Notas iniciais
Bom, era para ser uma fic de capítulo ÚNICO, mas não aconteceu. hauahuau As garotas pediram mais nos coments e, eu sei, depois de um bom tempo, resolvi atender aos pedidos. kkkk Quero agradecer pela força que vocês me dão e pelos incentivos, escrever uma fic assim não é minha zona de conforto, mas eu consigo porque sempre acabo dando alguma risada. (sou palhaça e quebro climas mesmo, sou dessas :P) Espero que gostem, talvez não tenha ficado tão legal quanto o primeiro pq a dor de cabeça não estava me deixando em paz. Boa leitura.

Dias depois...

Henry havia ficado todo o tempo na casa de Regina. A guarda compartilhada que ela e Emma agora tinham se resumia mais ou menos a isso: O tempo que o garoto passava com uma, devia ser igualmente passado com outra.


Emma havia embalado as roupas da prefeita e escondido por baixo de tantas outras peças em seu armário. Elas evitaram mexer nelas durante toda aquela semana, mas sempre que Remy ou a loira abriam seu guarda-roupa, aquele pacote estava ali para lembrá-las de que aquele dia maravilhoso tinha sido real.

O garoto não estava em casa, mas Mary Margareth e David sim. O casal sempre evitava o sexo quando os pais (e sogros!), assim como o garoto, estavam presentes na casa. A única vez que as duas namoradas não conseguiram evitar que o tesão as dominassem foi naquela noite que Regina havia deixado seu perfume nos lençóis. Continham-se apenas nos ruídos, para que não saíssem tão altos e os gemidos do êxtase naquela cama perfumada com o cheiro e o suor da morena não chamassem atenção. No entanto, o trabalho duro na delegacia e os diversos turnos que Remy assumia entre o hospital local e ajudante no Granny's estava deixando as duas tão mortas de cansaço que nem precisavam se controlar. Geralmente era um beijo de boa noite, um abraço gostoso pros corpos se encaixarem e dormiam pesado.

A segunda-feira finalmente deu o ar de sua graça. O dia de trabalho das jovens foi bem menos corrido que a semana anterior. Ambas saíram mais cedo que o de costume e se encontraram em casa. O lugar ainda estava vazio, Emma pegou o pacote com as roupas de Regina em mãos e olhou a namorada com um olhar malicioso. Em poucos minutos as duas estavam tocando a campainha da mansão.

Não houve resposta. Nenhuma delas queria arredar pé dali sem ver Regina. A noite começou a cair, certamente os pais da loira já estavam em casa esperando por elas. Que desculpa dariam para demorar mais sem preocupá-los? Como sempre, a cara de pau da namorada ajudou bastante e a mentira que a mesma inventou era que teria uma noite romântica com Emma, que tinha feito uma surpresa para a amada no tempo livre que tiveram. As duas tentaram outra vez bater na porta, sem resultados. Era impossível que a prefeita ainda estivesse em seu escritório ao anoitecer.

Graças aos anos servindo como capacho de House, o namoro com o médico ex-delinquente juvenil Foreman e mais alguns meses de cadeia, a castanha sabia como arrombar portas com facilidade e sem deixar vestígios. Ela se agachou e começou seu trabalho.

— Remy, isso não está certo. – a loira olhou a namorada e passou os olhos ao redor, em busca de possíveis testemunhas.

— A xerife está presente, é só me prender. Vou adorar. – ela riu de um jeito sacana e mordeu a coxa da namorada por cima do jeans que a mesma usava.

Alguns minutos depois, a porta estava aberta diante delas. As mulheres viram a casa às escuras, foram subindo os degraus da escada e um misto de medo e excitação às tomavam. Passaram pela porta fechada do quarto de Henry e, mais adiante, avistaram a porta entreaberta do quarto de Regina, que estava levemente clareado por uma luz fraca.
Treze se aproximou e afastou um pouco mais a porta, estava vazio. Emma abriu o restante da porta e ambas passaram para dentro do quarto. Conseguiram ouvir o barulho do chuveiro vindo do banheiro da suíte e se aproximaram. A loira tentou girar a maçaneta e sussurrou, frustrada.

— Trancada! – ela fez uma careta.

— Escute. – Treze encostou o ouvido na madeira e incentivou a namorada a fazer o mesmo.

De dentro do banheiro, além do som da água escorrendo, também haviam gemidos. Eram suaves, manhosos, isso fez com que as duas ficassem loucas. Treze teve a coragem para bater na porta do banheiro, fazendo com que a mulher lá dentro quase tivesse um infarto.

— Mas que diabos! – ela se exaltou e depois se corrigiu. – Henry? Só um minuto, meu amor, estou saindo.

— Regina? Sou eu. – a castanha falou e deu uma risadinha cúmplice para a loira.

— Remy? Quase me matou do coração. Como entrou aqui? – o som do chuveiro parou.

— Ela é muito boa com trancas, senhora prefeita. – a loira riu.

— Miss Swan, é claro que também estaria por trás dessa invasão. – Regina tinha um sorriso malicioso nos lábios, tinha adorado aquela visita surpresa. Talvez houvesse desejado tanto vê-las que isso as atraiu. Os passos dela ecoaram no banheiro. – Ora ora, vejam só o que temos aqui. – a morena disse em tom irônico e sorriu de forma perversa para as duas diante dela, enquanto se mantinha apoiada na madeira da porta que havia acabado de abrir, com uma toalha branca enrolada sobre o corpo molhado e escultural.

— Viemos aqui lhe devolver isso, senhora prefeita. A menos que tenha tantos que não se importe de doarmos. – a loira estendeu o pacote de roupas para a mulher à sua frente. Ela riu, tão irônica quanto foi recebida.

— Hum... duas pessoas para me trazerem um pacote com roupas. – ela encarou as duas. – Ou minhas peças são pesadas demais, ou ambas estão aqui pelo que eu lhes disse uma semana atrás. – Ela sorriu maliciosa.

— Foram suas ordens, Majestade. São incontestáveis. – a castanha sorriu com malandragem e aproximou mais seu corpo do de Regina, quase em um desafio.

— Fizemos um favor, senhorita Mills, agora queremos uma... recompensa. – A loira também foi se aproximando, passando por trás da namorada e ambas cercaram a morena dentro do banheiro.

Regina não teve tempo, nem desejo, de reagir. Ela deixou as duas tomarem seu corpo como desejassem, a muito estava ansiosa em ter aquele contato outra vez. Emma livrou-se da toalha e deixou o corpo da prefeita à mostra, enquanto ia beijando seu pescoço e o colo de seus seios, suas mãos passeando pelas curvas da morena, vez ou outra se esbarrando com as mãos da sua namorada que fazia o mesmo. Remy ficou nas costas de Regina, mordiscava e beijava a nuca da mesma, apertava seu bumbum e passava a língua onde as gotinhas de água do banho escorriam pelo corpo da morena.

— Eu te ouvi. – a castanha sussurrou no ouvido de Regina, deixando que Emma também ouvisse o que disse e isso arrancou um sorriso malicioso da loira e fez o corpo todo da morena se arrepiar em resposta. – Eu ouvi você gemendo, Majestade. Diz pra mim, estava pensando no que? – Enquanto falava, a mão de Treze se dirigiu ao sexo da prefeita e a provocou, fazendo-a estremecer.

— Queremos ouvir de novo. – Emma completou a frase da namorada junto ao outro ouvido da morena, enquanto mordiscava sua orelha e queixo, roubando-lhe um beijo intenso.

Não demorou para que as duas arrastassem a rainha para a cama. As peças de roupa de ambas as mulheres foram tiradas rapidamente com ajuda da prefeita. Elas constataram que a cama de Regina era tão deliciosa quanto seu corpo. Mas, como dona da cama, a morena não se deixou conduzir como da vez anterior. Sabiamente ela manipulou as duas e logo tanto Remy quanto Emma se viram com os braços presos acima da cabeça, na cabeceira da cama de casal de Regina.

— Que... negócio é esse? – ela tentou mover os punhos, mas sentia que uma força maior a impedia. A lateral de seu corpo, de alguma forma, também se encontrava "amarrada", pela mesma força invisível, ao de Emma, deixando um espaço mínimo entre os corpos das duas.

— É magia. – a loira lembrou a namorada. – Regina, isso é golpe baixo. – ela encarou a morena que sorria maliciosamente.

Regina ignorou completamente a conversa das duas e passou a dar atenção aos corpos expostos à sua frente. A morena deitou seu corpo sobre o de Remy e começou ali sua tortura. Ela beijava e mordia cada parte da castanha, enquanto roçava seu quadril sobre o dela e resvalava o corpo no de Emma “acidentalmente”, deixando a loira louca de tesão.

Ela contornava os seios de Treze com a ponta da língua, mordia e beijava entre eles e suas mãos encontravam tanto o corpo da sua vítima quanto da sua testemunha. Era torturante passar por todas aquelas carícias, que não tinham a mínima pressa. Quando estava prestes à chegar ao sexo de Remy, a morena passou seu corpo para cima do de Emma, sem preocupar-se em estar se roçando em ambas.

A rainha repetiu todo o processo, beijando o pescoço da loira, fazendo carícias intermináveis em seus seios com a ponta da língua e os lábios, enquanto suas mãos agora acariciavam também o corpo estendido ao lado. Ela foi descendo, mordendo, dando beijos e sugadas pela barriga de Emma, afastou um pouco mais as pernas da loira e mordeu cada parte interna de sua coxa. E então voltou-se para Remy outra vez.

Ela provou primeiro a castanha, sugando e explorando com uma fome e curiosidade sem iguais. A jovem se contorcia, fazendo com que seu seio roçasse ao seio de Emma, elas conseguiam, vez ou outra, trocar um beijo, contendo alguns dos gemidos mais altos que a moça soltaria. Não demorou, naquele clima, para que Remy chegasse ao orgasmo.

Regina ergueu o rosto de entre as pernas da jovem e encarou Emma com olhos famintos e um sorriso perversamente delicioso, enquanto limpava o canto dos lábios com a língua de forma sexy. E foi a vez da loira sentir a língua da prefeita lhe invadindo e seu sexo sendo sugado com voracidade. A xerife, que já estava sensível pela excitação, também não demorou a ser tomada por espasmos enquanto gozava.

Após deixar as duas exaustas, ambas se recuperando das respirações ofegantes e espasmos, a rainha as libertou da magia e se acomodou entre seus corpos.

— Regina... o que... foi isso? – a loira estava manhosa, mas a pergunta era de alguém surpreso.

— Minha gratidão. Por TUDO que fizeram por mim. – ela sorriu outra vez e enroscou a própria perna na de Emma.

— Uau, Majestade. – a castanha também estava boba com o desempenho da morena.

— Tenho que mostrar do que sou capaz, quero as duas viciadas. Nunca mais quero essa cama tanto tempo vazia. – a prefeita gargalhou e passou o braço de Treze sobre a sua cintura.

As três adormeceram ali, de conchinha, em um sanduiche. Na manhã seguinte, Emma e Remy acordaram sua rainha com um bom dia especial. Depois de um café da manhã e banho deliciosos, as duas saíram e prometeram voltar sempre que pudessem.

Notas finais
Espero que tenham gostado. .-. kkkkk E digam aí, mereço reviews? Beijão!