This is my Happy Ending

3 I love you... You will not explode now, right?


Notas iniciais
Eu iria postar na segunda, mas... GENTE eu não aguento! Precisava postar isso! Aproveitem! Primeiro momento mais íntimo Swan Queen! Uhul!!!

– Bem, como era lá? – Henry perguntou enquanto ele e Emma comiam sentados em uma mesa no Granny’s.

– Bem, vejamos... Tinha ogros, mortos ressuscitando, pessoas tentando me matar e mais ogros.

– Irado!

– Temos que melhorar seu conceito de “irado”. Vamos está na hora da escola, te levarei até o ônibus.

– Eu posso ir sozinho.

– Eu sei que pode, mas isso não significa que deva.

– David deixa.

– Eu não sou o David.

– Você costumava deixar.

– Bem, eu não sou eu. Vou levá-lo. É o que as mães fazem... E eu vou fazer. – Assim que saíram da lanchonete Pongo atravessou a rua latindo e foi direto até Henry.

– Ei, Pongo! – Ele disse se abaixando. Ele se assustou com os latidos. – Está tudo bem, tudo bem. – Tentou tranquilizá-lo.

– Onde está Archie? – Emma perguntou encarando a rua a procura do dono do cachorro.

– Emma! Há algo errado! – Ruby saiu correndo do Granny.

– Como sabe? – Perguntou. Quando se virou notou Ruby abaixada no chão encarando Pongo. – Deixa pra lá! Coisa de loba. 11 anos é o suficiente para ir sozinho, te pego mais tarde. – Disse para Henry.

– Está bem. – Respondeu indo pegar o ônibus. Pongo latiu e correu para o escritório do outro lado da rua, Ruby seguiu correndo logo atrás sendo acompanhada por Emma.

– Archie? – Emma perguntou entrando. – Archie? Inferno! – Disse notando ele caído no chão. – Archie! – Se abaixou checando os batimentos dele. Emma se virou horrorizada para Ruby ao seu lado.

– Não! – Pediu.

– Quem faria isto? – Perguntou ainda incrédula.

– Acho que eu sei. – Ruby respondeu.

***

Quando Emma abriu a porta e viu Regina sentada naquela cadeira não conseguiu acreditar... Na verdade ela não conseguiu acreditar em nada daquela besteira. Regina matar Archie? Ela não acreditava naquilo! Não a Regina, não aquela mulher que ela beijara... Não a dona dos doces lábios que retribuíram seu beijo.

– Fico feliz em ver que a delegacia agora é um negocio de família. – Brincou quando entrou David e Emma juntos. – Por que estou aqui? – Foi direto ao assunto, encarando fixamente Emma.

– Sabe por que está aqui... Por causa do Archie.

– Agora é contra a lei discutir com alguém?

– É, se for ao escritório dele depois e matá-lo. – Finalmente conseguiram pegar ela desprevenida. Sua expressão foi de completa surpresa. Foi então que Emma percebeu. Não havia sido ela... Não havia sido ela! Sua mente gritou de felicidade. Ela desfez a expressão zangada e continuou encarando-a.

– Archie está morto?

– Pode parar, Regina! – David disse do outro lado da sala. – Ruby te viu entrar no escritório ontem a noite.

– Então ela mentiu! Passei a noite toda em casa! – Emma se sentou sobre a mesa encarando-a. – Depois de tudo que eu fiz para mudar, para ter Henry de volta, por que eu desperdiçaria tudo agora? – Elas agora se encaravam. – E se eu fosse realmente matar o Archie, você jamais saberia. O fato dele estar morto e você me chamar, demonstra desleixo.

– Você já foi pega antes. – David se aproximou. – Qual é Emma quem você acha que está mentindo, Ruby ou ela? Ela é incapaz de mudar, não importa quantas vezes a demos chance. Por que dessa vez seria diferente?

– Por que dessa vez eu realmente amo alguém. – Regina não falou isso olhando para David, o autor da pergunta, ela falou isso encarando os olhos verdes da xerife.

David e Emma saíram de lá e foram para trás do vidro com Mary.

– Então o que fazemos com ela agora?

– Nós a prendemos.

– Não podemos prendê-la por que ela não fez isso. – Mary e David se viraram para fitar Emma, completamente confusos.

– Acredita mesmo nela? – David perguntou.

– Eu estava observando ela quando dissemos que Archie está morto. Ela não sabia.

– Emma sei que quer acreditar que Regina pode mudar pelo Henry mas...

– Eu sei o que eu vi. Olha para ela lá dentro. A Regina de antigamente reduziria este prédio a cinzas. Aquela é a mulher que quer mudar. Ela quer que todos vejam. Eu conheço aquele olhar... Eu a conheço. Eu acredito nela.

– Com todo o respeito você não a conhece como nós. – Interveio David.

– Talvez este seja o problema. Sei que no reino de vocês ela era a Rainha Má, mas aqui ela é a Regina. E eu ainda sou a xerife. E eu digo que ela é inocente até que se prove culpada.

– Então o que sugere que façamos? – Perguntou Mary.

– Que a deixemos ir.

– Emma... – David começou a dizer, mas foi impedido.

– Nós a deixamos ir e depois descobrimos a verdade. – Falou determinada.

Ninguém disse mais nada, mas os três seguiram até o escritório de Archei para uma busca. Eles reviravam os papeis em busca de algo que ajudasse.

– O arquivo da Regina. – Disse David levantando a pasta. – Está vazio.

– Então ela fez aquilo mesmo. – Mary disse deixando de lado o que mexia. – Ela matou a alma mais bondosa da cidade! Um homem que estava sempre ajudando. – Ela se levantou e caminhou para mais perto de David.

– Prometo que acharemos o verdadeiro culpado. – Emma disse de sua cadeira. Ela estava mesmo certa de que Regina não matara Archie.

– Não é hora de aceitar o que já achamos? – Perguntou David. – A Regina brigou com o Archie, a Ruby a viu ontem á noite e agora o arquivo dela está vazio. É muita evidência.

– Talvez seja esse o ponto! – Emma disse tendo uma ideia.

– O que quer dizer?

– Não sei nos contos de fada, mas no mundo real é geralmente difícil achar evidência. Mas isso foi muito fácil. Ou alguém quer que achemos evidência.

– Acha que ela foi incriminada?

– Não seria novidade na cidade.

– Quem iria incriminá-la?

– A lista é longa.

– Sim... Mas só um nome nessa lista que mataria para conseguir o que quer.

Caminharam apressados até a loja dele mais adiante na rua, entram rapidamente, todos juntos.

– Nada conforta mais um coração do que uma família unida! – Disse caminhando para mais perto da entrada. – Você tem o queixo da sua mãe senhorita Swan. – Disse apontando para o queixo de Emma.

– Nós sabemos que você o matou. – Com Emma era assim, indo direto ao assunto.

– E o tato do seu pai.

– Alguém está morto? – Belle perguntou se juntando a conversa.

– Doutor Hopper. – Anunciou Emma.

– Por que você acha que tenho algo a ver com isso?

– Por que todos as evidência apontam para a Regina.

– E ela não é capaz de fazer algo tão ruim? – Belle perguntou sorrindo.

– É uma armação. – Todos na sala já começavam a achar. Alguma coisa cegava Emma para a verdade... Ou talvez todos estavam cegos e só ela pudesse enxergar.

– Não seria a primeira vez que usa algo para tentar atingi-la. – Mesmo achando que filha estava errada Mary resolveu apoiá-la. Gold sorriu.

– É bom saber que ainda tem suas memórias, queridinha, mas desta vez terei que desapontá-la. Não fui eu.

– E por que deveríamos acreditar? – Questionou David.

– Por que tenho como provar. Pergunte ás testemunhas.

– Não havia ninguém lá.

– Isso não é bem verdade, é?

Logo que Gold explicou o que pensava David saiu para buscar Pongo. Não demorou muito para voltar com ele em sua coleira.

– Aqui garoto. Bom garoto! – Brincou Gold se abaixando para acariciar o animal.

– Eu não sabia que você era alguém que gostava de cachorros. – Belle disse sorrindo.

– Bem, há muito tempo em outra vida, eu conhecia um ou dois cães pastores.

– Isso é fascinante. – Disse Emma encarando a cena entediada. – Mas, a menos que você fale a língua canina, como Pongo poderá nos dizer algo?

– Através de magia, é claro. Não permitirá que nos comuniquemos, mas permitirá que extrairmos as memórias dele.

– Extrair? – David perguntou preocupado.

– Não se preocupe, ele não sentirá nada.

– Por que confiaríamos em você? – Emma perguntou desconfiada. – Não pode usar magia para nos enganar?

– Por que não serei eu que usarei magia. Você usará.

– Eu? – Perguntou desconfiada. – Como?

– Você a tem dentro de si. Você mesma me disse. Você testemunhou, não foi? – Perguntou a Mary.

– Emma, você não tem que fazer isso. – Mary parecia desconfiada.

– Se nos dirá algo sobre a morte de Archie, que se dane! – Gold sorriu se virando para ela.

– Será mesmo sobre a morte de Archie? Será que é sobre ele tudo isso?

– Do que está falando?

– Nada. – Ele sorriu. – Você sabe o que é isto? – Perguntou erguendo o Filtro dos Sonhos.

– Um Apanhar de Sonhos. – Disse.

– Bem... Tem a capacidade de pegar muito mais. – Ele deslizou o apanhador pelo cachorro fazendo-o ficar dourado.

– O que é isso? – Perguntou Belle.

– Lembranças. Agora senhorita Swan, você nos mostrará como.

– Como? É algo confuso.

– Você fará. Fará e todos veremos. – Emma segurou o apanhador e o encarou fixamente.

– Não posso. – Disse quando nada aconteceu.

– Sim, você pode. – Disse Gold ao seu lado.

Lago eles estavam assistindo algo parecido com um vídeo da noite passada no escritório de Archie. Ele foi até a porta e a abriu, era Regina.

– Regina. – Comentou Emma.

Ela entrou e eles conversaram um pouco, Archie foi até a gaveta pegar um arquivo e então ela o matou... Ela o matou... Foi a maior decepção da vida de Emma quando viu aquilo. Mas ainda assim, alguma coisa a pedia para não acreditar naquilo, que mesmo parecendo ser uma coisa, não era.

– Não! – Mary disse se virando para não ver a próxima cena. Emma deixou o apanhador de sonhos cair e se virou para seus pais ignorando qualquer instinto que a fizesse acreditar no contrário.

– Vocês estavam certos o tempo todo.

– Sinto muito, Emma. – David disse.

– Não deixe seus sentimentos influenciarem seu trabalho senhorita Swan. – Alertou Gold. Emma não deu tempo de qualquer questionamento da parte dos pais, saiu da loja e caminhou abalada pelas ruas.

– Emma! Espere, aonde você vai? – David saiu alarmado atrás dela.

– Atrás da Regina.

– Podemos conversar sobre isso?

– O que há para conversar?

– E como planeja fazer isso? Ela recuperou os poderes.

– Ela não os usará em mim.

– Como pode ter certeza? – Emma se virou parando abruptamente.

– Podem parar de me seguir? O que eu tenho para fazer eu tenho que fazer sozinha. – Ela se virou voltando a caminhar, agora sem ser acompanhada.

Chegando ao número 108 Emma bateu aflita.

– Regina! – Chamou.

– O que foi Emma, que desespero é esse? Posso ajudar você? – Perguntou abrindo a porta rapidamente.

– Eu não quero acreditar, eu não quero perguntar, mas... Você matou Archie?

– Não! Claro que não! Você acha que eu matei? – Perguntou chateada com a pergunta.

– Não. Mas todos acham... E nós vimos as memórias do Pongo. Era você lá. Eu tenho que prender você... Mas eu não acredito que tenha sido... Me dê um motivo para não acreditar, por favor.

– Eu amo você. – Respondeu sem hesitar mais nenhum minuto. Emma a segurou pela cintura e a beijou fechando a porta atrás de si.

– Droga! – Cora praguejou um pouco distante.

– Parece que uma loira pode dar bastante trabalho... – Comentou Gancho.

Emma deslizou suas mãos pela cintura de Regina sentindo seu corpo, ela segurou suas coxas e a puxou para cima. Regina envolveu sua cintura com as pernas. Ela sorriu.

– Isso é realmente engraçado.

– Shh... – Emma pediu. – Você ficará em uma cela depois disso.

– Vai mesmo me prender? – Ela se separou por um momento.

– Preciso manter as aparências... Antes de sair da loja de Gold ele disse “Não deixe seus sentimentos influenciar seu trabalho.”

– Então vai prender uma mulher inocente.

– Até que eu ache o verdadeiro culpado. – Afirmou fazendo Regina sorrir.

– Obrigada. – Regina voltou a beijá-la.

– Por que está me agradecendo?

– Por tentar provar que sou inocente...

– Como posso simplesmente fugir disso quando estou apaixonada por você?

– É que... – Emma a silencio com um beijo.

– Chega de papo, por favor... – Pediu pressionando Regina contra a parede. Ela riu.

– Emma Swan, por que tão apressada? – Murmurou enquanto Emma beijava seu pescoço.

Emma mordeu o lábio inferior de Regina depois deslizou sua mão para dentro da calça dela. Regina gemeu sentindo a mão da xerife a tocando. Emma sorriu, ela caminhou até o escritório de Regina e a sentou na mesa começando abrir sua camisa branca enquanto, ao mesmo tempo, tentava manter seus lábios juntos.

Regina mantinha suas mãos trabalhando para tirar a calça da xerife, finalmente ela venceu e puxou o jeans apertado para baixo. Emma se mexeu para deixar a calça de lado, mas foi impedida por suas botas, ela logo tratou de se tirá-las...

Logo apenas as peças íntimas separavam as duas. Emma encarou o corpo de Regina enquanto mordia o lábio inferior com desejo. Ela sorriu e voltou a beijá-la.

– Você é tão linda... – Sussurrou enquanto mordia sua orelha.

Ela deslizou suas mãos para as costas de Regina e abriu seu sutiã descendo seus lábios para os seios dela, que gemeu de satisfação. Ela deslizou a calcinha de Regina para fora do corpo e tocou seu sexo constatando que ele estava úmido. Ela sorriu e usou dois dedos para penetrá-la lentamente. Os gemidos de Regina eram o suficiente para fazer Emma atingir seu orgasmo, mas ela tinha que se controlar... Queria Regina dentro dela.

– Eu vou... – Regina disse sem forças.

– Não, não vai. – Emma ergueu-a e caminhou até o sofá deixando Regina nele, ela distribuiu beijos pelo abdômen dela enquanto se aproximava lentamente de seu sexo. Ela beijou o interior da coxa da morena e abriu suas pernas se posicionando entre elas. Regina gemia alto fazendo Emma se deliciar com aquele som. Não demorou muito tempo para a xerife ter o gosto da morena em sua boca. Ela ergueu o olhar para Regina e sorriu.

Regina girou ficando sobre ela e retirando o resto de suas peças. Ela beijou o corpo da xerife provocando-a na entrada de seu sexo úmido. Ela riu com o gemido que saiu pelos lábios dela e se posicionou entre suas pernas. Não demorou muito para a xerife excitada atingir seu ápice. Regina a beijou lentamente, como seu gosto nos lábios.

– Eu amo você. – Disse beijando seu pescoço.

– Eu também amo você. – Emma respondeu acariciando os cabelos dela. Regina a encarou como se esperasse que algo acontecesse. – O que foi?

– Estou esperando você explodir. – Disse rindo e fazendo a xerife rir também.

– Isso não vai acontecer. Eu vou ficar aqui... Para sempre.

– Na verdade, você precisa me prender. Está lembrada? Eu sou uma menina muito má xerife, acha que dá conta?

– Você realmente me perguntou isso?

– Perguntou o quê? Eu não disse nada. Está sonhando acordada, Emma? – Emma riu.

– Tudo bem. – Ela beijou Regina outra vez e se levantou. Começou a se vestir rapidamente.

– Já?

– Sim. Não se preocupe, querida. Vou tirar você dessa. – Regina sorriu e foi se vestir.

Notas finais
E então? O que acharam? Estou pensando em uma surpresa super surpresa!!! Mas só pode acontecer lá pelo capítulo 8....... Enfim meus amores, aguardem e deixem suas suspeitas nos comentários! Beijos com gloss de maçã!