This is my Happy Ending
4 Me and Regina... We... We are together!
Notas iniciais
– Oh! Graças a deus, Emma! – Mary Margareth disse indo abraçar a filha.
– Tudo bem Mary Margareth, Regina não é nenhum monstro. – Ela disse se separando e trazendo Regina sem auxilio de algema ou qualquer outra coisa. – Podem ficar tranquilos. Vou colocá-la em uma cela. – Disse saindo de perto deles para colocar Regina lá.
– Vai ser meio explosivo quando resolvermos contar. – Emma sorriu.
– Vai ficar tudo bem. – Ela deslizou a mão pelo rosto de Regina.
– Emma... Seus pais estão ali e estão olhando, se você se virar um pouco eles verão que está deslizando a mão pelo meu rosto.
– Shh... – Emma pediu. – Você vai ficar mesmo bem?
– Sim. – Regina sorriu. – Você estará aí fora, procurando o verdadeiro culpado, certo?
– Claro que eu estarei. – Ela sorriu e fechou a cela. – Quer que eu traga algo?
– Venha tomar café comigo amanhã. – Emma sorriu.
– Tudo bem. Como gosta do café?
– Me surpreenda. – Regina sorriu.
– Emma? – Mary chamou se aproximando. – Temos que ir querida.
– Podem indo. Quero perguntar uma coisa a Regina antes.
– Tudo bem. – Mary se virou e puxou David para fora. Rapidamente Emma segurou o rosto de Regina, ainda atrás das grades, e a beijou.
– Uh... Talvez eu devesse voltar depois. – Disse Gold parando na entrada.
– Diga o que quer Gold. – Emma e Regina se separaram e passaram a encará-lo.
– Apenas queria ver com meus próprios olhos você aí. – Ele sorriu.
– Diga logo o verdadeiro motivo.
– Eu tenho uma pergunta para a senhorita Swan... Cora recebeu ajuda de alguém em particular na sua tentativa de vir para Storybrooke?
– Por que a pergunta?
– Apenas me responda.
– Não sem ter um motivo. – Gold suspirou.
– Belle recebeu uma visita inesperada hoje na biblioteca... Um certo pirata.
– Eles estão aqui! – Emma olhou alarmada para Regina.
– Eles quem Emma? – Regina perguntou tocando seu braço.
– Cora e Gancho.
– Como eu suspeitei.
Gold girou para ir embora.
– Espere! – Emma deu um passo a frente e ele parou se virando. – Não posso deixar Regina aqui! Não sozinha! Precisa me ajudar encontrar o verdadei... Cora! – Emma cuspiu o nome quando se deu conta da verdade. – Por que ela faria isso?
– Ela me quer ao lado dela, faria qualquer coisa para conseguir isso. – Regina disse.
– Não posso deixar você aqui sozinha. – Emma se virou para olhar Regina.
– Tudo bem.
– Não! Eu não vou ir embora, já me decidi.
– Se me dão licença senhoritas. – Gold se virou saindo e deixando-as sozinhas.
Emma estava de frente para a mesa, uma mão pousada na cintura e a outra tocava a face em preocupação.
– Emma... – Chamou com delicadeza.
Regina estendeu a mão através das graves e com um pouco de dificuldade tocou a jaqueta da xerife puxando-a para mais perto. Emma se virou e a beijou, ela pegou a chave da cela e a abriu. Regina riu...
– Vamos com calma querida.
– Eu não quero ir com calma. – Emma a segurou pela cintura e a beijou.
– Emma... – Emma passou a beijar o pescoço da Rainha. – Emma. – Repreendeu.
– Você tem razão. Me desculpe... Não é hora para isso.
– Tudo bem. – Regina acariciou o rosto de Emma.
– Emma? – Mary Margareth voltou para checar o que havia de errado com a demora de Emma. Regina empurrou Emma para longe e fechou a grade. – Algum problema?
– Não... Estamos cogitando a ideia de que Cora tenha conseguido passar.
– Cora? Como?
– Ainda não sabemos... Vou passar a noite guardando a cela de Regina, para evitar que ela caia em mãos erradas.
– Ah, por favor, Senhorita Swan...
– Calada! – Com um gesto da mão Emma silenciou Regina. – Não precisa se importar com nada Mary Margareth, vou ficar bem. – Regina se sentou entediada na pequena cama, Mary olhou desconfiada para a feiticeira, mas logo suspirou.
– Tudo bem. Vejo você pela manhã... Quer alguma coisa?
– Não, vou ficar bem.
– Boa noite. – Mary se virou e saiu rapidamente.
Regina sorriu e empurrou a grade da cela indo até Emma. Ela a abraçou por traz e tirou seu cabelo da frente para beijar seu pescoço.
– Descanse um pouco. Vou ficar aqui a noite toda.
– Eu sei que sim. – Regina beijou-a lentamente. – Mas não quero deixar você acordada e sozinha. – Emma sorriu e deslizou a ponta dos dedos pelo rosto dela.
– Eu te amo tanto... Você está tão diferente sabe... — Ela riu. — Está me deixando ainda mais apaixonada.
– Você já estava antes?
– Desde que te vi a primeira vez... – Regina sorriu.
– Que engraçado... Eu estava com medo de admitir e tentei te manter distante, até tentei de amaldiçoar para não admitir que te amo... E acho que amo mais que a mim mesma.
– Parece justo, coparado ao quanto eu te amo.
– Vamos começar a medir nosso amor?
– Não, não vamos. – Emma sorriu. – Agora você vai tentar dormir ou eu terei que te prender na cama?
– Prender na cama? Parece valer a pena um pouco de teimosia... – Regina se fez de dengosa e envolveu o pescoço de Emma com os braços.
– “O outro lado de Reginas Mills — Por Emma Swan.” – Regina riu e beijou o pescoço de loira.
– Não vai bancar a escritora agora, certo?
– Com você aqui do meu lado? Regina! Eu tenho coisas muito mais agradáveis para fazer com uma mulher dessas ao meu lado... – Emma sorriu maliciosa e caminhou com Regina para dentro da cela.
Emma deitou a Rainha na cama da cela e distribuiu beijos em partes descobertas do corpo dela. Ela levantou a camisa da Rainha e beijou seu abdômen se abaixou um pouco começando a abrir a calça dela, Regina gemeu satisfeita com a ação de xerife. Enquanto descia os lábios pelo corpo da morena Emma abria mais e mais a calça dela. A xerife abaixou a calcinha da Rainha e posicionou seus lábios no sexo dela, imediatamente a morena gemeu de prazer. A xerife aumentou a intensidade dos movimentos, Regina pressionou o fino travesseiro contra o rosto tentando abafar os gemidos de prazer. Não demorou muito para ela atingir seu orgasmo, Emma sorriu e beijou seu abdômen e barriga, fechou sua calça e abaixou sua camisa.
Ela desabotoou os primeiro botões e distribuiu alguns beijos em seus seios. Regina acariciou os cabelos da xerife e sorriu deslizando as mãos por sua cintura até encontrar seus quadris. Ela desceu mais um pouco e apertou suas coxas, a xerife parou de beijá-la e se deitou ao seu lado aconchegando-a em seus braços.
– Tente dormir um pouco... Descanse. – Emma beijou seus cabelos fazendo-a sorrir.
***
Sentada sobre sua mesa a xerife observava, com um sorriso bobo nos lábios, a rainha dormir tranquilamente. Aos poucos seus olhos foram se abrindo e um sorriso se formou em seus lábios.
– Me observar dormir é parte do seu trabalho de guarda, Senhorita Swan?
– Só cuidando de sua segurança, Senhorita Prefeita.
– Da minha segurança ou de seu bem estar?
– Dos dois. – Regina sorriu. – Vou buscar seu café, pode ficar um pouco sozinha?
– Sim. – Regina sorriu.
Emma sorriu e foi até a grade fechada dar um último beijo em Regina.
Andou pela calçada coberta por uma fina camada de neve e entrou no Granny’s.
– Emma! Fiquei sabendo que prendeu a Prefeita? – Ruby perguntou se apoiando no balcão.
– Sim... – Comentou a xerife, surpresa pelo assunto já ter chegado ali. – Vou querer dois chocolates e dois sanduíches de queijo quente. Embala por favor.
– Dois? – Ruby perguntou e sorriu, se virou e foi até a cozinha.
Emma se sentou e esperou a loba voltar com o pedido. Lá estava ela com sua sacola. Emma pagou e pegou o pedido.
A volta foi exatamente como a ida, ela caminhou pela calçada com neve e logo já estava na delegacia. Deixou as chaves e os pedidos sobre a mesa e olhou para onde havia deixado Regina.
– Regina! – Disse assustada notando Regina presa com correntes mágicas na grade. Ela gemeu e Emma entendeu seu olhar “Fuja!” Ela correu até ela mas foi atirada longe por magia.
– Senhorita Swan! Estávamos a sua espera. – Cora disse fingindo empolgação. – Eu e meu público. – Ela apontou para Regina. – Bem, os negócios não vão bem, então me desculpe não conseguirmos lotar as salas. – Ela lançou-lhe um sorriso cínico e se virou a tempo de ver Emma correr até sua filha acorrentada.
– O que você fez com ela?! – Emma enxugou as lagrimas de Regina e tirou-lhe a mordaça.
– Emma... – Ela gemeu fraca. – Me desculpe. – Pediu em lagrimas.
– Desculpa? Você não fez nada meu amor...
– Meu amor? – Cora riu em deboche. – Já estão assim tão intimas?
– Você..! – Emma se virou para ela cheia de fúria. – Você vai pagar! – Ela foi até cora e tentou empurrá-la, mas ela desapareceu em uma fumaça roxa e reapareceu atrás da xerife.
– Viu querida? Sua namorada tentou me agredir! Eu não aprovo sua relação! – Ela segurou Emma no ar com magia e se virou jogando-a contra uma parede.
Nesse meio tempo que Emma caía Mary Margareth apareceu e se sobressaltou ao notar o que acontecia.
– Cora? – Perguntou horrorizada com a cena de sua filha caída e Regina presa a cela.
– Tire suas mãos da minha namorada! Sua bruxa! – Regina se livrou das correntes e atirou Cora tão longe que ela atravessou a sala e derrubou a parede de vidro. – Emma! – Disse com a voz carregada de preocupação. – Emma! Emma querida, você pode me ouvir? – Regina se abaixou e tocou o rosto de Emma.
– Regina? – Emma estendeu a mão tremula e tocou o rosto de Regina. – Está tudo embaçado.
Regina deixou uma lagrima escorrer e notou que a loira havia batido a cabeça em um quadro que agora estava no chão quebrado, havia sangue empapando a cabeleira loira dela. Regina desabou em lagrimas.
Na entrada da sala Mary Margareth não sabia com o que ficava mais chocada... Sua filha e Regina estarem demonstrando afeto uma pela outra ou Cora se levantando para mais uma batalha.
– Emma, por favor! – Regina deslizou a mão pelo ar e o ferimento se fechou, ela se inclinou e beijou Emma...
– Regina... – Ela se levantou e beijou a morena.
– Emma, graças a deus. – Elas se abraçaram, mas isso não durou muito tempo. Cora se levantou e as separou com magia.
– Ora, Regina, sua menina mal criada! Deve ter sido aquele garoto dos estábulos envenenando você!
– Garoto dos estábulos? – Emma perguntou confusa.
– Ela não te contou do namorado? – Cora sorriu.
– Mãe! – Repreendeu Regina.
– Não, ela tem que saber. Regina era apaixonada por ele... Ela iria se casar com ele, mas o rei a pediu em casamento antes e é claro eu não permitiria que ela trocasse a vida de rainha para viver com um garoto dos estábulos... Regina nem se importou se viveriam em baixo de uma ponte ou fugindo de reino em reino... Só queria viver aquele amor cego. Ah como ela era apaixonada! – Cora sorriu. – Talvez nunca consiga amar daquele jeito de novo. Como era mesmo o nome? Daniel?
– Mãe!
– Mas é claro que algo impediria... Sua doce e amada mãe me contou tudo antes de Regina sair e, é claro, eu a impedi...
– Pare! – Regina gritou colocando as mãos sobre os ouvidos como se o assunto ainda doesse.
– Cheguei na melhor parte! Quer saber como o impedi, Emma Swan?
– Pare! – Regina pediu novamente.
– Você a ouviu, pare! – Emma direcionou suas mãos para frente e uma aura branca cobriu a sala cegando todos.
Quando tudo voltou ao normal não havia mais Cora, apenas Mary Margareth na entrada com as mãos tentando evitar o clarão e Regina encolhida no chão com as mãos nos ouvidos e olhos fechados.
Emma se abaixou segurando Regina com delicadeza, ela a levantou com cuidado e a abraçou.
– Tudo bem... Shh... Tudo bem.
– Emma? – Mary andou pela delegacia destruída até encontrar sua filha amparando Regina. – O que isso significa?
– Eu e Regina... Nos... Estamos juntas. – Emma continuou abraçada a Regina, mas se virou para olhar a mãe. – E não foi ela quem matou Archie.
Regina se recompôs e se virou para Mary. Emma segurou sua mão e encarou sua mãe, que tentava absorver os detalhes.
– Vocês estarem juntas quer dizer... Juntas?
Emma lançou um olhar apaixonado para Regina e depois segurou sua cintura voltando a olhar a mãe.
– Sim.
Mary Margareth suspirou e se apoiou no que restava de uma mesa. Deslizou a mão pelo rosto tentando entender como isso havia acontecido.
– A quanto tempo vocês estão juntas?
– Tudo aconteceu ontem... Quando fui visitar Regina após ver as memórias de Pongo... Eu não queria acreditar por que estava apaixonada por ela. Eu pedi um motivo para acreditar nela, para acreditar que ela não havia matado Archie... E ela disse que me amava. – Emma sorriu e olhou sua amada ao seu lado.
– Foi por isso que demorou? – Emma assentiu. Mary suspirou. – Eu não consigo acreditar... Isso não parece certo. Não consigo imaginar vocês juntas... Vocês se casando. O beijo...
Emma sorriu e se virou segurando o rosto de Regina entre as mãos. Ela a beijou de maneira terna e delicada, sendo retribuída com mãos em sua cintura. Quando se separaram Emma se virou lentamente para Mary.
– Tem que aceitar isso... Nós nos amamos. – Regina sorriu.
– Eu realmente amo a sua filha... Ela faz de mim uma pessoa melhor. Ela consegue ver a Regina, não Rainha Má. – Nesse momento Mary conseguiu sorrir... Regina precisava da sua filha, mas Emma também era totalmente necessitada da presença de Regina.
– Pode viver com isso?
– Você a ama mesmo?
– Com todo o meu coração. – Mary sorriu e abraçou as duas.
– Já estraguei sua felicidade uma vez, não vou estragar outra. – Regina sorriu retribuiu o abraço.
– Obrigada. – Emma sorriu. – Como está Henry? Você contou a ele?
– Eu tive que contar... O assunto estava se espalhando, preferi que ele soubesse por mim...
– O quê? Você contou? – Os olhos de Regina eram pura fúria, ela se separou de Emma e se aproximou de Mary. – Você não consegue guardar segredo, não é mesmo?
– Regina! – Emma se aproximou e tocou seu braço. – Você não é um monstro... Não haja como um. – Os olhos de Regina retomaram seu foco e ela deu as costas para Mary.
– Ele vai me odiar...
– Não quando souber a verdade... Ele é esperto para vê-la. – Regina se virou e abraçou Emma. – Eu vou falar com ele.
***
Emma se aproximou lentamente do garoto sentado na mesa. Ele desenhava algo. Ela sorriu e foi ver o que era.
– Está planejando sua fuja do Shawshank, garoto?
– Não, são plantas. Mary Margareth quer se mudar... Eu tive algumas ideias sobre o que fazer. Olhe. – Ele ergueu a folha e Emma analisou com cuidado.
– Quer fazer do quarto da Mary Margareth um arsenal?
– É, armas e coisas assim... Para nos proteger. Da Regina. – O coração de Emma doeu com aquela frase...
– Ele não vai nos machucar... Ela não é assim.
– Ela machucou Archie. E se ela me quiser de volta?
– Não precisa ser assim. – Batidas leves foram ouvidas na porta e Pongo se levantou indo farejar. – Pongo? O que foi? – Quando abriu Emma ficou chocada. – Archie?
Henry estava boquiaberto em sua cadeira. Não entendia mais nada.
– Oi. – Archie entrou e fez um agrado em Pongo.
– O que houve?
– Foi Cora, ela me sequestrou.
– Archie? – Henry caminhou até ele na porta.
– Henry! – Os dois se abraçaram e Emma conseguiu sorrir. – Está tudo bem. Eu estou bem... Estou bem.
– Henry, era isso que eu queria te falar antes. Regina não fez isso...
– Mas você a prendeu.
– Por que era meu dever... Mas antes de prendê-la eu prometi achar o verdadeiro culpado... Por que eu tinha certeza que não era ela.
– Por que tinha tanta certeza?
– Por que... Por que... – Ela se atrapalhou, mas olhou para cima e encarou os dois. – Por que eu a amo.
– Você... Ama a Regina? – Archie perguntou confuso.
– Sim... Nos estamos juntas.
– Você e minha mãe?
– Sim... Pode aguentar isso, garoto?
– Vocês estão felizes?
– Sim.
– Acho que é isso que importa. – Emma sorriu.
– Você quer vê-la?
– Quem?
– Regina... Ela queria falar com você.
– Cora ainda está aí fora?
– Eu acho que não... Tivemos uma briga com ela hoje na delegacia e eu... Bem, eu fiz alguma coisa com ela lá. Não sei para onde a mandei.
– Você fez magia?
– Acho que sim. Ela queria matar a mim e a Regina... Entende isso.
– Sim. – Henry olhou Archie. – Que bom que está vivo. E que bom que minha mãe não fez nada.
– Vamos, vamos falar com ela.
Eles caminharam até o Gaanny’s. Quando abriu a porta Emma viu Regina sentada em um canto, ninguém falava com ela... Todos sussurravam a suas costas. Ela tinha uma expressão de incomodo, quando viu Emma seu rosto suavizou. Emma caminhou com Henry até ela e fez um gesto inesperado pela morena. Ela a beijou. Se sentou de frente para a morena, agora sorridente, e fez um sinal para Ruby.
– Oi mãe. – Henry abraçou ela e se sentou ao seu lado, Emma segurou as mãos dela sobre a mesa e ignorou os olhares curiosos.
– Archie está vivo.
– O quê? – Regina perguntou surpresa.
– Ele apareceu lá em casa enquanto eu conversava com Henry... Foi bem mais fácil ele ver a verdade. – Henry sorriu e Regina tocou seu rosto. – Você estava certa. Foi Cora...
– E o melhor, ele está vivo! – Regina sorriu.
– O que essa assassina faz fora da cadeia? – Um dos presentes gritou para Emma.
– Ela não é uma assassina!
– Deixe de ser cega senhorita Swan! Há evidencias!
– Ela está certa. – Archie entrou na lanchonete assustando todos. – Cora me sequestrou.
– Nas memórias de Pongo Regina te matava! Por que podemos ter certeza que ela não vai tentar algo contra nós?
– Por que Regina mudou! – Regina tentou segurar a mão de Emma para ela não fazer nada, mas era tarde de mais. Ela sabia como é o temperamento da xerife.
– Emma, querida, não dê ouvidos ao que eles dizem. Eu não ligo, vivi minha vida inteira com isso. – Regina se levantou e tentou fazer Emma se sentar novamente, em vão.
– Não! Está na hora desses rumores acabarem! Você não é má! – Alguns riram.
– O quão ingênua você consegue ser xerife? – Zombaram.
– Emma... – Regina repreendeu.
– Eu quero que deixem ela em paz! Ela mudou.
– Se isso for verdade, como nos deveríamos confiar nela? E o mais importante, confiar que você não está sendo mantida por um feitiço que a deixa cega? – Regina revirou os olhos cheia de toda aquela discussão.
– Regina mudou, ela ama de verdade.
– Chega Emma, não devemos explicações da nossa vida para ninguém! – Regina segurou a mão de Emma e a puxou. Emma a trouxe de volta e segurou contra si, puxou o filho para perto delas.
– Nossa vida? – Alguém perguntou. – A bruxa agora está namorando a xerife?
– Por que não a queimamos? Não era assim que faziam com as bruxas? – Regina olhou horrorizada para Emma.
– Ninguém vai encostar nela! – Ela ficou na frente de Regina de maneira protetora. Henry fez o mesmo.
– Ninguém toca na minha mãe! – Regina sorriu atrás deles. Ela finalmente se sentia amada.
– Tanto faz. Não vamos encostar em você por consideração a Branca.
– Não estou pedindo para terem consideração com minha mãe. Não vão bater nela, baterão em mim.
– Emma... – Regina repreendeu-a, dessa vez ela e Henry puxaram Emma para fora da lanchonete conseguindo passar pela multidão.
– Por que me tirou de lá? Eles não podem insultar você assim! – Mary se aproxima delas, segurou Henry.
– Vamos querido, vou levar você para casa.
– Emma, eu não ligo... Ninguém nunca me amou assim, cuidou de mim desse jeito. – Ela sorriu. – Não quero estragar isso. Vamos ser apenas eu e você, que se danem eles.
– Querida, isso não pode ficar assim! E... E... – Emma olhou para baixo envergonhada. – Acho que alguém já te amou assim sim... – Regina riu e segurou o rosto dela entre as mãos.
– Acabou, minha história com ele teve inicio, meio e fim... Não existe mais.
– Você pareceu bem abalada na delegacia quando sua mãe começou a falar... Ele ainda mexe com você?
– Isso é ciúmes Emma Swan? – Regina sorriu.
– Não! – Emma disse rapidamente. – Eu não estou com ciúmes! Não são as grades que mantém o gado no pasto, é a grama!
– E você leu isso em uma traseira de caminhão! Também vou ignorar o fato de ter sido chamada de vaca. Mas, mu-mu. – Emma sorriu.
– Tudo bem, eu li em uma traseira de caminhão... Mas não quis chamar você de vaca.
– Eu sei que não, meu amor... Vem, vamos para casa. Talvez seja melhor Henry ficar com Mary Margareth hoje... – Regina sorriu maliciosa.
– Não pense que vai fugir dessa conversar me subordinando com sexo. – Emma a segurou pela cintura e a beijou.
– Não estou fugindo, a conversa já acabou... Me leva pra casa, xerife.. – Pediu sedutoramente em seu ouvido.
– Eu já disse que amo quando você fala desse jeito? – Regina puxou o cabelo de Emma e mordeu sua orelha.
– Ainda estamos na rua, xerife... Pode me dizer por que ainda não estamos em casa?
Regina apenas piscou, mas quando abriu seus olhos estava em seu quarto... Ela e Emma, de pé na mesma posição que estavam na rua. Emma estava com os olhos fechados.
– Emma! – Regina chamou alarmada. – Como você fez isso?
– Como eu fiz o... Mas como diabos viemos parar aqui? – Emma arregalou os olhos e olhou envolta.
– Acho que você nos trouxe. No estava pensando quando me beijou?
– Em como eu queria estar na sua casa. – Regina sorriu.
– Você é muito pervertida! – Emma sorriu.
–Podemos decidir o que fazer com os meus poderes depois? – Perguntou voltando a segurar a cintura de Regina.
– Talvez... Quem é a sua Rainha?
– Você é minha Rainha. – Emma voltou a beijar Regina enquanto caminhava com ela para a cama.
– Cuidado com onde os seus pensamentos vão nos levar...
– Ah, acredite querida, meus pensamentos estão dentro desse quarto bem concentrados em você.
Regina riu e se deixou ser levada até a cama. Ela se virou antes de chegar a cama e empurrou a xerife nela.
– Eu sou a Rainha por aqui. – Ela empurrou Emma na cama com mais força que o necessário. A xerife encarou Regina com um sorriso no rosto.
– Então é assim ter uma relação sexual com uma Regina que não está frágil?
– Você ainda não viu nada. – Regina avançou para ela como uma leoa. Emma sorriu com aprovação.
Regina deslizava os lábios pelo corpo seminu da xerife fazendo-a gemer de aprovação.
– OH... Re-Regina! – Ela gemeu seu nome completamente tomada pelo prazer. Regina sorriu retirando as peças intimas da loira, ela deslizou a língua por dois dedos sensualmente enquanto encarava Emma, ela deslizou a mão até seu sexo e a penetrou fazendo-a arfar. – Ah! Regina... – A morena riu e voltou a beijá-la.
Emma gemeu alto sentindo Regina acrescentar mais um dedo ao processo, não resistiu e chegou ao seu orgasmo totalmente antes do que ela esperava... Regina sorriu e retirou lentamente seus dedos da xerife.
– Eu ainda nem comecei de verdade... – Reclamou olhando o estado ofegante da loira.
– Quando você começar essa casa irá desabar com meus... – Emma gemeu alto quando a Rainha se posicionou entre suas pernas.
Não foram necessários mais que quatro minutos para a xerife ter outro orgasmo. A Rainha ria da expressão completamente satisfeita e esgotada da loira em sua cama. Emma estava fraca, totalmente consumida pelo prazer.
– Eu sabia que você não dava conta. – Regina riu se abaixando para beijar os seios de Emma.
A loira permaneceu deitada quieta apenas gemendo com os beijos da Rainha. De repente ela girou ficando sobre sua morena mordeu seu pescoço deixando uma marca ali.
– Você vai se arrepender de ter dito isso. – Dizendo isto Emma arrancou fora a calcinha da morena e a penetrou com dois de uma só vez sem aviso algum. A morena arfou logo em seguida murmurando alguma coisa...
– É só isso que consegue fazer xerife? – Perguntou ofegante enquanto se movimentava em busca dos toques da loira.
– Eu ainda nem comecei. – A xerife se abaixou usando a mão e os lábios para dar prazer a morena.
Regina direcionou sua cabeça para trás e gemeu alto enquanto tinha seu orgasmo. A loira nem sequer diminuiu a velocidade dos movimentos, ela aumentou para enlouquecer mais ainda a morena, que com alguns gemidos mais teve outro orgasmo. Emma sorriu lambendo os lábios ao seu levantar, lentamente retirou seus dedos de dentro de Regina.
– Eu amo você. – Regina segurou sua nuca e a beijou.
– Como você tinha dito antes? – Emma encarou a morena ofegante na cama. – “Eu sabia que você não dava conta.” – Regina sorriu e se aconchegou nos braços de Emma.
– Eu estava errada. – Ela fechou os olhos e dormiu nos braços de sua xerife.
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