Through The Door
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Olá galera!! Aqui estou eu outra vez para mais um capítulo. Quem diria? huahuahua
E agora, as consequências do ato impensado de Emma e Remy, que caíram no plano de Regina. O que será que vai acontecer?
Espero que gostem. ^-^
A loira embaixo do chuveiro deu um pulo, desligando o mesmo e abrindo o vidro do box.— Oie, meu amor. Não a vi o dia todo. – ela apareceu nua diante de Remy e foi se aproximar para um beijo. “Como podia ser tão cara de pau?“— Por que será, não é? – a castanha tacou a regata no rosto de Emma. A mesma pegou a peça e logo viu que havia passado o dia todo com os lábios de Regina impressos em sua roupa. Não sabia como pôde ter sido tão descuidada. Como se explicaria agora?— Remy, não é o que parece... – ela tentou começar. – Olha, eu não tive culpa. – e conseguiu terminar a frase da pior maneira possível.— Você, ao menos...se lembrou de mim? – a castanha fixou as orbes azuladas nas verdes com seriedade. – Tentou mantê-la afastada? Emma demorou tempo demais para arquitetar uma defesa, o que fez com que Remy arregalasse os olhos com a conclusão que havia chegado.— Emma! – ela estava espantada. – Eu não acredito nisso! – seu tom agora era ainda mais indignado e bravo do que momentos antes.— Amor... eu não resisti. – Emma era terrível se explicando. Aquelas palavras só fizeram a castanha ficar ainda mais irritada e virar as costas, andando de volta ao quarto, fazendo com que a loira tivesse que correr para alcançá-la. – É claro que pensei em você. Mas Regina consegue ser muito persuasiva quando quer. Emma agarrou o braço da castanha, que tentou se desvencilhar e foi colocada contra a parede do quarto. A loira tentava se explicar, enquanto segurava os braços da namorada junto a parede e buscava manter-se diante de seu olhar toda vez que ela virava o rosto, mas ficar presa assim contra a parede não estava sendo agradável naquele momento, pois Remy só conseguia se lembrar de Regina. A causa de toda aquela briga.— Certo. Também tenho algo para te falar. – a castanha encarou os olhos verdes. – Também estive com Regina. A reação da loira foi de incredulidade, misturada ao espanto e com uma pitada de ciúmes. Ela soltou Remy e deu alguns passos pra trás, como se pudesse pensar melhor com alguma distancia. A castanha não se intimidou diante da namorada, retirou e jogou a própria camiseta para a loira.— Cheire. Tem o perfume de maçã dela por toda a parte. – era quase como se estivesse lavando sua honra, mostrar à outra que não era a única que havia sido passada para trás.— Não é preciso. – ela disse enquanto tirava a nova peça que atingira seu rosto com as mãos. – O cheiro de sexo está emanando de você. – Remy soltou um gargalhada sarcástica.— Eu estava com ela, na prefeitura, a menos de meia hora atrás. – a castanha explicou o motivo do odor presente ainda forte.— Maldita. Ela me atraiu para a prefeitura hoje, na hora do almoço. – era a vez de Emma estar indignada, balançando a cabeça de um lado para o outro, soltando um sorriso irônico de quem não acreditava que aquilo tinha acontecido. – Ela provou que não somos confiáveis. Você também cedeu. – ela encarou os olhos azuis com a mesma frieza que Remy havia tido.— Cedi. Mas Regina penou para ter a mim. Duvido que tenha precisado de tanto para ter você. – ela aproveitou a distancia que a loira havia tido e caminhou de volta em direção ao banheiro e começou a se despir. – Você é como uma poça de álcool, se ela acender um fósforo, você pega fogo, Miss Swan. – as últimas palavras foram de inteiro deboche e Emma percebeu isso. A loira a seguiu para dentro do banheiro, quando Treze finalmente voltou-se para a namorada, viu seus olhos serem os mesmos que aquele famoso gatinho espadachim que usava botas marrons em um filme infantil. Qual era mesmo o nome? Ela revoltou-se por ter ficado perdida em pensamentos tão inúteis. Porém, foi exatamente nesse momento que a engenhosidade por trás de tudo aquilo se revelou.— É claro. Ela queria nos testar. – Remy concluiu, balançando a cabeça de um lado para o outro e sorrindo, como quem havia acabado de descobrir o truque do mágico.— Como é? – agora era a vez da loira estar confusa e surpresa.— Ora, quem mais lucra com nós duas juntas ou separadas?— Bem, Regina? – ela estava intrigada. – Mas se ela lucra conosco juntas, por que iria querer nos separar?— Você não vê? – ela tornou a balançar a cabeça. – Regina é esperta. Ela sabe que teria nós duas mesmo se o resultado desse teste idiota fosse nossa separação. Pois aí, o que teríamos mais a perder ficando com ela? No entanto, se conseguíssemos passar por ele sem destruir nossa relação, nos tornaríamos mais fortes. Confiaríamos mais uma na outra. – Remy estava extasiada com a descoberta.
— Mas, o que ela ganharia em nos manter mais fortes, se a intenção dela era nos separar? – Emma fez uma careta confusa.— Eu nunca disse que a intenção dela era nos separar. Eu disse que havia essa possibilidade. Para ela é melhor nos ter juntas. Ela gosta de estar com nós duas ao mesmo tempo. Mas, como nem sempre isso é possível, dada a vida corrida que todas temos, ela está querendo nos acostumar com as visitas dela... separadamente. – era tudo tão óbvio para a castanha agora. – Assim não haveriam brigas, ciúmes, caso uma de nós dormisse com ela a sós sempre que Vossa Majestade quisesse. – ela pronunciou o título de Regina com deboche. Finalmente a ficha da loira caiu, assim como o queixo, para a situação exposta diante de si. Era um plano genial e que só poderia ter saído da mente de alguém que já fora a Rainha Má.— Inacreditável! – a loira riu. – Ela quer que confiemos não só uma na outra, como nela também. No fim, ela vira Dona Regina e suas duas mulheres. – as duas riram.— Que tal nos vingarmos? – Remy olhou a namorada, os olhos transmitindo um brilho perverso e sacana.— Acho uma ótima ideia! – a loira riu. – Algum plano em mente?— Podemos pensar em alguns. – ela se interrompeu, aproximando-se da amada de um jeito provocativo. – Mas antes... eu preciso de um banho. – a castanha sorriu e empurrou Emma para dentro do box. Emma se deixou empurrar enquanto beijava a boca da namorada, seu pescoço e o colo dos seios, fazendo-a suspirar e se arrepiar. O cheiro de Regina estava impregnado nela e fez Emma se arrepiar e se excitar ainda mais, lembrando a noite de amor que haviam tido em seus lençóis com aquele cheiro de maçã, quando a morena flagrou as duas. A castanha ligou o chuveiro e a água morna caiu sobre elas, esquentando ainda mais seus corpos. Emma, com seu instinto sempre a flor da pele, foi quem tomou a namorada para si e a jogou contra a parede do banheiro. Os gemidos baixos de Remy logo se fizeram presentes quando a boca macia de Emma tocou seus seios. A loira estava faminta, arranhando as coxas e o bumbum da namorada, fazendo com que a mesma se contorcesse em seus braços. A mão ágil da xerife logo invadiu o sexo da namorada, fazendo-a soltar um gritinho que foi logo abafado por um beijo ardente de Emma. A castanha segurou as madeixas loiras e a manteve ali, enquanto seus corpos escorregavam um no outro através da água do chuveiro. Remy estava molhada, tinha satisfeito Regina em sua loucura, mas não a si mesma. Sentir a mão de Emma Swan em seu sexo a estava levando ao delírio. A xerife logo percebeu como a namorada estava pulsando e não resistiu. Desvencilhou sua boca da dela e foi descendo pelo corpo da castanha, secando as gostas de água que escorriam com sua língua. Emma ajoelhou-se diante da amada e afastou suas pernas, encaixando sua boca no centro, fazendo a outra estremecer. Os gemidos de Remy ficaram mais frequentes e a respiração mais ofegante enquanto a loira a sugava com vontade e usava a língua para brincar com seus sentidos. A loira colocou dois dedos na namorada, estocando com vontade, sem tirar a boca daquele sexo delicioso. Com todo aquele tesão que a médica estava, não demorou muito para que Emma a sentisse escorrer em sua boca após um gozo intenso que fez a castanha gemer mais alto do que deveria, tendo os sogros no quarto ao lado. Os lábios da médica se curvaram em um sorriso satisfeito, seu corpo estremecia com a língua teimosa da xerife,que insistia em não desperdiçar nada, nenhuma gota daquele sabor. Ela puxou os cabelos loiros e fez Emma se erguer e logo ganhou um beijo da namorada que a fez ofegar outra vez. As duas terminaram o banho e foram se deitar. Remy abraçou Emma pela cintura na cama, encaixando-se perfeitamente no corpo à sua frente, de conchinha com ela. Acariciava a mulher em seus braços, que se arrepiava totalmente. Ela se aproveitou da situação e desceu a mão ao sexo de Emma, enquanto mordia e beijava aquela nuca, os ombros e as costas. Algum tempo depois, era a vez de Emma estar deixando os dedos da amada melados de prazer. Já era alta madrugada quando as duas finalmente se renderam ao sono.
Notas finais
E aí, o que acharam? Mereço reviews? xD
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