Notas iniciais
Hello people eu sei demorei demais!!! Mais é aquele tipo de coisa; Faculdade me levando a loucura!! Mas acreditem não esqueci dessa fic, afinal ela será meu mais novo xodó já que AS e AFAR está encerrando seu clico bua!!! Não vou tomar muito o tempo de vocês. Queria mandar aquele beijo mega ultra especial para minhas leitoras maravilhosas e claro minha beta BEV !! Agradeço o carinho de todos e a paciência !!! Besitos e ótima leitura !!

You may call it this evening

But you've only lost the night

Present all your pretty feelings

May they comfort you tonight

And I'm climbing over something

And I'm running through these walls

I don't even know if I believe

Mumford & Sons – Believe

Pov Oliver.

— Você vai se machucar sua maluca – sorrio me fazendo de irritado. Felicity desfila sobre uma murada toda cheia de neve, ela chuta a mesma com gargalhadas gostosas. O que me deixa bastante assustado!

— A cidade é muito mais bonita daqui de cima Oliver – gargalha abrindo os braços com alguns flocos de neves sobre suas roupas e fios de cabelos que caem sobre seu rosto.

— Desça logo daí, antes que você caia no chão e se machuque – ordeno alarmado. Um passo em falso e ela se esborracha literalmente no chão. Tento pega-la onde solta uma risada e desvia de mim rapidamente. – Qual é o joguinho Felicity?

— Preciso de algumas respostas – ergue uma sobrancelha com curiosidade em seus olhos.

— Depende do que deseja saber – aceno com desdém voltando a colocar as mãos nos bolsos do casaco para me aquecer.

— Você é casado? – franzo o cenho contendo um sorriso que eu desejaria esboçar mais me seguro.

— Tenho cara de casado? – aponto para mim com uma careta.

— Preciso que apenas me responda! Não sou o tipo de garota que transa com homens casados deixando seus filhos órfãos – diz aflita com as mãos tremulas soltando o ar do peito.

— Não. Não sou – cruzo os braços sobre o peito.

— Você deixou alguém para trás? – questiona com uma linha rígida nos lábios. Suas expressões são inquietas o que chama a minha atenção. – Como uma namorada ou um grande amor?

— Não – minto por partes, não que eu deseje esconder, mas sei o quanto ela pode me odiar, depois de saber o que fui capaz de fazer para deixar Laurel para trás. Como posso dizer que me apaixonei pela a irmã da minha namorada? Fugi com ela, para descobrir depois que nunca estive tão errado, pois nunca amei nenhuma das duas de fato, hoje eu sei o quão egoísta fui. – Tive alguém, mais não deu certo e seguimos em frente – forço um sorriso olhando para o chão.

— Eu gosto de você – sorrir o que me faz ergue o olhar – tem algo em você que me faz questionar todas as coisas sobre mim – morde o lábio olhando dentro dos meus olhos, me aproximo e a seguro rapidamente, ela tenta se desvincular fazendo-nos cair no chão. A neve faz o impacto não ser doloroso para mim, já que ela caiu por cima de mim.

— Desde o primeiro dia, você domina meus pensamentos Felicity – sussurro afastando seus cabelos do rosto. – Quero você inteiramente, só para mim!

— Só não me machuque Oliver – pediu ansiosa com um brilho intenso naquele mar flamejante chamado íris – não suportaria. – afirma. – Todos aqueles que eu me importo sempre me deixam para trás um dia.

— Nunca vou fazer isso com você – afirmo – eu prometo. Ela sorrir com carinho e se inclina para me beijar ardentemente. Abraço seu pequeno corpo sentindo as batidas do seu coração sobre o meu peito. Mesmo com todo o frio ela consegue exalar um calor reconfortante.

— Não podem ter relações pessoais ou intimas demais em vias públicas meus jovens – nosso beijo é interrompido por um guarda municipal que nos fita sério limpando a garganta nos repreendendo com olhar severo. Mais não fizemos nada!

— Sim. Sim senhor – gagueja Felicity nervosa saindo dos meus braços rapidamente dando uma distância segura entre nós dois. – Nós estávamos...

— Fazendo nada que duas pessoas apaixonadas não fariam – interrompo com resmungo me colocando de pé par tirar o excesso de neve que cobria minhas roupas na parte de trás.

— Se quiserem fazer sexo procurem um ambiente adequado onde não tenha senhores ou senhoras e principalmente crianças – avisa impaciente saindo de nossas vistas em passos largos. Felicity arregala os olhos em choque com a boca aberta.

— Ele. Ele... – aponta para o guarda irritada – nos chamou de pervertidos praticamente – urra batendo no chão com o pé.

— Hey. Não se preocupe com isso – solto uma risada e a puxo para mim observando sua irritação se espalhar por seu rosto corado – está tudo bem é só o trabalho dele.

— Culpa sua – rosna me empurrando para o lado pisando duro no chão seguindo em frente. O que eu fiz agora?! – Oliver eu te disse uma vez! Você tem algum tipo de problema mental como: vicio por sexo! – esbraveja gesticulando com as mãos no ar. Reviro os olhos mais sorrio com sua suposição.

— Não faço nada que você não queira pequena – sussurro em seu ouvido fazendo-a estremece dando um passo para o lado engolindo em seco.

— Oliver você é um safado – diz nervosa fitando meus lábios. Ergue o olhar e sorrir parando a minha frente olhando em meus olhos. – Já está tarde! Precisa me levar para casa antes que o Ray me mate – resmunga – ou nos mate! – acrescenta com uma careta.

Assinto e puxo-a para meu lado nos aquecendo. Ao longo do caminho ela se mantém em silêncio, deixando apenas alguns beijos em meu rosto, passando a ponta do nariz gelado em minha pele, sorrio com seus gestos. Chegamos em frente ao seu prédio, olho para cima observando os poucos andares o que me vem uma ideia! Ela tenta se despedir de mim, mais a impeço com o intuito de conhecer melhor seu irmão.

— Oliver – protesta do segundo degrau da escadaria – não é o momento certo – diz alarmada.

— Por que não Felicity? Não quero que ele pense que você está com alguém que faria mal a você ou está lhe usando –argumento com sorriso largo dando de ombros.

— O problema não é esse Oliver.... Somos.... Apenas.... Amigos – tenta argumentar gaguejando. Ergo uma sobrancelha em questão entediado – amigos coloridos – acrescenta nervosa com sorriso torto.

— Não somos apenas amigos coloridos – nego passando por ela puxando-a comigo para entrar em seu prédio – somos um homem e uma mulher que estão se conhecendo intimamente.

— Isso faz de nós dois o que? – sorrir sarcástica.

— Parceiros do sexo, amigos de aventuras sublimes em vias públicas a noite, mais saiba que com você deve ser feito o certo Felicity, deixe-me tentar – pisco para ela que revira os olhos.

— Oliver. Oliver não por favor. Tenho medo da reação dele – pragueja aflita tentando me convencer do contrário! Desistir, coisa que nunca será fácil – Ray odeia ser pressionado por alguém que ele não conhece.

— Não vou pressiona-lo em nada e tenho você ao meu lado – bufo entrando no elevador com ela zangada – mesmo que você não queira vou conhece-lo Felicity.

— Como consegue Oliver? – esbraveja encostando na parede fria do elevador batendo os punhos na parede – ver as coisas com ar de simplicidade?

— Fácil! Vejo como desafios que precisam ser quebrados nada mais – respondo olhando para ela que fita o nada.

— Então sou um desafio para você? – pergunta encontrando meu olhar. – Engraçado sabe? Eu já transei com vocês várias vezes nesses dois dias como uma adolescente inconsequente, você ainda é um desconhecido para mim, não sei uma vírgula da sua vida lá fora e isso é..... Frustrante! – solta tudo com o ar pesando entre nós.

— Você não é um desafio para mim – suspiro – é uma garota que mexe com meus sentimentos, eu gosto disso simples.

— Mais não é só de sexo que vivemos ou precisamos um do outro, temos que ter algo a mais para dar certo afinal de contas – afirma. Escuto o elevador se abrir e saio dele sem dar qualquer resposta. Se ela soubesse uma fração de tudo aquilo que escondo. Ela me odiaria sem hesitar, teria nojo de mim. Não a culparia. – Oliver pela a última vez, esqueça de conhecer o Ray. – pediu entrando em meu campo de visão com olhar sereno.

— Não! – única palavra que me faz seguir para seu apartamento. Aperto a campainha varia vezes, ela tenta mais uma vez me impedir, mais não ligo para seus protestos fitando a porta com severidade no olhar.

— Sim. Sim. Obrigado – Felicity sai e fica onde Ray não possa vê-la o que me faz revirar os olhos. Quem é o adolescente mesmo aqui? O mesmo abre a porta falando ao telefone com olhar cansado.

— Boa noite, você deve ser o Mr. Palmer! Certo? – sorrio estendendo a mão para ele.

— Sim e quem é você? – ergue uma sobrancelha desconfiado.

— Sou Oliver Queen – me apresento apertando sua mão duramente.

— Desculpa Sr. Queen...

— Oliver! Pode me chamar de Oliver – interrompo com desdém.

— Então Oliver! Seja o quer for não posso falar com você agora. Me procure amanhã. Tenho uma louca.... Digo.... Irmã que resolveu brincar de desaparecer do mapa – acena nervoso passando a mão livre em seus cabelos deixando-a na nuca – ela sumiu deixando o celular desligado em casa e não deu sinal de vida até agora, está tarde e preciso encontrá-la.

— Seria essa daqui? – puxo Felicity que se escondia por trás de um extintor de incêndio que se encontrava na parede ao lado da porta, ela xinga coisas sem nexo mais sorrir ao entrar no campo de visão do seu irmão.

— Felicity! – Ray esbraveja fuzilando-a com os olhos.

— Ray... Maninho.... Estou aqui – acena em defesa ainda sorrindo com nervosismo.

— Desculpe-me tê-la sequestrada – sorrio com gemido por Felicity crava as unhas em minha carne sobre minha mão que segurava a sua – então pensei que deveríamos nos conhecer.

— Oliver – repreende ao meu lado irritada ignoro seus gestos observando Ray atentamente.

— Então você é o cara que Felicity resolveu se aventurar? – questiona secamente.

— Não – diz ela.

— Sim – afirmo apertando seu corpo ao meu lado – não somos mais adolescentes, estamos naquela coisa, amor à primeira vista ou fogo da paixão, essas coisas.

— Entrem – ordena ele dando espaço para que pudéssemos passar o que me deixa surpreso, pelo menos ele deve ser o único adulto aqui. Passo por ele calmamente mesmo com Felicity tentando me puxar para fora. Seu receio de tentar me tirar da sua casa ou da sua vida vai por água abaixo. Ele fecha a porta com um estrondo o que me deixa um pouco inquieto.

Pov Felicity.

Louco. Louco! Minha consciência grita irritada, Oliver que me matar só pode, onde ele quer chegar com isso? Tremores percorrem meu corpo com o medo eminente dominando cada célula do meu corpo. Ray vai enche-lo de perguntas se antes não mata-lo, tento controlar as batidas do meu coração que pulsa incessante ocasionando uma dor fina.

— Ray – começo mais ele me repreende com o olhar severo o que me faz encolher.

— Felicity o assunto aqui é de homem para homem – afirma perfurando Oliver só com os olhos. Corro o olhar pelo o local, tentando não encontrar nada afiado por perto. – Deveria ir para seu quarto.

— Não. Não precisa. Creio que pulamos todas as partes que ocasione quaisquer resquícios de desconforto aqui Ray, ela vai ficar onde deve estar, ao meu lado – responde Oliver com malícia. Reviro os olhos incrédula caindo no sofá de costas.

— Mr. Queen o que você deseja da minha irmã? – questiona Ray direto, com a postura rígida.

— O óbvio – bufa com sorriso passando o olhar por mim voltando para Ray. Ele não leva nada a sério! Tudo não passa de joguinho sádico dele. – Um relacionamento.

— Você se acha mesmo capaz de cuidar dela? – cruza os braços sobre o peito mudando de posição – vocês se conheceram apenas a dois dias, estão em nível muito elevado, não acha? – rosna para mim.

— Acredite Ray, as coisas já se passaram de elevadas entre nós dois – diz Oliver com desdém chamando sua atenção. Ray dá um passo fechando as mãos em punhos o que me faz pular do sofá e ficar entre eles.

— Oliver, por favor para de sandices – praguejo voltando o olhar para Ray – você pode puxar a ficha dele Ray, encontrar o que você quiser, mais me deixe ser feliz uma única vez. É tudo que lhe peço por hora.

— Felicity ele não me parece alguém que levaria as coisas a sério como; um relacionamento – alerta irritado – vejo nos olhos dele que esconde algo. Olho para Oliver que perde o ar de brincalhão adquirindo uma postura rígida soltando o ar que parece pesar seu peito.

— Procure o que quiser de mim Ray – afirma com a voz grossa – mais a única pessoa que pode me tirar da vida da Felicity, é ela mesma nada e ninguém mais pode. – diz olhando em meus olhos com uma linha rígida em seus lábios.

— Não vou fazer isso – Ray afirma indescritível – ela é adulta e acha mesmo que sabe o que faz! Mais cedo ou tarde ela mesma vai descobrir quem você é de verdade.

— Nunca deixarei ela se magoar ao meu lado – Oliver afirma pegando em minha mão entrelaçando a mesma passando o polegar por cima da minha pele em movimentos circulares e acolhedores. Sorrio com carinho ficando ao seu lado.

— Confie em mim Ray é tudo que te peço – sussurro para ele que nos fita irritado ou furioso.

— Não confio nele Felicity – suspira pegando seu sobretudo preto indo em direção a porta em passos largos. – Onde vai? – questiono preocupada.

— Sair. Respirar. Me afastar um pouco. Andar – sibila cada palavra grotescamente o que me assusta um pouco. Talvez nunca tenha o visto assim – o lobo mal cuidará de você, como tem feito muito bem esses dias. – esbraveja com sarcasmo saindo pela a porta e a batendo com força me deixando estremecida. Pisco angustiada com receio que ele faça algum tipo de besteira por minha culpa.

— Não se preocupe ele precisa de um tempo para si – Oliver sussurra puxando meu queixo para cima fazendo nosso olhar se encontrar. Azul vs. Azul, um sublime e outro perdido, ou seja, o meu! Não sei o que pensar, minha cabeça dói me deixando um pouco zonza. – Vamos. Você precisa descansar um pouco – chama me erguendo no colo indo para o quarto em passos largos.

Saio dos seus braços com o coração latejante. Em todos esses anos Ray sempre me protegeu e me amou, cuida de mim como ninguém, e se ele tiver razão? Oliver pode partir meu coração, não o conheço o bastante para saber até onde ele pode chegar. Fico em silencio e pego meu pijama sobre a poltrona com minhas peças intimas que estavam em minha gaveta. Saio em direção ao banheiro sem encara-lo ou a menos dizer qualquer palavra. Respiro fundo e ligo o chuveiro, tomo um banho rápido visto minhas roupas e sigo para cama cansada.

Deito na cama e fecho os olhos, mais sorrio ao notar que estou ignorando sua presença em meu quarto.

— Vai dormi ou ficar aí me encarando? – resmungo ainda de olhos fechados – como você mesmo disse; pulamos todas as etapas. Ele não responde posso escutar apenas o som de seus passos próximo a cama.

— Preciso ir – afirma com suspiro cansado abro os olhos murchando o sorriso – tenho algumas coisas que preciso resolver.

— Que não seja transar com outra garota, por mim tudo bem – sorrio sarcástica.

— Não. Não – sorrir deixando um beijo casto em meus lábios – boa noite Felicity.

— Boa noite Oliver – sussurro acariciando sua face com carinho. Ele se afasta e se vai saindo em passos largos. Respiro fundo e abraço minhas cobertas contra o peito que bate tão forte. Por ele.

Pov Oliver

Olho para o prédio angustiado ou frustrado não sei distinguir. Estou mentindo e isso é errado, onde está me consumindo por dentro, eu estou gostando de verdade dessa garota, cada batida do meu coração diz isso, e tudo que faço é mentir, talvez se dizer a verdade ela entenda e fique comigo. Só preciso recomeçar.

— Oliver. Oliver – estala a língua Sara encostada na parede ao lado.

— O que diabos você está fazendo aqui? – urro alarmado olhando em volta

— Você não apareceu para o jantar – sorrir sarcástica dando de ombros – segui você é claro, e vejo que está se metendo em outro conto de fadas.

— Isso não é da sua conta – rosno impaciente descendo as escadas deixando-a para trás – fique longe dela Sara.

— Oliver esqueceu que estamos nessa, juntos? Não pode simplesmente me ignorar – bufa ficando ao meu lado.

— Está tudo errado Sara – suspiro frustrado andando rapidamente. – Não quero e nem preciso de qualquer julgamento agora.

— Não estou aqui para julga-lo – sorrir parando abruptamente. O que também me faz parar e fitar seus olhos azuis que me fitam em animação.

— O que quer dizer com isso? – questiono desconfiado.

— Lembra o gatinho em que marquei o encontro na boate? – ergue uma sobrancelha com diversão. Abro a boca com a ficha caindo – isso mesmo – responde meus pensamentos se aproximando – Ray é meu novo gatinho. Que mundo mais pequeno não? – pisca para mim com sarcasmo pressionando os lábios contra o canto da minha boca deixando um beijo suave com sorriso largo voltando a se afastar. – Acho que é de família, pois ele é muito bom de cama – gargalha acenando com desdém.

— Merda! – rosno baixo. – Mais um motivo para Felicity me matar!

Notas finais
Então é aquele babado!!! Deixem seus comentários adorooooooo opinião de todos!! Digam o que sentem! se estão ou não gostando devo continuar ou encerro por aqui ? hahahah besitos da Natty malévola ou Marc de saias fica por conta de cada um !!