Notas iniciais
Ok gente, vocês conseguiram. huauahuaua Depois de vários pedidos e até algumas ameaças (Né Ana Laura e Aleera Nilrem? huauahua) eu voltei com a fic e vou postar mais um capítulo pra vocês. xD Peço que me desculpem pela demora, mas realmente eu já disse e repito, não é minha zona de conforto escrever cenas tão hots assim, e ainda tenho outras fic em aberto que roubam minha criatividade e atenção, então perdoem. Mas sempre que eu estiver inspirada, torno a postar, afinal, já vi que essa é uma fic que não terá fim. kkkkk

Regina despertou, na manhã seguinte, entre dois corpos. Ela sentiu o corpo de Emma milimetricamente encaixado ao seu. O rosto da loira estava bem próximo de sua nuca, tanto que ela podia ver fios loiros em seus ombros. A respiração da loira contra sua pela a estava arrepiando inteira. O braço da xerife repousava sobre sua cintura e ia até o corpo da outra mulher diante de si.

A prefeita também notou que, deitada sobre seu ombro, estava a cabeça de Remy. A castanha estava com a boca perigosamente perto de seu seio, que já se enrijecia pela respiração dela. Treze também tinha uma de suas pernas entre as de Regina e a morena notou que ela segurava a mão de Emma enquanto dormia.

Regina não queria se mexer e estragar aquele momento lindo que presenciava, digno de uma pintura de um grande artista. Ao mesmo tempo, não via a hora que as duas acordassem, queria olhar para os pares de olhos verdes e azuis outra vez e sentir suas bocas e suas mãos percorrerem seu corpo.

Ela revirou-se devagar, cheia de dengo, lembrando-se do que aquelas duas mulheres haviam aprontado com ela na noite anterior. Emma se mexeu, sonolenta, e apertou mais seu braço em volta da cintura da morena, ela se arrepiou imediatamente com o contato do corpo nu da loira em sua pele. A prefeita passou de leve as unhas pelas costas nuas da castanha e viu a pele se arrepiar por instinto, enquanto a moça se mexia, despertando.

— Bom dia! – Regina disse para ambas enquanto exibia um enorme sorriso de pura satisfação nos lábios.

Remy ergueu a cabeça do ombro da prefeita e encarou os olhos castanhos, exibia um sorriso manhoso como o de Regina.

— Bom dia, Regina. – Emma ergueu a cabeça assim que ouviu a voz de Remy. – Bom dia, meu amor. – Ela encarou os olhos verdes da xerife, eles pareciam ainda mais intensos pela manhã.

— Bom dia, minhas gatas. – Ela riu e passou a mão pelo rosto de Treze, puxando-a para mais perto de si para lhe dar um beijo.

As duas se beijaram e quase esmagaram o corpo de Regina abaixo delas. A morena não achou ruim a posição em que se encontrava, mas era a rainha e exigia atenção para si. Ela mordeu o pescoço de Emma e deu um forte arranhão na cintura de Remy, fazendo as duas se separarem.

— Quando irão perder essa mania de se beijar em cima de mim? – Ela deixou sua voz o mais fria e irritada possível.

— Nunca, enquanto você ainda acordar entre nós. – Emma riu e fez a namorada rir também. Regina fez uma careta em sua direção e então abriu um sorriso malicioso.

— Não ousem me excluir disso. – As três riram.

— Jamais. – Remy fixou os olhos azuis nos castanhos, que se alteravam entre os dela e os verdes, encarando cada uma.

— Ótimo! Agora meninas... – Regina tornou a dar um sorriso malicioso. – Eu quero o meu bom dia.

— Com prazer, Majestade. – Emma mal terminou de falar e mordiscou o pescoço da rainha, fazendo-a se arrepiar outra vez.

A castanha colou seus lábios aos da morena em um beijo calmo, que foi aumentando de intensidade à medida que os toques de Emma em ambas eram mais excitantes. A morena afastou sua boca do beijo para soltar um gemido quando Emma lhe mordeu o bumbum com vontade.

— Miss Swan...! O que foi isso? – Ela riu.

— Há muito tempo eu queria dar uma boa mordida nessa bunda perfeita. Digamos que essa distração me serviu bem. – Ela piscou para Remy que também caiu na gargalhada e Regina não teve como conter o riso também.

A morena virou-se de frente para a loira e lhe beijou os lábios com intensidade. Ela sentiu as mãos de Emma descerem por suas costas, outra vez em direção ao seu bumbum. E então ouviu o barulho do tapa dado nelas por Remy.

— Ah-ah... minha vez! – Regina ouviu a risada da castanha e riu entre os beijos dados por Emma.

E então ela sentiu as mãos da médica arranhando suas costas, suas coxas e seu bumbum, com o corpo colado ao seu de tal forma que Regina sentia o sexo quente e úmido da castanha em seu bumbum. As leves mordidas e os beijos depositados em sua nuca a estavam amolecendo totalmente e a fazendo derreter nos lábios da loira. Emma desceu seus beijos também para o pescoço de Regina e a morena suspirou, já estava completamente molhada outra vez e queria sentir as duas entre suas pernas.

Ela deixou as costas repousarem sobre o colchão e sentiu os dedos de Emma em seu sexo e arqueou o corpo, soltando um gemido mais alto e mordendo seu lábio ao sentir que Remy se aproveitou daquele gesto para lhe sugar o seio.

A rainha viu Emma abocanhar seu outro seio e não conseguiu conter os gemidos. Ela remexia-se na cama, rebolando contra os dedos da loira. Mal conseguiu aguentar quando a mão macia de Remy também foi em direção ao seu sexo, estimulando seu clitóris. Ela passou a gemer mais alto, não tinha defesa contra as duas, e nem desejava ter, elas eram cruéis quando atacavam, moviam-se em um sincronismo surpreendente e não paravam enquanto Regina não desfalecesse sobre a cama.

A morena estava quase chegando em seu ápice quanto um barulho, que parecia vir do cais, as assustou.

— O que... foi... isso? – Regina perguntou ofegante, tentando levantar-se.

— Shiu! Quieta! – Emma sussurrou e calou-a com um beijo, aumentando a velocidade das estocadas que dava em seu sexo, assim como Remy também aumentara o ritmo.

Em poucos segundos Regina mordia o lábio inferior de Emma, reprimindo um grito de prazer ao atingir o orgasmo. A loira passou a língua pelo lábio e sentiu o gosto do sangue que escorria dali. Aquilo doeu, e muito, mas valeu a pena ao ver a rainha estendida na cama com um sorriso imenso e lindo nos lábios, totalmente satisfeita. Remy lambia o sexo molhado de Regina, limpando-a. Assim que ela se ergueu, Emma a puxou para um beijo, sentindo o gosto da prefeita na boca da namorada e fazendo Remy provar o gosto de sangue que havia em seu lábio.

— Está... muito feio...? – A morena encarou os dois pares de olhos diante dela, ainda ofegante.

— Cortou, mas vai melhorar logo. – Remy disse, rindo baixinho. – Por sorte não foi nada muito profundo.

O clima de romance foi interrompido bruscamente com um barulho vindo, agora, do convés. Emma sentou-se num pulo, assim como Remy, ambas olharam para Regina, que tinha os olhos fixos na porta da cabine.

— Que barulho foi esse? – Emma rapidamente se colocou em estado de alerta.

— Veio lá de cima. – A castanha já procurava pelas roupas.

— Não diga, senhorita Hadley. – Regina desdenhou. – Descobriu isso sozinha? – A prefeita ergueu a sobrancelha e abriu um sorriso maldoso com o canto dos lábios em direção à Remy.

Como resposta ao deboche, Regina recebeu uma bela pancada no ombro com o travesseiro. Elas poderiam rir e começar uma guerrinha ali, não fosse pelo som no convés ter se repetido. Regina havia recuperado o ar que lhe faltava aos pulmões e tratou de se vestir rapidamente.

— Merda! Como a gente vai sair daqui agora? – Emma se levantou e abotoou o jeans, jogando para a namorada a camiseta perdida.

— Vocês eu não sei, mas eu nem estive aqui. Boa sorte, garotas. – A rainha riu, mandou beijinhos e acenou para as duas, desaparecendo dali em sua costumeira nuvem roxa.

— Mas que sacana! – Os sons de passos e vozes se aproximaram e Remy encarou os olhos verdes de Emma.

Segundos depois a porta da cabine foi escancarada, pegando as duas de surpresa, porém os gritos de susto vieram dos dois homens que entraram ali.

— Jesus! O que fazem no meu barco, irmãs? – Leroy deu um pulo e levou a mão ao coração, assim como ficou imediatamente sem graça ao ver as duas.

— O que faziam aqui? – David olhava o estado das duas mulheres, ainda um tanto desarrumadas, com os cabelos desgrenhados e a boca da loira com uma nítida marca de mordida, um tanto desconfortável com o flagra. A cama desarrumada mostrava que, enfim, Emma tinha lhe dado o troco pelo flagra com Mary Margaret.

— Pai, a culpa foi minha. – A loira se apressou em dizer, segurando a castanha pela cintura e puxando-a para si. – Trouxe Remy para dormir aqui comigo, não pensei que fossem usar o barco hoje. – A castanha mal conseguia olhar o sogro nos olhos. – Desculpe, Leroy. – Emma disse em direção ao anão com um sorriso envergonhado no rosto.

— Está tudo bem. Mas, da próxima vez, avisem antes. Por Deus, irmã. – O anão ainda estava muito embaraçado com a situação.

Terminou em risos. As duas arrumaram a cabine outra vez e depois acompanharam os homens para fora do barco.

Notas finais
E então, o que acharam? Espero reviews com opiniões, sugestões, xingamentos, elogios e críticas. (Só peguem leve nos xingamentos huahuahua) Beijão!!