This Love
2 Love Me Harder.
Notas iniciais
Tell me something, I need to know
Then take my breath and never let it go
If you just let me invade your space
I'll take the pleasure
Take it with the pain
(Love me harder)
Ariana Grande feat. The Weeknd — Love Me Harder
Pov Felicity.
Abro os olhos sentindo um peso caloroso sobre minhas costas seu peitoral nu raspa minha pele com suavidade. A claridade me faz piscar freneticamente até focar no ambiente em que me encontro. Observo um quarto de hotel sofisticado, nossas roupas espalhadas pelo o chão. Me viro um pouco e observo ele dormindo com a expressão despojada e profunda. Ele é tão bonito e intenso diferente do único homem em que eu me envolvi. Acaricio sua face com delicadeza só para sentir sua pele quente ser tocada pela as pontas dos meus dedos.
— Me encarando Smaok? – Questiona ele com sorriso cínico brincando em seus lábios abrindo os olhos e me observando com atenção.
— Talvez sim Queen. – Respondo em tom grave contornando seus lábios com as pontas dos dedos.
— Podemos ficar aqui o dia inteiro se desejar. – Pisca malicioso.
— Eu adoraria mais tenho um projeto com meu... Ray, meu Deus, ele vai me matar. – Grito nervosa pulando da cama e recolhendo minhas roupas, olho rapidamente para o relógio que marca exatamente meio dia. – Literalmente ferrada eu estou – balbucio nervosa vestindo minhas roupas ao observo meu vestido rasgado mostrando partes do meu corpo – você rasgou meu vestido?
— Você rasgou minha camisa. – aponta para o chão animado.
— Como eu vou sair pelas as ruas com o vestido rasgado? – reviro os olhos.
— Não se preocupe com isso – suspira se levantando mostrando seu corpo nu totalmente desconcertante para minha visão, mordo o lábio observando ele se aproximar com graciosidade explicita em cada movimento.
— Como pode ser tão gostoso? – arregalo os olhos mordendo a língua – digo o que eu vou fazer..
— Eu pedirei a minha amiga que compre um vestido para você – observa todo o meu corpo com malícia o que me faz corar – vocês duas tem a mesma altura – dando de ombros se vira para o telefone – ela já deve ter acordado da sua noitada – explica com desdém.
— Não precisa... – tento argumentar mais ele acena.
— Pretende sair nua pelas as ruas Srta. Smoak? – ergue a sobrancelha esquerda fitando meu corpo com olhar totalmente obscuro e sedutor.
— Eu aguardo então – murmuro nervosa desviando do seu olhar indo direto ao banheiro.
Entro rapidamente indo direto a pia, ao me olhar no espelho, solto uma risada baixa, eu não acredito que eu estava falando com um adônis parecendo uma panda, minha maquiagem toda envolta dos meus olhos completamente borrada com os cabelos desgrenhados como se nunca tivesse visto uma escova na vida, acho que ele deve estar ligando para um exorcista depois de ter visto essa minha cara, balanço a cabeça e respiro fundo. Enquanto ele consegue uma roupa decente para mim, resolvo pelo menos tomar um banho para enfrentar o Ray, sem esse cheiro de sexo e álcool que está impregnado por todo meu corpo. Ligo o chuveiro deixando a agua quente escorrer pela a minha pele, fecho os olhos e lavo o rosto com força para tirar o que sobrou da maquiagem.
— Enquanto ela não chega com sua roupa, devemos de fato tomar um banho – sussurra ao meu ouvido com a voz rouca o que me estremece, seus braços envolvem meu corpo e me puxa para um aperto firme, solto um gemido baixo e inclino o pescoço deixando-o passar a ponta da língua em minha pele.
— Eu preciso ir – sussurro envolvida por seus encantos – não posso demorar.
— Para que a pressa querida? – morde o lóbulo da minha orelha e me gira rápido, prendendo meu corpo contra a parede fria – fique comigo.
— Não posso... – arfo sentindo sua ereção tocar minha coxa. – Oliver colabore comigo – suplico beijando seu queixo.
— Pode ir então – sussurra me soltando mais descendo os beijos pelo os vales dos meus seios, seu toque delicado me faz arrepiar e cada parte minha queimar como fogo tanto por dentro como por fora.
— Desgraçado – murmuro entregue a ele envolvendo seu pescoço com os braços me segurando firme a ele, sentindo meu corpo se erguido do chão por suas mãos habilidosas, ele afasta minhas pernas e me penetra sem cerimônias, deixo o grito rouco ecoar pelo o banheiro, ele rosna baixo e morde meu queixo desligando o chuveiro, a agua escorre por nossos corpos grudados, me acomodo sentindo a sensação de preenchimento. Tento me mover mais ele segura firme minhas pernas, abro os olhos frustrada olhando dentro dos seus olhos que me fitam desconfiados. – O que houve? – ofego.
— Desde ontem, depois que chegamos ao meu quarto não usamos camisinhas, apenas na boate. – murmura pensativo.
— Isso de fato foi um erro – admito nervosa – somos estranhos e transando assim como dois adolescentes inconsequentemente sem proteção alguma, podendo ocasionar algum tipo...
— Não se preocupe com essa parte, eu cuido do meu corpo e da minha saúde, não tenho doenças se é o que está pensando – sorrir – e você foi a única mulher em todo esse tempo que fiz sexo sem proteção – confessa o que me deixa aliviada. Solto a respiração que antes estava presa relaxando meu corpo em seus braços.
— Não se preocupe com a outra parte, estamos seguros – afirmo sem jeito, sorrio ao lembrar da injeção anticoncepcional de alguns dias a traz como ela é trimestral não corro perigo assim me assegurou o ginecologista – eu tomei meus devidos cuidados – suspiro por fim. Ele relaxa os ombros e concorda voltando a me beijar, um beijo doce e profundo, contra a parede, a sensação me faz soltar gemidos altos que são abafados por seus lábios.
Ele ainda é um desconhecido para mim, mesmo assim não sinto nenhuma vontade de parti. Depois de um longo banho entre caricias ele escuta a campainha tocar me deixando no quarto e seguindo para a sala, aguardo procurando algo dele que me diga pelo menos de onde ele venha. Mais não encontro nada de interessante.
— Procurando por algo? – Pergunta deixando uma sacola na cama.
— Não. Não – aceno nervosa – estava só olhando a beleza do quarto, nunca estive em um hotel como esse.
— Aqui não possui nada demais – disse sentando na beirada da cama cruzando os braços sobre o peito, me aproximo para abrir a sacola, puxo peças intimas na cor vinho e um vestido vermelho rodado sobre os joelhos justo na cintura sem mangas e decote, muito bonito devo admitir.
— Sua amiga me comprou calcinha e sutiã? – solto a sacola incrédula.
— Eu já comprei para ela também – sorrir.
— Dois malucos – reviro os olhos.
— Ainda está com muita pressa senhorita? – questiona.
— Claro. Claro – gaguejo voltando a pegar a sacola, retiro as peças novamente e me visto rapidamente, por sorte temos o mesmo tamanho – não se preocupe eu vou pagar por essas..
— Não quero seu dinheiro – suspira sério – se rasguei eu pago por isso – acena com desdém.
— Mais eu rasguei sua camisa – argumento amarrando meu cabelo em um rabo de cavalo.
— Tenho umas vinte da mesma camisa – pisca dando de ombros. Observo ele vestir uma camisa preta mostrando seus bíceps definidos com a calça jeans marcando perfeitamente o resto do seu corpo, ele não tem noção do quão absurdamente sexy possa ser.
— Se você diz, então me sinto lisonjeado – responde meus pensamentos chamando a minha atenção.
— Eu tenho que ir – me adianto nervosa com minha língua desenfreada não saio daqui hoje, mais será que eu quero ir?! É claro que eu quero ir, tenho um irmão que deve ter ligado para a polícia a essa hora.
— Cuidado – resmunga me segurando em seus braços antes que eu possa colidir com o chão após tropeça no tapete – melhor tirar os saltos Felicity, se deseja correr – sussurra fitando meus lábios, meu nome sai tão doce que me derreto por inteira.
— Obrigado – assinto.
— Como pode ir sem se despedir, Felicity?– engulo em seco sentindo seu aroma invadir minhas narinas aproximando-se a mim encostando nossos lábios – não mereço um beijo?
— Sim – fecho os olhos sentindo um sorriso torto ser esboçado por ele, sua língua entreabre meus lábios e procura a minha conectando-se ao desejo sublime. O beijo é calmo e explorador transmitindo sentimentos intensos. Nos afastamos quando o ar é necessário. Respiro com dificuldade me recompondo por um momento, ele se fasta um pouco com a expressão animada. Retiro os saltos e volto a ficar baixinho aos seus olhos. – Espero te ver novamente Oliver – pisco para ele saindo em disparada pela a porta, antes que eu possa voltar a arrancar suas roupas como a noite anterior.
— Eu sei como encontrar você – grita antes da porta ser fechada. Solto o ar que estava preso e corro o mais rápido possível para o corredor.
Pov Oliver.
Observo ela sair atento aos seus movimentos. Ela é a mulher mais bela que posso ter visto em toda a minha vida. Uma doçura sem igual tudo me fascina. Há algo nela especial e diferente que me desconecta da vida que me aguarda, essa inquietação que ela transmite para mim, me deixa mais ansioso para vê-la, o que há com você Oliver? Cedo ou tarde terá que partir sem ela. Saio dos devaneios observando Sara entrar como um raio.
— Então quando vamos para nossa próxima aventura? – pergunta animada. – Qual próximo destino?
— Não vou partir agora – respondo seco sentindo a minha realidade cair bem na minha cara.
Eu e sara fugimos de Star City sem cerimônias ou despedidas deixando tudo e todos para trás como algo banal, inconsequente eu sei mais diferente para nós, levamos um relacionamento aberto, ficamos quando bem entendemos sem compromisso ou corações um do outro, satisfazendo apenas os dois e nada mais, porém agora tem algo diferente, não sei o que é.
— Oliver, já passamos tempos demais aqui, temos que partir – suspira frustrada.
— Eu sei – aceno sem paciência – por enquanto eu quero ficar Sara, tem algo aqui que ainda me prende. Respiro fundo.
— E o que você tem aqui? – ergue uma sobrancelha desconfiada.
— Quero ficar aqui – desvio de seu olhar me jogando no sofá. – Me dê apenas dois meses.
— Nós praticamente fugimos de Star – gargalha irônica – porque precisávamos de um tempo para nós, Oliver não percebe o quão errado somos, amantes e sem juízo, mais nosso tempo aqui já acabou e o dia de voltar para casa e ser apedrejados por todos se aproxima.
— Sara..
— Certo. Você se entediou daquela vida, tudo bem não vou contra isso, mais me diz você, vai deixar tudo para trás, como a empresa ir à falência por um capricho?
— Que capricho?
— Olhe para você – acena – seus olhos estão brilhantes por que passou uma única noite com essa garota.
— Ela é diferente – digo massageando as têmporas.
— Mesmo que seja, o que vai dizer a Moira? Que não pretende mais voltar – argumenta. Não respondo e me mantenho em silencio fitando o nada. Depois de longos segundos resolvo quebrar o vácuo que se estendeu.
— Tudo aquilo não é mais para mim – suspiro me levantando – quero tudo do meu jeito e não ser comandado por ninguém, volte se quiser Sara, nunca foi obrigada a ficar e o que me assusta é você está com a consciência pesada depois de tudo que fizemos, uma traição fria e amarga para sua irmã não? – rosno.
— Não somos os melhores exemplos a serem seguidos – diz triste mais não me abala.
— Então volte para aquela vida e peça perdão para ambos – pego minhas coisas e vou até a porta – não importa eu não vou voltar.
— Oliver. Oliver onde vai?
— Preciso tomar um ar – respondo grotesco saindo e fechando a porta atrás de mim.
Horas depois.
Pov Felicity.
— Você foi uma inconsequente sabia? – urra secamente.
— Qual seu problema?
— O seu você quer dizer, eu revirei aquela boate de trás para frente e o segurança me disse que você tinha saído com um cara – grita me assustando nunca o vi tão irritado em toda a minha vida – ele poderia ter feito um mal contra você Felicity.
— Mais não fez – grito de volta – Você que deveria ser o cara a me proteger aqui sabia? Mais não, você simplesmente me deixou sozinha na boate bebendo como uma louca, a culpa é mais sua do que minha Ray, me poupe do seu sermão nostálgico de irmão mais velho, eu tinha que me diverti também afinal de contas foi você mesmo quem disse que eu poderia encontrar alguém que gostasse de verdade naquela maldita boate – o empurrando sem paciência para o lado.
— Não terminamos Felicity. Felicity. – seus gritos ecoa pelo o corredor atrás de mim. – Pare de agir como uma adolescente apaixonada, você não sabe quem ele é de verdade.
Entro rápido no quarto e tranco a porta reviro os olhos pelo o seu discurso de irmão mais velho coloco os fones de ouvido e me jogo na cama.
— Me deixe em paz, Ray – sussurro fechando os olhos e me concentrando na música que me eleva a outra dinâmica. Cada lembrança da noite anterior vem a minha mente, sinto-me tão bem que nem o Ray estraga meu dia. Noto que ele desistiu por hora. Solto um sorriso torto e respiro fundo. – Eu sempre ganho Ray.
— Estou vendo que sim – sussurra uma voz animada tirando meus fones, quase grito de susto se não fosse por sua mão cobrindo meus lábios. – Não grite! Sou eu.
— Oliver – engasgo observando-o com uma animação impactante se posicionando sobre mim. – O que está fazendo aqui? – sussurro tão baixo que a voz falha.
— Estava morrendo de saudades de você – sorrir beijando meu rosto descendo para o pescoço.
— Você ficou maluco? Como entrou aqui? Como me achou? Ray pode matar você sabia? – solto em pânico.
— Sua janela tem uma escada de emergência e seu endereço foi o de menos para mim – responde com desdém se inclinando para tirar sua camisa jogando para o lado.
— Oliver. Não. Não – imploro olhando para a porta – se o Ray pega você aqui, estou completamente ferrada... – sou interrompida por seus lábios sedosos que queima os meus instantaneamente. – Oliver – resmungo entre seus lábios.
— Não tenha medo – sorrir mordendo meu lábio – só não grite – pisca malicioso.
— Não podemos – protesto baixo afastando suas mãos que abrem cada botão do meu vestido – para Oliver – doou um tapa.
— Me faça parar então – ordena com a voz rouca. Meus olhos ficam entre ele e a porta, meu coração está tão disparado que está a ponto de sair pela a boca.
— Desgraçado – o empurro ficando sobre ele que põe as mãos por trás da nuca e sorrir descaradamente, posso ver em seus olhos o joguinho que está fazendo, a sensação de perigo o excita ainda mais – se ele pegar nós dois, estamos mortos – alerto me inclinando para beija-lo. Suas mãos sobem por minhas coxas e aperta firme, termino de abrir o vestido e o jogo para o chão, seus olhos vagueiam meu corpo com desejo. Contorno cada detalhe do seu rosto com as pontas dos dedos. – O que quer de mim Oliver?
— Você – sussurra com a voz grave se erguendo e envolvendo meu corpo com seus braços – você pode ter o que quiser de mim Felicity – morde meu lábio inferior sem tirar os olhos dos meus, suas mãos acariciam minha pele o que me deixa toda arrepiada subindo até o sutiã abrindo-o e jogando para trás. Fecho os olhos e espero ele começar sua tortura, como desejado ele envolve meu seio com a língua e se prende a ele, tampa minha boca rapidamente com a mão livre para que meus gemidos não ecoem pelo o quarto. A sensação abrasadora me devora em segundos, o prazer me toma, quero mais dele. Puxo seus cabelos com força à medida que suas investidas se tornam mais bruscas. Mordo sua mão com força e ele rosna baixo.
— Felcity – chama uma voz entredentes.
— Sim – respondo baixo.
— Precisamos conversar – diz Ray batendo na porta com força o que me estremece, volto para a realidade em pânico, abro os olhos e tento me afastar, mais Oliver resmunga e me segura firme em seu colo.
— Agora não Ray – digo em pânico segurando o rosto de Oliver com as mãos para que ele pare de me tortura como se estivéssemos mesmo sozinhos.
— Eu fui grosso com você, sinto muito – diz Ray chateado. – Talvez devêssemos conversar sobre ontem, o cara com quem você saiu, vai vê-la novamente?
— Sim. Sim – gaguejo – Quer dizer não sei estou esperando ele me ligar – gemo com Oliver mordendo meu dedo. Repreendo como os olhos mais ele dá de ombros e rasga minha última peça. – Meu Deus – arregalo os olhos. Ele faz um ops! Sem som e acaricia meu corpo.
— O que houve? – pergunta Ray alarmado do outro lado da porta.
— Nada. Nada – me adianto nervosa dando um tapa no ombro do safado que ver a cena com a cara mais cínica do mundo – cortei o dedo com a tesoura, nada demais. – minto. Oliver segura minhas mãos para trás do meu corpo e começa a beijar meu busto vagarosamente, arfo e tento me controlar.
— Não seria melhor eu verificar pode infeccionar – pergunta Ray nervoso.
— Ray, por favor, não entre – suplico nervosa mais para Oliver do que para ele – eu estou nua, você não pode entrar agora – grito antes que ele arranje uma maneira de entrar – voltei para o quarto, só para buscar um creme, estou indo tomar banho – me adianto em pânico.
— Tudo bem – assente soltando a maçaneta o que me alivia a alma – eu vou comprar umas coisas para o jantar, volto logo, espero conversar com você depois do jantar.
— Certo. Certo. Compre meu sorvete de flocos – murmuro nervosa tentando me soltar do aperto firme de Oliver.
— Pode deixar – grita da sala fechando a porta com força. Fico em silencio por longos minutos esperando algum sinal que seja de Ray ainda na casa, mais enfim ele se foi.
— Foi divertido – gargalha Oliver animado.
— Não tem graça – esbravejo – agora me solte.
— Não.
— Oliver – resmungo.
— Agora que nossa festa está só começando – disse invertendo nossas posições ficando sobre mim.
— Você parece um a viciado em sexo – murmuro incrédula.
— Você que me vicia – sorrir com desdém tirando suas últimas peças. Abro um sorriso e o puxo para mim, grudando nossos corpos um ao outro, ele se prende a mim como se fosse o melhor lugar no mundo. Com carinho ele me beija entrelaçando nossas línguas, um gosto de café se espalha em minha boca sendo transmitidas por ele. Seguro seu rosto entre minhas mãos e aprofundo o beijo que se prolonga por um vasto minuto. Nos afastando quando é necessário, com rapidez afasta minhas pernas me preenchendo lentamente, gemo baixo absorvendo a sensação intensa de tê-lo dentro de mim. Cruzo as pernas entorno do seu quadril arranhando suas costas com leveza, aos poucos ele começa suas estocadas vagarosas e circulares me fazendo arde intensamente mordo seu ombro e sussurro palavras sujas em seu ouvido, ele solta um gemido profundo e segura minha nuca com uma mão e a outra em minha perna com mais firmeza. Diferente das outras vezes, essa ele deseja amor simples e calmo se perdendo em mim assim como eu por ele. – Você é perfeita Felicity – ofega ao meu ouvido com a voz grave.
— Mais. Mais – imploro mordendo o lábio inferior e fechando os olhos com força jogando a cabeça para trás – Oliver. Oliver – meus gemidos ecoam pelo quarto. Ele aumente suas estocadas tornando-as bruscas e profundas me contorço em prazer cravando minhas unhas em sua carne. Ele rosna e volta a me beijar ofegante, nossos corações disparados seguem um ritmo intenso dentro de nós. É intenso e sublime o que nos excita ainda mais. O ápice chega para nós dois. Ele faz pressão uma última vez olhando dentro dos meus olhos soltando o ar contido, sua pele brilha com a camada de suor que se formou. Minhas paredes raspam entorno dele como fogo que se alastrou sem deixar marcas. Ficamos bastante tempo apenas nos encarando e tentando encontrar um no olhar do outro, respostas para nossos pensamentos e segredos. Com cuidado ele sai de dentro de mim, aperto os lábios e solto um gemido com desconforto.
— Você é muito apertada – diz tirando mexas dos meus cabelos que estão caindo sobre os meus olhos. Claro Oliver não tenho experiências sexuais como você, minha consciência dar risada.
— Quer falar mesmo disso – gargalho.
— Não – sorrir levantando-se e vestindo suas roupas – vamos venha comigo – chama.
— Para onde? – pergunto receosa.
— Sair por aí – disse me puxando. – Vamos Felicity.
— Tudo bem – reviro os olhos.
— Vista algo que a mantenha aquecida, está começando a nevar – diz olhando pela a janela. Solto um sorriso bobo e visto uma calça jeans escura, uma camiseta com um casaco de lã e meu sobretudo por cima por fim meu par de All star velhos deixando meus cabelos soltos. Ele aguarda na janela fitando o nada com a postura rígida.
— Oliver – chamo sua atenção.
— Vamos – volta a sorrir me puxando pela a janela e descendo as escadas em longos passos preciso correr para acompanha-lo. Parecemos dois adolescentes, sigo ele como se nada me faltasse agora.

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