os seios de Remy, que gemeu baixinho e esfregou seu sexo na coxa de Regina, que arqueou seu corpo, querendo estar em contato com as duas mulheres acima dela.

As mãos das duas passeavam, descobrindo o corpo da morena sem pudor algum, tocaram seus seios que logo se enrijeceram e os dedos de ambas tocaram a virilha de Regina, testando sua excitação, provocando-a ainda mais.

A prefeita acreditou que sua tortura acabaria quando Emma e Treze voltaram suas atenções pra ela e desceram suas bocas para os lábios sedentos de Regina, as duas línguas enroscando-se na sua e buscando espaço em sua boca. Mas a tortura estava longe de acabar, aquilo era apenas o começo. Remy se manteve beijando a rainha enquanto a loira desceu sua boca pelo pescoço dela, mordendo e beijando devagar cada espaço de pele, encontrando após o colo os seios rígidos da morena e começando a sugar sem pressa alguma.

Treze encaixou-se em Regina e começou a se mover, roçando seus sexos e fazendo com que a poderosa rainha fosse desarmada pela sensação de prazer que lhe tomou o corpo todo. Os gemidos logo foram aumentando de volume, à medida que os movimentos da mulher sobre seu corpo eram mais intensos. Foi uma torturante e deliciosa agonia aquela boca macia em seus seios, mordendo sua barriga, enquanto aquela sensação do sexo quente, molhado, da castanha lhe tomando.

Emma foi mais ousada, ela desceu os beijos, arranhando o corpo das duas mulheres fazendo com que ambas se arrepiassem, beijou onde os corpos das duas se encontravam e colocou sua língua entre os sexos, lambendo como uma felina bebendo de um pote doce. Remy não resistiu à investida da loira e o orgasmo veio explosivo. Regina a acompanhou, o corpo arqueado se contorcia quando ela sentiu que iria gozar.

Treze saiu de cima da morena e a boca de Emma invadiu imediatamente o sexo de Regina, arrancando gemidos ainda mais altos da prefeita, que agora se via no lugar da loira, apertando a lateral do colchão com toda sua força. Remy a beijava e dava atenção aos seus seios, mordendo e sugando, Emma não perdoava entre as pernas da rainha, mordendo suas coxas, lambendo e chupando. Não foi preciso os dedos de Emma dentro dela para que Regina explodisse outra vez em outro orgasmo arrebatador.

Ela tinha um sorriso satisfeito no rosto enquanto tentava tranquilizar a respiração ofegante. A morena estendeu os braços abertos na cama e sobre cada um deles repousou a cabeça de uma bela mulher que sorria e se aconchegava com o corpo no seu. Ficaram ali, as três nuas, descansando da aventura que acabaram de ter. Acabaram dormindo.

Acordaram com o cair da noite, Regina ainda estava com os corpos nus de Emma e Remy enroscados no seu. Ela sorriu ao ver os olhos verdes e azuis se abrindo e um par de sorrisos iluminarem o ambiente.

— Acordem. A noite está caindo, sua rainha precisa voltar para seu aposento.

— Você não desce do salto mesmo, não é? – a loira riu.

— Mas esse salto não é altura suficiente para fugir da gente.

— Eu não quero fugir.

Regina se pôs de pé na cama e observou as duas mulheres que se aconchegavam na cama abaixo dela.

— Da próxima vez, quero que estejam as duas na minha cama.

Com aquela frase a rainha deixou a fumaça roxa tomar o ambiente enquanto se teleportava. Deixou pra trás as roupas e peças íntimas, talvez um motivo, ou uma desculpa esfarrapada, para Emma e Remy irem até sua casa, como ela desejava.

Foi apenas o tempo do casal se recompor e guardar com carinho as roupas perfumadas de Regina. Assim que foram arrumar a bagunça na sala, Henry adentrou o lugar correndo, rindo e falando com os avós. A semana de privacidade havia acabado na casa de Emma e Remy, mas ambas sabiam que as portas da mansão imensa e vazia de Regina agora estariam abertas para brincarem quando quisessem.

Notas finais
Mana, amo você viu? E obriga por insentivar que eu continuasse escrevendo. Espero que tenha gostado. =)