Notas iniciais
BOM VAMOS DEIXAR CLARO AS COISAS POR AQUI!! ESSA É UMA FIC NOVA QUE SERÁ POSTADA SÓ O PRÓLOGO POR ENQUANTO, ELA SÓ DARÁ INICIO DE FATO DEPOIS QUE EU FINALIZAR MINHA OUTRA FIC [ AMOR SOMBRIO POR MUITOS CONHECIDA COMO AS ] COMO TENHO PESSOAS APRESSADINHAS QUE GOSTARIA MUITO DE LER O PRÓLOGO RESOLVI ADIANTAR. RESUMINDO PASSEI SÓ PARA DEIXAR UM GOSTINHO DE QUERO MAIS !!! BEIJOS E BOA LEITURA.

Guess it's true

I'm not good at a one night stand

But I still need love

'Cause I'm just a man

Sam Smith — Stay With Me

Pov Felicity

— Felicity precisamos ir – murmura Ray ao meu lado – agora.

— Não quero ir, prefiro ficar com meus livros – sussurro jogada no sofá.

— Nada disso você vai comigo e ponto final – disse nervoso me puxando pelos pulsos.

— Ray eu não quero – protesto irritada. Ele revira os olhos e me joga sobre seus ombros. Vejo a sala de cabeça para baixo e começo a socar suas costas irritada.

— Você vai sim, não quer dizer que terminou seu namoro com o Cooper que vai ficar para sempre dentro de casa – resmunga me colocando no chão e me empurrando para dentro do quarto.

— Ray por favor....

—... Sou seu irmão mais velho estou protegendo você – sorriu torto.

— Me levando para uma boate? – ergo a sobrancelha incrédula.

— Vai ser divertido vamos, por favor. – Implora com a carinha do gato de botas.

— Tudo bem. – Assinto revirando os olhos.

— Então eu vou me arrumar – disse animado indo para o final do corredor onde encontra-se seu quarto. Fecho a porta e me encaminho para o banheiro, tiro minhas roupas após encher a banheira, entro e me encosto, cobrindo-me com água morna misturada com espuma. Respiro fundo relaxando um pouco.

Minha mãe casou com o Dr. Billy Palmer meses depois que ele ficou viúvo e tinha só o Ray na época, e eu bom meu pai nos abandonou. Anos se passaram e o Ray sempre cuidou de mim como um irmão mais velho, depois que nossos pais se foram ficamos eu e ele por nós mesmos. Ray está criando seu próprio negócio com minha ajuda, herdamos uma pequena fortuna, não é grande coisa, mas um grande começo. Termino meu banho e saio do banheiro direto ao closet. Observo um pouco minhas opções e puxo um vestido preto justo acima dos joelhos com decote v sem mangas e uma pequena parte das costas nua, visto-me e vejo ele cair perfeitamente sobre mim, solto os cabelos em um liso longo com tom negros até os seios, coloco uma maquiagem forte e negra sobre os olhos desdenhando o tom profundo do azul dos meus olhos, um batom claríssimo sobre os lábios e por fim sapatos quinze nude.

— Felicity vamos – grita Ray sem paciência. Olho uma última vez meu visual e saio do quarto em direção à sala. Ray fita o chão com as mãos no bolso. Ele veste uma camisa branca por dentro do blazer azul escuro com calça jeans preta e sapato social, cabelos lisos para o lado.

— Vamos – anuncio chamando sua atenção ele sorri e praticamente me arrasta porta a fora. – Ray, qual o motivo dessa animação? – Questiono irritada enquanto ele fecha a porta.

— Nada. – Disse dando de ombros.

— Conheço você tempo suficiente para saber que está mentindo para mim. – Bufo o seguindo para o elevador. Ele gargalha e entra no elevador, cruzo os braços sobre o peito e espero.

— Tudo bem você venceu – revira os olhos e acena, entro e fico ao seu lado – conheci uma garota o nome dela é Sara – pigarreia.

— Quando pretendia me contar? – Arregalo os olhos dando um tapa em seu braço.

— Hoje – geme – nos conhecemos alguns dias, então ela disse que estaria nessa boate hoje.

— Ray e eu vou ficar sozinha?

— Claro que não, você fica no bar e eu de olho em você – pisca saindo do elevador.

— Grande irmão você é – rosno.

— Sem sermão Felicity, não poderia deixar você em casa sofrendo por alguém sem importância, talvez sua noite seja muito divertida – sorri e se dirige ao carro. – Talvez encontre alguém – sugere e entra no carro.

Eu deveria bater nele isso sim. Como ele tem um quase encontro e me arrasta junto para ficar de lanterninha. Idiota. Fico em silencio durante o percurso fitando as ruas de Londres. Chegamos ao local, observo o acúmulo de pessoas querendo entrar, o que me faz franzir o a cenho.

— Nós temos entradas? – Questiono nervosa.

— Claro que sim – responde me puxando. Chegamos a frente de um homem alto muito musculoso com barba negra, o mesmo me arrepia enquanto Ray puxa meu pulso para cima e coloca uma pulseira, apresentando para o mesmo que informa nossa entrada e acena. Ao entrar na boate é típico de mim esbarrar nas pessoas inicialmente. Ray me conduz até o bar e resmunga coisas para si.

— Uma tequila – solicitou ao barman com nervosismo.

— O mesmo – peço. O barman enche dois copinhos e empurra para nós, viramos ao mesmo tempo. A tequila risca minha garganta como fogo. Faço uma careta e suspiro longamente.

— Calma mocinha – repreende ele cético.

— Somos adultos – reviro os olhos bebendo outra dose. – Sei o que estou fazendo.

— Eu sim, você não – balança o indicador.

— Ray...

— Oh, lá está ela – sorri animado – divirta-se irmãzinha – sussurra saindo em direção a uma loira de olhos claros que acabou de chegar e ao ver o Ray abre um sorriso encantador.

— Ótimo, somos só eu e você agora – murmuro sarcástica erguendo o copo no ar. Como vou para casa? Simples, de táxi e sozinha porque pelo que conheço do Ray só volta amanhã. Bebo mais um pouco e vejo Ray piscar para mim e se afastar com a mesma para um lugar reservado.

— Mais uma por favor – peço ao barman. – Obrigada – aceno. Enquanto ele enche o copo pequeno, de imediato viro o copo sentindo o liquido queimar minha garganta mais não como antes, peço mais um e ele me observa desconfiado, repito o gesto sentindo a dose me anestesiar – deixa a garrafa – murmuro.

— Sem garrafas, ordem da casa – disse cético.

— Deixa, por favor – suplico nervosa.

— Não – revira os olhos.

— Algum problema? – questiona uma voz firme e sedutora ao meu lado.

— Ela quer a garrafa – dá de ombros o barman – não pode, são ordens da casa – bufa.

— Deixe com ela – ordena seco. O mesmo assente e deixa a garrafa sobre o balcão. Ele se aproxima e me fita curioso. Então resolvo encara-lo e a visão me desnorteia. Ele é um homem muito bonito, de olhar oceano penetrante e predador, barba feita, cabelo um pouco grande em um corte bagunçado, calça jeans escura caindo perfeitamente nos seus quadris e uma camisa preta dobrada até os cotovelos deixando um charme entorpecedor para minha pobre imaginação. Um Adônis ou Aquiles tanto faz.. – Olá – sorri torto.

— Olá – cumprimento.

— Você parece estar sozinha – disse confuso.

— Se foi uma cantada não tem graça – resmungo desviando atenção para a garrafa a minha frente. Carinha de anjo sem asas.

— Talvez sim – sorriu pegando a garrafa e enchendo seu copo. Tomo a garrafa de volta e encho o meu voltando a beber despreocupadamente, mas com ele ao meu lado é uma sensação perturbadora e diferente. – Calma senhorita pode ter uma overdose assim – repreende baixo o que me faz revirar os olhos.

— O único irmão que eu tenho, saiu com uma loira e não está preocupado assim comigo, não preciso do seu conselho – rosno bebendo mais o conteúdo.

— Não desejaria você como irmã agora – suspira malicioso – Mas você sabe muito bem o que faz, depois diga que não avisei – alerta com desdém.

— Engraçadinho – sorrio seca me afastando dele. Ele fica ao meu lado me observando atento a tudo o que faço, o que me deixa irritada e frustrada – quer fazer o favor de circular por aí e me deixar sozinha – bufo.

— Não – murmura sem tirar os olhos de mim – eu gosto de ver suas atitudes – volto a encara-lo com curiosidade. – Você tem desafio nos olhos é algo interessante para mim.

— Eu já vi isso em um livro, então não, não vou ser sua submissa – sorrio sarcástica com o álcool causando efeitos em mim.

— Parece divertido, mas não é minha praia – disse com desdém.

— Então qual é sua praia? – resolvo provocá-lo entrando no seu jogo.

— Quem sabe você possa descobrir hoje – sugere ao meu ouvido me fazendo estremecer. Sua voz é envolvente e excitante, com simples estalo de sua língua me derreto por inteira, com a proximidade entre nós, seu perfume invade minhas narinas e me ocasiona tontura. – A escolha é toda sua – suspira me deixando inquieta.

— Tente mais um pouco – sorri o provocando enquanto me levanto saindo em direção a pista de dança, as batidas da música aumentam e misturado ao álcool que se propaga em mim, deixo os efeitos ao redor me aquecer. Começo a dançar acompanhando a música e com alguns minutos sinto meu corpo ser envolvido por seus braços fortes, o mesmo perfume invade meu ambiente me deixando mais zonza, me viro de frente para ele e olho dentro dos seus olhos, ele gruda mais nossos corpos e acaricia minhas costas, ocasionando um arrepio intenso.

— Muito desafiadora senhorita – sorrir cinicamente. Pisco para ele e começamos a dançar, aos poucos uma fina camada de suor se forma entre nós, respiro fundo e fito seus lábios convidativos, não sei como explicar mais ele causa efeitos sobre mim. A música acaba e fico ali admirando cada detalhe do seu rosto. Ele se afasta um pouco – encontro você daqui a alguns segundos.

— Como sabe que vou até você?

— Estou vendo o quanto você me quer refletido em seus olhos.

— Acho que esteja enganado – pisco nervosa.

— Talvez sim – sorri e começa a se afastar saindo em direção a uma porta ao fim do corredor por trás das escadas. Olha uma última vez ele entrar na sala com uma placa pequena mais notável com nome vip. Volto para o bar e bebo um grande gole da tequila, minhas pernas amolecem, desgraçado ele conseguiu acender uma chama dentro de mim, seja quem for não precisa me agarrar para me ter em seus braços porque ele é absurdamente atraente. Olho para a garrafa e me vem a escolha: morrer embriagada e sozinha já que meu irmãozinho achou sua própria diversão e não sei nem o que estou fazendo aqui para começar ou... transar com um desconhecido que parece mais um Adônis selvagem. Não Felicity!! Grita minha consciência, mas meu corpo começa a se mover sozinho sem controle até a maldita porta, cambaleando um pouco o álcool já se misturando ao meu sangue, olho envolta alarmada e vejo pessoas dançarem despreocupadamente, deixando toda sua vida lá fora. Respiro fundo e entro no cubículo fechando a porta com força atrás de mim girando a chave e a fechando.

— Isso é um erro – digo nervosa.

— Se fosse mesmo errado você não estaria aqui – sorri cínico umedecendo os lábios encostado na parede a poucos metros a minha frente, a sala possui um frigobar próximo a ele e um sofá vermelho com um largo jogo de luz iluminado o local. Ele da alguns passos e se joga no sofá abrindo os botões da sua camisa e deixando-a aberta e me fitando intensamente. – Você tem outra escolha, sair por essa porta e ir para casa sem olhar para trás ou ficar aqui comigo e agora – acena para os lados com os braços abertos em um convite sedutor e sublime. Mordo o lábio inferior e me seguro para não sair correndo feito uma louca. O certo a se fazer é ir embora sem olha para trás, isso não é amor, seria sexo sem compromisso com Adônis com cara de safado me secando com adoração.

— Melhor eu ir embora – gaguejo nervosa. Ele sorri dando de ombros fechando a camisa. Por que do medo Felicity, talvez seja uma experiência errada que você se arrependa depois, mesmo assim a vida é sua e o que acontecer aqui pode morrer aqui. Ele para de fechar a camisa ao me ver se mover em sua direção, pareço hipnotizada por ele, algo que me deixa inquieta; sento no seu colo e afasto sua camisa a tirando e a jogando para o lado, seu peitoral nu me faz arfar. Ele é quente e extremamente sexy, o sorriso sedutor em seus lábios me estremece, com uma lentidão torturante ele vai subindo as mãos por meu corpo sem tirar os olhos dos meus me causando arrepios, se inclina um pouco para sussurrar ao meu ouvido.

— Deixe seus medos e siga seu desejo, pequena – morde o lóbulo da minha orelha descendo o zíper do meu vestido até o fim, sem mais desculpas me inclino e encontro seus lábios que grudam aos meus fazendo-os queimar, peço passagem com a língua e ele aceita aprofundando o beijo com gosto da tequila dançando em nossas bocas, sua língua explora e devora minha boca com uma veracidade delirante, suas mãos apertam minha bunda com firmeza o que me faz gemer baixo. Me afasto quando o ar é necessário, roço meus seios em sua pele que queima com nosso contato, posso escutar a música ecoar pela sala o que me deixa mais envolvida a ele. Seus olhos estão totalmente escurecidos. – Continue – incentiva excitado, posso sentir mesmo com os tecidos abaixo de nós sua ereção firme pulsante e pronta para me tomar para si. Sem tirar os olhos dos seus ergo-me um pouco e abro seu cinto depois desço o zíper, coloco a mão por dentro da cueca e acaricio seu membro com força o que faz ele gemer alto e jogar a cabeça para trás em satisfação, minhas mãos pequenas fazem o trabalho sujo de leva-lo a loucura, seus gemidos de prazer me fazem ter espasmo pelo corpo, mordo o lábio inferior e arfo. Com um movimento rápido ele me joga no sofá ficando sobre mim, se afastando e tira suas roupas assim com as minhas, se inclina e desvia dos meus lábios para meu pescoço, o que me frustra muito, porém suas mãos habilidosas exploram meu corpo conhecendo cada parte dele. Morde de leve meu pescoço e o suga me deixando um ardor maravilhoso, seus dedos encontram minha parte sensível e me penetra com dois dedos, não me contenho e solto um grito – isso – ofega massageando meu clitóris, inclino meus quadris para cima em busca de mais muito mais – estamos com várias pessoas a nossa volta mais ninguém pode ouvi-la, pequena, se entregue ao seu prazer, entregue-se para mim – sorri satisfeito descendo seus beijos molhados pelo vale dos meus seios.

— Não – gemo em protesto quando ele para seus movimentos mesmo com os dedos dentro de mim – por favor – imploro ofegante. Com urgência ele suga meu seio me penetrando e girando os dedos dentro de mim, gemo mais alto arranhando suas costas com força rosnando rouco e voltando a suga-lo e girando os dedos com mais intensidade, me fazendo queimar inteiramente. Meus espasmos fazem meu corpo estremecer, mordo o lábio saboreando e delirando com suas investidas, ele solta meu seio deixando o endurecido e rígido encontrando o outro e voltando ao seu trabalho de tortura prazerosa. Meu ápice se aproxima fazendo meu corpo tremer, antes que eu possa me libertar ele para suas investidas, abro os olhos ofegante fitando os seus que estão dilatados e absolutamente excitado; um sorrisinho cínico brinca em seus lábios, ele me gira rapidamente e me deixa debruçada para ele, escuto o papel laminado da camisinha sendo rasgado atrás de mim, ele afasta mais minhas pernas e puxa meus quadris mais para cima.

— Você é muita bonita e atraente – sussurra ofegante massageando minha bunda com força e sem cerimônias ele desliza para dentro de mim até o fundo, cravo as unhas no estofado do sofá com um grito ruidoso. Esse desgraçado tem um poder sobre mim que me deixa louca, eu só tive um homem na vida que foi o Cooper o que me leva a só uma experiência sexual. Minha primeira vez não foi muito agradável, mas essa segunda vez nem começou e acredito que pode ser a melhor da minha vida. – Venha – ofega em um convite sedutor me puxando para si, minhas costas raspam seu peitoral macio e rígido, ele segura em meus seios e me deixa sentada em seu colo, curvo meu braço para trás e acaricio seus cabelos os puxando de leve, absorvendo a sensação de preenchimento. – Faça – ordena com a voz rouca ao meu ouvido, obedeço anestesiada pelo prazer cavalgando nele com investidas bruscas e firmes. Ele solta meus cabelos e acompanha meu ritmo com gemidos altos misturados aos meus, suas mãos apertam meus seios com força e me estimula ainda mais; nossos delírios fazem tudo envolta desaparecer e nem a música consigo escutar mais, grito com sua mordida em meu ombro e seus beijos molhados. Nossos corpos se chocam um contra o outro, o suor que começa a escorrer faz-me deslizar sobre ele, minhas paredes queimam, meu ápice chega fazendo minhas investidas cessarem; ele ainda continua e me empurra de leve para frente, deixando meu corpo inclinado para cima, suas estocadas me desnorteiam. Abaixo a cabeça mordendo os lábios absorvendo cada estocada lasciva, esse homem sabe como tornar uma simples garota em uma mulher desejada em segundos; escuto seus gritos ruidosos que se alastram pois é tão intenso e ardente que parece não ter fim. Se curva um pouco e me penetra uma última vez com a pressão firme e funda até nosso limite, geme alto soltando palavras sujas. Acaricia minha bunda com leveza e sai de dentro de mim lentamente, faço uma careta em desconforto com o ardor maravilhoso que ele me deixou. Me gira para sua frente me fazendo sentar em seu colo, cruzo as pernas em sua cintura e ofego assim como ele enquanto me fita indescritível, deixo meus braços envolta do seu pescoço. Acariciando seus cabelos, observo cada detalhe desse desconhecido envolvente, ele faz o mesmo contornando meus lábios com o polegar. – Quem é você? – questiona admirado.

— Quem é você? – devolvi com a mesma admiração mordendo seu dedo de leve.

— Eu sou Oliver Queen – sorriu com a voz rouca afastando meus cabelos do rosto.

— Sou Felicity Smoak – sussurro encostando nossos lábios com sorriso torto.

— Por que não a conheci antes Felicity? – sorri mais uma vez me dando um beijo demorado e deitando sobre mim afastando minhas pernas, recolocando outra camisinha em seu membro grande e molhado.

— Você não se cansa? – sorrio sarcástica.

— Nossa noite está só começando – pisca malicioso voltando a me beijar profundo e reacendendo toda aquela chama de segundos atrás. Homem intenso, o pior eu gosto disso.

Notas finais
ENTÃO AGUARDO OS COMENTÁRIOS DE TODOS !!!! BEIJOS ATÉ BREVE !!! ASSIM QUE FINALIZADA AMOR SOMBRIO VOLTAMOS A NOS ENCONTRAR POR AQUI !!!!